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Criação: Cláudio Almeida

Quem é o Designer Instrucional e por que essa profissão é imprescindível para a educação a distância?


Talvez você desconheça o assunto e a profissão. E isso é bastante compreensível, principalmente se você não trabalha no ramo da educação. Afinal, o Design Instrucional é considerado como uma área nova no Brasil e, por isso, é desconhecido por muitas pessoas.


Entretanto, quando começarmos a falar de forma mais detalhada sobre o assunto, você certamente descobrirá que estamos falando de algo que já existe faz tempo, mas com outros focos de atuação.


O grande
boom do Design Instrucional nas últimas décadas decorre do crescimento das novas tecnologias e da evolução no processo de ensino-aprendizagem.


Para começar, vamos compreender o conceito de
design e, na sequência, instrucional.


A palavra inglesa
design refere-se ao processo de dar origem e elaborar um projeto. Portanto, compreenda design como projeto, como um processo de idealização, criação, desenvolvimento, concepção e configuração de algo para o consumo, em todas as fases e especificidades.


Já o termo
instrucional (oriundo do termo americano instructional) significa ensino, em português.


Portanto, podemos dizer que
Design Instrucional é o processo de desenvolver projetos de ensino. Nesse contexto, o Designer Instrucional é o responsável e principal executor desses projetos, participando ativamente da mediação entre educação, tecnologia, comunicação, produção e gestão. Para simplificar, podemos dizer que o Design Instrucional pretende facilitar a experiência de aprendizagem do aluno em um curso ou treinamento.


Apesar de ser uma área de atuação bastante ampla, os Designers Instrucionais, sem exceção, têm um ponto em comum:
trabalham em prol da educação.


De resto, o mercado engloba vários tipos de profissionais, que são geralmente reconhecidos por suas diferentes formas de atuação, que podem variar de acordo com o tipo de mídia que irá prevalecer no conteúdo em que atuam. Por exemplo: um Designer Instrucional que trabalha com materiais impressos ou com treinamento presencial atua diferente de um
DI que trabalha com mobile learning. Neste artigo, focaremos nos profissionais de DI que atuam e gerenciam projetos de cursos on-line.



POR QUE DESIGN INSTRUCIONAL É IMPORTANTE?


A educação a distância (EAD) está presente em nossas vidas há muito tempo. No entanto, somente a partir da evolução dos computadores e da internet é que a modalidade de ensino evoluiu de forma significativa. Só para ter uma ideia: de acordo com uma pesquisa da SAGAH em parceria com a Educa Insights, divulgada em 2016,
a educação a distância tende a superar o ensino presencial no Brasil a partir de 2023.


São várias as razões para apostar na educação a distância como a modalidade de ensino do futuro. Afinal, ela apresenta inúmeras vantagens. Muitas destas estão relacionadas à flexibilidade de estudo, economia de recursos financeiros e pedagogia inovadora. Entretanto, fazendo uma análise de alguns conteúdos on-line disponíveis no mercado, podemos observar que ainda falta planejamento e conhecimento quanto ao processo que surgiu para facilitar a aprendizagem de múltiplas pessoas. Com isso, erros que poderiam ser evitados são cometidos.


Além dos fatos mencionados, muitas instituições de ensino e empresas priorizam o baixo custo e fazem a pura e simples transposição do modelo tradicional para o mundo digital, ignorando, por exemplo, que cada pessoa aprende melhor de forma diferente. Vejamos: enquanto algumas pessoas absorvem todo o conteúdo realizando uma leitura, outras aprendem melhor por meio de videoaulas ou áudios.  


Para a nossa sorte, existem instituições de ensino e empresas que de fato se preocupam com a educação a distância. Elas trabalham para garantir o que há de melhor no EAD no que diz respeito à capacitação e desenvolvimento de habilidades e competências de pessoas em geral, principalmente daquelas que veem na modalidade de ensino a oportunidade de estudarem de forma dinâmica, por meio de diversas mídias, aproveitando o tempo livre para aprender onde e quando quiserem.


