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mLearn, Sem categoria, Treinamento, Treinamento Corporativo

O treinamento in company é a tendência atual quando o assunto é investir na capacitação de funcionários. Trata-se de um programa de treinamentos desenvolvido dentro da própria empresa e voltado para as dificuldades e rotinas exclusivas do negócio.


A maior vantagem desse método é sua especificidade, ou seja, capacitar o funcionário nas competências que realmente farão a diferença na sua rotina de trabalho. Para implementar um programa como este, no entanto, o ideal é contratar uma empresa de cursos e treinamentos.


Garantia de qualidade, experiência e resultados são algumas das vantagens de apostar em uma empresa especializada. Contudo, é preciso saber escolher. Saiba o que observar na hora de escolher uma empresa de treinamentos corporativos!

Experiência de mercado


A primeira característica que você deve buscar em uma empresa de cursos e treinamentos é a experiência de mercado. Quanto mais tempo elas têm de atuação, maior é a capacidade de identificar oscilações, lidar com mudanças e adaptar-se conforme as demandas.


Isso faz toda a diferença na hora de prever problemas, identificar obstáculos e adaptar-se às necessidades que são exclusivas daquele ramo. Facilita o processo de criar cursos para empresa com conteúdo exclusivo e de qualidade, por exemplo.

Equipe de profissionais


Outro fator fundamental em uma boa empresa de treinamento in company é a formação de sua equipe profissional. É importante que a equipe seja composta por especialistas em diversas áreas, como gestão, educação, tecnologia, entre outras.


Dessa forma, a empresa contratada pode garantir que irá levar em consideração todos os aspectos que os cursos para empresa precisam ter, tais como adequação às tendências de mercado, métodos de ensino eficazes e plataformas de acesso facilitado.

Metodologia


Antes de contratar uma empresa de cursos e treinamentos, conheça também os métodos oferecidos. Ela deve estar alinhada com as tendências em treinamento in company e oferecer opções flexíveis para adaptar os cursos às possibilidades da sua empresa.


A plataforma mLearn, por exemplo, disponibiliza conteúdo exclusivo e em diversos formatos. O funcionário pode utilizar o método que melhor se adapta ao seu estilo de aprendizagem, compartilhar conteúdos com colegas e acessá-los sempre que precisar.


Assim, o curso otimiza ao máximo o tempo disponível para treinamento e a qualidade do aprendizado. Além de favorecer, também, a comunicação e a integração entre as equipes de trabalho e com os gestores.

Recomendações e referências

Um método bastante tradicional, mas que ainda funciona muito bem para avaliar a qualidade de uma empresa antes de contratar seus serviços são as recomendações. Muitas vezes a própria empresa de cursos e treinamentos oferece essas informações.


Descubra quem já foi cliente dessa empresa e quais foram os resultados obtidos. Se possível, entre em contato com os clientes para questionar sua satisfação com o método e o custo-benefício da contratação. Quanto mais referências no mercado, melhores as chances de sucesso no investimento.

Resultados


Por fim, a empresa de cursos e treinamentos deve ser capaz de demonstrar sua capacidade de gerar resultados. Muitas vezes as plataformas de ensino permitem que você observe a evolução dos funcionários ao longo dos cursos, mas isso não é o suficiente.



Procure uma empresa que aplique um modelo de avaliação de treinamento. Esse é um processo paralelo que demonstra os resultados obtidos pela aplicação dos cursos para empresa. Dessa forma, antes mesmo de contratar você já sabe que verá os resultados do investimento.



Uma boa empresa de cursos e treinamentos oferece mais do que qualificação. Ela garante uma estratégia de mercado bem-sucedida com resultados visíveis e retornos valiosos.

A mLearn oferece tudo isso por meio de uma plataforma atual e acessível. Entre em contato conosco e faça já seu plano de treinamento in company!

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Aprendizagem Móvel, Treinamento e Desenvolvimento

Introdução

Os treinamentos corporativos sempre foram considerados primordiais para tornar profissionais mais qualificados nas funções que desenvolvem dentro das empresas. Porém, a tecnologia em alta e a propagação da utilização de aplicativos mundo afora, tem feito com que as companhias adaptassem este novo hábito como uma forma de oferecer novos benefícios aos seus funcionários.

São diversos os pontos positivos que os treinamentos corporativos são capazes de oferecer para os colaboradores em uma organização. Além de deixá-los mais preparados, tornam a equipe pronta para enfrentar situações adversas, potencializam suas habilidades, os ajudam a desenvolver novas ferramentas de trabalho, e também são capazes de auxiliá-los a se tornarem grandes líderes. Para as empresas há também ganhos, afinal, ao capacitar seus funcionários as chances das metas serem atingidas são muito maiores, aumentando assim o lucro da empresa.



Atualmente, com o surgimento dos aplicativos e o crescente uso de smartphones nos últimos anos, estes treinamentos têm passado por uma grande revolução, deixando de se tornarem presenciais e passando a ser aplicados via mobile.

Com isso, as organizações estão tendo que aderir esta nova tendência que está cada vez mais presente no dia a dia de muitos funcionários. Os treinamentos corporativos mobile são vistos dentro das organizações que os disponibilizam como grandes benefícios, já que são ferramentas de capacitação muito eficazes.

Abaixo, confira os principais motivos para investir em um treinamento corporativo:

o   Ajuda a desenvolver o trabalho de equipe;

o   Gera produtividade;

o   Torna a empresa diferenciada perante os concorrentes;

o   Auxilia a manter a equipe sempre motivada;

o   É capaz de detectar possíveis falhas;

o   É tido como um excelente método para reter talentos;

o   Um diferencial para o cliente que lidera com equipes preparadas;

o   Aumento nas vendas;

o   Faz com que todos estejam cientes da Missão, Visão e Valores da empresa.

Aplicativos educacionais – um ‘Plus’ para os funcionários



Atualmente, uma empresa que preza por seus colaboradores oferece benefícios diferenciados e que vão além dos convencionais que estão disponíveis no mercado. Os aplicativos de treinamentos corporativos já são tendência e tem sido um dos principais métodos de motivação e capacitação de equipes. Os colaboradores que fazem uso dessas plataformas se sentem mais aptos e seguros de suas atividades, além de se sentirem diferenciados dentro da companhia.

