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1- Introdução

 

Se você ainda acredita que o futuro é a mobilidade, é melhor repensar o seu discurso. Essa mudança já aconteceu e hoje pode ser mostrada em números. Veja! De acordo com a companhia de análise independente StatCounter, o consumo de internet a partir de dispositivos móveis superou o uso por meio de computador em 2016. O tráfego a partir de smartphones e tablets em outubro do ano passado foi de 51,2% enquanto o computador ficou em 48,7%.

E se ainda não estiver convencido, outros dados podem comprovar o que estamos afirmando: de acordo com um relatório da GSMA – entidade que representa os interesses das operadoras móveis de todo o mundo -, o Brasil é o país com mais smartphones conectados à internet da América Latina. São 234,5 milhões de conexões sem fio (wi-fi) no país no terceiro trimestre do ano, sendo 73% a partir destes aparelhos e 35% utilizando tecnologia 3G/4G.


 


Sim, o tal futuro mobile já é algo consolidado. E, com essas mudanças, os dispositivos móveis alinhado às novas tendências tecnológicas têm projetado cada vez mais o mercado de dispositivos móveis. E, acredite, o segmento de mobile learning tem sido um dos percursos para estes novos formatos de tecnologia. E o conceito de mobile first, por exemplo, que consiste em projetar um site primeiro para dispositivo móvel e depois ajustá-lo para desktop, já é uma estratégia bastante utilizada para quem trabalha em projetos de ensino a distância.

Se você deseja acompanhar a revolução digital em seus projetos educacionais, seja bem-vindo, você está no lugar certo. Neste artigo, iremos mostrar como o mobile first  poderá otimizar o tempo gasto em seus trabalhos e reduzir custos.

 

2- Porque Considerar o Mobile First em projetos EAD

 



O processo de desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade está cada vez mais acelerado. Novos recursos são inseridos quase que diariamente no mercado, e não demoram para tomar conta do nosso cotidiano. Smartphones, tablets, notebooks, entre outros dispositivos móveis, estão presentes em nossas atividades diárias, principalmente para se comunicar, compartilhar informações e aprender por si mesmo; ou seja, para adquirir conhecimentos, valores e habilidades por conta própria, sem a necessidade de estar em sala de aula e sendo acompanhado por um professor. 

Desta forma, hoje, é impossível tratar a tecnologia de forma superficial; é preciso utilizá-la em prol da educação, como recurso facilitador de absorção de conhecimento, capaz de influenciar diretamente o sucesso dos alunos. Sendo assim, graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet no Brasil, o mobile learning (educação/aprendizagem móvel) vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.




Contudo, a educação a distância levanta inúmeros desafios para a produção de conteúdos multidispositivos. Já que não basta digitalizar textos e inseri-los em uma plataforma online qualquer. É imprescindível elaborar conteúdos objetivos, acessíveis, flexíveis e interativos, planejados para serem acessados em dispositivos móveis, para melhorar a experiência do aluno com o aprendizado, gerar engajamento e reduzir custos com o projeto. 

Isso porque quando um projeto educacional é desenvolvido primeiro para desktop, a versão mobile precisa passar por várias adequações nos elementos para que tudo funcione corretamente no celular. Com isso, em alguns casos, muitos itens são removidos para que o site funcione bem em smartphones e tablets, por exemplo, e a experiência de usabilidade do aluno pode ser comprometida.

Quando este processo é realizado ao contrário, ou seja, o projeto educacional é pensado e elaborado primeiro para dispositivos móveis, é mais fácil ajustá-lo para o computador, pois o excesso de informações foi eliminado antecipadamente. Você terá apenas o trabalho de enriquecer a experiência do aluno.

No entanto, vale destacar que um projeto educacional a distância mobile first traz alguns desafios para o designer instrucional, desenvolvedores e designer, como: telas touchscreen, conexão móvel muitas vezes limitada, análise do comportamento dos usuários e tamanho da tela reduzido, que podem variar de 4 a 6,3 polegadas.




