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Conteúdo Educacional, mLearn
Nascido em Oxford, na Inglaterra, Stephen William Hawking ficou conhecido por produzir ensinamentos fundamentais da física moderna. Entre suas mais diversas teorias, a mais célebre é o teorema da singularidade que supõe a existência de um ponto com força gravitacional no centro dos buracos negros, capaz de atrair qualquer coisa (similar ao acúmulo de energia infinita que deu início ao Big Bang). Com ela, o físico recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Especial de Física Fundamental.


Apaixonado por física e astronomia, aos 21 anos, Stephen se viu em situação muito difícil ao ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que iria paralisar seus músculos progressivamente, e segundo o médico, o levaria à morte em no máximo três anos.


Apesar do diagnóstico devastador, o físico surpreendeu não só os médicos, mas o mundo, ao vencer a doença por anos, e adequar a sua rotina através de uma cadeira de rodas, e um computador adaptado com voz eletrônica, para que ele conseguisse se locomover e comunicar.


Hawking se tornou um dos cientistas mais conhecidos do mundo, não só por abordar a natureza, a gravidade e a origem do universo. Além de seus ensinamentos na área da física, ele também deixou um legado vasto de ensinamentos para a vida e, inclusive, para a educação.


E entre suas diversas lições, a maior deixada por um dos homens mais inteligentes do mundo é ser possível direcionar sua vida para fazer todas as outras coisas que vão além de sua limitação.


Portanto, você que deseja ingressar em uma nova carreira, dar início a vida universitária, ou ainda não sabe por onde começar, separamos dez lições deixadas por Stephen Hawking que pode ajudá-lo na construção da sua vida profissional. Confira!




    
1) Não há resposta para tudo

Em 2010, ao ser questionado em uma de suas palestra, sobre se em algum momento as pessoas vão aprender sobre física, o cientista disse acreditar que não. Justamente por compreender que a mesma não é capaz de oferecer soluções para o universo e, principalmente, ao comportamento humano. Assim como a física não possui certas respostas para o mundo, os seres humanos também não são capazes de compreender tudo ao seu redor.


Para o físico, não podemos nos responsabilizar em ter todas as respostas. Afinal, ninguém é melhor do que ninguém e não há nada demais em não sabermos determinados assuntos. Este ensinamento nos faz refletir, pois muitas pessoas acabam desistindo de seus sonhos, por se considerarem incapazes. Seja por medo de ingressar em uma universidade, um novo emprego, ou até uma nova cultura. Mas, nem sempre estaremos preparados para tudo, o importante é nunca desistirmos de lutar.






 
2) Não tenha medo, qualquer conhecimento deve ser compartilhado

Por menor que seja o seu conhecimento, ele deve ser sempre compartilhado. Qualquer informação por menor ou difícil que seja, pode ser útil para alguém. Apesar do difícil tema de estudo de Hawking, seu livro e filme “Uma Breve História do Tempo”, foi lido e visto por uma legião de pessoas. E sabe porque ele se tornou um grande exemplo de conhecimento? Stephen tinha prazer em compartilhar qualquer coisa ou informação. Seu livro, por exemplo, foi adaptado com informações que o físico considerava, que apesar de serem difíceis, poderiam de alguma forma se tornarem úteis às pessoas.








    
3) Vá em frente do que te dá prazer

Com apenas 21 anos, Hawking recebeu a notícia de que só teria mais dois anos de vida. Nem por isso ele deixou de sonhar e realizar o que mais lhe dava prazer. Em uma de suas citações ele chegou a dizer que apesar das dores e dificuldades não podemos fugir daquilo que nos move. A paixão pela física fez com que nem a doença abalasse seus estudos. Portanto, nunca devemos deixar nossos sonhos para depois. Descubra o que te faz feliz e construa a sua história.




4)    Nunca deixe de falar o que sente

Com o seu neurônio motor completamente afetado, Hawking se submeteu a uma traqueostomia em 1985, e com isso perdeu a capacidade de falar por conta própria. Mas nem por isso ele desistiu de viver  e adotou sua própria maneira de falar, usando um computador que capta os movimentos de espasmos de sua bochecha direita Primeiramente fazendo uso de sua mão para “escrever” em seu computador, e depois por meio de um computador que captava os movimentos de espasmos de sua bochecha direita. Mesmo passando por diversas dificuldades, o físico nunca deixou de expressar suas teorias para o mundo.

