Cada vez mais em um ambiente corporativo, os colaboradores desejam fazer treinamentos mais efetivos e práticos. Desta forma, os aplicativos são uma excelente escolha, pois e possuem essa funcionalidade de capacitação imediata, e permitem a customização de inúmeros pontos, como: conteúdos exclusivos de treinamento, personalização do aplicativo e até mesmo das formas de uso.

Além disso, esses aplicativos de treinamento corporativo são tidos como um verdadeiro ‘plus’ para os funcionários, já que disponibilizam mais liberdade e flexibilidade na hora de obter conhecimento. Todos podem estudar quando e onde quiserem, criando sua própria carga horária através de seus smartphones. Este tipo de capacitação propõe que o colaborador controle não só o que irá aprender, mas também escolha o local onde deseja se aperfeiçoar.



Confira os principais benefícios que um aplicativo de treinamento corporativo pode oferecer para os seus colaboradores:

1. Flexibilidade

Este sem dúvidas é um dos principais benefícios da implementação de um aplicativo corporativo em uma organização. Este método oferece flexibilidade para que toda a equipe esteja conectada e aprendendo de diversas formas. Aliás, o termo ‘flexibilidade’ vem sendo muito discutido entre as empresas, já que muitas delas hoje oferecem a oportunidade de seus profissionais trabalhem remotamente. Estas iniciativas agilizam as atividades e também permitem novas formas de trabalho.

2. Coparticipação

Proporciona que profissionais de outras unidades possam colaborar com sugestões e até mesmo se capacitar de acordo com a cultura da organização. O aplicativo permite uma conexão remota de pessoas gerando altos níveis de produtividade e geração de trabalhos mais assertivos em diversas áreas da companhia.

3. Perfil do colaborador

Assim como os aplicativos voltados para o consumidor são capazes de identificar seus perfis, os aplicativos corporativos são responsáveis também por auxiliar gestores a entender os interesses de suas equipes e vice e versa. É uma maneira muito mais efetiva de relacionamento e também de capacitação personalizada.  

4. Tendência

Essas ferramentas também são ótimas formas de incentivar a inovação dentro das organizações junto às equipes.

5. Experiência

Os aplicativos geram nos funcionários uma maior experiência de capacitação, já que de acordo com pesquisas, 84% dos consumidores brasileiros utilizam até 10 aplicativos diariamente.


Conclusão



Para as empresas, seus funcionários são peças chaves para garantir a prosperidade do negócio.

Por meio do treinamento via aplicativos mobile, os funcionários são preparados para desempenhar com excelência as tarefas específicas de seu cargo, tornando-os ainda mais ousados, ágeis e preparados para assumir novos desafios.

Além disso, é possível desenvolver competências essenciais para o relacionamento, a comunicação e o desenvolvimento profissional.

Portanto, atualizados e qualificados com treinamentos de alta performance, o trabalho individual irá sobressair entre toda a equipe e contribuirá para a melhora dos resultados da empresa.

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Conteúdo Educacional, mLearn

A gestão do conhecimento corporativo é um investimento que tem demonstrado excelentes resultados nas organizações. Associada à educação corporativa, permite que as empresas evoluam seu capital intelectual e, consequentemente, sua competitividade no mercado.


As duas estratégias complementam-se na medida em que a educação corporativa promove a qualificação profissional e a gestão desse conhecimento gerado é feita de modo que ele permaneça na organização, independentemente da rotatividade de funcionários.


Entenda a relação entre educação corporativa e gestão do conhecimento e descubra como elas devem estar presentes na sua estratégia de mercado. Confira!

Educação Corporativa x Gestão do Conhecimento


Educação corporativa
é um investimento na capacitação de funcionários com foco no treinamento técnico e comportamental. Visa incrementar a produtividade suprindo necessidades específicas da empresa por meio do fortalecimento de sua cultura entre os colaboradores.


A gestão do conhecimento corporativo, por sua vez, é voltada à valorização do capital intelectual da empresa. Consiste na ideia de que o conhecimento e as competências dos funcionários fazem parte do patrimônio corporativo e, quando usufruídos pelos colaboradores, tornam-se recursos produtivos.


A educação corporativa aumenta o know-how da empresa, enquanto a gestão do conhecimento incentiva o compartilhamento do conhecimento entre colaboradores, descentralizando o capital intelectual que, geralmente, fica restrito a um pequeno grupo.


Dessa forma, todo e qualquer funcionário pode usufruir do conhecimento presente na empresa para melhorar seu desempenho. Existem ainda outros benefícios secundários, como a integração e auto-gestão das equipes, desenvolvimento da comunicação interna e otimização de recursos.

Qualificação + engajamento = retenção de talentos + resultados

Investir no treinamento de funcionários é fundamental para atualizar e incrementar as competências da equipe frente a novas demandas. Daí a necessidade da educação corporativa que, além de promover a técnica profissional, insere o colaborador no contexto organizacional.


Quando essa estratégia é associada à práticas de gestão do conhecimento corporativo, o funcionário passa a compreender sua importância para o sucesso do empreendimento. Assim, a empresa consolida sua cultura corporativa, oferece qualificação técnica e mantém o colaborador engajado.


O engajamento como parte do treinamento de funcionários é essencial, pois é o que garante a retenção de talentos pela empresa. O colaborador sente-se motivado pelo investimento em sua qualificação e assume as metas da empresa como um desafio profissional próprio.


Educação corporativa com gestão do conhecimento fortalece a relação empresa-funcionário e o potencial competitivo da equipe. É, portanto, uma estratégia que visa tanto a formação quanto a retenção de talentos pela empresa e que, também, impulsiona seu crescimento.


Gestão do Conhecimento Corporativo: custo-benefício e crescimento


Além de sua importância na manutenção e crescimento das empresas, a gestão do conhecimento corporativo reserva mais uma vantagem: o custo-benefício. Inicialmente, há um investimento maior no treinamento de funcionários e aquisição de ferramentas que façam a informação circular dentro da empresa.


