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mLearn

Criação: Cláudio Almeida

Depois de desenvolver o seu plano de curso e ter em mãos todo o material bruto que será usado na criação do seu curso, está na hora de elaborar as aulas, exercícios, roteiros de vídeo e de podcasts!

Nessa etapa, é importante pensar sempre no seu público-alvo e ter muita atenção. A fase de elaboração do conteúdo será, sem dúvida, o seu maior desafio até aqui. Portanto, vamos direto ao assunto!


AULA TEXTUAL:
para elaborar o conteúdo textual, é preciso considerar alguns pontos fundamentais à construção do texto:


– Objetividade:
o texto deve ser argumentativo e explicativo. Evite o pensamento impreciso e o desvio de assunto em considerações prolixas.


– Clareza:
apresente as ideias com clareza. Argumente e explique – sem querer impressionar o aluno com um vocabulário complexo. A aula textual deve conter parágrafos curtos.


Mas, atenção
: o parágrafo curto não pode dificultar a compreensão do aluno.  Portanto, é indicado que cada parágrafo tenha uma ideia central.


– Coerência:
para que o texto seja compreensível e faça sentido para o aluno, você precisa apresentar uma continuação lógica das ideias. Ou seja: não desvie do assunto com considerações que pouco (ou nada) acrescentam ao tema da aula.


– Exatidão:
evite termos imprecisos como: grande, muito, pouco, pequeno, menor, todos, vários, nenhum… Em um curso, é aconselhável incluir porcentagens, a fim de comprovar o que está sendo dito – e não se esqueça de citar as fontes. Ao invés de escrever, “Grande parte da população brasileira utiliza telefone celular”, escreva “De acordo com a pesquisa XX, 90% da população brasileira utiliza telefone celular”.


– Homogeneidade:
é importante padronizar seu texto, evitando sucessivas mudanças nas formas de tratamento, pessoa gramatical e outros itens. A uniformidade não serve apenas para o seu conteúdo textual, mas sim para todos os conteúdos do seu curso (quantidade de exercícios por aula, quantidade de videoaulas por módulo, quantidade de podcasts por módulo, etc.).


Por se tratar de um curso para dispositivos móveis (onde as telas são menores), é importante que a aula textual não seja muito extensa. Não existe limite de caracteres, mas é importante pensar sempre na usabilidade do aluno. Afinal, ninguém gosta de ficar descendo a barra de rolagem “infinitamente” e se perder na leitura.


Além disso, utilize imagens para ilustrar o assunto abordado na aula
. Com relação ao formato, opte por imagens na horizontal (landscape). Esteticamente, elas ficam melhores no aplicativo.


Importante!
Se você não tem verba disponível para comprar imagens, você pode baixá-las em bancos de imagens gratuitos, disponíveis na internet. Pesquise!


Por fim, se você tiver habilidade com as ferramentas de tratamento,
não hesite em editar as imagens do seu curso. Insira legendas, artes e itens que podem facilitar a compreensão do aluno.


EXERCÍCIOS:
defina a dinâmica de exercícios do seu curso mobile: por aula ou por módulo. Independente da opção escolhida, você pode elaborar exercícios de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, preencha a lacuna, etc. Vamos conhecê-los:


– Múltipla escolha:
exercícios de múltipla escolha estão entre as formas mais precisas de testar os conhecimentos do aluno. Exercícios como esses apresentam várias opções de pergunta – das quais somente uma alternativa é correta, e as demais são “falsas”. Lembre-se de fazer perguntas diretas!


– Sim ou Não (Verdadeiro ou Falso):
envolve fazer uma pergunta para que o aluno selecione apenas entre sim e não.

Exemplo: “É correto afirmar que as habilidades para negociar são natas?”.

  1. (   ) Sim
  2. (   ) Não

– Preencha as lacunas: este tipo de questão não oferece dicas. Isso permite uma série de possibilidades de resposta e exige dos alunos real conhecimento sobre o tema. Utilizar muitas lacunas, no entanto, não é a forma mais convencional para testar o conhecimento.

Exemplo: O bom negociador sabe que tudo pode ser ________.

  1. omitido.
  2. negociado.
  3. trapaceado.

