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mLearn, Sem categoria, Treinamento, Treinamento Corporativo

O treinamento in company é a tendência atual quando o assunto é investir na capacitação de funcionários. Trata-se de um programa de treinamentos desenvolvido dentro da própria empresa e voltado para as dificuldades e rotinas exclusivas do negócio.


A maior vantagem desse método é sua especificidade, ou seja, capacitar o funcionário nas competências que realmente farão a diferença na sua rotina de trabalho. Para implementar um programa como este, no entanto, o ideal é contratar uma empresa de cursos e treinamentos.


Garantia de qualidade, experiência e resultados são algumas das vantagens de apostar em uma empresa especializada. Contudo, é preciso saber escolher. Saiba o que observar na hora de escolher uma empresa de treinamentos corporativos!

Experiência de mercado


A primeira característica que você deve buscar em uma empresa de cursos e treinamentos é a experiência de mercado. Quanto mais tempo elas têm de atuação, maior é a capacidade de identificar oscilações, lidar com mudanças e adaptar-se conforme as demandas.


Isso faz toda a diferença na hora de prever problemas, identificar obstáculos e adaptar-se às necessidades que são exclusivas daquele ramo. Facilita o processo de criar cursos para empresa com conteúdo exclusivo e de qualidade, por exemplo.

Equipe de profissionais


Outro fator fundamental em uma boa empresa de treinamento in company é a formação de sua equipe profissional. É importante que a equipe seja composta por especialistas em diversas áreas, como gestão, educação, tecnologia, entre outras.


Dessa forma, a empresa contratada pode garantir que irá levar em consideração todos os aspectos que os cursos para empresa precisam ter, tais como adequação às tendências de mercado, métodos de ensino eficazes e plataformas de acesso facilitado.

Metodologia


Antes de contratar uma empresa de cursos e treinamentos, conheça também os métodos oferecidos. Ela deve estar alinhada com as tendências em treinamento in company e oferecer opções flexíveis para adaptar os cursos às possibilidades da sua empresa.


A plataforma mLearn, por exemplo, disponibiliza conteúdo exclusivo e em diversos formatos. O funcionário pode utilizar o método que melhor se adapta ao seu estilo de aprendizagem, compartilhar conteúdos com colegas e acessá-los sempre que precisar.


Assim, o curso otimiza ao máximo o tempo disponível para treinamento e a qualidade do aprendizado. Além de favorecer, também, a comunicação e a integração entre as equipes de trabalho e com os gestores.

Recomendações e referências

Um método bastante tradicional, mas que ainda funciona muito bem para avaliar a qualidade de uma empresa antes de contratar seus serviços são as recomendações. Muitas vezes a própria empresa de cursos e treinamentos oferece essas informações.


Descubra quem já foi cliente dessa empresa e quais foram os resultados obtidos. Se possível, entre em contato com os clientes para questionar sua satisfação com o método e o custo-benefício da contratação. Quanto mais referências no mercado, melhores as chances de sucesso no investimento.

Resultados


Por fim, a empresa de cursos e treinamentos deve ser capaz de demonstrar sua capacidade de gerar resultados. Muitas vezes as plataformas de ensino permitem que você observe a evolução dos funcionários ao longo dos cursos, mas isso não é o suficiente.



Procure uma empresa que aplique um modelo de avaliação de treinamento. Esse é um processo paralelo que demonstra os resultados obtidos pela aplicação dos cursos para empresa. Dessa forma, antes mesmo de contratar você já sabe que verá os resultados do investimento.



Uma boa empresa de cursos e treinamentos oferece mais do que qualificação. Ela garante uma estratégia de mercado bem-sucedida com resultados visíveis e retornos valiosos.

A mLearn oferece tudo isso por meio de uma plataforma atual e acessível. Entre em contato conosco e faça já seu plano de treinamento in company!

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Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, mLearn, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

O aumento da competitividade no mundo corporativo tem feito com que fatores como capacitação e especialização se tornem essenciais, não só para profissionais, mas para as empresas que visam cada vez mais o sucesso de seus negócios.

O que muitas companhias têm percebido ao longo dos anos é que o treinamento e o desenvolvimento de seus colaboradores devem fazer parte do planejamento estratégico da organização, e que uma boa gestão de pessoas nunca foi tão crucial para se alcançar resultados positivos.  

A qualificação profissional possui um grande diferencial competitivo por duas razões principais: a primeira está relacionada a importância de formar profissionais com o perfil da empresa, para atuarem em cargos e atividades específicas e determinantes. Já a segunda, é decorrente da escassez de mão de obra devidamente qualificada no país.





Diante desse cenário, surgiu o conceito de educação corporativa que é a forma como as empresas encontraram para implementar uma cultura de aprendizagem contínua entre as equipes, seja por meio de ferramentas teóricas e práticas, que visam explorar o conhecimento de todos. O objetivo é criar um compartilhamento de trocas de informações para que uns possam aprender com os outros, e consequentemente solucionarem problemas.


Ainda dentro deste cenário, muitas empresas têm identificado que não basta apenas treinar colaboradores para que adquiram mais qualificação, mas que é preciso desenvolvê-los através de treinamentos dinâmicos, e capacitá-los para novos desafios. Assim, o conceito de mobile learning, por exemplo, tem ganhado destaque e a atenção das equipes de RH das empresas. Profissionais capacitados através de treinamentos práticos e inteligentes costumam ser mais motivados, não se abalam facilmente com os conflitos e as pressões do dia a dia, são mais flexíveis e colaborativos, compartilham ideias, experiências, incentivam e, principalmente, trabalham em prol de um propósito maior.

Tipos de treinamentos e inovações do setor



Com novas tecnologias cada vez mais presentes no dia a dia dos colaboradores, as empresas estão se adaptando a diferentes formatos de treinamentos, que sejam práticos e eficientes. Porém, especialistas ressaltam a importância das empresas verificarem antes de escolher uma abordagem de treinamento, o que já está sendo utilizado e o que traz retornos mensuráveis. Entre as principais novas metodologias práticas, inovadoras e que vêm revolucionando a forma como as empresas têm capacitado seus profissionais destacam-se:

Mobile Learning

Este conceito, que tem sido muito utilizado nos últimos anos, consiste na adaptação da aprendizagem através de smartphones, tablets, dispositivos móveis e aplicativos. Entre sua principal vantagem está a disponibilidade de treinamentos a qualquer hora do dia e o ensino através de multiplataformas que ajudam as empresas a diminuir os treinamentos presenciais. Além disso, o mobile learning permite que os colaboradores utilizem seu tempo livre para se capacitar, motivando-os e garantindo uma atualização completa da empresa.

Gamificação

A gamificação tem tido um forte impacto no aprendizado corporativo e já tem mostrado resultados práticos e bem assertivos. Muitas empresas têm avaliado este método como uma abordagem extremamente eficaz quando bem aplicada. Neste formato de treinamento os jogos incorporam elementos de competição, recompensas e feedback, tornando-se mais propensos a manter os colaboradores entretidos e interessados por mais aprendizagem. Entre seus benefícios está o alto poder de engajamento e receptividade.


Vídeos online e interativos

Os vídeos são tidos como um dos principais novos meios de treinamentos dentro das organizações. Prático e com objetivo de tornar o aprendizado mais empático, esta técnica já tem sido explorada inclusive através de formatos em 360°. De acordo com especialistas, a experiência de treinamentos com vídeos, torna os mesmos mais envolventes e o expectador mais confiante já que passa a ter o controle sobre o que será consumido. No meio corporativo, essa ferramenta pode ser aplicada das mais diversas formas, tanto para aumentar a sensação de realidade no treinamento quanto para tornar o aprendizado mais assertivo.


Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada para o aprendizado

Este conceito vem sendo fomentado, principalmente entre as empresas que já possuem experiência em seus treinamentos com a gamificação. O objetivo dessas organizações é utilizar a realidade aumentada para engajar e tornar a jogabilidade ainda mais real. Apesar de sua viabilidade ainda ser restrita, a realidade virtual poderá ser adotada e bem aplicada em áreas de treinamento onde existam perigos ou insegurança para os colaboradores, como áreas da saúde e segurança, onde o VR poderá simular situações semelhantes aos encontrados em campo.

Conclusão



Atualmente, muitos estudantes e profissionais contam com mecanismos de buscas, seja para estudar ou se capacitar, além de estarem cada vez mais adeptos a cursos online para se atualizar. Este cenário tem feito com que a utilização de plataformas online para aprendizado, principalmente dentro das organizações continue em alta. A tendência é que esses treinamentos inovadores estejam presentes em mais da metade da força de trabalho nas empresas.