A manutenção desse programa de educação corporativa, no entanto, exige pouco financeiramente. Os colaboradores que já passaram por treinamento podem treinar os novos integrantes da equipe, por exemplo. Assim, exclui-se a necessidade de investimentos constantes em novos treinamentos.


Compartilhar, armazenar e integrar informações também é simples considerando a diversidade de tecnologias baratas e acessíveis que cumprem esse papel. Os conteúdos digitais estão presentes em plataformas que podem ser acessadas a qualquer momento e de diversos dispositivos.


Neles, é possível concentrar manuais internos, guias e protocolos, entre outros conteúdos valiosos para a qualificação do colaborador. Um funcionário que tem dúvida sobre um procedimento da empresa, por exemplo, pode simplesmente consultar o material pelo celular e imediatamente adequar-se às orientações.


Os retornos são imediatos e o investimento muito reduzido, o que beneficia todo tipo de empresa. Em especial, os pequenos empreendimentos, que representam 98% do mercado brasileiro, e podem usufruir das mesmas vantagens competitivas que grandes corporações.


Educação corporativa
e gestão do conhecimento são as estratégias mais vantajosas na manutenção da competitividade de uma empresa. Mesmo com baixos investimentos, elas garantem a qualificação de funcionários, a retenção de talentos e a conquista de resultados.


Mantenha-se atualizado sobre as novidades e tendências desse setor assinando nossa newsletter!

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Corporativo, mLearn

A educação corporativa começou como uma inovação, tornou-se tendência e hoje é necessidade. Para sobreviver em um mercado competitivo e inovador é preciso manter uma equipe de colaboradores capacitados para superar obstáculos e atingir novos objetivos.

Uma tendência em crescimento constante, a capacitação empresarial oferece resultados de longo prazo por um baixo investimento. Facilmente aplicada à rotina da empresa, capacita colaboradores e gestores a atingir resultados melhores e tomar decisões mais assertivas.

Quer conhecer essa estratégia? Entenda o que é educação corporativa e descubra como o investimento no treinamento para funcionários traz resultados à sua empresa. Confira!

O que é educação corporativa?

A educação corporativa é uma estratégia de gestão baseada na capacitação dos funcionários. A empresa promove o desenvolvimento de competências e habilidades técnicas, comportamentais e pessoais de seus colaboradores com foco em resultados.

Diferente de um treinamento convencional, a educação corporativa enfatiza habilidades de trabalho em equipe, gestão de conflitos, resolução de problemas, análise crítica, entre outros. Assim, além de produzir com qualidade, o colaborador torna-se também um elemento estratégico dentro da organização.

Não é incentivar o treinamento para funcionários, mas promovê-lo por meio de capacitação empresarial específica, voltada para os objetivos da empresa. Um exemplo de como isso é feito são as Universidades Corporativas, nas quais a empresa elabora programas de treinamento adequados às suas necessidades de mercado.

Desse modo, o colaborador torna-se um profissional mais qualificado enquanto atende às necessidades exclusivas da empresa. Trata-se de um investimento, pois reflete no fortalecimento da cultura empresarial entre os funcionários aumentando seu engajamento e produtividade.

Quais são as vantagens de investir na capacitação empresarial?

A educação corporativa pode – e deve – ser aplicada em empresas de qualquer porte ou segmento mercadológico e traz inúmeros benefícios. Ela pode ser utilizada para suprir necessidades focais ou para incrementar a competitividade da empresa por meio de ações generalizadas.

O treinamento para funcionários pode ser utilizado como estratégia em momentos de crise para garantir a sobrevivência da empresa. Por exemplo, capacitando os colaboradores para identificar oportunidades, resolver problemas e adaptar-se às mudanças amenizando seu impacto.

Em momentos favoráveis, a capacitação empresarial oferece vantagens competitivas para ganho de market share ou então inovação. Atuar com tecnologias emergentes e inovar nos processos produtivos e gerenciais para gerar melhores resultados são exemplos de como a educação corporativa pode impactar os negócios.

Como o treinamento para funcionários traz resultados para a empresa?

A importância do treinamento para funcionários reside na necessidade das empresas se adequarem a um mercado altamente competitivo e em constante transformação. Por meio da capacitação empresarial, os colaboradores se tornam mais assertivos nesse contexto.

Afinal, a educação corporativa está associada ao engajamento dos funcionários em atingir os objetivos da empresa. As equipes passam a atuar de forma mais colaborativa e a qualidade do trabalho aumenta, gerando melhores resultados.

Investir no treinamento para funcionários cria um ciclo virtuoso, no qual o colaborador sente-se valorizado, motivado e confiante. Apesar de vislumbrar novos rumos para a carreira, o colaborador tende a permanecer na empresa e motivar colegas a atingir as metas.

O resultado é uma equipe capacitada, que produz com qualidade e rapidez, interessada em atingir os objetivos da empresa e defender sua marca.

Pronto para começar a investir no treinamento para funcionários? Então conheça as principais tendências da capacitação empresarial!

 
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Conteúdo Educacional, mLearn
Nascido em Oxford, na Inglaterra, Stephen William Hawking ficou conhecido por produzir ensinamentos fundamentais da física moderna. Entre suas mais diversas teorias, a mais célebre é o teorema da singularidade que supõe a existência de um ponto com força gravitacional no centro dos buracos negros, capaz de atrair qualquer coisa (similar ao acúmulo de energia infinita que deu início ao Big Bang). Com ela, o físico recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Especial de Física Fundamental.


Apaixonado por física e astronomia, aos 21 anos, Stephen se viu em situação muito difícil ao ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que iria paralisar seus músculos progressivamente, e segundo o médico, o levaria à morte em no máximo três anos.


Apesar do diagnóstico devastador, o físico surpreendeu não só os médicos, mas o mundo, ao vencer a doença por anos, e adequar a sua rotina através de uma cadeira de rodas, e um computador adaptado com voz eletrônica, para que ele conseguisse se locomover e comunicar.