Caso você esteja desenvolvendo um curso de idiomas – e a plataforma utilizada seja compatível – você também pode elaborar exercícios do tipo “escute e repita” e “escute e escreva”.


Independente do formato de exercício escolhido, é importante ressaltar 4 pontos-chave que aumentam o engajamento do aluno:

– feedbacks rápidos nos exercícios;
– enunciados claros, consistentes e objetivos; 
– frases simples de serem lidas e conteúdos explícitos – tanto nas questões quanto nas alternativas;
– exercícios para “encontrar/selecionar” alternativas corretas. Portanto, evite desenvolver exercícios do tipo: Selecione a afirmativa FALSA.


PODCASTS:
são arquivos de áudio digital. Eles vêm sendo bastante utilizados em cursos mobile, devido à simplicidade de produção e à facilidade de reprodução em smartphones.


Podcasts
mais simples podem ser gravados no seu próprio computador, desde que ele tenha placa de som e você instale um software para gravação de áudio. A gravação pode ser feita em diversos formatos, como Mp3 e Mp4.


Você pode utilizar uma linguagem informal para gravar os seus podcasts. Busque inspiração em programas de rádio e, no momento da edição, insira uma boa e agradável trilha sonora. É importante que a trilha não fique muito alta a ponto de desviar o objetivo principal do podcast: transmitir conhecimento.


Antes de começar a gravar os podcasts, elabore roteiros (pautas). Lembre-se: os roteiros devem ajudá-lo, e não atrapalhá-lo. O que isso quer dizer? Que você não precisa ficar preso ao que está escrito!


Se possível, convide outras pessoas para falar sobre o assunto da aula/curso ou para mediar o “programa”, interagindo com você.


Depois que os seus
podcasts estiverem gravados, edite-os. É importante cortar os erros, inserir as vinhetas de abertura e encerramento, e, por fim, a trilha de fundo.


Ouça um exemplo de um podcast 
produzido pela mLearn! 


VIDEOAULAS: existem várias maneiras de ensinar através de videoaulas, especialmente quando nos referimos ao modelo mais tradicional e intuitivo: uma pessoa em um estúdio, centralizada na tela, explicando verbalmente o conteúdo – que é ilustrado ou complementando com letreiros e artes.


As videoaulas são importantes porque aumentam a interação com o aluno, diminuindo a sensação de distância
. Selecione assuntos interessantes para tratar – pode ser o mesmo assunto da aula textual ou um tema complementar.


Utilize uma linguagem apropriada ao seu público-alvo. Seja objetivo e vá direto ao assunto, sem ficar enrolando ou “divagando”. Para videoaulas mobile, o ideal é que elas tenham entre 03 e 05 minutos, no máximo!


Além disso,
não tenha medo de inserir gráficos, animações, slides e sons que aumentam o engajamento nas videoaulas!


Dica: se você não tem verba para alugar um estúdio, saiba que é possível fazer videoaulas dentro da sua própria casa, com ótima qualidade. Basta optar por um ambiente agradável e silencioso – para que não haja ruídos ao fundo. Um áudio ruim desestimula o aluno.


Também é importante ter atenção com o fundo do vídeo! Lugares com muitos objetos ou com cores fortes podem distrair o espectador. E ninguém quer que o aluno preste mais atenção em objetos decorativos do que na informação que está sendo transmitida, não é? O ideal é que o aluno esteja 100% imerso no conteúdo.


O excesso ou a falta de luz também pode desviar a atenção de quem está assistindo. Por isso, vale a pena adquirir um equipamento básico de iluminação. Mas, se não houver recurso para isso, utilize a luz ambiente de áreas externas, posicionando a câmera sempre de costas para o sol.


Lembre-se: luz ambiente (sol, lua, estrelas) é diferente de luz artificial (lâmpadas caseiras, postes de luz)!
 


Para gravar suas videoaulas, você irá precisar de microfone, câmera e computador (para a edição dos arquivos). Se o orçamento não permite a contração de um editor de vídeos, fique calmo! Na internet, você encontra várias opções gratuitas de tutoriais sobre os passos básicos da edição. O próprio Sistema Operacional Windows oferece o programa
Windows Movie Maker para edição de vídeos.


