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As dificuldades de aprendizagem dos alunos representam um enorme desafio para a educação, e sinalizam a necessidade de ferramentas pedagógicas específicas.

Introdução


Educar alunos para a vida não demanda apenas transmitir conteúdos, mas também ensiná-los a viver, a administrarem suas vidas e a se relacionarem uns com os outros. Contudo, lecionar é um grande desafio dentro do universo educacional, já que os professores precisam entender qual será sua melhor forma de atuação dentro da sala de aula.


O ato de ensinar requer que professores transformem a vida dos alunos através de processos permanentes de aprendizagem. Os docentes devem auxiliar os estudantes na construção da identidade pessoal e profissional, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação, de modo a torná-los cidadãos realizados, produtivos e éticos.


Para muitos alunos, as dificuldades de aprendizagem nas diferentes fases de desenvolvimento (infância, adolescência e vida adulta) ocorrem pelo fato de alguns professores não conseguirem dominar suas práticas pedagógicas em sala de aula, devido às muitas dificuldades do processo.




Nesse contexto, existem diversos mecanismos educacionais que, quando executados de maneira eficaz, podem fazer a diferença no ensino. São eles:


  • Plano de Trabalho – Observação e compreensão: o professor precisa conhecer bem a turma para que consiga elaborar um plano de trabalho com as ações a serem tomadas e os meios para executá-las.

  • Avaliação: essa é uma das principais formas de verificar o caminho que o aluno está seguindo. Por meio das avaliações, o professor poderá descobrir as reais dificuldades e necessidades dos estudantes, e será capaz de interferir quando necessário.

  • Contextualização: além de relacionar os assuntos com o cotidiano dos alunos, é importante fazer uma relação de conceitos e conteúdos com as disciplinas.

O papel do professor

Entre os inúmeros papéis que um professor exerce em sala de aula, destacam-se as funções de observador, analista e ponto de apoio. E é muito importante que essas características sejam bem definidas e identificadas pelos alunos.


O papel de observador se cumpre quando o docente caminha pela sala, verificando de perto como cada grupo de alunos participa das atividades, quais são suas dificuldades, quais são as suas descobertas. A função de analista ocorre no diagnóstico de deficiências e na valorização da evolução de cada aluno. E, quando o aluno precisa de uma orientação ou acompanhamento especial, o professor se transforma em um ponto de apoio para auxiliá-lo no que for preciso.




Ao longo de sua trajetória, o docente desenvolve um variado repertório de conhecimentos, constrói diferentes saberes a partir da experiência acadêmica, da prática pedagógica, do trabalho colaborativo e da aprendizagem entre os pares. No entanto, a prática por si só, embora muito relevante, não supera o domínio dos conteúdos específicos e não oferece, de forma sistematizada e articulada, a base de conhecimento que o professor necessita para ensinar.

Dessa forma, o desenvolvimento profissional voltado para o ensino se dá em contextos e momentos diversificados. É um processo contínuo de autoformação e fortalecimento da equipe pedagógica, que visa complementar e aprofundar a formação do professor. Esse grupo amplia o trabalho pedagógico nas diversas áreas do conhecimento, com enfoque na melhoria da proposta pedagógica e no planejamento de ações didáticas para as aulas, como intervenções, projetos e uso de recursos que potencializam o aprendizado.

Para um desenvolvimento mais amplo do profissional, podemos considerar três dimensões: individual, coletiva e organizacional. O trabalho docente requer um conjunto de saberes que não são aprendidos espontaneamente. Deve haver uma intencionalidade, um propósito, para que esse repertório articulado faça sentido para os estudantes e possibilite a inter-relação entre os conteúdos dos diferentes componentes curriculares e, finalmente, para que ele se constitua um Profissional do Ensino.


Dificuldades de aprendizagem: a importância do diagnóstico correto


Atualmente, as principais dificuldades de aprendizagem dos alunos estão associadas a algum comprometimento no funcionamento de certas áreas do cérebro. Contudo, conflitos pessoais e familiares também podem causar sintomas referentes a problemas de atenção, ansiedade ou agitação.