Além das instituições de ensino e empresas que se preocupam com a educação a distância, também existem profissionais
qualificados para facilitar o processo de ensino-aprendizagem na modalidade, tornando a experiência mais interessante e proveitosa. Um desses profissionais, conforme você pode imaginar, é o Designer Instrucional, que garante a transferência da informação com clareza, a retenção do conteúdo, o desenvolvimento de habilidades e a eficácia no uso dos recursos tecnológicos.


Como afirma a autora Andréa Filatro, em seu livro “Design Instrucional Contextualizado: Educação e Tecnologia”, o Design Instrucional corresponde à “ação intencional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a utilização de métodos, técnicas, atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas específicas, a fim de facilitar a aprendizagem humana a partir dos princípios de aprendizagem e instrução conhecidos”.


Ou seja, o Design Instrucional é uma peça importantíssima para a educação moderna e virtual. Afinal, ele prima pela incorporação de ferramentas e atividades que permitam o exercício da autonomia do aluno, objetivando enriquecer o processo de ensino-aprendizagem.


Neste contexto, o Designer Instrucional deve compreender a proposta do conteúdo educacional, entender o objetivo da instituição de ensino ou da empresa (em casos de treinamentos) e dialogar com os demais integrantes da equipe multidisciplinar envolvida na construção do projeto, chamando a atenção quanto às possibilidades de empregar os recursos tecnológicos, os materiais propostos (textos, áudios, videoaulas, infográficos) e os recursos de avaliação do curso ou da disciplina.



BREVE HISTÓRIA DO DI


O primeiro curso a distância do mundo é de autoria de Isaac Pitman. O educador lançou em 1860, na Inglaterra, o primeiro curso via correspondência, com o intuito de oferecer formação para pessoas que, por motivos geográficos e econômicos, não podiam ir aos centros de ensino tradicionais.


No entanto, a modalidade de ensino só passou a ganhar destaque durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse período, o governo dos Estados Unidos criou, a partir de uma equipe multidisciplinar, um processo para organizar técnicas de treinamento para os seus soldados se preparem bem para os confrontos e para manusear os equipamentos de guerra.


Depois dos excelentes resultados obtidos pelos soldados norte-americanos, os pesquisadores começaram a estudar a técnica utilizada e, posteriormente, a fazer novos experimentos para deixar o processo de ensino-aprendizagem mais eficiente. Assim, a metodologia de ensino-aprendizado passou a ser adotada em vários segmentos, como indústria, comércio e forças armadas. Já as instituições de ensino relutaram para aceitar e adotar a nova metodologia, retardando o processo de ensino em termos pedagógicos.


Mas, com o avanço tecnológico, a educação a distância evoluiu a ponto de ser apontada como a metodologia de ensino do futuro – e o Design Instrucional passou a ser peça-chave para o segmento.


CONCEITOS IMPORTANTES


Para conseguirmos entender todas as premissas do Design Instrucional, precisamos conhecer alguns conceitos importantes que estão atrelados à área como um todo.
Confira!


A pedagogia, a andragogia e a heutagogia visam à construção do conhecimento, na qual o próprio estudante consegue buscá-lo e construí-lo de maneira científica e estimulante. As premissas de cada uma delas estão associadas a alguns pressupostos básicos.


– Pedagogia:
está associada ao professor, pois ele é o responsável por propor e conduzir todo o processo de aprendizado, selecionando os conteúdos que serão aprendidos e a metodologia que será aplicada ao longo de um curso ou disciplina.

Na origem da palavra, pedagogia significa ensino de crianças e, atualmente, todos os seus conteúdos são destinados ao público infantil.


– Andragogia:
é o contraposto da pedagogia. Ou seja: a andragogia é a ciência de orientar adultos a aprender, utilizando os métodos adequados para ensiná-los. Na andragogia, o adulto, através da mediação do professor, precisa entender o porquê do aprendizado e qual o ganho que terá com o processo.


– Heutagogia:
bastante utilizada no ensino a distância, ela pode ser definida como um processo de autoeducação. Ou seja, o próprio aluno é responsável por organizar o seu processo de aprendizagem.