  

5) Aprenda com as lições de história

Uma vez perguntaram a Hawking o que poderia acontecer se os seres humanos descobrissem outras formas de vida inteligente. A resposta de Hawking foi que seria um pouco perigoso e arriscado tentar se comunicar com outra civilização. Pois o resultado seria bem parecido com a história já vivenciada pelos europeus na América. É preciso sempre aprender com os erros do passado e buscar novas oportunidades capazes de nos proporcionar melhores resultados.



6)    Tenha sempre esperança

Mesmo diagnosticado com a esclerose lateral amiotrófica, a doença que o deixou quase que completamente paralisado, Hawking é considerado para qualquer pessoa um símbolo de superação e força de vontade. Ele foi capaz de provar a todos que  não é preciso desistir dos objetivos, pois enquanto há vida, há esperança.



7)     “A vida seria trágica, se não fosse engraçada”

Para Hawking, a realidade é definida através das nossas ações, do nosso foco, e que não importa o que vivemos, que podemos conseguir tudo o que quisermos através da positividade e dando o verdadeiro valor e poder à nós mesmos.










 
8) Aprenda a se adaptar às mudanças

Mesmo com uma doença grave e sem cura, Hawking não se deixou vencer. Através de muita perseverança, conseguiu se adaptar às mudanças e fazer a diferença no mundo através da busca constante por novas descobertas, mostrando que a evolução do ser é permanente e nada pode limitar o seu potencial.




9)
Desafie-se e vença

Apesar de ter uma doença grave, o físico não se abateu e fez do seu trabalho um momento único. ‘Minha deficiência não foi um impedimento sério para meu trabalho’. Não importa o quanto a vida pareça difícil. Você pode acabar perdendo toda e qualquer esperança quando não tem a capacidade de se desafiar e vencer.





10) “O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, é a ilusão do conhecimento”

Não se pode acreditar que já sabemos o suficiente. É preciso se permitir também a aprender. Stephen Hawking foi, com certeza, um exemplo para a humanidade. Nos deu ciência, bom humor e capacidade de aceitação.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo Educacional
Criação: Cláudio Almeida


Diretores e gestores de diversas instituições de ensino têm buscado soluções eficientes para aumentar a taxa de retenção dos alunos. Afinal, não adianta captar novos estudantes e não conseguir conservar os antigos, certo?


Se você está vivenciando esse dilema, saiba que boas (e certeiras) estratégias podem garantir a satisfação permanente dos alunos. Para ajudá-lo, separamos 06 dicas para você implantar na sua instituição de ensino. Acredite: elas são a base de um trabalho sólido, que você pode (e deve) aperfeiçoar sempre. Confira a seguir!

1-Tudo começa na captação

Você pode até pensar que essa primeira dica é desconexa – mas ela não é! Trabalhar a retenção desde a captação dos alunos é uma prática que gera bons frutos.


Vejamos: é natural que um estudante que entra em uma instituição de ensino queira concluir todo o percurso. Contudo, no decorrer do semestre – pelos mais diversos motivos – ele também pode optar por mudar de instituição ou, em último caso, trancar a matrícula.


Para evitar situações como essas, a dica é: no momento em que o estudante se matricular, exponha com clareza e objetividade todas as informações referentes à instituição de ensino. Converse sobre o curso, as disciplinas, os cronogramas semestrais ou anuais, as metodologias de ensino adotadas, a política de pagamento – aqui você também precisa informá-lo sobre possíveis reajustes de mensalidade -, entre outros assuntos pertinentes. Assim, você permite que o aluno tenha uma visão ampla da instituição, e consegue aliá-la à realidade dele.


2- Ofereça soluções para as dívidas

Quando falamos em retenção de alunos, um grande desafio é quando o estudante se encontra em uma situação de dificuldade financeira, tendo como solução paliativa interromper o curso. Cancelamentos por questões financeiros podem acontecer por: aumento da mensalidade que não condiz com o orçamento pessoal do aluno, desemprego, entre outros motivos.