Sendo assim, a equipe responsável pelo projeto educacional precisa redobrar a atenção com relação a arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade do usuário. Ou seja, a prática do mobile first leva os desenvolvedores, designers e designer instrucional a pensarem em quais elementos são prioridades na exibição para o usuário e quais podem ser descartados, dando maior foco ao conteúdo que o usuário irá consumir quando estiver utilizando um pequeno dispositivo. Com isso, a tendência é que os projetos de EAD sejam mais limpos, bonitos e funcionais.

Uma das formas de testar a usabilidade dos projetos (seja na versão web ou em plataformas de EAD) é solicitar que algumas pessoas, com perfil semelhante do seu público-alvo, tente executar tarefas no site ou plataforma, tais como: acessar uma aula ou videoaula, voltar para a home, fazer um exercício, etc. Depois, basta coletar as opiniões das pessoas e analisar onde é possível melhorar e o que deve ser mantido.

 

3- Conclusão






Conforme vimos, para quem atua no segmento de ensino a distância, usar o mobile first para desenvolver projetos educacionais não é mais uma questão de pensar no futuro, mas sim de estar atento ao presente. Afinal, se o mundo inteiro está acessando a internet por dispositivos móveis, não é nada sensato pensarmos em desenvolver projetos educacionais online para serem acessados em computadores. O fato é que pensar primeiro em versões mobile, desfrutamos de várias vantagens, entre elas, podemos destacar:

  • melhor experiência de usabilidade;
  • eliminação do excesso de informações antecipadamente;
  • eliminação de recursos visuais pesados;
  • elaboração de interfaces mais agradáveis;
  • diminuição da taxa de rejeição por parte do usuário.

Além disso, o mobile first visa atrair e reter o públicos-alvo do seu projeto educacional, já que parte-se do pressuposto de que quem realiza um curso a distância ficará ainda mais satisfeito se puder estudar pelo smartphone.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Você já contratou alguma empresa especializada em produção de conteúdos para treinamento e ficou decepcionado com os resultados muito abaixo das suas expectativas? Você já contratou uma plataforma online para treinar a sua equipe de forças de vendas e recebeu diversas queixas dos vendedores porque o serviço só ficava fora do ar e era pouco interativo e engajador? Acredite, talvez você esteja oferecendo treinamentos de forma errada.


Já falamos em outros artigos que o Mobile Learning vem recebendo cada vez mais atenção por parte de muitas empresas de sucesso – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação – e desejam capacitar os seus vendedores. Também falamos que as empresas precisam respeitar os limites de aprendizagem de cada colaborador. Afinal, as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Partindo desse pressuposto, reflita: enquanto gestor, qual é melhor caminho a seguir para respeitar o ritmo de aprendizado de cada vendedor?


Então: qual é a melhor solução?



Não existe uma receita pronta quando falamos de ensino-aprendizagem. Entretanto, existem caminhos que podemos seguir para facilitar o processo, considerando o ritmo de aprendizagem de cada um.

 

Sugere-se como ponto de partida a criação de um projeto que tenha como objetivo de aprendizagem atender a todos os vendedores. Na sequência, recomenda-se apostar em múltiplas possibilidades de conteúdos (vídeos, podcasts, textos, eBooks, imagens), por meio de diferentes plataformas.

 

Lembre-se: a transição do modelo de treinamento está acontecendo cada vez mais rápido. Com isso, as pessoas aprendem de forma mais dinâmica. E, hoje, é impossível falar de aprendizado dinâmico sem falar de Mobile Learning: a solução ideal para a os seus treinamentos.

 

Engana-se quem pensa que é preciso investir muito dinheiro para fazer uso do Mobile Learning. O custo para produzir um treinamento móvel é consideravelmente baixo, já que não são necessários gastos com infraestrutura e materiais.

 

Além disso, o formato permite a publicação constante de novos conteúdos, gerando atualizações de forma rápida e prática. Entenda: no momento em que é feita uma edição na plataforma, as alterações são disponibilizadas imediatamente no aplicativo dos vendedores, garantindo que o treinamento esteja sempre atualizado!