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1- Introdução

 

Se você ainda acredita que o futuro é a mobilidade, é melhor repensar o seu discurso. Essa mudança já aconteceu e hoje pode ser mostrada em números. Veja! De acordo com a companhia de análise independente StatCounter, o consumo de internet a partir de dispositivos móveis superou o uso por meio de computador em 2016. O tráfego a partir de smartphones e tablets em outubro do ano passado foi de 51,2% enquanto o computador ficou em 48,7%.

E se ainda não estiver convencido, outros dados podem comprovar o que estamos afirmando: de acordo com um relatório da GSMA – entidade que representa os interesses das operadoras móveis de todo o mundo -, o Brasil é o país com mais smartphones conectados à internet da América Latina. São 234,5 milhões de conexões sem fio (wi-fi) no país no terceiro trimestre do ano, sendo 73% a partir destes aparelhos e 35% utilizando tecnologia 3G/4G.


 


Sim, o tal futuro mobile já é algo consolidado. E, com essas mudanças, os dispositivos móveis alinhado às novas tendências tecnológicas têm projetado cada vez mais o mercado de dispositivos móveis. E, acredite, o segmento de mobile learning tem sido um dos percursos para estes novos formatos de tecnologia. E o conceito de mobile first, por exemplo, que consiste em projetar um site primeiro para dispositivo móvel e depois ajustá-lo para desktop, já é uma estratégia bastante utilizada para quem trabalha em projetos de ensino a distância.

Se você deseja acompanhar a revolução digital em seus projetos educacionais, seja bem-vindo, você está no lugar certo. Neste artigo, iremos mostrar como o mobile first  poderá otimizar o tempo gasto em seus trabalhos e reduzir custos.

 

2- Porque Considerar o Mobile First em projetos EAD

 



O processo de desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade está cada vez mais acelerado. Novos recursos são inseridos quase que diariamente no mercado, e não demoram para tomar conta do nosso cotidiano. Smartphones, tablets, notebooks, entre outros dispositivos móveis, estão presentes em nossas atividades diárias, principalmente para se comunicar, compartilhar informações e aprender por si mesmo; ou seja, para adquirir conhecimentos, valores e habilidades por conta própria, sem a necessidade de estar em sala de aula e sendo acompanhado por um professor. 

Desta forma, hoje, é impossível tratar a tecnologia de forma superficial; é preciso utilizá-la em prol da educação, como recurso facilitador de absorção de conhecimento, capaz de influenciar diretamente o sucesso dos alunos. Sendo assim, graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet no Brasil, o mobile learning (educação/aprendizagem móvel) vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.




Contudo, a educação a distância levanta inúmeros desafios para a produção de conteúdos multidispositivos. Já que não basta digitalizar textos e inseri-los em uma plataforma online qualquer. É imprescindível elaborar conteúdos objetivos, acessíveis, flexíveis e interativos, planejados para serem acessados em dispositivos móveis, para melhorar a experiência do aluno com o aprendizado, gerar engajamento e reduzir custos com o projeto. 

Isso porque quando um projeto educacional é desenvolvido primeiro para desktop, a versão mobile precisa passar por várias adequações nos elementos para que tudo funcione corretamente no celular. Com isso, em alguns casos, muitos itens são removidos para que o site funcione bem em smartphones e tablets, por exemplo, e a experiência de usabilidade do aluno pode ser comprometida.

Quando este processo é realizado ao contrário, ou seja, o projeto educacional é pensado e elaborado primeiro para dispositivos móveis, é mais fácil ajustá-lo para o computador, pois o excesso de informações foi eliminado antecipadamente. Você terá apenas o trabalho de enriquecer a experiência do aluno.

No entanto, vale destacar que um projeto educacional a distância mobile first traz alguns desafios para o designer instrucional, desenvolvedores e designer, como: telas touchscreen, conexão móvel muitas vezes limitada, análise do comportamento dos usuários e tamanho da tela reduzido, que podem variar de 4 a 6,3 polegadas.




Sendo assim, a equipe responsável pelo projeto educacional precisa redobrar a atenção com relação a arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade do usuário. Ou seja, a prática do mobile first leva os desenvolvedores, designers e designer instrucional a pensarem em quais elementos são prioridades na exibição para o usuário e quais podem ser descartados, dando maior foco ao conteúdo que o usuário irá consumir quando estiver utilizando um pequeno dispositivo. Com isso, a tendência é que os projetos de EAD sejam mais limpos, bonitos e funcionais.

Uma das formas de testar a usabilidade dos projetos (seja na versão web ou em plataformas de EAD) é solicitar que algumas pessoas, com perfil semelhante do seu público-alvo, tente executar tarefas no site ou plataforma, tais como: acessar uma aula ou videoaula, voltar para a home, fazer um exercício, etc. Depois, basta coletar as opiniões das pessoas e analisar onde é possível melhorar e o que deve ser mantido.

 

3- Conclusão






Conforme vimos, para quem atua no segmento de ensino a distância, usar o mobile first para desenvolver projetos educacionais não é mais uma questão de pensar no futuro, mas sim de estar atento ao presente. Afinal, se o mundo inteiro está acessando a internet por dispositivos móveis, não é nada sensato pensarmos em desenvolver projetos educacionais online para serem acessados em computadores. O fato é que pensar primeiro em versões mobile, desfrutamos de várias vantagens, entre elas, podemos destacar:

  • melhor experiência de usabilidade;
  • eliminação do excesso de informações antecipadamente;
  • eliminação de recursos visuais pesados;
  • elaboração de interfaces mais agradáveis;
  • diminuição da taxa de rejeição por parte do usuário.

Além disso, o mobile first visa atrair e reter o públicos-alvo do seu projeto educacional, já que parte-se do pressuposto de que quem realiza um curso a distância ficará ainda mais satisfeito se puder estudar pelo smartphone.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Recursos Humanos, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Por que os seus treinamentos corporativos não estão dando resultados? Para descobrir o motivo, é essencial rever o planejamento e as ações executadas!

A empresa em que você trabalha e cuida do processo de T&D (Treinamento e Desenvolvimento) conta com bons funcionários, tem objetivos claros, oferece premiações atraentes e investiu no treinamento da equipe. Fez tudo certo, mas mesmo assim os resultados dos treinamentos técnicos e de desenvolvimento dos funcionários não melhoram. Se identificou com a situação? Então fique atento, pois algo está errado!

 

Para descobrir onde está o problema e como resolvê-lo, não tem jeito: é necessário rever o planejamento e reavaliar as ações executadas. Ao refazer todo o seu “percurso”, fica mais fácil identificar os pontos que estão prejudicando os rendimentos.




Para sair dessa “cilada”, confira agora os principais motivos para o treinamento corporativo  não estar funcionando, e como reverter cada um dos casos!

 

Treinamento com poucos resultados: Quais são as necessidades de treinamento e desenvolvimento?

 

O treinamento e desenvolvimento (T&D) tem por objetivo promover e maximizar as competências profissionais e pessoais dos colaboradores para as atividades desenvolvidas no trabalho.

 

Para desenvolver o T&D, é imprescindível entender o modelo estratégico da organização, quando e onde executá-los e mensurar e avaliar os resultados. Um treinamento corporativo, por mais simples que possa ser, não deve ser planejado do dia para a noite. Para que seja realmente eficaz, ele deve ser estudado, analisado e criado com tempo e cuidado. Afinal, é essa estratégia que vai orientar todas as ações das equipes.

 

Uma das principais etapas para o desenvolvimento de um planejamento de T&D é o levantamento das necessidades de treinamento. Você enquanto profissional de recursos humanos não têm o conhecimento específico de todos os departamentos da empresa, nem a vivência diária com todos, e, por isso, deve atuar em conjunto com o gestor de cada área. Para isso, tentem responder algumas perguntas:

 

1. Quais são as metas da empresa?
2. Quais são as competências a serem desenvolvidas?
3. Quais problemas precisam ser resolvidos por meio de treinamento?
4. Quais são os resultados esperados após o treinamento?

 

Quando for montar ou reavaliar o seu planejamento, lembre-se de considerar esse fator!

 

Treinamento com poucos resultados: Gaps

 

Você costuma analisar os gaps antes de desenvolver um treinamento? Não! Acredite, eles são importantes e podem comprometer os resultados do T&D.

 

Após realizar o levantamento das necessidades do treinamento, você, juntamente com os gestores de cada departamento, deverá detectar o Gap das competências que serão desenvolvidas.  

 

Mas o que é gap? No contexto de T&D, gap (lacuna) é a diferença entre o grau mínimo de competências e habilidades desejados pela organização e o grau de competências e habilidades que os colaboradores apresentam.

 

Vamos entender melhor: quando há diferenças, por exemplo, entre a expectativa da empresa e o que o colaborador apresenta em seu dia a dia na execução de suas atividades, temos um gap!