Cabe à instituição estar apta a lidar com essa situação, tentando encontrar soluções que contribuam para a retenção de alunos – o que, sucessivamente, garantirá o sucesso da instituição.


São práticas necessárias nesse momento:


  • informe, durante a matrícula, todos os dados relacionados a pagamentos – dizendo ao aluno, por exemplo, os possíveis reajustes e cobranças extras ao longo do curso. Se preciso, faça uma simulação do valor da mensalidade após o reajuste. Assim, você irá contribuir para a organização financeira do estudante, permitindo que ele se prepare melhor para cumprir os compromissos financeiros.

  • mantenha uma política de inadimplência escolar bastante clara e a repasse para gestores, professores e demais integrantes da escola. Com isso, todos estarão a par das regras e conseguirão manter o mesmo discurso, sem divergência nas informações.

  • em hipótese alguma exponha o aluno credor! Leve sempre em consideração o histórico de pagamento e o atual momento do país.

  • Se possível, ofereça soluções paliativas, como descontos ou parcelamento de dívidas.

3- Invista em relacionamento

Para melhorar a retenção dos alunos, é primordial investir e incentivar bons relacionamentos. Afinal, estamos na era da informação, e todos querem se comunicar o tempo todo. Para fidelizar estudantes, você deve ter uma boa estratégia de relacionamento interno.

Utilize a internet a seu favor! Mantenha um canal de comunicação nas redes sociais – Fan Page, Twitter, Messenger -, crie ambientes virtuais de aprendizagem e invista em e-mail. Deixe claro aos alunos que existem formas de comunicação direta e resposta quase imediata.


Além disso, é importante que você desenvolva estratégias de relacionamento com os pais dos alunos. Para isso, disponibilize informações constantes sobre a instituição, cronogramas, eventos e assuntos relacionados à segurança do aluno.


4- Tenha atenção às necessidades dos estudantes

Ofereça a oportunidade dos estudantes se expressarem. Alunos, principalmente os mais jovens, querem ser ouvidos – e eles certamente darão preferência para uma instituição na qual suas vozes têm vez.


Disponibilize meios de comunicação para que os alunos possam fazer críticas (positivas e negativas), dar sugestões, avaliar materiais de apoio, enfim, serem ouvidos e representados. Essa atitude mostra que a sua instituição de ensino é uma via de mão dupla, na qual os dois lados têm força.


Além de criar uma ouvidoria para atender os alunos, também é importante que todos que trabalham na instituição estejam alinhados e engajados na tarefa de dar atenção ao que os alunos têm a dizer.


E atenção: prepare toda a equipe para tratar, de forma respeitosa, questões relacionadas a preconceitos e bullying (atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos).


5- Faça uma análise das transferências

Se um aluno decidir trocar a sua instituição de ensino por outra, analise o fato cuidadosamente. Acredite: isso pode ser muito proveitoso para promover ajustes e melhorias internas.


Faça uma análise do porquê da transferência. As respostas, quando relevantes, podem – e devem – melhorar a dinâmica da instituição de ensino.


Além disso, é importante tentar conhecer o local que o aluno escolheu para seguir com sua formação. Desse modo, é possível avaliar quais diferenças podem ter sido decisivas. Analise, por exemplo:


  • se o preço da mensalidade da outra instituição de ensino é menor;
  • como é a estrutura;
  • se a grade curricular é muito diferente;
  • qual tipo de metodologia de ensino é utilizada;
  • se as estratégias de relacionamento e comunicação são diferentes das suas.


Ao refletir sobre essas questões, será possível alterar aquilo que está causando a “fuga” do aluno e aprimorar a sua atuação como diretor, gestor ou líder.


6- Ofereça opções de monitoramento de presença

Um dos principais receios dos pais é saber se os seus filhos estão realmente frequentando a escola, certo?


Para oferecer a garantia de que os estudantes estão realmente nas dependências da instituição, implemente um sistema de monitoramento de presença. Essa supervisão pode acontecer em modo online ou por mensagens de celular, sendo compartilhada com os pais a cada entrada e saída do aluno.


E o engajamento?

Para engajar e reter os alunos, você também pode apostar em mobile learning. Muitas instituições de ensino têm investido neste formato de ensino-aprendizagem, aproveitando o fato de que os smartphones e tablets estão sempre à mão dos alunos. Além disso, os estudantes atuais querem uma experiência de aprendizado superior aos modelos tradicionais.  


