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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo Educacional
Criação: Cláudio Almeida

O processo de desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade está cada vez mais acelerado. Novos recursos são inseridos todos os dias no mercado, e não demoram para tomar conta do nosso cotidiano. Smartphones, tablets, notebooks, entre outros dispositivos móveis, estão presentes em nossas atividades diárias, inclusive no ambiente escolar, dentro da sala de aula.

Enquanto algumas instituições de ensino desenterram velhas desculpas para não utilizarem smartphones e internet como ferramentas úteis no processo de ensino-aprendizado – ignorando o fato da tecnologia estar presente nos lares e nas vidas das pessoas -, outras escolas e faculdades, principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação, estão se lançando cada vez mais na nova geração da tecnologia e inovando seus métodos de educação.



Neste cenário de modernização do processo de ensino-aprendizado, o professor, enquanto formador de opinião cultural e política e responsável direto pelo desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática, nunca foi tão mais necessário e exigido. Afinal, hoje é impossível tratar a tecnologia de forma superficial; é preciso utilizá-la, seja no ensino presencial ou a distância, como recurso facilitador de absorção de conhecimento, capaz de influenciar diretamente o sucesso dos alunos.


Mas, ainda assim, nem todos os professores estão preparados para integrar as novas tecnologias no ambiente escolar, seguindo na contramão da evolução metodológica adotada por várias instituições de ensino. Você, enquanto profissional da área educacional, está preparado? Prossiga com a leitura!

Utilizando a Tecnologia na Educação


Não há limites para a utilização da tecnologia na educação, e nem devemos negar ou proibir o seu uso em sala de aula.  Precisamos encarar a tecnologia como aliada do processo de ensino-aprendizado, como uma ferramenta que pode contribuir para a melhoria dos atuais métodos de aprendizagem.


A tecnologia não veio para substituir o professor! Pelo contrário: ela veio permitir a utilização de recursos ricos e interativos, facilitar o ensino e engajar alunos; além de ser um importante apoio para a seleção de eficientes estratégias pedagógicas. E, se não bastasse, os recursos tecnológicos como os smartphones e tablets estão disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, contribuindo com a democratização da educação e respeitando o limite de aprendizado de cada aluno.



A tecnologia abre novas possibilidades à educação e possibilita que o aluno não seja mais visto apenas como receptor de informação, mas sim como participante ativo na aquisição de conhecimento.


Blogs, documentos colaborativos (como o Google Docs), podcasts educacionais, vídeos como fonte de pesquisa, materiais textuais de apoio, jogos, gamificação e até mesmo as redes sociais podem (e devem) ser utilizados para dinamizar as aulas, atrair a atenção dos alunos e, para, enfim, possibilitar uma educação mais flexível, atraente, eficiente e moderna.


Como exemplo, podemos citar o Google Maps, que, apesar de não ter sido criado com objetivo educacional, pode ser utilizado em aulas de Geografia, História, Matemática e em outros contextos de aprendizagem. Outro exemplo são os jogos e aplicativos pedagógicos, que têm sido usados de forma bem-sucedida no ensino de Ciências, Matemática, Português e Idiomas.


Existem no mercado plataformas gratuitas e pagas, como a Padlet, que permitem que professores e alunos construam projetos online em conjunto, ou plataformas online que possibilitam que o professor customize e personalize o conteúdo por região ou de acordo com os pontos fortes e fracos de cada aluno.


O Papel do Professor



Vivemos em uma época cada vez mais tecnológica, principalmente quando se trata de compartilhamento de informações e da facilidade de aprender por si mesmo; ou seja, do processo de aquisição de conhecimentos, valores e habilidades por conta própria. No ambiente educacional, esse contexto traz alguns desafios para o professor.


Os professores mais antenados já implantaram suas metodologias e ferramentas tecnológicas em sala de aula. Contudo, ainda existe um grande número de educadores que persistem em utilizar métodos antigos e já ultrapassados, ignorando o potencial dos recursos tecnológicos, das mídias sociais e dos dispositivos móveis. Se você se identifica com este último caso, não se preocupe, ainda há tempo de se adaptar à realidade digital!