Para eliminar essas lacunas no processo, é essencial:

 

  • apurar a fundo as necessidades da empresa;
  • se o colaborador tem comprometimento com a qualidade;
  • se o colaborador tem uma comunicação interna e externa eficientes;
  • se o colaborador conhece bem os processos e as operações.

 

Treinamento com poucos resultados: Planejamento

 

Realizar um planejamento adequado para T&D é essencial para o sucesso do treinamento. É preciso pensar em quais são os reais motivos para treinar a equipe, assim será possível formar ações objetivas e conseguir alcançar bons resultados.

 

A etapa de planejamento visa atender às necessidades diagnosticadas na primeira fase,  estabelecendo:

 

1. O que será ensinado? (Qual será o conteúdo do treinamento?).
2. Por que esse conteúdo deve ser ensinado? (Qual é o problema que será solucionado?).
3. Quem deve aprender? (Quais pessoas precisam eliminar gaps de competência?).
4. Qual método de treinamento será utilizado? (Ead, presencial, etc.?).
5. Se o treinamento for presencial: onde deve ser ensinado? Quem irá ensinar?
6. Quando o treinamento será realizado? (Data e período do treinamento).
7. Quanto vai custar o treinamento? (Orçamento para a capacitação dos colaboradores).

 

Treinamento com poucos resultados: Métricas e indicadores

 

Se você não acompanha nem avalia os resultados da sua equipe, como identificará problemas e tomará decisões acertadas? Nós respondemos: isso não é possível!

 

Vamos aos conceitos! A métrica é uma informação bruta, e a maneira como lemos e interpretamos essa informação corresponde ao indicador.




Métricas e indicadores, então, são instrumentos estratégicos para mapear gaps e deficiências da equipe e, consequentemente, encontrar as razões e as saídas para esses obstáculos.

 

Treinamento com poucos resultados: Ferramentas

 

Pense em uma guerra: sem as armas e os instrumentos básicos, um exército não conseguirá vencer o confronto, certo? Da mesma forma é a equipe de colaboradores! Se ela não tem acesso a ferramentas para melhorar o trabalho, dificilmente conseguirá aprimorar os resultados.

 

Portanto, bons computadores, internet de alta qualidade, aplicativos e programas para organização das atividades, dos projetos e para a comunicação interna são importantes para aumentar a produtividade do time.

 

Treinamento com poucos resultados: Formato

 

Se você investiu no treinamento da equipe, mas, ainda assim, não conseguiu aumentar melhorar os resultados da empresa, calma lá! Antes de considerar qualquer capacitação como perda de tempo e dinheiro, reflita se o formato e o conteúdo do treinamento eram realmente adequados às necessidades da equipe.

 

Por exemplo: se o time precisa aprender a usar uma nova ferramenta de projetos, um treinamento que não oferece oportunidades de prática – com exercícios e aplicações reais – será pouco eficaz. Afinal, a situação exige que o aprendizado não fique apenas na teoria!

 

Por outro lado, se o tempo disponível para a capacitação é pequeno e variável, não é uma boa investir num curso presencial, já que ele exige horários fixos de estudo. Nesse caso, vale a pena oferecer treinamentos online, que oferecem flexibilidade de horário e local para os funcionários.

 

Também é essencial para ficar atento ao conteúdo de treinamento: se for longo e prolixo, ele tem poucas chances pequena de gerar engajamento e despertar o interesse dos colaboradores. Aposte na linguagem simples e objetiva – ninguém gosta de perder tempo!

 

Por fim, seja criativo: ao invés de utilizar textos infinitos, disponibilize vídeos, podcasts, infográficos e outros recursos que deixarão a capacitação mais dinâmica e motivadora. Você verá que, dessa forma, empresa e funcionários saem ganhando!




Aposte em mobile learning

 

O mobile learning (educação móvel) é uma modalidade de ensino e aprendizagem que tem sido bastante utilizado para oferecer treinamentos. O método de ensino-aprendizagem, que também só pode ser entendido como integração das tecnologias móveis (laptop, celular, tablets, etc.) no contexto educativo, apresenta infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação, permitindo que os colaboradores possam acessar os aplicativos a qualquer hora e em qualquer lugar, de forma bastante intuitiva.

 

O diferencial deste formato é o conceito de treinamento mais rápido, com conteúdos digitais dinâmicos, sem utilizar muitos recursos humanos, físicos e financeiros da empresa.

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Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

A maioria dos gestores sabe exatamente o que deve cobrar da sua equipe de vendas. Mas você já refletiu sobre o que não pode exigir dos colaboradores?


Introdução


A atuação de um gestor é essencial para o desenvolvimento de boas e grandes equipes e, consequentemente, para o sucesso de uma organização. Afinal, é o líder que irá contribuir diretamente para o desempenho do grupo.


Nesse contexto, existem inúmeras características e formas de gerir que podem ser cruciais para o êxito diante da equipe. De acordo com especialistas, se tornar um bom líder significa desenvolver colaboradores criativos, gerar autoconfiança, ser humilde e dispor sempre de flexibilidade.


Além disso, o cargo requer que o profissional seja um facilitador, com atitude e habilidade para lidar com diversas pessoas. Suas principais responsabilidades são ajudar o grupo a se desenvolver e a entender possíveis mudanças e vantagens, além de estimular a produtividade da equipe.


Gerir profissionais, contudo, não significa apenas criar uma empresa com boas estruturas ou padrões de procedimentos. O processo vai além! É muito importante, antes de tudo, que o gestor tenha habilidades suficientes para potencializar seus colaboradores e ajudá-los a alcançar resultados positivos. E o grande desafio dos novos líderes está em visualizar os pontos fracos de suas equipes e atuar em conjunto com elas para que ambos consigam mudar as rotas rumo ao sucesso.


Quando se trata de profissionais de vendas, o quesito motivação é o que deve receber mais atenção do gestor. Afinal, quem atua em vendas tem como principal objetivo vender mais todos os dias. Logo, lançar metas para equipes de força de vendas é essencial para que o gestor tenha controle dos resultados alcançados.


Mas diante desse cenário, qual a principal ferramenta que um gestor deve possuir? Como este poderá obter a melhor contribuição de cada um de sua equipe? Como ele poderá chegar até as pessoas e influenciá-las?


Neste artigo, iremos abordar as principais funções e responsabilidades que um gestor de vendas deve ter com seu time, além das ações que devem ser evitadas para que não surjam resultados negativos!




Afinal, o que você NÃO deve cobrar da sua Equipe de Vendas?


Oferecer um atendimento de qualidade para os clientes é o principal desejo de qualquer gestor de vendas. Entretanto, muitos não conseguem sequer fidelizar clientes, devido a um mal gerenciamento da equipe de vendedores.


Para especialistas do segmento, o problema já começa no processo seletivo de profissionais de venda. É muito importante que, neste momento, o líder saiba identificar profissionais que possuam ou não aptidão para desenvolver tais funções.


Uma equipe de venda bem-sucedida deve apresentar facilidade de relacionamento, comunicar-se com desprendimento e cortesia, possuir boa apresentação pessoal e ter capacidade de reagir a desafios de forma positiva.


Além disso, esses profissionais devem possuir automotivação para superar metas, ambição para obter novas conquistas e vontade de crescer na companhia. Autocontrole diante de um grande volume de trabalho e capacidade de trabalhar sob pressão são características essenciais para quem deseja trabalhar com vendas!


Outro ponto muito importante – e que muitas vezes é esquecido por gestores – é o treinamento da equipe de vendas. Este procedimento é indispensável para que o time conheça toda a linha de produtos da empresa e, assim, tenha respaldo para oferecer aos clientes informações detalhadas de forma assertiva.


Os treinamentos também são essenciais para tornar o vendedor apto a argumentar com o cliente, esclarecendo possíveis dúvidas e atendendo às suas reais necessidades e desejos.


O que o gestor de vendas precisa ter em mente é que sua maior responsabilidade é direcionar as pessoas rumo ao sucesso e aos resultados esperados. Para isso, ele precisa determinar e cobrar o cumprimento de estratégias, ações e tarefas dos seus colaboradores.


Entretanto, um líder jamais deve ter algumas atitudes ou fazer certas exigências à equipe. Vamos conhecer quais são elas!


Agir como se todos os vendedores fossem iguais


Da mesma forma que os clientes não são iguais, os vendedores também não possuem um único perfil. E é exatamente essa diversidade de personalidades, visões de mundo e características que contribui para os resultados e o sucesso da equipe. Um gestor eficiente sabe a importância de tratar seus colaboradores de forma individualizada, entendendo que os fatores que motivam um vendedor podem não motivar o outro. Além disso, o líder deve saber tirar proveito das competências e habilidades únicas dos membros do time. Para isso, é essencial respeitar e conhecer bem a equipe, mantendo o diálogo sempre aberto!