Os tipos de dificuldades de aprendizagem mais conhecidos são:


Dislexia – 
ocorre em crianças com visão e inteligência normais. Os sintomas incluem fala tardia, aprendizagem lenta de novas palavras e atraso na aprendizagem da leitura. A maioria das crianças com dislexia pode ter sucesso na escola, desde que contem com tutores e programas de educação especializados.


Disgrafia –
transtorno da escrita, de origens funcionais, que surge em crianças com adequado desenvolvimento emocional e afetivo, e que não apresentam problemas de lesão cerebral, alterações sensoriais ou ensino deficiente do grafismo da escrita.


Discalculia – 
é definida como uma desordem neurológica específica que afeta a habilidade de uma pessoa de compreender e manipular números. Para ser classificada como discalculia, não pode ser causada por problemas na visão e/ou audição.


Dislalia – 
é um distúrbio da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Basicamente consiste na má pronúncia das palavras, seja omitindo ou acrescentando fonemas, trocando um fonema por outro ou ainda os distorcendo ordenadamente.


Disortografia – 
é a dificuldade do aprendizado e do desenvolvimento da habilidade da linguagem escrita expressiva.


Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) –
é uma síndrome (conjunto de sintomas) caracterizada por distração, agitação/hiperatividade, impulsividade, esquecimento, desorganização, adiamento crônico, entre outras.


É possível superar os transtornos de aprendizagem?


O professor é fundamental na identificação de uma possível dificuldade de aprendizagem. Afinal, ele tem contato diário e próximo com o aluno, além de ter fácil acesso aos grupos que o cercam: família, amigos e outros professores.


Porém, antes de qualquer diagnóstico, é necessário que o aluno passe por uma avaliação com profissionais da área de saúde.


A análise pode ser conduzida por uma equipe multidisciplinar, de modo a garantir uma visão mais holística do aluno. O grupo inclui médicos, especialmente neurologistas, além de psiquiatras, psicólogos, psicopedagogos e até mesmo fonoaudiólogos. Cada um dos profissionais terá uma perspectiva a agregar na avaliação, evitando a miopia de atribuir o problema a uma causa única.


Também é papel da escola compreender que os alunos com dificuldade de aprendizagem não são incapazes de aprender. Nesse sentido, a instituição deve promover e incentivar a integração do estudante com o restante da comunidade escolar.




Vale a pena reforçar que, se a integração não ocorre, o próprio isolamento pode dar margem a uma queda no desempenho do aluno – não por causa da dificuldade em si, mas devido à desmotivação e frustração com a vida escolar.


Finalmente, é essencial que a escola, por meio da figura do professor, adote metodologias específicas de ensino, que vão auxiliar o aluno no processo de aprendizado. Essa ação pode ser realizada através da inovação na sala de aula, com a integração de atividades lúdicas, como a gamificação, e a adoção de ferramentas tecnológicas de apoio ao ensino. O objetivo é estimular o aluno, de uma forma despretensiosa, a desafiar suas próprias limitações!


Conclusão


Antes de se diagnosticar o transtorno ou a dificuldade de aprendizagem, é importante levar em conta que o aprendizado envolve muitas variáveis e aspectos, como questões sociais, biológicas e cognitivas.


A
dificuldade de aprendizagem representa um obstáculo, uma barreira, um sintoma que pode ser de origem cultural, cognitiva ou até mesmo emocional. É essencial que o diagnóstico seja feito o quanto antes, uma vez que há consequências a longo prazo.


Já o
distúrbio de aprendizagem está ligado a “um grupo de dificuldades pontuais e específicas, caracterizadas pela presença de uma disfunção neurológica”. Neste caso, há uma questão de neurônios, de conexão. O cérebro funciona de forma diferente, pois, mesmo sem apresentar desfavorecimento físico, social ou emocional, os portadores do distúrbio de aprendizagem demonstram dificuldade em adquirir o conhecimento de determinadas matérias.


Nos transtornos de aprendizagem, os padrões normais de aquisição de habilidades estão perturbados desde os estágios iniciais do desenvolvimento. Ou seja, eles não são adquiridos por causa da falta de estímulos adequados ou devido a qualquer forma de traumatismo ou doença cerebral.