Hawking se tornou um dos cientistas mais conhecidos do mundo, não só por abordar a natureza, a gravidade e a origem do universo. Além de seus ensinamentos na área da física, ele também deixou um legado vasto de ensinamentos para a vida e, inclusive, para a educação.


E entre suas diversas lições, a maior deixada por um dos homens mais inteligentes do mundo é ser possível direcionar sua vida para fazer todas as outras coisas que vão além de sua limitação.


Portanto, você que deseja ingressar em uma nova carreira, dar início a vida universitária, ou ainda não sabe por onde começar, separamos dez lições deixadas por Stephen Hawking que pode ajudá-lo na construção da sua vida profissional. Confira!




    
1) Não há resposta para tudo

Em 2010, ao ser questionado em uma de suas palestra, sobre se em algum momento as pessoas vão aprender sobre física, o cientista disse acreditar que não. Justamente por compreender que a mesma não é capaz de oferecer soluções para o universo e, principalmente, ao comportamento humano. Assim como a física não possui certas respostas para o mundo, os seres humanos também não são capazes de compreender tudo ao seu redor.


Para o físico, não podemos nos responsabilizar em ter todas as respostas. Afinal, ninguém é melhor do que ninguém e não há nada demais em não sabermos determinados assuntos. Este ensinamento nos faz refletir, pois muitas pessoas acabam desistindo de seus sonhos, por se considerarem incapazes. Seja por medo de ingressar em uma universidade, um novo emprego, ou até uma nova cultura. Mas, nem sempre estaremos preparados para tudo, o importante é nunca desistirmos de lutar.






 
2) Não tenha medo, qualquer conhecimento deve ser compartilhado

Por menor que seja o seu conhecimento, ele deve ser sempre compartilhado. Qualquer informação por menor ou difícil que seja, pode ser útil para alguém. Apesar do difícil tema de estudo de Hawking, seu livro e filme “Uma Breve História do Tempo”, foi lido e visto por uma legião de pessoas. E sabe porque ele se tornou um grande exemplo de conhecimento? Stephen tinha prazer em compartilhar qualquer coisa ou informação. Seu livro, por exemplo, foi adaptado com informações que o físico considerava, que apesar de serem difíceis, poderiam de alguma forma se tornarem úteis às pessoas.








    
3) Vá em frente do que te dá prazer

Com apenas 21 anos, Hawking recebeu a notícia de que só teria mais dois anos de vida. Nem por isso ele deixou de sonhar e realizar o que mais lhe dava prazer. Em uma de suas citações ele chegou a dizer que apesar das dores e dificuldades não podemos fugir daquilo que nos move. A paixão pela física fez com que nem a doença abalasse seus estudos. Portanto, nunca devemos deixar nossos sonhos para depois. Descubra o que te faz feliz e construa a sua história.




4)    Nunca deixe de falar o que sente

Com o seu neurônio motor completamente afetado, Hawking se submeteu a uma traqueostomia em 1985, e com isso perdeu a capacidade de falar por conta própria. Mas nem por isso ele desistiu de viver  e adotou sua própria maneira de falar, usando um computador que capta os movimentos de espasmos de sua bochecha direita Primeiramente fazendo uso de sua mão para “escrever” em seu computador, e depois por meio de um computador que captava os movimentos de espasmos de sua bochecha direita. Mesmo passando por diversas dificuldades, o físico nunca deixou de expressar suas teorias para o mundo.

















  

5) Aprenda com as lições de história

Uma vez perguntaram a Hawking o que poderia acontecer se os seres humanos descobrissem outras formas de vida inteligente. A resposta de Hawking foi que seria um pouco perigoso e arriscado tentar se comunicar com outra civilização. Pois o resultado seria bem parecido com a história já vivenciada pelos europeus na América. É preciso sempre aprender com os erros do passado e buscar novas oportunidades capazes de nos proporcionar melhores resultados.



6)    Tenha sempre esperança

Mesmo diagnosticado com a esclerose lateral amiotrófica, a doença que o deixou quase que completamente paralisado, Hawking é considerado para qualquer pessoa um símbolo de superação e força de vontade. Ele foi capaz de provar a todos que  não é preciso desistir dos objetivos, pois enquanto há vida, há esperança.



7)     “A vida seria trágica, se não fosse engraçada”

Para Hawking, a realidade é definida através das nossas ações, do nosso foco, e que não importa o que vivemos, que podemos conseguir tudo o que quisermos através da positividade e dando o verdadeiro valor e poder à nós mesmos.










 
8) Aprenda a se adaptar às mudanças

Mesmo com uma doença grave e sem cura, Hawking não se deixou vencer. Através de muita perseverança, conseguiu se adaptar às mudanças e fazer a diferença no mundo através da busca constante por novas descobertas, mostrando que a evolução do ser é permanente e nada pode limitar o seu potencial.




9)
Desafie-se e vença

Apesar de ter uma doença grave, o físico não se abateu e fez do seu trabalho um momento único. ‘Minha deficiência não foi um impedimento sério para meu trabalho’. Não importa o quanto a vida pareça difícil. Você pode acabar perdendo toda e qualquer esperança quando não tem a capacidade de se desafiar e vencer.





10) “O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, é a ilusão do conhecimento”

Não se pode acreditar que já sabemos o suficiente. É preciso se permitir também a aprender. Stephen Hawking foi, com certeza, um exemplo para a humanidade. Nos deu ciência, bom humor e capacidade de aceitação.

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Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, mLearn, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

O aumento da competitividade no mundo corporativo tem feito com que fatores como capacitação e especialização se tornem essenciais, não só para profissionais, mas para as empresas que visam cada vez mais o sucesso de seus negócios.

O que muitas companhias têm percebido ao longo dos anos é que o treinamento e o desenvolvimento de seus colaboradores devem fazer parte do planejamento estratégico da organização, e que uma boa gestão de pessoas nunca foi tão crucial para se alcançar resultados positivos.  