Fazer com que a equipe seja dependente de você


Uma atitude bastante comum – e equivocada! – entre os gestores de vendas é centralizar e limitar demais o trabalho de seus vendedores. Esse tipo de dependência faz com que a equipe não se desenvolva, não assuma riscos e nem se responsabilize pelos resultados. Os vendedores precisam ter certa autonomia para exercerem suas atividades e aprimorarem seu trabalho. Além disso, essa postura independente ajudará os colaboradores a reagirem diante de situações e problemas imprevistos. Portanto, conceder autonomia para a equipe de vendas é a melhor maneira de favorecer seu crescimento!


Traçar metas impossíveis para o time


Todo profissional de vendas sabe que as metas são o principal caminho para que ele consiga atingir seus objetivos. Porém, para que haja motivação entre os profissionais, o bom gestor deve se preocupar em traçar metas reais, possíveis de serem cumpridas. Elas devem ser determinadas, por exemplo, com base na sazonalidade do período. Durante a definição das metas, o líder também deve considerar o histórico de vendas, analisando os números do ano anterior e estabelecendo objetivos razoáveis e atingíveis.


Influenciá-los de que o trabalho está acima dos objetivos pessoais


Quando um gestor tenta convencer seus colaboradores de que o trabalho está acima de qualquer meta pessoal que eles possam ter, o clima organizacional se torna pesado e desmotivador.


Para evitar isso, é importante promover a troca de experiências e ideias entre os vendedores e incentivá-los a terem qualidade de vida fora do ambiente corporativo. Essa atitude garante equipes mais engajadas em suas metas, já que os colaboradores passarão a enxergar o trabalho como uma extensão de sua casa, como um ambiente tranquilo e acolhedor.


Lembre-se: o clima organizacional funciona com um termômetro da satisfação da equipe em relação ao gestor. Fique atento!




Não orientar a equipe, fazendo com que ela descubra sozinha como melhorar o próprio desempenho


Permitir que a equipe de vendas atue sem nenhuma orientação é um erro enorme! Os vendedores precisam contar com o apoio do líder e de outros profissionais na execução de suas tarefas. Afinal, é dessa forma que eles vão adquirir autonomia e desenvolver segurança para vender qualquer produto de forma assertiva. Nesse sentido, uma boa estratégia é o gestor promover a aproximação entre as equipes. Esse relacionamento que pode ajudar a fazer com que os vendedores entendam melhor como aproveitar as oportunidades de negócios e como reagir a elas para alavancar as vendas.


Exigir que todos estejam sempre qualificados, mas não oferecer treinamentos


Ainda que o gestor dê preferência em contratar profissionais experientes, o treinamento dos colaboradores nunca deixa de ser fundamental. Afinal, os novos vendedores podem não conhecer a cultura da empresa ou nem mesmo ter domínio dos produtos e serviços oferecidos. E a última coisa que uma empresa precisa é perder vendas devido à inexperiência de sua equipe comercial.


Ao contratar vendedores, abasteça-os com todas as informações dos produtos e serviços, mas também aperfeiçoe os gaps que eles venham a apresentar. Lembre-se de que manter uma equipe de vendas bem treinada é um quesito imprescindível para a otimização de resultados de qualquer empresa.


Esteja atento ao fato de que treinamentos não são simples gastos, mas sim investimentos! Uma equipe bem preparada atende melhor os clientes, aumentando a satisfação e o número de vendas.


Exigir que a equipe esteja focada apenas em resultados


Obviamente, um gestor de vendas precisa se preocupar com os resultados da equipe. Entretanto, muitos líderes pecam nesse quesito, porque voltam o foco apenas para os números.


A verdadeira liderança é aquela capaz de motivar as pessoas, entendendo que seu papel é muito mais do que apenas fazer exigências. Essa gestão consiste fundamentalmente em capacitar, envolver e desenvolver os colaboradores de forma humana – e não apenas através de cobranças de resultados. Para que isso seja possível, é fundamental entender as dificuldades de cada colaborador, tornando-se cada vez mais presente e colaborativo. Nesse ponto, a boa comunicação do gestor é essencial!




Reivindicar que os vendedores estejam sempre motivados, mesmo se você não estiver


O gestor é o grande responsável pela motivação da equipe de vendas, pois é através da sua liderança e da sua capacidade de comunicação que o time irá se motivar para ir atrás dos objetivos. E qualquer equipe funciona de acordo com a capacidade de quem está à frente dela, pois as orientações, os ensinamentos e a visão do gestor funcionam como um “norte”, direcionando todos rumo às metas.


Dessa forma, exigir que a equipe esteja engajada mesmo se você, enquanto líder, também não está é assinar o fracasso de qualquer venda. Todos os vendedores precisam de um gestor para mantê-los motivados, sem exceções!


Logo, é importante trabalhar sempre com uma visão positiva de futuro, se automotivando e tornando os vendedores mais engajados. Para isso, o gestor deve se basear em três pilares: equilíbrio, coragem e ousadia!


Acreditar que a equipe deve obedecer por medo, e não por respeito


Liderar equipes com base no medo é muito diferente de ter profissionais que te respeitam. O medo coloca barreiras e impede o bom relacionamento. Ao contrário, quando você conquista naturalmente o respeito do time, todos saem ganhando!


Se a equipe se sente segura para dialogar com você, problemas são compartilhados com maior agilidade e podem ser contornados com maior rapidez. Nesse contexto, saber ouvir, se portar, dialogar e respeitar a opinião alheia são algumas das recomendações para que você consiga desenvolver uma relação saudável e harmoniosa com seus colaboradores!




Conclusão


Para a boa liderança, a palavra de ordem é ‘trabalho em equipe’. Afinal, mais do que ninguém, o gestor de vendas sabe a importância de formar times alinhados e engajados com os mesmos objetivos. Este alinhamento, contudo, requer que o líder seja capaz de desenvolver uma atmosfera de confiança, respeito e tolerância.


Uma equipe que vende, que almeja bons resultados e que está sempre motivada é formada por uma gestão que, acima de tudo, sabe servir e que é capaz de investir no seu time.


O bom gestor reconhece os colaboradores por suas conquistas e os corrige de modo profissional, gerando aprendizado sem exposições. Ele é capaz de promover uma cultura organizacional que reconhece e valoriza o conhecimento de todos, além de ser um exemplo e uma fonte de inspiração para todo o time!

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Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo
Criação: Cláudio Almeida

Nenhum empreendimento terá sucesso se o público-alvo não for definido com antecedência, considerando-se os seguintes aspectos: faixa etária, escolaridade, desejos, gênero, localização, necessidades, estado civil, hábitos de consumo e renda.


Somente depois de conhecer esses aspectos é que uma empresa poderá definir metas e objetivos em relação às vendas, pois o desconhecimento implicará uma comunicação ineficaz com o cliente e, consequentemente, a quebra do processo de negociação.


Entre esses aspectos, a identificação dos desejos e necessidades tem um importante papel. Mas como conhecê-los? Como saber o que o cliente deseja e de fato necessita? A resposta é simples: perguntando e observando.


No momento em que se estuda o público-alvo, por um lado se conhecem as necessidades relacionadas aos produtos ou serviços almejados, e por outro se descobre a melhor maneira de atrair esse público, para assim definir as estratégias de atuação.


Conhecer os tipos de clientes é fundamental para uma ação mais eficiente e direcionada. Cada tipo de indivíduo tem uma personalidade que requer um determinado modo de tratamento.


Neste artigo, apresentaremos os tipos de clientes na situação de atendimento, em que cada um desempenha o papel principal e merece sua atenção!


A importância do atendimento de qualidade




A satisfação do cliente é capaz de melhorar a imagem, os produtos e, consequentemente, o faturamento de uma empresa. E é exatamente essa satisfação que garante ou não o sucesso organizacional.


Uma das melhores formas de divulgação do seu negócio são os comentários de um cliente que já foi bem atendido pela sua equipe de vendas. Por exemplo, o cliente conta sobre sua experiência para os amigos que, por sua vez, contam para outras pessoas. Isso é o que chamamos de divulgação “boca-a-boca”.


A formação de uma imagem positiva necessita de tempo e de esforço, no sentido de garantir um atendimento de qualidade. Já a deterioração da imagem de uma empresa pode acontecer rapidamente – e, uma vez arruinada, é muito difícil recuperá-la.


A responsabilidade pela formação da imagem positiva é de toda a equipe, sem exceção. O comportamento inadequado de um profissional que desagrade o cliente pode danificar a imagem que demorou meses ou até anos para ser construída e consolidada no mercado.