Os transtornos específicos do desenvolvimento das habilidades escolares compreendem grupos de transtornos manifestados por comprometimentos específicos e significativos no aprendizado de habilidades escolares. Esse comprometimento no aprendizado não é resultado direto de outros transtornos, ainda que eles possam ocorrer simultaneamente.


Nos últimos anos, a
identificação precoce dos transtornos de aprendizagem tem se tornado cada vez mais frequente e certeira. Isso se deve à incessante busca por novas avaliações e metodologias de reabilitação, favorecendo o avanço no diagnóstico de indivíduos que apresentam alterações de leitura e escrita.


Quando a
instituição estabelece uma metodologia de diagnóstico precoce de transtornos de aprendizagem, é possível criar uma organização de atendimento e estruturação de apoio, com o objetivo de suprir as necessidades e desenvolver estratégias compensatórias para esses alunos.


Por fim, o diagnóstico precoce auxilia a pessoa com transtorno de aprendizagem a desenvolver técnicas e métodos compensatórios para o seu
desenvolvimento pessoal e profissional. O tratamento provavelmente não exigirá um alto investimento, já que ela aprenderá a lidar e a superar (psicológica e emocionalmente) os obstáculos do transtorno!

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O celular na sala de aula já é uma grande alternativa de aprendizagem, e esse artigo aborda seus principais benefícios para estudantes e professores!


Introdução


O brasileiro nunca esteve tão ligado em tecnologia, e a prova disso são as inúmeras pesquisas que mostram um crescimento exorbitante da utilização de smartphones.


De acordo com um estudo feito pelo ‘Google Consumer Barometer’ (barômetro do consumidor) junto com a empresa de pesquisas Kantar TNS, enquanto em 2012 apenas 14% dos brasileiros utilizavam smartphones, em 2016 esse número passou para 62%. Já os dados da 28ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) apontam que o Brasil terá um smartphone em uso por habitante até o final deste ano.


E, em tempos tecnológicos, a utilização do celular em sala de aula tornou-se uma forte tendência, já que pode ser uma estratégia poderosa para reforçar e dinamizar o aprendizado.


Embora a cultura digital já seja uma realidade entre alunos e professores, a nova proposta de ensino tem desafiado a tradição. De acordo com especialistas e docentes, quando bem utilizado e também supervisionado, o aparelho em sala de aula pode se tornar um excelente instrumento de aprendizagem, inclusive para engajar alunos no processo de ensino, pois a grande maioria dos smartphones possui inúmeros recursos como: câmeras, gravador de voz, mapas, além de, é claro, o acesso à internet.


Ainda de acordo com especialistas, estar conectado durante a aula não necessariamente significa distração e perda de foco. A alternativa é também uma maneira de aprender como pesquisar, coletar dados e referências, além de auxiliar alunos a inteirar-se de assuntos atuais em tempo real. Ou seja, o aluno acaba se tornando o protagonista do próprio aprendizado.




O potencial de engajamento das novas tecnologias na educação


Livros virtuais, aplicativos e plataformas que interagem com estudantes por meio de imagens e sons, integrando o mundo real com o mundo digital. Já está mais do que provado que a realidade virtual pode aumentar o desempenho dos alunos e gerar maior engajamento com os conteúdos dados em sala aula. A inclusão de novas tecnologias têm facilitado e dinamizado o ensino e o aprendizado, tornando-o mais rico, motivador e atrativo para os estudantes.


Através dos smartphones, é possível engajar alunos de diversas formas. O conceito de
sala de aula invertida, por exemplo, é uma tendência que vem sendo adotada no mundo todo. Segundo a metodologia, o professor disponibiliza o material necessário para o aluno estudar em casa através de aulas online, e então trazer as dúvidas para a sala de aula.


Assim, produtivos debates assumem o lugar do modelo clássico em que o professor fala e o aluno ouve. O que o professor precisa entender é que a tecnologia é essencial para os jovens, que já nasceram conectados. Por isso, não há como competir com esta realidade. O jeito é aliar-se à tecnologia e utilizar a criatividade para pensar em diferentes formas de ensino que a tecnologia pode proporcionar aos alunos.