A qualificação profissional possui um grande diferencial competitivo por duas razões principais: a primeira está relacionada a importância de formar profissionais com o perfil da empresa, para atuarem em cargos e atividades específicas e determinantes. Já a segunda, é decorrente da escassez de mão de obra devidamente qualificada no país.





Diante desse cenário, surgiu o conceito de educação corporativa que é a forma como as empresas encontraram para implementar uma cultura de aprendizagem contínua entre as equipes, seja por meio de ferramentas teóricas e práticas, que visam explorar o conhecimento de todos. O objetivo é criar um compartilhamento de trocas de informações para que uns possam aprender com os outros, e consequentemente solucionarem problemas.


Ainda dentro deste cenário, muitas empresas têm identificado que não basta apenas treinar colaboradores para que adquiram mais qualificação, mas que é preciso desenvolvê-los através de treinamentos dinâmicos, e capacitá-los para novos desafios. Assim, o conceito de mobile learning, por exemplo, tem ganhado destaque e a atenção das equipes de RH das empresas. Profissionais capacitados através de treinamentos práticos e inteligentes costumam ser mais motivados, não se abalam facilmente com os conflitos e as pressões do dia a dia, são mais flexíveis e colaborativos, compartilham ideias, experiências, incentivam e, principalmente, trabalham em prol de um propósito maior.

Tipos de treinamentos e inovações do setor



Com novas tecnologias cada vez mais presentes no dia a dia dos colaboradores, as empresas estão se adaptando a diferentes formatos de treinamentos, que sejam práticos e eficientes. Porém, especialistas ressaltam a importância das empresas verificarem antes de escolher uma abordagem de treinamento, o que já está sendo utilizado e o que traz retornos mensuráveis. Entre as principais novas metodologias práticas, inovadoras e que vêm revolucionando a forma como as empresas têm capacitado seus profissionais destacam-se:

Mobile Learning

Este conceito, que tem sido muito utilizado nos últimos anos, consiste na adaptação da aprendizagem através de smartphones, tablets, dispositivos móveis e aplicativos. Entre sua principal vantagem está a disponibilidade de treinamentos a qualquer hora do dia e o ensino através de multiplataformas que ajudam as empresas a diminuir os treinamentos presenciais. Além disso, o mobile learning permite que os colaboradores utilizem seu tempo livre para se capacitar, motivando-os e garantindo uma atualização completa da empresa.

Gamificação

A gamificação tem tido um forte impacto no aprendizado corporativo e já tem mostrado resultados práticos e bem assertivos. Muitas empresas têm avaliado este método como uma abordagem extremamente eficaz quando bem aplicada. Neste formato de treinamento os jogos incorporam elementos de competição, recompensas e feedback, tornando-se mais propensos a manter os colaboradores entretidos e interessados por mais aprendizagem. Entre seus benefícios está o alto poder de engajamento e receptividade.


Vídeos online e interativos

Os vídeos são tidos como um dos principais novos meios de treinamentos dentro das organizações. Prático e com objetivo de tornar o aprendizado mais empático, esta técnica já tem sido explorada inclusive através de formatos em 360°. De acordo com especialistas, a experiência de treinamentos com vídeos, torna os mesmos mais envolventes e o expectador mais confiante já que passa a ter o controle sobre o que será consumido. No meio corporativo, essa ferramenta pode ser aplicada das mais diversas formas, tanto para aumentar a sensação de realidade no treinamento quanto para tornar o aprendizado mais assertivo.


Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada para o aprendizado

Este conceito vem sendo fomentado, principalmente entre as empresas que já possuem experiência em seus treinamentos com a gamificação. O objetivo dessas organizações é utilizar a realidade aumentada para engajar e tornar a jogabilidade ainda mais real. Apesar de sua viabilidade ainda ser restrita, a realidade virtual poderá ser adotada e bem aplicada em áreas de treinamento onde existam perigos ou insegurança para os colaboradores, como áreas da saúde e segurança, onde o VR poderá simular situações semelhantes aos encontrados em campo.

Conclusão



Atualmente, muitos estudantes e profissionais contam com mecanismos de buscas, seja para estudar ou se capacitar, além de estarem cada vez mais adeptos a cursos online para se atualizar. Este cenário tem feito com que a utilização de plataformas online para aprendizado, principalmente dentro das organizações continue em alta. A tendência é que esses treinamentos inovadores estejam presentes em mais da metade da força de trabalho nas empresas.

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1- Introdução

 

Se você ainda acredita que o futuro é a mobilidade, é melhor repensar o seu discurso. Essa mudança já aconteceu e hoje pode ser mostrada em números. Veja! De acordo com a companhia de análise independente StatCounter, o consumo de internet a partir de dispositivos móveis superou o uso por meio de computador em 2016. O tráfego a partir de smartphones e tablets em outubro do ano passado foi de 51,2% enquanto o computador ficou em 48,7%.

E se ainda não estiver convencido, outros dados podem comprovar o que estamos afirmando: de acordo com um relatório da GSMA – entidade que representa os interesses das operadoras móveis de todo o mundo -, o Brasil é o país com mais smartphones conectados à internet da América Latina. São 234,5 milhões de conexões sem fio (wi-fi) no país no terceiro trimestre do ano, sendo 73% a partir destes aparelhos e 35% utilizando tecnologia 3G/4G.


 


Sim, o tal futuro mobile já é algo consolidado. E, com essas mudanças, os dispositivos móveis alinhado às novas tendências tecnológicas têm projetado cada vez mais o mercado de dispositivos móveis. E, acredite, o segmento de mobile learning tem sido um dos percursos para estes novos formatos de tecnologia. E o conceito de mobile first, por exemplo, que consiste em projetar um site primeiro para dispositivo móvel e depois ajustá-lo para desktop, já é uma estratégia bastante utilizada para quem trabalha em projetos de ensino a distância.

Se você deseja acompanhar a revolução digital em seus projetos educacionais, seja bem-vindo, você está no lugar certo. Neste artigo, iremos mostrar como o mobile first  poderá otimizar o tempo gasto em seus trabalhos e reduzir custos.