Desta forma, a qualidade no atendimento acaba sendo um fator vital para o sucesso das vendas ou da prestação de serviços.


O que o cliente espera de um atendimento de qualidade?




Prestar um atendimento de qualidade vai muito além de ser bem-educado, cordial, ético e empático. Você, enquanto gestor, deve sempre reforçar para a sua equipe de que a captação e a manutenção de clientes estão profundamente relacionadas ao bom atendimento que ela é capaz de oferecer.


Além disso, o cliente espera quatro requisitos básicos durante um atendimento. Vamos conhecê-los!


  • RESPEITO

O primeiro contato com o cliente é sempre decisivo. Quando o vendedor realiza um atendimento, ele está falando em nome da empresa e, mesmo que o cliente esteja mal-humorado, as boas maneiras devem ser preservadas.


É imprescindível que o vendedor se coloque no lugar do cliente e trate-o da mesma maneira que ele gostaria de ser tratado. Isso permite que o vendedor consiga resolver os possíveis problemas com mais rapidez e eficiência.


Lembre-se: atitudes grosseiras afastam qualquer pessoa!


  • AGILIDADE

O cliente espera por agilidade durante o atendimento. Quando o profissional demonstra preguiça durante o atendimento, o cliente é forçado a ir atrás do que precisa sozinho. Por isso, é fundamental que o vendedor seja proativo, mas sempre com  moderação.


O vendedor deve ficar atento quanto ao número de informações e variedades de produtos que irá oferecer ao cliente. É preciso foco para ajudá-lo a entender o que ele quer e o que ele vai comprar.


  • CRIATIVIDADE

Definitivamente nenhum cliente espera ser atendido por um vendedor que utiliza exatamente o mesmo discurso para todos! A velha expressão “o produto é perfeito para você” é um clichê que não se utiliza mais. Portanto, o profissional deve fugir do script e conectar-se à realidade de cada cliente.


  • CREDIBILIDADE

A primeira coisa que o cliente deseja levar em consideração no atendimento é a credibilidade do profissional que está oferecendo um produto e/ou serviço. Ao omitir uma informação só para finalizar um atendimento, o profissional estará colocando em risco a própria imagem, a imagem da empresa e daquilo que é oferecido.


Agora que já conhecemos o que o cliente espera de um atendimento de qualidade, vamos conhecer sete grupos de consumidores brasileiros. Na sequência, vamos mostrar os principais tipos de clientes e aprender a lidar com alguns comportamentos que eles podem apresentar.


Tipos de Clientes




De acordo com um estudo da agência de publicidade Young & Rubicam, existem sete grupos principais de consumidores brasileiros. Vamos conhecê-los?


Integrados

A preocupação com família é a principal característica desse grupo. Por isso, nunca tomam decisões individuais, sempre coletivas. Os bens de consumo mais procurados por eles são aqueles de marcas tradicionais. Ou seja, não se arriscam a novidades. São maioria na sociedade.


Idade: 40 a 64 anos;
Porcentagem da população: 26%;
Classe social predominante: C;
O que procuram: segurança;
Quem são: funcionários públicos, bancários e donas de casa.

Exploradores

Vivem intensamente e adoram praticar esportes de aventura. O objetivo é buscar novas experiências e sensações. São, quase sempre, os primeiros a aceitar as evoluções tecnológicas e comprar produtos inovadores. Esse grupo é conhecido por criar as tendências.


Idade: 18 a 24 anos;
Porcentagem da população: 10%;
Classe social predominante: B e D;
O que procuram: descobertas e desafios;
Quem são: músicos, hoteleiros, diplomatas e artistas.

Resignados

Seguem os dogmas religiosamente. Não fazem nada que fuja às regras, respeitam as instituições e tentam passar isso para a família. Para essas pessoas, a compra está intimamente ligada à segurança e ao preço adequado.


Idade: 18 a 39 anos;
Porcentagem da população: 6%;
Classe social predominante: C e D;
O que procuram: viver de acordo com as regras;
Quem são: operários e aposentados.

Emuladores

São tidos como superficiais, materialistas e esnobes. Esses são alguns dos adjetivos usados para defini-los. Para essa camada da população, a embalagem é mais importante do que o conteúdo. Por isso, compram tudo o que está na moda, aparece na mídia e reflete status.


Idade: 18 a 34 anos;
Porcentagem da população: 24%;
Classe social predominante: A e D;
O que procuram: aparência e status;
Quem são: os “alpinistas sociais” e “novos ricos”.

Transformadores

São pessoas que visam mudar o mundo trabalhando em projetos sociais ou organizando protestos. Os consumidores desse gênero são vistos como intelectuais, sendo menos materialistas, e buscam comprar produtos que sejam política e ecologicamente corretos.


Idade: 18 a 24 anos;
Porcentagem da população: 9%;
Classe social predominante: A e B;
O que procuram: um mundo melhor; Quem são: acadêmicos, escritores e assistentes sociais.


Vencedores



O nome já diz tudo. Essa turma tem como objetivo vencer na profissão. São aplicados, concentrados e organizados. Gostam de viajar, ir a festas e praticar esportes competitivos. Quando o assunto é compra, procuram prestígio e, acima de tudo, qualidade.


Idade: 25 a 29 anos;
Porcentagem da população: 19%;
Classe social predominante: A, B e C;
O que procuram: luxo e status;
Quem são: empresários e executivos.

Inconformados

É o típico grupo formado por pessoas insatisfeitas e que esperam que as oportunidades caiam do céu. Permanecem em casa assistindo à televisão, se alimentam basicamente de fast food e fazem poucos planos para o futuro. A compra está relacionada ao preço e a uma gratificação instantânea.


Idade: 18 a 29 anos;
Porcentagem da população: 6%;
Classe social predominante: C e D;
O que procuram: esperam pela sorte;
Quem são: desempregados ou pessoas com empregos temporários.

Conhecer os tipos de clientes irá ajudá-lo a melhor atendê-los. Afinal, agora você sabe o que eles querem e pensam na hora de gastar!


Como Lidar com Comportamentos Diferentes


Cada indivíduo tem uma personalidade que requer um modo diferente de tratamento. No processo de atendimento, a equipe de vendas deve identificar os diversos tipos de clientes com os quais se relaciona diariamente.


Isso permitirá aplicar maneiras e métodos que satisfaçam o cliente, obtendo, assim, maior cumplicidade na construção do relacionamento.


Vamos conhecer cada perfil:


1. Impaciente: Acredita que está sempre com a razão. Quer ser bem atendido em tudo que pede. É falante, mas não é claro nem objetivo. Pergunta constantemente e chega a insultar quando contrariado, fazendo piadinhas de mau gosto.

Dicas de Atendimento: Trate-o com brevidade, rapidamente, mas com muita cortesia. Esse tipo de cliente exige sinceridade, segurança nas respostas e autocontrole.


2. Silencioso: É pouco informado e não consegue se expor. Demonstra timidez, tranquilidade e ingenuidade. Se não estiver satisfeito, simplesmente nunca mais retornará.

Dicas de Atendimento: Seja gentil e prestativo. Induza o cliente ao diálogo, pedindo detalhes sobre o que ele deseja. Não o pressione. Seja firme, seguro, prestativo. Demonstre satisfação em tê-lo ajudado.


3. Barganhador: Gosta de levar vantagem em tudo. Não gosta de ser tratado igual aos outros, quer sentir-se diferenciado e ganhar uma concessão sempre. É falador.

Dicas de Atendimento:  Trate-o como um cliente especial. Deixe-o falar tudo o que deseja e – inclusive – que insinue discretamente o que quer que você faça para ele. Utilize um tom de voz discreto, reservado. Mantenha-o afastado das demais pessoas para que ele sinta que o atendimento é pessoal e profissional. É importante saber até onde você pode ir nas negociações.


4. Indeciso: Apresenta ar de apreensão permanente, sempre quer conversar mais, perguntar sobre coisas que já perguntou. Às vezes tem raciocínio lento.

Dicas de Atendimento:  Aja com moderação, calma e paciência, respondendo sempre e sinceramente às perguntas feitas, mesmo que várias vezes.


5. Agitado: Pessoa inquieta, geralmente interrompe sua fala e não tem paciência de ouvir a explicação.

Dicas de Atendimento:  Aja com calma, falando moderadamente, sem se irritar. Deve-se evitar ao máximo abordar questões que tenham mais de um sentido e deve-se ter respostas claras e objetivas.


6. De bom senso: É uma pessoa amável, agradável e inteligente.

Dicas de Atendimento:  Aja com atenção, demonstrando prestabilidade e mantendo sempre o clima de simpatia e cordialidade.