O Designer Instrucional precisa criar uma base de conhecimento a respeito de todos esses conceitos para conseguir trabalhar cada conteúdo de forma eficiente, de acordo com o público-alvo em questão.



BASES E FUNDAMENTOS DO DI


Os princípios, conceitos, processos e teorias de Design Instrucional fundamentam-se em diversas áreas do conhecimento. Entretanto, todos eles têm como principal objetivo desenhar projetos que propiciem o processo de ensino-aprendizagem.


De acordo com Filatro (2008), o DI envolve os seguintes campos do conhecimento:


Ciências Humanas:
influenciam na medida em que apresentam conhecimentos a respeito do processo de aprendizado, do comportamento das pessoas em todos os seus aspectos (social e cognitivo). Nessa área do conhecimento também estão as teorias de aprendizagem.


Ciências da Informação:
apresentam as bases para o trabalho com diversas mídias audiovisuais, fazendo com que o Design Instrucional de um conteúdo seja desenvolvido de formas diferenciadas para cada tipo de mídia – já que cada uma delas exige tratamento diferenciado da informação.


Ciências da Administração:
proporcionam o apoio necessário ao DI para gerenciar projetos educacionais, organizar atividades, coordenar equipes multidisciplinares, entre outras atividades.

Com todos esses campos do conhecimento, é possível encontrar bases e fundamentos para as ações do DI (sejam elas simples ou complexas, em níveis de atuação micro ou macro). Com eles, o Designer Instrucional consegue integrar todas essas ciências em prol do planejamento, organização e desenvolvimento de eventos educacionais eficazes.


CONCLUSÃO


Educação a distância, Design Instrucional e tecnologias são temas amplos e que envolvem vários conceitos importantes para o melhor entendimento da atividade. Para trabalhar como Designer Instrucional, é essencial conhecer as bases, os conceitos e os fundamentos da profissão, bem como sua evolução histórica.


Atualmente, no Brasil, ainda não existe um curso de graduação específico para essa função. No entanto, existem especializações e cursos livres. Independentemente se você quer se especializar na área ou contratar um Designer Instrucional para criação de algum material didático, saiba que as atividades são bastante complexas e não podem ser executadas por qualquer um!

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Criação: Cláudio Almeida

Acredito que a melhor forma de apresentar as diretrizes para a criação de conteúdo mobile seja por tópicos. Portanto, neste artigo, tentarei mostrar da maneira mais didática possível como desenvolver um curso – desde o planejamento, passando pela elaboração do conteúdo até a sua publicação ( e partindo da ideia de que você já definiu o assunto que irá abordar).

PORÉM

Vale destacar que, em empresas de educação mobile, o responsável pelo planejamento e desenvolvimento de conteúdos, pela seleção de materiais e organização das informações é o conteudista – de modo geral.

Todo esse conteúdo serve como base para a elaboração do material pedagógico e, consequentemente, para a construção do curso mobile (aulas textuais, exercícios, videoaulas, podcasts, e-books, etc.). Essa segunda etapa é realizada por um designer instrucional, também conhecido como design educacional (profissional responsável por facilitar o processo de educação e aprendizagem, utilizando, para isso, um conjunto de técnicas, métodos e recursos). Em breve, faremos um post sobre  o assunto.

Contudo, mesmo que você não tenha um profissional da área da educação em sua equipe, isso não te impede de elaborar conteúdos eficazes, na base do faça você mesmo. Sem mais delongas, acompanhe a seguir como desenvolver o seu curso mobile!


#PLANO DE CURSO

O Plano de Curso é a primeira etapa do projeto, e é uma das partes mais importantes de um conteúdo educacional. O documento deve apresentar o objetivo geral, os objetivos específicos, os conteúdos, as metodologias, os procedimentos e as técnicas que serão utilizadas no processo de ensino-aprendizagem do curso.