 

2- Porque Considerar o Mobile First em projetos EAD

 



O processo de desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade está cada vez mais acelerado. Novos recursos são inseridos quase que diariamente no mercado, e não demoram para tomar conta do nosso cotidiano. Smartphones, tablets, notebooks, entre outros dispositivos móveis, estão presentes em nossas atividades diárias, principalmente para se comunicar, compartilhar informações e aprender por si mesmo; ou seja, para adquirir conhecimentos, valores e habilidades por conta própria, sem a necessidade de estar em sala de aula e sendo acompanhado por um professor. 

Desta forma, hoje, é impossível tratar a tecnologia de forma superficial; é preciso utilizá-la em prol da educação, como recurso facilitador de absorção de conhecimento, capaz de influenciar diretamente o sucesso dos alunos. Sendo assim, graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet no Brasil, o mobile learning (educação/aprendizagem móvel) vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.




Contudo, a educação a distância levanta inúmeros desafios para a produção de conteúdos multidispositivos. Já que não basta digitalizar textos e inseri-los em uma plataforma online qualquer. É imprescindível elaborar conteúdos objetivos, acessíveis, flexíveis e interativos, planejados para serem acessados em dispositivos móveis, para melhorar a experiência do aluno com o aprendizado, gerar engajamento e reduzir custos com o projeto. 

Isso porque quando um projeto educacional é desenvolvido primeiro para desktop, a versão mobile precisa passar por várias adequações nos elementos para que tudo funcione corretamente no celular. Com isso, em alguns casos, muitos itens são removidos para que o site funcione bem em smartphones e tablets, por exemplo, e a experiência de usabilidade do aluno pode ser comprometida.

Quando este processo é realizado ao contrário, ou seja, o projeto educacional é pensado e elaborado primeiro para dispositivos móveis, é mais fácil ajustá-lo para o computador, pois o excesso de informações foi eliminado antecipadamente. Você terá apenas o trabalho de enriquecer a experiência do aluno.

No entanto, vale destacar que um projeto educacional a distância mobile first traz alguns desafios para o designer instrucional, desenvolvedores e designer, como: telas touchscreen, conexão móvel muitas vezes limitada, análise do comportamento dos usuários e tamanho da tela reduzido, que podem variar de 4 a 6,3 polegadas.




Sendo assim, a equipe responsável pelo projeto educacional precisa redobrar a atenção com relação a arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade do usuário. Ou seja, a prática do mobile first leva os desenvolvedores, designers e designer instrucional a pensarem em quais elementos são prioridades na exibição para o usuário e quais podem ser descartados, dando maior foco ao conteúdo que o usuário irá consumir quando estiver utilizando um pequeno dispositivo. Com isso, a tendência é que os projetos de EAD sejam mais limpos, bonitos e funcionais.

Uma das formas de testar a usabilidade dos projetos (seja na versão web ou em plataformas de EAD) é solicitar que algumas pessoas, com perfil semelhante do seu público-alvo, tente executar tarefas no site ou plataforma, tais como: acessar uma aula ou videoaula, voltar para a home, fazer um exercício, etc. Depois, basta coletar as opiniões das pessoas e analisar onde é possível melhorar e o que deve ser mantido.

 

3- Conclusão






Conforme vimos, para quem atua no segmento de ensino a distância, usar o mobile first para desenvolver projetos educacionais não é mais uma questão de pensar no futuro, mas sim de estar atento ao presente. Afinal, se o mundo inteiro está acessando a internet por dispositivos móveis, não é nada sensato pensarmos em desenvolver projetos educacionais online para serem acessados em computadores. O fato é que pensar primeiro em versões mobile, desfrutamos de várias vantagens, entre elas, podemos destacar:

  • melhor experiência de usabilidade;
  • eliminação do excesso de informações antecipadamente;
  • eliminação de recursos visuais pesados;
  • elaboração de interfaces mais agradáveis;
  • diminuição da taxa de rejeição por parte do usuário.

Além disso, o mobile first visa atrair e reter o públicos-alvo do seu projeto educacional, já que parte-se do pressuposto de que quem realiza um curso a distância ficará ainda mais satisfeito se puder estudar pelo smartphone.

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Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Vendas, mLearn

Como você costuma acompanhar a produtividade da sua equipe de vendas? Você realmente acha que avalia esse processo da forma correta? Hoje, você diria que a sua equipe de vendas está se saindo bem ou mal? Fazendo uma comparação com as vendas do ano passado, o desempenho da equipe melhorou ou piorou? Reflita!


Independente das suas respostas para as perguntas acima, elas só terão valor se estiverem baseadas em indicadores de vendas. Só acompanhar a lucratividade da sua empresa não basta! É preciso medir a eficiência da equipe, acompanhar a produtividade de cada vendedor, cada tipo de venda, quais produtos foram vendidos, e assim por diante.


Em vendas, ser orientado por uma meta significa que os gestores precisam monitorar o desempenho da equipe através de métricas individuais (que são mais recomendadas) ou coletivas.


As métricas fornecem insights sobre como o processo de vendas vem sendo realizado na sua empresa -, ou, na pior das hipóteses, se ele está realmente acontecendo.


Inicialmente, pode parecer complicado e você pode ter alguma dificuldade, mas acompanhar a produtividade da sua equipe de vendas é essencial para o sucesso do seu negócio!


Afinal, ao medir (e mensurar) a produtividade dos vendedores, você será capaz de analisar e compreender onde está acertando e/ou errando, permitindo, assim, investir no que tem dado certo ou ajustar aquilo está errado no processo de vendas.


Além disso, quando você acompanha de perto a produtividade dos vendedores, é possível ter a real noção de tudo que eles estão fazendo para alcançar as metas estabelecidas. Vamos, então, entender mais sobre as métricas!



Métricas

Como você pode perceber, as métricas contribuem para uma avaliação mais justa da produtividade da equipe de vendas. Isso porque elas fornecem “lampejos” importantes sobre como o processo de vendas da empresa está sendo realizado.


Aqui, vale destacar: se a sua empresa já trabalha com métricas, é fundamental que elas sejam realistas, claras, mensuráveis (quantitativas) e atingíveis.