Motivos para apostar no celular como ferramenta pedagógica


São diversos os benefícios que as ferramentas pedagógicas digitais oferecem, tanto para o professor, como para melhorar o desempenho dos seus alunos. São eles:


  • estimular novas experiências através da cultura digital;
  • construir novas competências e contribuir para o seu desenvolvimento;
  • tornar as aulas mais atraentes e inovadoras;
  • ampliar possibilidades para alunos e para professores;
  • transformar a aprendizagem, tornando-a mais motivadora e significativa;
  • proporcionar novos caminhos para o ensino através de novas metodologias, formando educadores e os ajudando a descobrir estratégias inovadoras para o aperfeiçoamento do processo educacional.


E as vantagens vão além: o ensino digital permite que os estudantes aprendam a qualquer hora e em qualquer lugar, auxiliando na construção de novas oportunidades de aprendizado. Ele também otimiza o tempo na sala de aula e permite o contato imediato e informal entre professores e estudantes, de modo que a relação se torna mais próxima.


A familiaridade dos estudantes com os smartphones tem feito com que cada vez mais escolas passem a investir em tecnologias de educação. Diante desse cenário, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) publicou um guia com recomendações políticas e bons motivos para professores e alunos aproveitarem as tecnologias móveis (como celulares, smartphones e tablets) em sala de aula.


Entre as recomendações presentes no documento, destacam-se a criação de conteúdo adequado e a promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel.




Como utilizar o celular como aliado do ensino em sala de aula


Existem diversas formas de se utilizar o smartphone como aliado da aprendizagem. São elas: aplicativos educacionais, grupos de discussão em redes sociais ou através de consultas online de conteúdos multimídia que podem ajudar a complementar e a enriquecer o tema de estudo.


Os aplicativos educacionais, por exemplo, possuem conteúdos complementares multimidiáticos e outros recursos interativos que unem professores e alunos para facilitar a comunicação da turma e criar uma forma simples de compartilhar e corrigir tarefas e materiais úteis para o ensino.


Já os grupos de discussão são muito utilizados para troca de experiências. Lá, é possível que o aluno aprenda e também auxilie amigos que estejam com determinadas dúvidas. É um espaço para debater ideias e absorver conhecimentos.


As consultas online são essenciais para que os alunos possam obter conhecimento sobre o assunto debatido em aula de forma imediata. Essa metodologia auxilia os estudantes a fixarem ainda mais as matérias dadas em sala de aula.




É possível adaptar o celular como ferramenta de ensino infanto-juvenil e adulto?


Dentre os recursos que ajudam a transformar o celular em uma ferramenta de ensino tanto para crianças, quanto para jovens e adultos, estão os jogos educativos.


Os jogos, quando bem utilizados em sala de aula, são um ótimo recurso de aprendizagem. Com eles, o professor pode deixar as aulas mais dinâmicas, proporcionando ao aluno uma forma diferente e divertida de aprender.


Personalizados de acordo com a necessidade de cada aluno, os jogos permitem uma abordagem diferente para o desenvolvimento das competências cognitivas. Além disso, trabalhar com jogos educacionais ajuda os alunos a manterem a concentração e a renderem mais.


Para as crianças, essa estratégia é considerada uma das melhores formas de prender sua atenção, pois através do celular elas irão estimular a imaginação, obter conhecimento e promover a criatividade, além de desenvolver a autonomia.




Conclusão


Existem diversas maneiras de tornar o uso do celular uma alternativa eficaz.


O professor tem a possibilidade de ministrar a aula de maneira mais expositiva sobre determinado assunto. Em uma aula sobre planetas, por exemplo, o aluno poderá acessar o smartphone e verificar em tempo real tudo sobre o planeta em questão.


Monitorar a performance nas aulas de educação física. Através de aplicativos, é possível aumentar a produtividade e a participação dos alunos nas aulas. Aplicativos podem monitorar frequências cardíacas e avaliar o rendimento de cada aluno, permitindo que o professor saiba como melhor administrar as aulas, entenda as limitações de cada aluno para os exercícios realizados e, assim, possa planejar uma aula mais adequada, saudável e com mais qualidade a partir de todos os dados coletados nesses monitores virtuais.