Veja
um exemplo de uma videoaula produzida pela mLearn:


E MAIS:

Além de videoaulas, podcasts e e-books, aposte também em INFOGRÁFICOS para enriquecer os seus conteúdos, explorando a parte visual e gráfica.


Para elaborar um infográfico, utilize ilustrações, gráficos e adicione pequenos textos!


EXEMPLO:


Pronto! O seu curso mobile está pronto. E agora, o que você deve fazer? Este será o assunto do nosso próximo artigo!

Para aqueles que estão “pegando pela metade” a nossa série de artigos sobre Produção de Conteúdos Mobile, vale a pena acessar a parte I, parte II e a parte III.

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mLearn
Criação: Cláudio Almeida

Acredito que a melhor forma de apresentar as diretrizes para a criação de conteúdo mobile seja por tópicos. Portanto, neste artigo, tentarei mostrar da maneira mais didática possível como desenvolver um curso – desde o planejamento, passando pela elaboração do conteúdo até a sua publicação ( e partindo da ideia de que você já definiu o assunto que irá abordar).

PORÉM

Vale destacar que, em empresas de educação mobile, o responsável pelo planejamento e desenvolvimento de conteúdos, pela seleção de materiais e organização das informações é o conteudista – de modo geral.

Todo esse conteúdo serve como base para a elaboração do material pedagógico e, consequentemente, para a construção do curso mobile (aulas textuais, exercícios, videoaulas, podcasts, e-books, etc.). Essa segunda etapa é realizada por um designer instrucional, também conhecido como design educacional (profissional responsável por facilitar o processo de educação e aprendizagem, utilizando, para isso, um conjunto de técnicas, métodos e recursos). Em breve, faremos um post sobre  o assunto.

Contudo, mesmo que você não tenha um profissional da área da educação em sua equipe, isso não te impede de elaborar conteúdos eficazes, na base do faça você mesmo. Sem mais delongas, acompanhe a seguir como desenvolver o seu curso mobile!


#PLANO DE CURSO

O Plano de Curso é a primeira etapa do projeto, e é uma das partes mais importantes de um conteúdo educacional. O documento deve apresentar o objetivo geral, os objetivos específicos, os conteúdos, as metodologias, os procedimentos e as técnicas que serão utilizadas no processo de ensino-aprendizagem do curso.

O Plano de Curso deve conter, no mínimo, as seguintes orientações: nome do curso, objetivo geral, objetivos específicos, títulos dos módulos, títulos das aulas e o plano de mídia. Confira o passo a passo para você elaborar um plano de curso!

  • Nome do curso: todo curso precisa de um tema principal. Escolha um nome que desperte o interesse do aluno. Em se tratando de conteúdo mobile learning, o título deve ser o mais curto e objetivo possível. Mas, lembre-se, ele deve refletir todo o conteúdo do curso.  

Exemplo: Técnicas de Negociação

  • Objetivo geral: aqui, você deverá inserir o que se pretende atingir com o curso. O texto deve ser redigido de forma clara e no tempo infinitivo (capacitar, descrever, ampliar, analisar, descobrir). Importante: o objetivo geral deve ser alcançável!

Exemplo: Este curso tem por objetivo desenvolver estratégias de negociação como forma de lidar com situações de conflitos e influenciar o ambiente organizacional.  

  • Objetivos específicos: são os passos adicionais que irão colaborar para que o curso alcance o objetivo geral. Para elaborá-los, você também pode utilizar verbos no infinitivo.

Exemplo: 1- Identificar os conceitos de negociação. 2- Identificar os fatores envolvidos no processo de negociação. 3- Identificar as etapas do processo de negociação. 4- Capacitar o aluno para gerenciar os conflitos nos casos de impasse na negociação.

  • Carga horária: defina quanto tempo o aluno precisará se dedicar aos estudos. Para isso, é necessário considerar o tema do curso (simples ou complexo), o tempo de execução de cada atividade (aulas textuais, videoaulas, podcasts, exercícios, prova final), além do tempo necessário para releitura do material, se necessário.

Lembre-se: por se tratar de um curso para dispositivos móveis, o aluno  certamente não deseja passar muitas horas à frente de uma tela pequena lendo textos, assistindo videoaulas ou ouvindo podcasts extensos após um dia cansativo de trabalho.