As métricas podem (e devem) contribuir para o foco da equipe e para fazer com que cada vendedor tenha conhecimento das atividades que realmente são importantes para a empresa no processo de vendas.


E, para auxiliá-lo na definição das metas e acompanhamento dos resultados, separamos para você – diretor, gestor, líder – os principais tipos de métricas para serem colocadas em prática diariamente!



#1 – Número de Ofertas ao Pipeline de Vendas (Funil de Vendas)

Pipeline de vendas nada mais é do que o funil de vendas, uma ferramenta de gestão utilizada para acompanhar as etapas do processo de vendas com ciclos médios ou longos. Geralmente, o pipeline de vendas é composto pelas etapas de lead, prospecção, proposta, negociação e fechamento.


Jamais deixe o seu pipeline de vendas desatualizado – mesmo naqueles períodos em que você tem milhares de leads para prospectar, propostas para fazer, reuniões de negócio para participar, para, enfim, fechar uma venda.


Se você deixar o topo do funil vazio, muito em breve não terá nada para trabalhar e, consequentemente, nenhuma futura venda.


Para que isso não aconteça, incentive os vendedores a reservar parte do dia para trabalhar nas outras etapas do ciclo de vendas, dedicando tempo aos potenciais clientes. Não encare esse “intervalo” como desperdício de produtividade, mas sim como um investimento.


Para tanto, delegue tarefas semanais à sua equipe de vendas, e incentive o time a cumpri-las. Se for necessário,  faça um brainstorm com os vendedores no início da semana para informá-los sobre novas demandas.



#2 Valor Médio das Vendas por Usuários

Ticket médio é o valor médio das vendas por usuário. Ele é extremamente importante para o processo de vendas, porque mostra claramente o quanto a sua equipe de vendas está produzindo.


Consegue-se obter o valor do ticket médio somando o montante das vendas e dividindo-o pelo número de clientes responsáveis por essas compras.


Os gestores das empresas de varejo, em especial, precisam avaliar constantemente o valor do ticket médio. Através das informações obtidas nele, é possível planejar como aumentar as vendas e obter lucratividade.


A dica é: faça com que a sua equipe conheça a importância do valor médio das vendas de cada cliente. Afinal, você sabe que o essencial não é o número de vendas que cada colaborador realiza, mas sim o seu ticket médio!


Para medir a produtividade da sua equipe de vendas, divida o valor total das vendas do dia/semana pelo número total de vendas do dia/semana. Primeiro faça essa conta para a loja inteira, e depois calcule o ticket médio por cada vendedor. Assim, você conseguirá identificar quais são os profissionais que estão contribuindo mais para esse indicador!



#3 Rapidez das Vendas

Provavelmente, a única métrica que todo gestor comercial deseja diminuir é a velocidade com que cada venda é realizada. Afinal, quanto mais curto for o ciclo de vendas, maior será a receita do empreendimento.


Para este quesito, você pode avaliar quanto tempo cada vendedor costuma levar para concluir o processo de vendas:  prospecção, abordagem, sondagem, elaboração de propostas, argumentação, fechamento de vendas e – por que não?– pós-venda.


#4 Vendas de Mix de Produtos

Um dos maiores desejos dos gestores é que todos os produtos tenham alto giro, certo? Afinal, de nada adianta vender apenas um produto se os outros estão acumulados no estoque. Por isso, meça a produtividade da equipe de vendas, avaliando se todos os colaboradores estão vendendo apenas um ou dois itens diferentes ou se eles estão trabalhando no mix de produtos.



#5 Número de Ideias Sugeridas

Não avalie a produtividade da sua equipe apenas pela quantidade de vendas realizadas. O bom vendedor é aquele que está sempre em busca de formas de aperfeiçoar os processos de vendas da empresa. Sendo assim, inclua dentro da avaliação de desempenho de cada profissional a quantidade de ideias que ele sugere ao longo da semana. Isso mostra que, mesmo quando não está vendendo, ele continua trabalhando, pesquisando, pensando, sugerindo e tentando tornar as vendas mais eficazes.


Conclusão

Apontamos alguns indicadores que você pode utilizar para medir com eficiência a produtividade da sua equipe de vendas. Essa mensuração também é importante para saber se o negócio vai bem e para identificar ações que sejam capazes de gerar melhorias e crescimentos.


Produtividade é o mesmo que sucesso; sucesso esse que não está apenas relacionado à capacidade de produzir, mas também a eficiência, eficácia e efetividade!


O que você achou das nossas dicas? Esperamos que elas possam ajudar o seu empreendimento a evoluir cada vez mais! Por fim, compartilhe conosco suas estratégias para acompanhar e medir os resultados dos seus vendedores. Até a próxima!
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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Recursos Humanos, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Por que os seus treinamentos corporativos não estão dando resultados? Para descobrir o motivo, é essencial rever o planejamento e as ações executadas!

A empresa em que você trabalha e cuida do processo de T&D (Treinamento e Desenvolvimento) conta com bons funcionários, tem objetivos claros, oferece premiações atraentes e investiu no treinamento da equipe. Fez tudo certo, mas mesmo assim os resultados dos treinamentos técnicos e de desenvolvimento dos funcionários não melhoram. Se identificou com a situação? Então fique atento, pois algo está errado!

 

Para descobrir onde está o problema e como resolvê-lo, não tem jeito: é necessário rever o planejamento e reavaliar as ações executadas. Ao refazer todo o seu “percurso”, fica mais fácil identificar os pontos que estão prejudicando os rendimentos.




Para sair dessa “cilada”, confira agora os principais motivos para o treinamento corporativo  não estar funcionando, e como reverter cada um dos casos!

 

Treinamento com poucos resultados: Quais são as necessidades de treinamento e desenvolvimento?

 

O treinamento e desenvolvimento (T&D) tem por objetivo promover e maximizar as competências profissionais e pessoais dos colaboradores para as atividades desenvolvidas no trabalho.