Criar e ser criativo. Existe uma série de aplicativos para smartphone que podem dar um toque bem mais dinâmico, criativo e divertido. O iMovie, por exemplo, pode criar vídeos extremamente profissionais e com uma série de recursos excelentes, de uma forma bem descomplicada e fácil de se utilizar. Caso o professor queira envolver uma música no trabalho, o Songify consegue transformar imediatamente qualquer discurso gravado em uma música e ainda permite uma grande variedade de ritmos.


Outro aplicativo muito utilizado é o Pinterest. Ele possui imagens diversas que podem complementar qualquer trabalho.  


Dessa forma, o celular pode ser uma poderosa ferramenta para enriquecer e complementar o aprendizado. Porém, é necessário que o docente saiba estabelecer limites para que o uso seja equilibrado e benéfico. Este, sem dúvidas, é um grande desafio para os professores, que precisam determinar, dentro de sala de aula, o principal objetivo do celular: ser um aparelho aliado às novas informações e fontes de estudo.


O uso da tecnologia favorece a interação entre alunos e professores, e até mesmo aqueles considerados tímidos conseguem interagir por meio de ferramentas tecnológicas.


Quando aliada à educação, a tecnologia permite que todos expressem seus conhecimentos e deem opiniões, o que traz à tona a experiência prévia dos alunos e os motiva ainda mais, pois eles passam a sentir-se parte ativa e importante do processo de aprendizagem.

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Criação: Cláudio Almeida


Diretores e gestores de diversas instituições de ensino têm buscado soluções eficientes para aumentar a taxa de retenção dos alunos. Afinal, não adianta captar novos estudantes e não conseguir conservar os antigos, certo?


Se você está vivenciando esse dilema, saiba que boas (e certeiras) estratégias podem garantir a satisfação permanente dos alunos. Para ajudá-lo, separamos 06 dicas para você implantar na sua instituição de ensino. Acredite: elas são a base de um trabalho sólido, que você pode (e deve) aperfeiçoar sempre. Confira a seguir!

1-Tudo começa na captação

Você pode até pensar que essa primeira dica é desconexa – mas ela não é! Trabalhar a retenção desde a captação dos alunos é uma prática que gera bons frutos.


Vejamos: é natural que um estudante que entra em uma instituição de ensino queira concluir todo o percurso. Contudo, no decorrer do semestre – pelos mais diversos motivos – ele também pode optar por mudar de instituição ou, em último caso, trancar a matrícula.


Para evitar situações como essas, a dica é: no momento em que o estudante se matricular, exponha com clareza e objetividade todas as informações referentes à instituição de ensino. Converse sobre o curso, as disciplinas, os cronogramas semestrais ou anuais, as metodologias de ensino adotadas, a política de pagamento – aqui você também precisa informá-lo sobre possíveis reajustes de mensalidade -, entre outros assuntos pertinentes. Assim, você permite que o aluno tenha uma visão ampla da instituição, e consegue aliá-la à realidade dele.


2- Ofereça soluções para as dívidas

Quando falamos em retenção de alunos, um grande desafio é quando o estudante se encontra em uma situação de dificuldade financeira, tendo como solução paliativa interromper o curso. Cancelamentos por questões financeiros podem acontecer por: aumento da mensalidade que não condiz com o orçamento pessoal do aluno, desemprego, entre outros motivos.


Cabe à instituição estar apta a lidar com essa situação, tentando encontrar soluções que contribuam para a retenção de alunos – o que, sucessivamente, garantirá o sucesso da instituição.


São práticas necessárias nesse momento:


  • informe, durante a matrícula, todos os dados relacionados a pagamentos – dizendo ao aluno, por exemplo, os possíveis reajustes e cobranças extras ao longo do curso. Se preciso, faça uma simulação do valor da mensalidade após o reajuste. Assim, você irá contribuir para a organização financeira do estudante, permitindo que ele se prepare melhor para cumprir os compromissos financeiros.

  • mantenha uma política de inadimplência escolar bastante clara e a repasse para gestores, professores e demais integrantes da escola. Com isso, todos estarão a par das regras e conseguirão manter o mesmo discurso, sem divergência nas informações.

  • em hipótese alguma exponha o aluno credor! Leve sempre em consideração o histórico de pagamento e o atual momento do país.