Exemplo: o curso terá duração de 10 horas, distribuídas em 04 módulos, de 05 aulas cada.

  • Metodologia de ensino: geralmente, a metodologia de ensino para um curso mobile é autoinstrucional. Ou seja: é um curso autoexplicativo. Nesse modelo, o aluno tem liberdade nos estudos e não depende diretamente de outros profissionais (professor ou tutor) para aprender – a não ser pela seleção e elaboração de um bom material de ensino. Assim, o aluno não tem obrigação de cumprir horários pré-estabelecidos de estudo, o que possibilita maior flexibilidade de estudo.

A metodologia autoinstrucional exige que o aluno reflita e entenda sobre o conteúdo antes de passar para outro módulo. O aprendizado é acontece por meio de vários recursos: vídeos, podcasts, hiperlinks, artigos, sempre mediados pelo ambiente mobile.

Nesta metodologia de ensino, é importante que o aluno faça uma prova ao final do curso. Atividades não avaliativas, como exercícios ao final de uma aula ou de um módulo, também são disponibilizados para que o usuário coloque em prática o que aprendeu.

Atenção! Como você pode imaginar, um curso autoinstrucional exige muito cuidado em sua elaboração para que tudo aconteça dentro do previsto.

  • Recursos metodológicos: defina os recursos que serão utilizados no seu curso – aplicativo, textos, e-books, videoaulas, podcasts, infográficos, gamificação, storytelling.  Destaco 05 destes recursos abaixo:

– Aplicativo: desenvolvido sob medida para dispositivos móveis, pode combinar aulas textuais, conteúdos multimídia (videoaulas e podcasts), gamificação e mecanismos para interação entre os alunos (chats, fóruns, comentários.).

Caso você não tenha conhecimentos técnicos e habilidades em design e em criação de software para desenvolver o seu próprio aplicativo, saiba que existem plataformas para ajudá-lo nesta árdua, porém indispensável tarefa. A mLearn Educação Móvel possui uma plataforma para criação de aplicativos educacionais móveis bastante flexível, onde você poderá utilizar todos os recursos metodológicos que irá desenvolver para o seu curso.

Um aplicativo é composto por duas etapas:

– painel administrativo: local onde serão inseridos, editados, formatados e publicados os conteúdos do seu curso. O acesso ao painel administrativo é feito por meio do navegador de internet. Nele, também é possível publicar os Termos e Condições de Uso, FAQ (Perguntas Frequentes) e demais informações que serão exibidas no aplicativo para o usuário final.

– aplicativo para smartphone: o usuário faz download do aplicativo no Google Play (sistema operacional Android) e Apple Store (sistema operacional IOS). O app é instalado no smartphone ou tablet do usuário. Quando o aluno entra no app e faz algumas ações, o aplicativo se conecta ao painel administrativo para buscar os conteúdos publicados.

– Videoaulas: recurso didático que utiliza o vídeo como forma de transmissão do conteúdo. Com imagens e som, é possível se aproximar do público-alvo – acredite! As videoaulas são capazes de prender a atenção do aluno, fazendo com que ele se engaje mais com o assunto, além de tornar  a absorção do conteúdo mais fácil, estimulando o raciocínio.  

Para criar as suas videoaulas é imprescindível elaborar roteiros. Para isso, você pode utilizar uma estrutura semelhante a essa:


Para conseguir engajar o seu público-alvo, aposte no visual limpo (atenção para não poluir as videoaulas com muitas artes e letreiros), na interação e em cenas fora do estúdio.  Se possível, exemplifique o que está sendo dito.

Utilize diálogos reais. Se possível, crie um personagem, pois isso causa maior empatia nos alunos.: “João tentou negociar com Maria a compra de um imóvel. No entanto, os dois não chegaram a um acordo por…”.

Atenção! A abertura da videoaula não pode ser longa. Quanto maior o tempo da introdução, maior será a chance do aluno ficar disperso.

 

Podcast: arquivo de áudio digital com o conteúdo abordado na aula, em uma linguagem clara, objetiva, típica dos programas de rádio.