 

Para desenvolver o T&D, é imprescindível entender o modelo estratégico da organização, quando e onde executá-los e mensurar e avaliar os resultados. Um treinamento corporativo, por mais simples que possa ser, não deve ser planejado do dia para a noite. Para que seja realmente eficaz, ele deve ser estudado, analisado e criado com tempo e cuidado. Afinal, é essa estratégia que vai orientar todas as ações das equipes.

 

Uma das principais etapas para o desenvolvimento de um planejamento de T&D é o levantamento das necessidades de treinamento. Você enquanto profissional de recursos humanos não têm o conhecimento específico de todos os departamentos da empresa, nem a vivência diária com todos, e, por isso, deve atuar em conjunto com o gestor de cada área. Para isso, tentem responder algumas perguntas:

 

1. Quais são as metas da empresa?
2. Quais são as competências a serem desenvolvidas?
3. Quais problemas precisam ser resolvidos por meio de treinamento?
4. Quais são os resultados esperados após o treinamento?

 

Quando for montar ou reavaliar o seu planejamento, lembre-se de considerar esse fator!

 

Treinamento com poucos resultados: Gaps

 

Você costuma analisar os gaps antes de desenvolver um treinamento? Não! Acredite, eles são importantes e podem comprometer os resultados do T&D.

 

Após realizar o levantamento das necessidades do treinamento, você, juntamente com os gestores de cada departamento, deverá detectar o Gap das competências que serão desenvolvidas.  

 

Mas o que é gap? No contexto de T&D, gap (lacuna) é a diferença entre o grau mínimo de competências e habilidades desejados pela organização e o grau de competências e habilidades que os colaboradores apresentam.

 

Vamos entender melhor: quando há diferenças, por exemplo, entre a expectativa da empresa e o que o colaborador apresenta em seu dia a dia na execução de suas atividades, temos um gap!




Para eliminar essas lacunas no processo, é essencial:

 

  • apurar a fundo as necessidades da empresa;
  • se o colaborador tem comprometimento com a qualidade;
  • se o colaborador tem uma comunicação interna e externa eficientes;
  • se o colaborador conhece bem os processos e as operações.

 

Treinamento com poucos resultados: Planejamento

 

Realizar um planejamento adequado para T&D é essencial para o sucesso do treinamento. É preciso pensar em quais são os reais motivos para treinar a equipe, assim será possível formar ações objetivas e conseguir alcançar bons resultados.

 

A etapa de planejamento visa atender às necessidades diagnosticadas na primeira fase,  estabelecendo:

 

1. O que será ensinado? (Qual será o conteúdo do treinamento?).
2. Por que esse conteúdo deve ser ensinado? (Qual é o problema que será solucionado?).
3. Quem deve aprender? (Quais pessoas precisam eliminar gaps de competência?).
4. Qual método de treinamento será utilizado? (Ead, presencial, etc.?).
5. Se o treinamento for presencial: onde deve ser ensinado? Quem irá ensinar?
6. Quando o treinamento será realizado? (Data e período do treinamento).
7. Quanto vai custar o treinamento? (Orçamento para a capacitação dos colaboradores).

 

Treinamento com poucos resultados: Métricas e indicadores

 

Se você não acompanha nem avalia os resultados da sua equipe, como identificará problemas e tomará decisões acertadas? Nós respondemos: isso não é possível!

 

Vamos aos conceitos! A métrica é uma informação bruta, e a maneira como lemos e interpretamos essa informação corresponde ao indicador.




Métricas e indicadores, então, são instrumentos estratégicos para mapear gaps e deficiências da equipe e, consequentemente, encontrar as razões e as saídas para esses obstáculos.

 

Treinamento com poucos resultados: Ferramentas

 

Pense em uma guerra: sem as armas e os instrumentos básicos, um exército não conseguirá vencer o confronto, certo? Da mesma forma é a equipe de colaboradores! Se ela não tem acesso a ferramentas para melhorar o trabalho, dificilmente conseguirá aprimorar os resultados.

 

Portanto, bons computadores, internet de alta qualidade, aplicativos e programas para organização das atividades, dos projetos e para a comunicação interna são importantes para aumentar a produtividade do time.

 

Treinamento com poucos resultados: Formato

 

Se você investiu no treinamento da equipe, mas, ainda assim, não conseguiu aumentar melhorar os resultados da empresa, calma lá! Antes de considerar qualquer capacitação como perda de tempo e dinheiro, reflita se o formato e o conteúdo do treinamento eram realmente adequados às necessidades da equipe.

 

Por exemplo: se o time precisa aprender a usar uma nova ferramenta de projetos, um treinamento que não oferece oportunidades de prática – com exercícios e aplicações reais – será pouco eficaz. Afinal, a situação exige que o aprendizado não fique apenas na teoria!

 

Por outro lado, se o tempo disponível para a capacitação é pequeno e variável, não é uma boa investir num curso presencial, já que ele exige horários fixos de estudo. Nesse caso, vale a pena oferecer treinamentos online, que oferecem flexibilidade de horário e local para os funcionários.

 

Também é essencial para ficar atento ao conteúdo de treinamento: se for longo e prolixo, ele tem poucas chances pequena de gerar engajamento e despertar o interesse dos colaboradores. Aposte na linguagem simples e objetiva – ninguém gosta de perder tempo!

 

Por fim, seja criativo: ao invés de utilizar textos infinitos, disponibilize vídeos, podcasts, infográficos e outros recursos que deixarão a capacitação mais dinâmica e motivadora. Você verá que, dessa forma, empresa e funcionários saem ganhando!




Aposte em mobile learning

 

O mobile learning (educação móvel) é uma modalidade de ensino e aprendizagem que tem sido bastante utilizado para oferecer treinamentos. O método de ensino-aprendizagem, que também só pode ser entendido como integração das tecnologias móveis (laptop, celular, tablets, etc.) no contexto educativo, apresenta infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação, permitindo que os colaboradores possam acessar os aplicativos a qualquer hora e em qualquer lugar, de forma bastante intuitiva.

 

O diferencial deste formato é o conceito de treinamento mais rápido, com conteúdos digitais dinâmicos, sem utilizar muitos recursos humanos, físicos e financeiros da empresa.

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