O Plano de Curso deve conter, no mínimo, as seguintes orientações: nome do curso, objetivo geral, objetivos específicos, títulos dos módulos, títulos das aulas e o plano de mídia. Confira o passo a passo para você elaborar um plano de curso!

  • Nome do curso: todo curso precisa de um tema principal. Escolha um nome que desperte o interesse do aluno. Em se tratando de conteúdo mobile learning, o título deve ser o mais curto e objetivo possível. Mas, lembre-se, ele deve refletir todo o conteúdo do curso.  

Exemplo: Técnicas de Negociação

  • Objetivo geral: aqui, você deverá inserir o que se pretende atingir com o curso. O texto deve ser redigido de forma clara e no tempo infinitivo (capacitar, descrever, ampliar, analisar, descobrir). Importante: o objetivo geral deve ser alcançável!

Exemplo: Este curso tem por objetivo desenvolver estratégias de negociação como forma de lidar com situações de conflitos e influenciar o ambiente organizacional.  

  • Objetivos específicos: são os passos adicionais que irão colaborar para que o curso alcance o objetivo geral. Para elaborá-los, você também pode utilizar verbos no infinitivo.

Exemplo: 1- Identificar os conceitos de negociação. 2- Identificar os fatores envolvidos no processo de negociação. 3- Identificar as etapas do processo de negociação. 4- Capacitar o aluno para gerenciar os conflitos nos casos de impasse na negociação.

  • Carga horária: defina quanto tempo o aluno precisará se dedicar aos estudos. Para isso, é necessário considerar o tema do curso (simples ou complexo), o tempo de execução de cada atividade (aulas textuais, videoaulas, podcasts, exercícios, prova final), além do tempo necessário para releitura do material, se necessário.

Lembre-se: por se tratar de um curso para dispositivos móveis, o aluno  certamente não deseja passar muitas horas à frente de uma tela pequena lendo textos, assistindo videoaulas ou ouvindo podcasts extensos após um dia cansativo de trabalho.

Exemplo: o curso terá duração de 10 horas, distribuídas em 04 módulos, de 05 aulas cada.

  • Metodologia de ensino: geralmente, a metodologia de ensino para um curso mobile é autoinstrucional. Ou seja: é um curso autoexplicativo. Nesse modelo, o aluno tem liberdade nos estudos e não depende diretamente de outros profissionais (professor ou tutor) para aprender – a não ser pela seleção e elaboração de um bom material de ensino. Assim, o aluno não tem obrigação de cumprir horários pré-estabelecidos de estudo, o que possibilita maior flexibilidade de estudo.

A metodologia autoinstrucional exige que o aluno reflita e entenda sobre o conteúdo antes de passar para outro módulo. O aprendizado é acontece por meio de vários recursos: vídeos, podcasts, hiperlinks, artigos, sempre mediados pelo ambiente mobile.

Nesta metodologia de ensino, é importante que o aluno faça uma prova ao final do curso. Atividades não avaliativas, como exercícios ao final de uma aula ou de um módulo, também são disponibilizados para que o usuário coloque em prática o que aprendeu.

Atenção! Como você pode imaginar, um curso autoinstrucional exige muito cuidado em sua elaboração para que tudo aconteça dentro do previsto.

  • Recursos metodológicos: defina os recursos que serão utilizados no seu curso – aplicativo, textos, e-books, videoaulas, podcasts, infográficos, gamificação, storytelling.  Destaco 05 destes recursos abaixo:

– Aplicativo: desenvolvido sob medida para dispositivos móveis, pode combinar aulas textuais, conteúdos multimídia (videoaulas e podcasts), gamificação e mecanismos para interação entre os alunos (chats, fóruns, comentários.).

Caso você não tenha conhecimentos técnicos e habilidades em design e em criação de software para desenvolver o seu próprio aplicativo, saiba que existem plataformas para ajudá-lo nesta árdua, porém indispensável tarefa. A mLearn Educação Móvel possui uma plataforma para criação de aplicativos educacionais móveis bastante flexível, onde você poderá utilizar todos os recursos metodológicos que irá desenvolver para o seu curso.