Antes de sair por aí adicionando todos os novos recursos em uma disciplina, o professor deve conhecer bem a ferramenta que pretende adaptar, integrar e usar. Além disso, é importante encarar o recurso como fator determinante para um ensino mais próximo à realidade dos estudantes, conseguindo, assim, prepará-los para o futuro.


Com o avanço tecnológico, o papel do professor se ampliou. Além de ensinar, ele também deve ser orientador e acompanhante da educação do aluno, criando propostas de atividades para a reflexão, sugerindo fontes de informação alternativas e oferecendo explicações. Ou seja, o professor deixa de ser o  centro da informação para ser o mediador, o facilitador do aprendizado do estudante.


O Celular como Mecanismo de Aprendizagem



O Mobile Learning (Educação/Aprendizagem Móvel) vem recebendo bastante atenção das instituições de ensino. Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível elaborar materiais criativos e versáteis, que utilizam todas as vantagens das mídias atuais.


Contudo, a educação por meio de celulares e tablets levanta inúmeros desafios para a produção de conteúdo. Afinal, não basta digitalizar textos e inseri-los em uma plataforma. É necessário desenvolver conteúdos objetivos, acessíveis, flexíveis e interativos.


Dessa forma, a palavra-chave para a construção da educação móvel é convergência. Isso significa que os conteúdos devem ser criados e adequados a diferentes formatos: textos, ilustrações, gráficos, questionários online, exercícios interativos, jogos, vídeos, áudios e outros recursos que influenciam os resultados do processo educacional.


Conclusão



Atualmente, é inevitável encontrar alunos com seus smartphones e tablets dentro da sala de aula, sempre conectados à internet. Diante desta realidade, ao invés de tentar proibir o uso dos dispositivos móveis nas instituições de ensino, o professor deve preparar cada aluno para utilizar a tecnologia de forma adequada. Ele precisa fazer com que os recursos tecnológicos sejam ferramentas de transmissão de conhecimento.


Com relação ao processo de aprendizagem, a adoção da tecnologia em sala de aula deve ser feita com base na contextualização e na integração com o plano de curso, no qual o desenvolvimento dos objetivos de aprendizagem deve ser a maior preocupação dos professores.


Conforme vimos ao longo deste artigo, a tecnologia contribui para melhorar o desempenho do aluno nos estudos, e as opções de recursos tecnológicos para utilização em prol da educação são muitas: redes sociais, imagens, e-books, vídeos, podcasts, games, aplicativos e muito mais. Basta selecionar as tecnologias mais úteis para cada disciplina e conhecer os princípios das novas ideias produtoras de conhecimento.


O fato da tecnologia aumentar o engajamento do aluno com a disciplina e o encantamento que ela é capaz de despertar são apenas dois motivos para você investir e insistir no uso de recursos tecnológicos em sua disciplina. Pode apostar!

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Conteúdo de Treinamento, Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo

São inúmeras as facilidades que a tecnologia traz, todos os dias, para as nossas vidas. Tarefas que antes exigiam esforço físico ou de locomoção são feitas, hoje, com um único clique, sem que tenhamos que sair do lugar.


E você já parou para pensar que essa comodidade também pode ser utilizada no treinamento de funcionários e equipes de vendas?
Entenda mais!

Por que treinar o time de vendas?

O setor de vendas é um dos principais alicerces de qualquer empresa – já que seu desempenho é responsável direto pelo faturamento da organização. Portanto, é essencial que o time seja qualificado, coeso e eficiente.


Além disso, vivemos um novo contexto de consumo. Nele, a experiência e a impressão que o cliente tem durante o atendimento são fatores determinantes para a concretização
(ou não) da compra.


Nesse cenário, o treinamento corporativo surge como vantagem estratégica. Mais do que desejável, a capacitação da equipe de vendas se tornou essencial para que uma empresa continue competindo e faturando no mercado.


Se bem planejado e executado, o treinamento melhora o desempenho e o atendimento dos funcionários, promove a atualização de  conhecimentos e habilidades e ainda aumenta a motivação da equipe.