 

Considerando os inúmeros métodos de aprendizagem existentes, destacamos abaixo as razões que fazem da educação móvel a solução mais completa para a capacitação da sua equipe de vendas. Confira!

 

  • Aborda vários estilos de aprendizagem: um sólido método de aprendizagem móvel apresenta o conteúdo em vários formatos, como vídeos, podcasts, textos, imagens…

 

  • Aproveitamento do tempo livre da equipe: um dos maiores benefícios do Mobile Learning é a sua conveniência, permitindo que cada vendedor acesse o treinamento a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

  • Permite que a equipe conheça as tendências tecnológicas: ao apostar em treinamentos mobile, você está aprimorando a habilidade tecnológica da equipe e garantindo que os vendedores não fiquem para trás em relação às novas tendências.

 

  • A flexibilidade é motivadora: ao invés de ter um treinamento presencial em dias e horário específicos, o Mobile Learning possibilita que cada colaborador estude no seu ritmo, interagindo e consumindo o conteúdo no tempo que desejar.



mLearn: Solução ideal para a sua empresa  



Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel, que possibilita a empresas e instituições de ensino a entrega de programas educacionais via smartphones, tablets e computadores. Ela utiliza gamificação e ferramentas de aprendizagem social para deixar o treinamento mais dinâmico e atrativo.

 

Além disso, a plataforma permite que o colaborador decida quando e onde ele quer estudar – seja nas horas vagas, no local de trabalho, em deslocamento (indo e voltando do trabalho) ou até mesmo em casa.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias… Os dois principais diferenciais são a integração com as redes sociais e o fato do aprendiz participar de um “jogo”, onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado.

 

Como estímulo, o colaborador vai ganhando pontos, medalhas, sobe de nível e disputa as primeiras colocações no ranking geral.  A dinâmica proposta na gamificação, além de auxiliar nos objetivos pedagógicos,  contribui para a motivação do usuário, tornando a aprendizagem ainda mais dinâmica!


A mLearn tem a absoluta certeza de que a gamificação irá melhorar o engajamento da sua equipe de vendas no treinamento. E a explicação é muito simples: sua empresa tem a possibilidade de treinar os colaboradores por meio de uma divertida trilha de aprendizado – conseguindo, desse modo, engajar e proporcionar interação em todos os níveis.

 

Com isso, assuntos considerados complexos e de difícil absorção se transformam em conteúdos descontraídos e descomplicados – permitindo, inclusive, que existam simulações de situações do cotidiano da equipe.

 

Junto com a gamificação, o aplicativo também ganha cor, sons, animações e interações personalizadas. Estes são pequenos detalhes que liberam nos usuários a dopamina – pequena molécula transmissora da sensação de prazer.

 

Desenvolvido por especialistas em educação e em treinamentos rápidos e dinâmicos, o aplicativo também permite que o usuário navegue pelo conteúdo sem precisar acessar à internet – ou seja, sem consumir seu pacote de dados móveis. Isso porque o usuário pode aproveitar a conexão Wi-fi da empresa e fazer download de todos os conteúdos, podendo acessá-los offline.

 

Confira outras vantagens da plataforma da mLearn para o seu treinamento de força de vendas!

 

  1. Ferramentas de comunicação integrada para envio de push notifications, e-mails e SMS, permitindo que a sua empresa envie comunicados e atualizações de treinamentos.
  2. Ferramenta de relatórios detalhados para analisar o desempenho dos vendedores. Com isso, é possível medir e otimizar os resultados dos treinamentos, de acordo com os critérios de aprendizado estipulados pela sua empresa.

 

Você ainda terá novas possibilidades para dar feedbacks e conseguir identificar pontos de atenção a serem trabalhados ou reforçados com os recursos extras da plataforma.

 

  1. Conteúdos preparados para mobile com linguagem simplificada e descontraída.
  2. Plataforma mobile first com possibilidade de uso em outras telas.