7. Bem humorado: Pessoa agradável, de conversa envolvente, mas que desvia do assunto constantemente, dificultando o diálogo.

Dicas de Atendimento: Seja gentil e amável, buscando conduzir o diálogo. Explique-lhe calmamente sobre o serviço ou produto desejado e pergunte se ele tem alguma dúvida. Se isso o deixar indeciso, você poderá convencê-lo a aceitar suas sugestões.


8. Inteligente: Sabe tudo sobre tudo, não gosta de argumentos fracos.

Dicas de Atendimento:  Use de bom senso e lógica, nunca omitindo informações. É muito importante estar bem informado e ter bastante segurança em tudo que diz.


9. Confuso: É aquele cliente indeciso, que muda de opinião constantemente. Conta histórias longas. Desorganizado nas ideias, fatos e acontecimentos.

Dicas de Atendimento:  Realize perguntas específicas. Não desvie do assunto. Seja objetivo e direcione a conversa para o que você necessita saber. Reinicie com paciência sempre que o cliente solicitar.


10. Importante e presunçoso: Entende de tudo. Sempre fala “eu sei” depois de qualquer afirmativa. Gosta de impressionar. Detesta ser interrompido. Pouco argumenta e quase nunca ouve os seus interlocutores. É impaciente.

Dicas de Atendimento:  Ter muita habilidade, dar valor ao cliente, mas sem bajulá-lo. Ouça-o com atenção e, ao argumentar, demonstre segurança e seriedade. Mediante atitudes arrogantes, ignore e mostre simpatia. Esclareça as dúvidas imediatamente. Se ele interromper, deixe-o falar e em seguida continue você falando do ponto onde parou. E ao terminar sua explicação, pergunte-lhe: “O Sr. / Sra. tem mais alguma dúvida?” ou o “Sr. / Sra. deseja mais algum esclarecimento?”


11. Detalhista: Metódico e detalhista. Crítico. Quer soluções e não justificativas. Impaciente. Não tolera sentir-se ludibriado.

Dicas de Atendimento: Seja objetivo e breve e demonstre paciência e calma. Transmita as informações com segurança. Explique-as passo a passo, em detalhes.


12. Agressivo: Gosta de discutir por qualquer coisa, seja muito ou pouco importante. Critica abertamente. Tudo é um motivo para brigar.

Dicas de Atendimento: Não interrompa a fala do cliente, deixe-o liberar a sua raiva. Nunca demonstre que está intimidado com a hostilidade. Explique a ele tudo o que fará, a fim de que ele perceba que você está comprometendo-se em resolver o problema o mais rápido possível. Use frases que ajudam a acalmar, por exemplo: “Imagino como o senhor ou a senhora está se sentindo”; “O senhor tem razão”; “Farei tudo para resolver o problema”.


Conclusão

Como você pôde perceber, cada situação e atendimento é única e diferente. É preciso compreender que não é só a qualidade de produtos e serviços que é importante: a qualidade do atendimento ao cliente é igualmente crucial.


O atendimento de qualidade envolve atenção, vontade, cuidado, profissionalismo e respeito com o cliente. É a peça fundamental para a continuidade do negócio e sobrevivência de qualquer empreendimento.


Estudos feitos por especialistas em relacionamento com clientes mostram que em média uma empresa perde 30% de seus clientes a cada ano pelos mais variados motivos. Mas raramente os clientes insatisfeitos fazem reclamações, a não ser quando eles já atingiram o auge da irritação.


A fuga silenciosa de clientes acontece porque reclamar dá trabalho e, além do mais, gera normalmente situações desconfortáveis tanto para quem faz como para quem recebe a queixa.


Você sabia que  95% dos clientes insatisfeitos não reclamam, apenas deixam de comprar? E sabia que um cliente insatisfeito costuma contaminar outros 13, enquanto um satisfeito influencia apenas 5?  E que conquistar novos clientes custa entre 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes? O esforço na retenção de clientes é, antes de tudo, um investimento que irá garantir aumento das vendas e redução das despesas.


Os clientes reclamam porque não tiveram suas necessidades satisfeitas pelo serviço ou pelo produto adquirido. Eles se sentem enganados, vítimas da empresa. Devemos compreender esses sentimentos e tratar nossos clientes de forma adequada. Transformar o momento de reclamação em solução ajuda muito na fidelização do cliente. A essência de atender às reclamações está em perceber os sentimentos do reclamante. Quando aprendemos a lidar com esses sentimentos sem envolver os nossos, desvendamos o mistério. Lembre-se disso!


Ao longo deste artigo, você pôde observar alguns exemplos de perfis de clientes com os quais o vendedor lida em seu dia a dia. Vale ressaltar,  mais uma vez, que cada atendimento é único, apesar de alguns aspectos se repetirem com frequência. É preciso compreender que a qualidade do processo de venda nunca se limita somente à qualidade dos produtos e serviços comercializados. A excelência no atendimento é um ponto-chave, e muitas vezes crucial para o sucesso da venda!

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Desenvolvimento de Equipes, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Treinamentos corporativos são essenciais para formar equipes altamente qualificadas, gerando benefícios tanto para a empresa quanto para os profissionais.


Introdução


No mundo corporativo, o treinamento sempre foi utilizado como ferramenta de organização e qualificação do trabalho. Porém, com o passar dos anos, esse processo tem ganhado mais força, e já se tornou essencial para as empresas que pretendem se destacar no mercado e que apostam em bons profissionais para oferecer serviços de qualidade.


De acordo com especialistas, o treinamento profissional deixou de ser uma escolha para se tornar um fator fundamental para o sucesso, a diferenciação e o crescimento de empresas e colaboradores.


Muito mais do que passar conhecimento, os treinamentos têm como objetivo capacitar profissionais. Treinar é a palavra-chave para os que almejam sucesso, e muitas organizações já contam com planejamentos e programações especiais, focadas em suas necessidades, para construir equipes completamente eficazes.


Apesar do cenário em que boa parte das empresas brasileiras enfrentam corte de custos, cancelamento de projetos e enxugamento de operações, grande parte delas nunca investiu tanto em treinamento e desenvolvimento para suas equipes. Foi o que apontou um estudo feito pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento). De acordo com a associação, no Brasil, o volume de horas de treinamento por colaborador em 2016 foi 33% superior ao registrado no ano anterior (2015), passando de 16,6 horas para 22 horas por mês, em média.


Esse aumento nos números de capacitação profissional tem como objetivo otimizar operações das empresas, de modo que as organizações possam investir em qualificar suas equipes para torná-las mais produtivas e assertivas.


O capital humano é tido como o maior patrimônio de qualquer empresa. Portanto, investir nesses profissionais é uma competência essencial para que uma instituição alcance o sucesso desejado.




As vantagens do desenvolvimento profissional


Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas precisam cada vez mais se reinventar para manter um bom desempenho nos negócios. Diante disso, os treinamentos organizacionais têm se tornado essenciais no dia a dia de muitos colaboradores, pois além de torná-los mais capacitados, também fazem com que a organização se desenvolva.


As empresas que buscam preparar seus colaboradores conseguem identificar os pontos fracos e fortes que cada um possui. Além disso, o treinamento possibilita que essas pessoas se aperfeiçoem e se sintam mais seguras desempenhando uma atividade.


O treinamento nada mais é do que um processo bem estruturado, onde o funcionário é preparado para desempenhar sua função de modo a atender às expectativas da empresa e impactar diretamente nos resultados da mesma.  Portanto, para que qualquer empresa se desenvolva, é fundamental ter uma política de treinamento contínuo, focada no desenvolvimento.


São inúmeros os benefícios da capacitação profissional para as organizações:


  • Melhora da produtividade

Por meio do treinamento de funcionários, a primeira mudança que se pode identificar é o aumento da produtividade. Isso porque, no momento do treinamento, muitas dúvidas são tiradas e muitos procedimentos são aperfeiçoados. Ou seja, após o treinamento, a equipe produzirá mais, melhor e mais rápido.


  • Aumento da autoconfiança

Treinamento traz aperfeiçoamento e segurança. Aprender, corrigir algo ou reiterar aquilo que já se sabia são fatores que ajudam a construir em cada funcionário um forte senso de autoconfiança ao desempenhar suas atividades dentro da organização. E um funcionário confiante certamente toma decisões mais assertivas!


  • Gera motivação

Nada mais motivador do que aprender coisas novas e evoluir no ambiente de trabalho. Uma empresa que investe em treinamento, proporcionando esse aperfeiçoamento na carreira dos membros da equipe, ajuda os funcionários a trabalharem mais felizes e com mais motivação.