Um aplicativo é composto por duas etapas:

– painel administrativo: local onde serão inseridos, editados, formatados e publicados os conteúdos do seu curso. O acesso ao painel administrativo é feito por meio do navegador de internet. Nele, também é possível publicar os Termos e Condições de Uso, FAQ (Perguntas Frequentes) e demais informações que serão exibidas no aplicativo para o usuário final.

– aplicativo para smartphone: o usuário faz download do aplicativo no Google Play (sistema operacional Android) e Apple Store (sistema operacional IOS). O app é instalado no smartphone ou tablet do usuário. Quando o aluno entra no app e faz algumas ações, o aplicativo se conecta ao painel administrativo para buscar os conteúdos publicados.

– Videoaulas: recurso didático que utiliza o vídeo como forma de transmissão do conteúdo. Com imagens e som, é possível se aproximar do público-alvo – acredite! As videoaulas são capazes de prender a atenção do aluno, fazendo com que ele se engaje mais com o assunto, além de tornar  a absorção do conteúdo mais fácil, estimulando o raciocínio.  

Para criar as suas videoaulas é imprescindível elaborar roteiros. Para isso, você pode utilizar uma estrutura semelhante a essa:


Para conseguir engajar o seu público-alvo, aposte no visual limpo (atenção para não poluir as videoaulas com muitas artes e letreiros), na interação e em cenas fora do estúdio.  Se possível, exemplifique o que está sendo dito.

Utilize diálogos reais. Se possível, crie um personagem, pois isso causa maior empatia nos alunos.: “João tentou negociar com Maria a compra de um imóvel. No entanto, os dois não chegaram a um acordo por…”.

Atenção! A abertura da videoaula não pode ser longa. Quanto maior o tempo da introdução, maior será a chance do aluno ficar disperso.

 

Podcast: arquivo de áudio digital com o conteúdo abordado na aula, em uma linguagem clara, objetiva, típica dos programas de rádio.

 

E-book: arquivo textual, em formato digital. Ele pode ser a versão para download da sua aula textual ou pode conter conteúdos complementares ao que está sendo abordado na lição. O formato mais comum para este tipo de arquivo é o PDF.

 

– Gamificação: é a utilização de elementos de jogos na educação – como missões ou desafios -, que funcionam como “combustíveis” para a aprendizagem. Outras alternativas são utilizar pontuação e prêmios ou definir personagens e cenários específicos.

 

  • Definição dos módulos: são as divisões onde se encaixam as aulas. Os módulos são apenas cabeçalhos que indicam o que virá nas aulas a seguir. Eles têm por objetivo dividir melhor o curso por etapas, facilitando, assim, o progresso do aluno.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação

Módulo 02: O que é Preciso para Saber Negociar?

Módulo 03: Gestão de Conflitos

Módulo 04: Negociação de Prazos


  • Definição das aulas: é nesse momento que você irá definir o conteúdo programático ligado ao tema de cada módulo do curso. É importante conectar as aulas da forma mais natural possível, de modo que os alunos sintam que estão evoluindo.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação.

Aula 01: O que é Negociação?

Aula 02: A Importância da Negociação

Aula 03: Características dos Negociadores de Sucesso

Aula 04: O Processo da Negociação

Aula 05: Tudo Pode ser Negociado


  • Dinâmica do curso: como o aluno irá interagir com o curso? Nesta etapa, você deverá explicar a dinâmica do curso por meio de texto ou esquema.
  • Plano de Mídia: aqui, você deverá indicar as aulas que receberão os recursos multimídia, seus formatos (vídeos, podcasts…) e estimativas de duração.


Observação:

1- O Plano de Curso é flexível. Isso significa que ele poderá ser alterado ao longo da elaboração do curso.  

2- Você também pode inserir o cronograma e o levantamento dos custos que terá para elaborar o curso.  



Quer conhecer o segundo passo para a produção de conteúdos mobile? Aguarde a terceira parte do nosso artigo.  Se ainda não leu a primeira parte, clique aqui e conheça os motivos para criar conteúdos mobile!

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