A mLearn também conta com uma equipe de especialistas em Mobile Learning para auxiliar e criar conteúdos relevantes, além de possuir em seu portfólio mais de 50 cursos que podem ser oferecidos para treinar a sua equipe de vendas. As temáticas envolvem Técnicas de Negociação, Relacionamento Interpessoal, Atendimento ao Cliente, Gestão do Tempo, Gestão de Equipes, Reuniões Produtivas – e cursos dos idiomas Inglês e Espanhol.

 

Lembre-se: investir na plataforma da mLearn é apostar em uma nova tendência de aprendizagem, o que fortalece sua equipe de vendas, otimiza o uso do tempo e dá mais autonomia para o colaborador.

 

Quer saber mais sobre a nossa plataforma? Assista o vídeo!

 

Você também pode fazer download do e-Book sobre a nossa plataforma de educação!

 

Reconhecimentos

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

 

Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Desenvolvimento de Equipes, Planejamento de Treinamento
Criação:Fábio Britto


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Educação Móvel – ou Mobile Learning – tem apostado nos mais diversos estímulos visuais e auditivos para facilitar o aprendizado e aumentar o engajamento dos alunos. Além dos já tradicionais textos, entram em cena os podcasts, ebooks e videoaulas como recursos valiosos para o ensino digital.


Neste artigo, discutiremos a produção de vídeos para o ambiente virtual – e como utilizá-los a favor do aprendizado via celular, tablet ou notebook! Então vamos lá!



O vídeo e suas características

Podemos definir os vídeos como ferramentas dinâmicas, já que, em um único arquivo, eles conseguem unir imagem e som.


Como muito bem define Moran (1995), “o vídeo entrelaça o imaginário, a intuição com a razão […], […] nos seduz, informa, entretém, projeta outras realidades. O vídeo combina a comunicação sensorial-sinestésica com a audiovisual, a intuição com a lógica, a emoção com a razão, começando pelo sensorial, pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional”.


Os vídeos podem ainda atingir quase todos os sentidos do corpo humano. Isso porque os recursos audiovisuais acionam a imaginação do usuário o tempo todo. Martirani (1998) relata que “a linguagem videográfica, ao utilizar som e imagem, articula uma rede de signos que orienta o processo comunicativo ora para a percepção ora para a cognição”.


Dessa forma, o vídeo se apresenta como uma ferramenta poderosa de transmissão de informações, enriquecendo e ampliando a experiência do espectador.



Fugindo do amadorismo

Embora o vídeo apresente inúmeras características positivas – dinamicidade e maior envolvimento do espectador, por exemplo – é preciso tomar alguns cuidados na hora de produzi-los.  


Hack (2007) destaca que devemos ficar atentos à maneira como as informações serão transformados em cenas. Em casos de simulação de situações, por exemplo, o ideal é utilizar atores profissionais, para que a encenação tenha maior dinâmica e cause empatia naqueles que assistirão os vídeos.


Portanto, a profissionalização é de extrema importância na produção audiovisual. O amadorismo compromete profundamente a qualidade e, por consequência, o alcance e a eficiência do material produzido.



Multimídia a favor do aprendizado

Os dicionários definem a palavra multimídia como “técnica para apresentação de informações que recorre simultaneamente a diversos meios de comunicação, mesclando texto, som, imagens fixas e animadas”. E é exatamente isso que o vídeo representa!

Para Carneiro (2001), quando várias mídias são utilizadas, é possível alcançar abordagens diferentes – e isso potencializa o processo de aprendizagem! Além disso, Baggett (1984) confirmou que os conteúdos repassados visualmente são retidos com maior eficácia.

Por fim, uma pesquisa norte-americana veio endossar as vantagens da utilização dos vídeos no ensino. Hee Jun Choi e Scott D. Johnson confirmaram, em seus estudos, que o vídeo online potencializa a retenção e o engajamento de alunos.


Como utilizar vídeos na educação móvel

A Educação Móvel tem atraído, cada vez mais, os consumidores de ensino a distância. Afinal, é muito mais prático aprender pelo celular ou tablet – e o aprendizado se torna ainda mais dinâmico quando ocorre por meio de vídeos!