Nesse contexto, o mobile learning permite que você trabalhe com videoaulas, e-books, podcasts, infográficos e outros recursos que tornam a experiência do aluno muito mais completa!


No Brasil, existem plataformas móveis que unem o conteúdo às necessidades da escola. Nelas, os professores podem acompanhar o desempenho de seus alunos e fazer a gestão do aprendizado.


Conteúdos mobile podem servir, inclusive, de apoio escolar para os alunos. Que tal oferecer uma disciplina de reforço a distância para os estudantes? Ou disponibilizar as gravações das aulas diárias, com algumas inserções de imagens e letreiros? Pense nisso!


Plataforma mobile

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e a medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo Educacional

Para quem gosta de vídeo games, passar horas jogando é algo normal. De acordo com pesquisas, uma pessoa gasta em média três bilhões de horas por semana jogando no computador ou em um vídeo game de forma espontânea. O objetivo? Apenas por diversão, por obstinação em alcançar a finalidade do jogo ou até mesmo para garantir itens e todas as recompensas disponíveis no game.

Não é de hoje que os jogos atraem e motivam as pessoas. O gosto pelos games transcendeu a diversão e fez com que usuários pensassem em formas de utilizá-los para auxiliar em tarefas cotidianas, como no trabalho ou no desenvolvimento de uma nova habilidade. Surgiu, então, o que chamamos hoje de gamification ou gamificação.


O que é gamification?


A definição gamificação está relacionada com o uso de ideias e mecânicas dos jogos em diferentes contextos (trabalho, estudo e capacitação). Os games de aprendizado geram diversos benefícios, como por exemplo, a melhora do engajamento de estudantes, pois aumenta o tempo de estudo fora da sala de aula de um modo divertido, tecnológico e através de conteúdo dinâmico.

Os jogos de aprendizagem consistem em utilizar técnicas, estratégias e o design de games para ensinar e entreter. Eles trazem o jogo para a realidade e com isso geram engajamento, produtividade, foco, determinação e outros, tornando usuários mais dispostos a atingir metas e objetivos em qualquer contexto. Por meio da gamification, é possível transformar rotinas de trabalho ou estudo, e fazer com que as pessoas se sintam mais inclinadas a se dedicar às tarefas e desafios que cada situação exige.


Jogando e aprendendo


Para especialistas, a experiência com a gamificação vai além do entretenimento e passa por pontos, como o da necessidade de competição, que é inerente a todo ser humano, os feedbacks instantâneos, a possibilidade de evolução rápida, e também a busca por recompensas e prêmios tangíveis. Tudo isso só é possível, pois quando se aprende dentro de um jogo, o usuário se vê diante de desafios o tempo todo e a maioria se sente extremamente realizada quando consegue conquistar o objetivo final que é obter conhecimento e conquistar o tão sonhado prêmio.

A lógica de gamificação baseada em um sistema de desafios, acúmulo de pontos ou desbloqueio de recompensas, faz com que o usuário se sinta muito mais motivado a continuar aprendendo e correndo atrás de bons resultados.

O sentimento de constante evolução e a noção de competição com os outros também irão aumentar sua vontade de continuar aprendendo. E é justamente este conceito que faz com que os estudantes queiram melhorar cada vez mais.


Como escolher uma plataforma de gamificação?


Existem atualmente no mercado diversas plataformas tecnológicas capazes de fornecerem estratégias utilizadas em jogos e até mesmo conteúdo de acordo com as disciplinas lecionadas. Porém, para adquirir uma plataforma assertiva, é muito importante que a instituição de ensino ou empresa prefira uma tecnologia que ofereça uma mecânica de jogo alinhada com o perfil do usuário que ela quer atingir.

O game precisa identificar quais habilidades o usuário deverá desenvolver, quais deverá testar, quais os indicadores usados para medir esse progresso, e o mais importante de tudo, o jogo precisa estar alinhado aos objetivos da empresa. É importante se perguntar o que os jogadores terão alcançado ao terminá-lo, e o que ele poderá alcançar ao se entregar verdadeiramente à experiência do game. Se estas propostas forem bem trabalhadas, o jogo terá valor real para os usuários.

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