  • Intensifica o engajamento com a empresa

É muito mais gratificante trabalhar em uma empresa que quer crescer junto com o funcionário. Essa sensação de “fazer parte de algo maior” é poderosa, e pode fazer com que a equipe se sinta muito mais engajada. Isso se reflete na preocupação genuína em produzir bem e trazer boas soluções e novas ideias para a trabalho.


  • Vantagem competitiva

Com uma equipe mais qualificada, certamente sua empresa alcançará resultados excelentes.


Entretanto, de nada adianta a disposição das empresas em investir se o profissional não souber aproveitar o momento e os benefícios oferecidos pelo treinamento. É muito importante que o colaborador tenha em mente que, à medida em que se qualifica e que passa a perceber a importância desse investimento, ele passa a ter um destaque diferenciado.


Além disso, as organizações estão sedentas por profissionais qualificados e que demonstram iniciativa, capacidade e força de vontade em aprender. Em qualquer área ou cargo, buscar capacitação e demonstrar estar antenado e disposto a aprender aumenta as chances de empregabilidade.


Confira outras vantagens do treinamento para os profissionais:

  • Atualização do conhecimento;
  • Ensina a lidar com novos desafios;
  • Auxilia no direcionamento da carreira;
  • Permite conhecer novas pessoas;
  • Ajuda a otimizar o tempo.


Lidar com novos desafios e agregar conhecimento são fundamentais para a construção de um bom currículo e de uma carreira de sucesso. Além disso, a troca de conhecimento e experiências pode contribuir nas dúvidas e nos desafios futuros.


Tipos de treinamento profissional


Entre os mais diversos cursos de capacitação existentes, os principais implementados pelas organizações têm sido os treinamentos básicos de linguagem e matemática, reconhecidos como habilidades de linguagem.


Pode-se dizer que esse tipo de treinamento tem como objetivo desenvolver a habilidade dos indivíduos em redigir e compreender gráficos, tabelas, boletins, frações, números decimais, além de aprimorar a capacidade de comunicação.




Outros tipos de treinamentos explorados pelas companhias são:


Habilidades Técnicas

Esse tipo de treinamento está se tornando cada vez mais importante dentro das organizações. Isso se deve a dois fatores: novas tecnologias e novos modelos de estruturas organizacionais. Em primeiro lugar, com a melhoria dos métodos de trabalho, os profissionais acabam sentindo a necessidade de aprenderem novas técnicas. Em segundo, tendo em vista que as organizações têm expandido a utilização das equipes e derrubado as barreiras tradicionais dos departamentos, os funcionários sentem necessidade em ampliar suas tarefas.


Habilidades Interpessoais

É um treinamento que tem como objetivo melhorar a habilidade de interação de todas as pessoas que estão inseridas dentro da organização. Essa capacitação tem sido bastante utilizada pois, enquanto alguns conseguem se relacionar em grupo de maneira adequada, outros não sentem facilidade nisso. Os comportamentos que podem ser trabalhados são: aprender a ouvir, comunicar as ideias de maneira clara e tornar-se um membro mais eficaz.


Habilidades para a Solução de Problemas

É um treinamento com atividades voltadas para o desenvolvimento da lógica, elaboração de alternativas e análise das mesmas e seleção da melhor maneira de resolver um problema. Ele pode ser aplicado para todos os funcionários da empresa, apesar das funções desempenhadas serem diferentes.


Implementando a educação e o treinamento corporativo


A educação corporativa vai além de se investir em treinamentos periódicos de funcionários ou em capacitação de mão de obra.


E o primeiro passo a ser dado para colocar em prática o treinamento corporativo é o planejamento. É importante definir se os encontros acontecerão de forma presencial ou a distância – e, nesse contexto, entender as vantagens de se optar por plataformas de ensino a distância é um ponto positivo.




Outro fator essencial é que a empresa tenha sempre em vista quais são seus objetivos e de que forma pretende atingi-los. A organização deve deixar claro a seus colaboradores quais são as metas, e de que forma eles podem colaborar para o alcance das mesmas.


Além disso, é importante identificar os funcionários que, ao longo dos anos, armazenam conhecimentos sobre as melhores práticas para a organização. A empresa pode incentivar o compartilhamento dessas práticas, promovendo trocas de capacidades entre setores e treinamentos promovidos por funcionários sêniors.


Essa também é uma forma de colocar os funcionários como protagonistas dentro da empresa, estimulando-os a buscarem mais conhecimento e usando-os como modelo para colaboradores mais novos.


Dicas para implementar o treinamento corporativo:

  • Defina objetivos;
  • Identifique as necessidades da empresa e da equipe;
  • Planeje a capacitação;
  • Defina o formato do treinamento: presencial, a distância, online;
  • Acompanhe os resultados do treinamento.

Por fim, a educação corporativa não precisa ter apenas um objetivo. Pelo fato de ser um processo constante, ela facilita o treinamento recorrente, fazendo com que diferentes metas possam ser atingidas simultaneamente ou em sequência. Também vale ressaltar que, em empresas maiores, os treinamentos não precisam ser os mesmos para cada equipe: considere as defasagens de cada time e promova capacitações específicas.


Treinamento personalizado: a poderosa estratégia para a gestão de carreira


O treinamento personalizado é um processo que visa oferecer um trabalho totalmente individualizado ao aluno, otimizando os seus resultados e objetivos específicos. Este tipo de capacitação está sendo cada vez mais procurada por profissionais que buscam se destacar na carreira com alta performance.


Por ser totalmente elaborado de acordo com as características pessoais do aluno – como individualidade biológica, perfil psicológico e perfil social -, este tipo de treinamento é uma estratégia muito eficaz para aprimorar profissionais a curto prazo.


O principal objetivo dos treinamentos empresariais personalizados é fazer um mapeamento do profissional que será treinado e, a partir daí, construir processos personalizados e eficazes para o mesmo.


Uma das formas de ter um treinamento personalizado é apostar na aprendizagem móvel. Os aplicativos de educação corporativa para celular permitem a customização de inúmeros pontos: os conteúdos do treinamento, o visual do aplicativo e até o seu funcionamento.




Além disso, essa modalidade de aprendizagem oferece mais liberdade e flexibilidade para os colaboradores, já que eles podem estudar quando e onde quiserem, em seus próprios smartphones.


Os sistemas de aprendizagem são, muitas vezes, concebidos num formato rígido, que não respeita as individualidades e o ritmo de aprendizagem de cada usuário. A aprendizagem móvel, ao contrário, propõe que o usuário controle não só o que irá aprender, mas também escolha o momento e o local apropriados para o treinamento.


Conclusão


Os colaboradores representam o principal patrimônio de uma empresa. Portanto, é de suma importância que eles estejam sempre atualizados e qualificados, garantindo o diferencial competitivo da organização e, consequentemente, o sucesso do negócio.


Por meio do treinamento, os funcionários são preparados para desempenhar, de maneira excelente, as tarefas específicas de seu cargo. Além disso, é possível desenvolver competências essenciais para o relacionamento, a comunicação e o desenvolvimento profissional.


Através do treinamento corporativo, os colaboradores se tornam mais ousados, ágeis e preparados para assumir novos desafios. Dessa forma, a empresa que investe no treinamento de seus funcionários investe em si mesma e acredita no seu potencial.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Você já contratou alguma empresa especializada em produção de conteúdos para treinamento e ficou decepcionado com os resultados muito abaixo das suas expectativas? Você já contratou uma plataforma online para treinar a sua equipe de forças de vendas e recebeu diversas queixas dos vendedores porque o serviço só ficava fora do ar e era pouco interativo e engajador? Acredite, talvez você esteja oferecendo treinamentos de forma errada.


Já falamos em outros artigos que o Mobile Learning vem recebendo cada vez mais atenção por parte de muitas empresas de sucesso – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação – e desejam capacitar os seus vendedores. Também falamos que as empresas precisam respeitar os limites de aprendizagem de cada colaborador. Afinal, as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Partindo desse pressuposto, reflita: enquanto gestor, qual é melhor caminho a seguir para respeitar o ritmo de aprendizado de cada vendedor?


Então: qual é a melhor solução?



Não existe uma receita pronta quando falamos de ensino-aprendizagem. Entretanto, existem caminhos que podemos seguir para facilitar o processo, considerando o ritmo de aprendizagem de cada um.

 

Sugere-se como ponto de partida a criação de um projeto que tenha como objetivo de aprendizagem atender a todos os vendedores. Na sequência, recomenda-se apostar em múltiplas possibilidades de conteúdos (vídeos, podcasts, textos, eBooks, imagens), por meio de diferentes plataformas.

 

Lembre-se: a transição do modelo de treinamento está acontecendo cada vez mais rápido. Com isso, as pessoas aprendem de forma mais dinâmica. E, hoje, é impossível falar de aprendizado dinâmico sem falar de Mobile Learning: a solução ideal para a os seus treinamentos.