Contudo, sendo um mercado relativamente novo, muitas incertezas “assombram” a produção audiovisual voltada para Mobile Learning. Com o objetivo de diminuir ao máximo essas indefinições, reunimos importantes recomendações para quem vai (ou quer) embarcar nessa aventura!

Em primeiro lugar, é necessário encontrar um formato de vídeo que seja atrativo, dinâmico e acessível.  

Devemos também considerar que o usuário pode estar consumindo dados móveis na visualização dos vídeos. Portanto, os arquivos precisam ser leves! E atenção: vale reduzir a qualidade da imagem em benefício da usabilidade.

Outra estratégia é dividir o conteúdo em vídeos mais curtos. Além de carregarem mais rápido, eles facilitam o acesso do usuário, já que podem ser consumidos nos pequenos intervalos do dia a dia dos alunos.

Pesquisas apontam que uma média de 2 a 5 minutos é a duração adequada para que um vídeo seja mais atrativo e funcional. Nesse intervalo, a taxa de desistência costuma ser de 5%. Em vídeos de 5 a 10 minutos, o abandono sobe para 17%.

Vídeos curtos e leves, contudo, não devem servir de desculpa para a produção amadora. Cenas bem produzidas, pertinentes e complementares ao conteúdo narrado são importantes para prender a atenção do usuário.

Não tenha medo de utilizar fotografias, gráficos, infográficos e outras artes para ilustrar o assunto. Lembre-se de que a parte visual do vídeo pode acelerar o processo de aprendizagem, na medida em que fixa e reforça o conteúdo exposto.

Peter Drucker, um dos maiores nomes da administração moderna, ensina que “o que se mede, se administra”. E isso não é diferente na produção audiovisual. Gravar, editar e disponibilizar não pode ser a regra. É também necessário medir a utilização e o consumo dos vídeos.


Nesse contexto, a taxa de retenção e a taxa de abandono são pontos cruciais de análise!


Pesquisas voltadas para o mercado e-learning revelam que o usuário abandona um vídeo que não abre em 2 segundos. Por isso, fique atento ao tempo de carregamento: se for longo, é preciso rever a tecnologia de hospedagem e de disponibilização dos vídeos.


Além disso, é essencial mensurar em que ponto os usuários deixam de assistir os vídeos.


A estrutura básica de um vídeo geralmente é:

  • Nariz/abertura ou vinheta de abertura – os primeiros 2% do tempo de vídeo;
  • Corpo do vídeo ou estrutura de conteúdo – 96% do tempo de vídeo;
  • Cauda ou encerramento – os últimos 2% do tempo de vídeo.

Perder público nos primeiros 2% do vídeo significa que o usuário, logo de cara, não se interessou. Portanto, é necessário rever a estrutura de abertura.


O corpo do vídeo merece atenção especial: edições ágeis, boa trilha sonora, linguagem informal e artes adequadas aumentam o engajamento e o interesse do público.


Os 2% finais do vídeo podem ser o momento de “despedida”, com uma vinheta de encerramento. Essa decisão é estratégica porque muitos usuários fecham o vídeo antes mesmo que ele termine. Ao adicionar uma vinheta, você evita que o aluno perca conteúdo durante esse abandono.


Por fim, é preciso alinhar o produto audiovisual com a necessidade do usuário. Por exemplo: de nada adianta você querer ter um conteúdo inclusivo para portadores de deficiência auditiva, se seu vídeo não possui Libras. Os menores cuidados são importantes: desde o tipo de fonte utilizada até a escolha do thumbnail (a miniatura da imagem do vídeo).


A produção audiovisual para a Educação Móvel está crescendo! Quem quer investir nesse ramo precisam se reinventar, ser criativo e proporcionar maior usabilidade e acessibilidade aos alunos. Lembre-se de que criar conteúdo audiovisual de alta qualidade é imprescindível, sempre!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo Educacional
Criação: Cláudio Almeida


Diretores e gestores de diversas instituições de ensino têm buscado soluções eficientes para aumentar a taxa de retenção dos alunos. Afinal, não adianta captar novos estudantes e não conseguir conservar os antigos, certo?