  • Se possível, ofereça soluções paliativas, como descontos ou parcelamento de dívidas.

3- Invista em relacionamento

Para melhorar a retenção dos alunos, é primordial investir e incentivar bons relacionamentos. Afinal, estamos na era da informação, e todos querem se comunicar o tempo todo. Para fidelizar estudantes, você deve ter uma boa estratégia de relacionamento interno.

Utilize a internet a seu favor! Mantenha um canal de comunicação nas redes sociais – Fan Page, Twitter, Messenger -, crie ambientes virtuais de aprendizagem e invista em e-mail. Deixe claro aos alunos que existem formas de comunicação direta e resposta quase imediata.


Além disso, é importante que você desenvolva estratégias de relacionamento com os pais dos alunos. Para isso, disponibilize informações constantes sobre a instituição, cronogramas, eventos e assuntos relacionados à segurança do aluno.


4- Tenha atenção às necessidades dos estudantes

Ofereça a oportunidade dos estudantes se expressarem. Alunos, principalmente os mais jovens, querem ser ouvidos – e eles certamente darão preferência para uma instituição na qual suas vozes têm vez.


Disponibilize meios de comunicação para que os alunos possam fazer críticas (positivas e negativas), dar sugestões, avaliar materiais de apoio, enfim, serem ouvidos e representados. Essa atitude mostra que a sua instituição de ensino é uma via de mão dupla, na qual os dois lados têm força.


Além de criar uma ouvidoria para atender os alunos, também é importante que todos que trabalham na instituição estejam alinhados e engajados na tarefa de dar atenção ao que os alunos têm a dizer.


E atenção: prepare toda a equipe para tratar, de forma respeitosa, questões relacionadas a preconceitos e bullying (atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos).


5- Faça uma análise das transferências

Se um aluno decidir trocar a sua instituição de ensino por outra, analise o fato cuidadosamente. Acredite: isso pode ser muito proveitoso para promover ajustes e melhorias internas.


Faça uma análise do porquê da transferência. As respostas, quando relevantes, podem – e devem – melhorar a dinâmica da instituição de ensino.


Além disso, é importante tentar conhecer o local que o aluno escolheu para seguir com sua formação. Desse modo, é possível avaliar quais diferenças podem ter sido decisivas. Analise, por exemplo:


  • se o preço da mensalidade da outra instituição de ensino é menor;
  • como é a estrutura;
  • se a grade curricular é muito diferente;
  • qual tipo de metodologia de ensino é utilizada;
  • se as estratégias de relacionamento e comunicação são diferentes das suas.


Ao refletir sobre essas questões, será possível alterar aquilo que está causando a “fuga” do aluno e aprimorar a sua atuação como diretor, gestor ou líder.


6- Ofereça opções de monitoramento de presença

Um dos principais receios dos pais é saber se os seus filhos estão realmente frequentando a escola, certo?


Para oferecer a garantia de que os estudantes estão realmente nas dependências da instituição, implemente um sistema de monitoramento de presença. Essa supervisão pode acontecer em modo online ou por mensagens de celular, sendo compartilhada com os pais a cada entrada e saída do aluno.


E o engajamento?

Para engajar e reter os alunos, você também pode apostar em mobile learning. Muitas instituições de ensino têm investido neste formato de ensino-aprendizagem, aproveitando o fato de que os smartphones e tablets estão sempre à mão dos alunos. Além disso, os estudantes atuais querem uma experiência de aprendizado superior aos modelos tradicionais.  


Nesse contexto, o mobile learning permite que você trabalhe com videoaulas, e-books, podcasts, infográficos e outros recursos que tornam a experiência do aluno muito mais completa!


No Brasil, existem plataformas móveis que unem o conteúdo às necessidades da escola. Nelas, os professores podem acompanhar o desempenho de seus alunos e fazer a gestão do aprendizado.


Conteúdos mobile podem servir, inclusive, de apoio escolar para os alunos. Que tal oferecer uma disciplina de reforço a distância para os estudantes? Ou disponibilizar as gravações das aulas diárias, com algumas inserções de imagens e letreiros? Pense nisso!


Plataforma mobile

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e a medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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