 

E-book: arquivo textual, em formato digital. Ele pode ser a versão para download da sua aula textual ou pode conter conteúdos complementares ao que está sendo abordado na lição. O formato mais comum para este tipo de arquivo é o PDF.

 

– Gamificação: é a utilização de elementos de jogos na educação – como missões ou desafios -, que funcionam como “combustíveis” para a aprendizagem. Outras alternativas são utilizar pontuação e prêmios ou definir personagens e cenários específicos.

 

  • Definição dos módulos: são as divisões onde se encaixam as aulas. Os módulos são apenas cabeçalhos que indicam o que virá nas aulas a seguir. Eles têm por objetivo dividir melhor o curso por etapas, facilitando, assim, o progresso do aluno.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação

Módulo 02: O que é Preciso para Saber Negociar?

Módulo 03: Gestão de Conflitos

Módulo 04: Negociação de Prazos


  • Definição das aulas: é nesse momento que você irá definir o conteúdo programático ligado ao tema de cada módulo do curso. É importante conectar as aulas da forma mais natural possível, de modo que os alunos sintam que estão evoluindo.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação.

Aula 01: O que é Negociação?

Aula 02: A Importância da Negociação

Aula 03: Características dos Negociadores de Sucesso

Aula 04: O Processo da Negociação

Aula 05: Tudo Pode ser Negociado


  • Dinâmica do curso: como o aluno irá interagir com o curso? Nesta etapa, você deverá explicar a dinâmica do curso por meio de texto ou esquema.
  • Plano de Mídia: aqui, você deverá indicar as aulas que receberão os recursos multimídia, seus formatos (vídeos, podcasts…) e estimativas de duração.


Observação:

1- O Plano de Curso é flexível. Isso significa que ele poderá ser alterado ao longo da elaboração do curso.  

2- Você também pode inserir o cronograma e o levantamento dos custos que terá para elaborar o curso.  



Quer conhecer o segundo passo para a produção de conteúdos mobile? Aguarde a terceira parte do nosso artigo.  Se ainda não leu a primeira parte, clique aqui e conheça os motivos para criar conteúdos mobile!

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Criação: Cláudio Almeida

O mobile learning (educação móvel) vem recebendo cada vez mais atenção das instituições de ensino e das empresas – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação. Então, por que não aproveitar o fato dos smartphones e tablets estarem sempre à mão para investir neste promissor formato de ensino-aprendizagem?

Se você não dá a devida importância para este assunto, acredite: será necessário repensar a sua estratégia não apenas de ensino, mas também  de mercado. Grande parte da população brasileira está usando o mobile learning, e essas pessoas querem uma experiência de aprendizado superior a do modelo tradicional (presencial).


Só para você ter uma  ideia da popularização dos smartphones: de acordo com o levantamento da empresa Cheetah Mobile, cada brasileiro interage mensalmente com 53,62 apps. Ao todo, nove países (Alemanha, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, México, Reino Unido e Rússia) foram monitorados pela pesquisa. Os números do levantamento mostraram que o brasileiro usa e interage com mais aplicativos do que a média global, que possui engajamento com 39 apps por mês.

As pessoas que fazem parte deste mercado buscam aplicativos educacionais que possam contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, para acessá-los de forma simples, a qualquer hora e em qualquer lugar. E com esse forte aumento da demanda, novas oportunidades surgem a partir do mobile learning e das infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação. O problema, no entanto, é: como desenvolver conteúdos eficientes de aprendizagem móvel? Vamos aprender?


Se você anda pensando em desenvolver cursos ou treinamentos mobile para modernizar o seu método de ensino-aprendizagem ou até mesmo para aumentar a sua renda mensal, saiba que a elaboração do material didático é uma tarefa árdua e complexa. Mas, com um bom planejamento, você certamente conseguirá engajar as pessoas e obter sucesso.

Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível elaborar cursos ou montar treinamentos bastante criativos e versáteis, que utilizam todas as vantagens das mídias atuais. Além dos textos para leitura, o conteúdo pode (e deve) incluir videoaulas, podcasts, ilustrações, gráficos e outros recursos que influenciam os resultados do processo educacional.

Acompanhe a segunda parte do nosso artigo na próxima semana!


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