Se você está vivenciando esse dilema, saiba que boas (e certeiras) estratégias podem garantir a satisfação permanente dos alunos. Para ajudá-lo, separamos 06 dicas para você implantar na sua instituição de ensino. Acredite: elas são a base de um trabalho sólido, que você pode (e deve) aperfeiçoar sempre. Confira a seguir!

1-Tudo começa na captação

Você pode até pensar que essa primeira dica é desconexa – mas ela não é! Trabalhar a retenção desde a captação dos alunos é uma prática que gera bons frutos.


Vejamos: é natural que um estudante que entra em uma instituição de ensino queira concluir todo o percurso. Contudo, no decorrer do semestre – pelos mais diversos motivos – ele também pode optar por mudar de instituição ou, em último caso, trancar a matrícula.


Para evitar situações como essas, a dica é: no momento em que o estudante se matricular, exponha com clareza e objetividade todas as informações referentes à instituição de ensino. Converse sobre o curso, as disciplinas, os cronogramas semestrais ou anuais, as metodologias de ensino adotadas, a política de pagamento – aqui você também precisa informá-lo sobre possíveis reajustes de mensalidade -, entre outros assuntos pertinentes. Assim, você permite que o aluno tenha uma visão ampla da instituição, e consegue aliá-la à realidade dele.


2- Ofereça soluções para as dívidas

Quando falamos em retenção de alunos, um grande desafio é quando o estudante se encontra em uma situação de dificuldade financeira, tendo como solução paliativa interromper o curso. Cancelamentos por questões financeiros podem acontecer por: aumento da mensalidade que não condiz com o orçamento pessoal do aluno, desemprego, entre outros motivos.


Cabe à instituição estar apta a lidar com essa situação, tentando encontrar soluções que contribuam para a retenção de alunos – o que, sucessivamente, garantirá o sucesso da instituição.


São práticas necessárias nesse momento:


  • informe, durante a matrícula, todos os dados relacionados a pagamentos – dizendo ao aluno, por exemplo, os possíveis reajustes e cobranças extras ao longo do curso. Se preciso, faça uma simulação do valor da mensalidade após o reajuste. Assim, você irá contribuir para a organização financeira do estudante, permitindo que ele se prepare melhor para cumprir os compromissos financeiros.

  • mantenha uma política de inadimplência escolar bastante clara e a repasse para gestores, professores e demais integrantes da escola. Com isso, todos estarão a par das regras e conseguirão manter o mesmo discurso, sem divergência nas informações.

  • em hipótese alguma exponha o aluno credor! Leve sempre em consideração o histórico de pagamento e o atual momento do país.

  • Se possível, ofereça soluções paliativas, como descontos ou parcelamento de dívidas.

3- Invista em relacionamento

Para melhorar a retenção dos alunos, é primordial investir e incentivar bons relacionamentos. Afinal, estamos na era da informação, e todos querem se comunicar o tempo todo. Para fidelizar estudantes, você deve ter uma boa estratégia de relacionamento interno.

Utilize a internet a seu favor! Mantenha um canal de comunicação nas redes sociais – Fan Page, Twitter, Messenger -, crie ambientes virtuais de aprendizagem e invista em e-mail. Deixe claro aos alunos que existem formas de comunicação direta e resposta quase imediata.


Além disso, é importante que você desenvolva estratégias de relacionamento com os pais dos alunos. Para isso, disponibilize informações constantes sobre a instituição, cronogramas, eventos e assuntos relacionados à segurança do aluno.


4- Tenha atenção às necessidades dos estudantes

Ofereça a oportunidade dos estudantes se expressarem. Alunos, principalmente os mais jovens, querem ser ouvidos – e eles certamente darão preferência para uma instituição na qual suas vozes têm vez.