Vantagens de aliar tecnologia ao treinamento

Quando o assunto é treinamento, um grande dilema enfrentado pelas empresas são os altos custos envolvidos. A tecnologia, contudo, vem ajudar nessa questão.

Imagine a seguinte situação:
você deseja capacitar sua equipe sobre “inovação nas vendas”. Nesse caso, ao invés de organizar uma palestra ao vivo, não seria mais interessante gravar um vídeo com o especialista e disponibilizá-lo para os funcionários? Além de não prejudicar o conteúdo a ser transmitido, você elimina os gastos com infraestrutura e material.

Além disso, os treinamentos se tornam mais efetivos quando promovem espaços para discussão e socialização entre os funcionários. E é simples implementar isso por meio de fóruns e comentários virtuais, que aumentam a interação e, consequentemente, o engajamento dos funcionários.


Como utilizar a tecnologia para treinar uma equipe de vendas?

O uso da tecnologia enriquece bastante o treinamento de equipes de vendas. É possível, por exemplo, desenvolver um aplicativo com os conteúdos de capacitação e compartilhá-lo com o time. Assim, os funcionários terão flexibilidade para treinar onde e quando for mais conveniente, utilizando o próprio celular.  


Nesse contexto, alguns recursos e ferramentas podem potencializar e estimular o aprendizado dos funcionários. Vamos descobrir quais são eles!


Conteúdos multimídia

Materiais multimidiáticos – vídeos, podcasts, imagens, textos, infográficos… – são estratégias importantes para tornar o treino da equipe mais dinâmico.


Gamificação

Incluir elementos de games – pontuação, ranking e medalhas – no processo de treinamento engaja e motiva a equipe a alcançar os resultados esperados.


Exercícios

Treinamentos são mais eficazes quando associam a teoria à prática. Por isso, é interessante oferecer atividades e exercícios para que a equipe teste aquilo que aprendeu.


Certificação

Oferecer certificados de conteúdos e cursos realizados com sucesso te ajuda a medir a aderência e a eficiência da capacitação.




Plataforma mobile

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e a medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento
Criação: Cláudio Almeida

O mobile learning (educação móvel) vem recebendo cada vez mais atenção das instituições de ensino e das empresas – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação. Então, por que não aproveitar o fato dos smartphones e tablets estarem sempre à mão para investir neste promissor formato de ensino-aprendizagem?

Se você não dá a devida importância para este assunto, acredite: será necessário repensar a sua estratégia não apenas de ensino, mas também  de mercado. Grande parte da população brasileira está usando o mobile learning, e essas pessoas querem uma experiência de aprendizado superior a do modelo tradicional (presencial).


Só para você ter uma  ideia da popularização dos smartphones: de acordo com o levantamento da empresa Cheetah Mobile, cada brasileiro interage mensalmente com 53,62 apps. Ao todo, nove países (Alemanha, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, México, Reino Unido e Rússia) foram monitorados pela pesquisa. Os números do levantamento mostraram que o brasileiro usa e interage com mais aplicativos do que a média global, que possui engajamento com 39 apps por mês.

As pessoas que fazem parte deste mercado buscam aplicativos educacionais que possam contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, para acessá-los de forma simples, a qualquer hora e em qualquer lugar. E com esse forte aumento da demanda, novas oportunidades surgem a partir do mobile learning e das infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação. O problema, no entanto, é: como desenvolver conteúdos eficientes de aprendizagem móvel? Vamos aprender?


Se você anda pensando em desenvolver cursos ou treinamentos mobile para modernizar o seu método de ensino-aprendizagem ou até mesmo para aumentar a sua renda mensal, saiba que a elaboração do material didático é uma tarefa árdua e complexa. Mas, com um bom planejamento, você certamente conseguirá engajar as pessoas e obter sucesso.

Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível elaborar cursos ou montar treinamentos bastante criativos e versáteis, que utilizam todas as vantagens das mídias atuais. Além dos textos para leitura, o conteúdo pode (e deve) incluir videoaulas, podcasts, ilustrações, gráficos e outros recursos que influenciam os resultados do processo educacional.

Acompanhe a segunda parte do nosso artigo na próxima semana!


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