Disponibilize meios de comunicação para que os alunos possam fazer críticas (positivas e negativas), dar sugestões, avaliar materiais de apoio, enfim, serem ouvidos e representados. Essa atitude mostra que a sua instituição de ensino é uma via de mão dupla, na qual os dois lados têm força.


Além de criar uma ouvidoria para atender os alunos, também é importante que todos que trabalham na instituição estejam alinhados e engajados na tarefa de dar atenção ao que os alunos têm a dizer.


E atenção: prepare toda a equipe para tratar, de forma respeitosa, questões relacionadas a preconceitos e bullying (atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos).


5- Faça uma análise das transferências

Se um aluno decidir trocar a sua instituição de ensino por outra, analise o fato cuidadosamente. Acredite: isso pode ser muito proveitoso para promover ajustes e melhorias internas.


Faça uma análise do porquê da transferência. As respostas, quando relevantes, podem – e devem – melhorar a dinâmica da instituição de ensino.


Além disso, é importante tentar conhecer o local que o aluno escolheu para seguir com sua formação. Desse modo, é possível avaliar quais diferenças podem ter sido decisivas. Analise, por exemplo:


  • se o preço da mensalidade da outra instituição de ensino é menor;
  • como é a estrutura;
  • se a grade curricular é muito diferente;
  • qual tipo de metodologia de ensino é utilizada;
  • se as estratégias de relacionamento e comunicação são diferentes das suas.


Ao refletir sobre essas questões, será possível alterar aquilo que está causando a “fuga” do aluno e aprimorar a sua atuação como diretor, gestor ou líder.


6- Ofereça opções de monitoramento de presença

Um dos principais receios dos pais é saber se os seus filhos estão realmente frequentando a escola, certo?


Para oferecer a garantia de que os estudantes estão realmente nas dependências da instituição, implemente um sistema de monitoramento de presença. Essa supervisão pode acontecer em modo online ou por mensagens de celular, sendo compartilhada com os pais a cada entrada e saída do aluno.


E o engajamento?

Para engajar e reter os alunos, você também pode apostar em mobile learning. Muitas instituições de ensino têm investido neste formato de ensino-aprendizagem, aproveitando o fato de que os smartphones e tablets estão sempre à mão dos alunos. Além disso, os estudantes atuais querem uma experiência de aprendizado superior aos modelos tradicionais.  


Nesse contexto, o mobile learning permite que você trabalhe com videoaulas, e-books, podcasts, infográficos e outros recursos que tornam a experiência do aluno muito mais completa!


No Brasil, existem plataformas móveis que unem o conteúdo às necessidades da escola. Nelas, os professores podem acompanhar o desempenho de seus alunos e fazer a gestão do aprendizado.


Conteúdos mobile podem servir, inclusive, de apoio escolar para os alunos. Que tal oferecer uma disciplina de reforço a distância para os estudantes? Ou disponibilizar as gravações das aulas diárias, com algumas inserções de imagens e letreiros? Pense nisso!


Plataforma mobile

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e a medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Aprendizagem Móvel, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento
Criação: Fernando Lima

Quais as vantagens de utilizar uma ferramenta de treinamento mobile?

Já não é novidade que os brasileiros utilizam muito mais o celular do que o próprio computador pessoal. E para confirmar essa tese, é só acompanhar as estatísticas de uso de smartphones no Brasil. Afinal, o número de acessos em banda larga móvel já supera em muito o de banda fixa. De acordo com pesquisas feitas pela Meio & Mensagem, no final de 2014, o Brasil já era o 6º mercado mundial de smartphones, superado apenas por China, EUA, Índia, Japão e Rússia. Atualmente, o número de brasileiros que possuem smartphones já são mais de 150 milhões.

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento

Criação: Júlia Boaventura


Cada vez mais presentes nas mãos das pessoas, os smartphones têm se tornado a solução para inúmeras necessidades humanas: comunicação, pesquisa, socialização, entretenimento… Mas você já parou para pensar que o seu aparelho também pode ser uma ótima plataforma de aprendizado?

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