 

Engana-se quem pensa que é preciso investir muito dinheiro para fazer uso do Mobile Learning. O custo para produzir um treinamento móvel é consideravelmente baixo, já que não são necessários gastos com infraestrutura e materiais.

 

Além disso, o formato permite a publicação constante de novos conteúdos, gerando atualizações de forma rápida e prática. Entenda: no momento em que é feita uma edição na plataforma, as alterações são disponibilizadas imediatamente no aplicativo dos vendedores, garantindo que o treinamento esteja sempre atualizado!

 

Considerando os inúmeros métodos de aprendizagem existentes, destacamos abaixo as razões que fazem da educação móvel a solução mais completa para a capacitação da sua equipe de vendas. Confira!

 

  • Aborda vários estilos de aprendizagem: um sólido método de aprendizagem móvel apresenta o conteúdo em vários formatos, como vídeos, podcasts, textos, imagens…

 

  • Aproveitamento do tempo livre da equipe: um dos maiores benefícios do Mobile Learning é a sua conveniência, permitindo que cada vendedor acesse o treinamento a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

  • Permite que a equipe conheça as tendências tecnológicas: ao apostar em treinamentos mobile, você está aprimorando a habilidade tecnológica da equipe e garantindo que os vendedores não fiquem para trás em relação às novas tendências.

 

  • A flexibilidade é motivadora: ao invés de ter um treinamento presencial em dias e horário específicos, o Mobile Learning possibilita que cada colaborador estude no seu ritmo, interagindo e consumindo o conteúdo no tempo que desejar.



mLearn: Solução ideal para a sua empresa  



Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel, que possibilita a empresas e instituições de ensino a entrega de programas educacionais via smartphones, tablets e computadores. Ela utiliza gamificação e ferramentas de aprendizagem social para deixar o treinamento mais dinâmico e atrativo.

 

Além disso, a plataforma permite que o colaborador decida quando e onde ele quer estudar – seja nas horas vagas, no local de trabalho, em deslocamento (indo e voltando do trabalho) ou até mesmo em casa.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias… Os dois principais diferenciais são a integração com as redes sociais e o fato do aprendiz participar de um “jogo”, onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado.

 

Como estímulo, o colaborador vai ganhando pontos, medalhas, sobe de nível e disputa as primeiras colocações no ranking geral.  A dinâmica proposta na gamificação, além de auxiliar nos objetivos pedagógicos,  contribui para a motivação do usuário, tornando a aprendizagem ainda mais dinâmica!


A mLearn tem a absoluta certeza de que a gamificação irá melhorar o engajamento da sua equipe de vendas no treinamento. E a explicação é muito simples: sua empresa tem a possibilidade de treinar os colaboradores por meio de uma divertida trilha de aprendizado – conseguindo, desse modo, engajar e proporcionar interação em todos os níveis.

 

Com isso, assuntos considerados complexos e de difícil absorção se transformam em conteúdos descontraídos e descomplicados – permitindo, inclusive, que existam simulações de situações do cotidiano da equipe.

 

Junto com a gamificação, o aplicativo também ganha cor, sons, animações e interações personalizadas. Estes são pequenos detalhes que liberam nos usuários a dopamina – pequena molécula transmissora da sensação de prazer.

 

Desenvolvido por especialistas em educação e em treinamentos rápidos e dinâmicos, o aplicativo também permite que o usuário navegue pelo conteúdo sem precisar acessar à internet – ou seja, sem consumir seu pacote de dados móveis. Isso porque o usuário pode aproveitar a conexão Wi-fi da empresa e fazer download de todos os conteúdos, podendo acessá-los offline.

 

Confira outras vantagens da plataforma da mLearn para o seu treinamento de força de vendas!

 

  1. Ferramentas de comunicação integrada para envio de push notifications, e-mails e SMS, permitindo que a sua empresa envie comunicados e atualizações de treinamentos.
  2. Ferramenta de relatórios detalhados para analisar o desempenho dos vendedores. Com isso, é possível medir e otimizar os resultados dos treinamentos, de acordo com os critérios de aprendizado estipulados pela sua empresa.

 

Você ainda terá novas possibilidades para dar feedbacks e conseguir identificar pontos de atenção a serem trabalhados ou reforçados com os recursos extras da plataforma.

 

  1. Conteúdos preparados para mobile com linguagem simplificada e descontraída.
  2. Plataforma mobile first com possibilidade de uso em outras telas.




A mLearn também conta com uma equipe de especialistas em Mobile Learning para auxiliar e criar conteúdos relevantes, além de possuir em seu portfólio mais de 50 cursos que podem ser oferecidos para treinar a sua equipe de vendas. As temáticas envolvem Técnicas de Negociação, Relacionamento Interpessoal, Atendimento ao Cliente, Gestão do Tempo, Gestão de Equipes, Reuniões Produtivas – e cursos dos idiomas Inglês e Espanhol.

 

Lembre-se: investir na plataforma da mLearn é apostar em uma nova tendência de aprendizagem, o que fortalece sua equipe de vendas, otimiza o uso do tempo e dá mais autonomia para o colaborador.

 

Quer saber mais sobre a nossa plataforma? Assista o vídeo!

 

Você também pode fazer download do e-Book sobre a nossa plataforma de educação!

 

Reconhecimentos

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

 

Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Você conta com um equipe de vendas comprometida e esforçada, mas ela não consegue evoluir em alguns pontos ou vencer certos obstáculos? Acredite, isso é perfeitamente normal!


A causa mais provável dessa “estagnação” é que os vendedores precisam desenvolver novos conhecimentos e habilidades – ou mesmo aprimorar e atualizar as competências que eles já possuem. E, para isso, não tem outra solução a não ser investir no treinamento da equipe.


Descubra, abaixo, quais são os 10 maiores indícios de que a equipe de vendas precisa se capacitar!


1 – Queda no número de vendas

Esse é um sinal de alerta geral, pois traz riscos financeiros para a empresa, afetando a equipe de vendedores, os gestores e o negócio como um todo.


Muitas pessoas podem acreditar que a queda no número de vendas é movida apenas por fatores externos – como a crise econômica. Contudo, a situação também pode indicar sérios problemas internos. Nesses casos, o treinamento de força de vendas pode ser decisivo para – por exemplo – aumentar o conhecimento dos vendedores sobre os produtos/serviços ou para capacitá-los sobre técnicas de vendas mais adequadas.



2 – A equipe não consegue atingir as metas

A equipe de vendas tem se esforçado bastante, mas, mesmo assim, não consegue alcançar os objetivos?


Essa pode ser mais uma evidência de que a equipe de vendas precisa de treinamento. Os vendedores podem não conseguir cumprir as metas porque possuem lacunas no conhecimento, porque as metas são incompatíveis com suas competências e realidade ou porque simplesmente não as conhecem.




3 – O time está desmotivado

A falta de motivação de uma equipe pode ser causada por diversas razões, completamente alheias ao assunto de treinamento. Acúmulo de funções, falta de reconhecimento, salários incompatíveis com o mercado e conflitos no ambiente de trabalho são os principais motivos para esse sentimento.


Contudo, investir na capacitação da equipe é uma excelente maneira do gestor e da empresa demonstrarem que valorizam, se interessam e se preocupam com a satisfação e a evolução dos seus colaboradores. E esse é um fator que contribui para o engajamento de todos.



4 – Postura inadequada dos vendedores

Quando os vendedores apresentam comportamentos inadequados – seja diante dos clientes ou com os próprios colegas de trabalho dentro da empresa -, isso pode indicar que eles desconhecem as regras e políticas da instituição.


Nesse caso, é essencial promover treinamentos que informam e alinham os colaboradores sobre a visão, missão, valores  e normas básicas de trabalho.


5 – Aumento das reclamações dos clientes

Uma reclamação do cliente sobre o atendimento de um vendedor sinaliza dois pontos:


1 – a expectativa do consumidor está em determinado nível, e

2 – o serviço prestado está abaixo disso.


Nessa situação, não vale diminuir o que o cliente espera, certo? Portanto, não há outra saída senão analisar a causa da insatisfação e resolver o problema. Ofereça um treinamento voltado para o aprimoramento e a consolidação do relacionamento com o público.




6 – Baixo entrosamento da equipe

Um time de vendas desunido prejudica o clima organizacional e diminui as chances das metas serem alcançadas. Pense bem: uma equipe entrosada caminha junto – e mais rápido – em direção ao sucesso!


Se os vendedores não estão se entendendo bem, considere investir em treinamentos comportamentais que explorem a socialização, a resolução de conflitos e a comunicação aberta entre os membros da equipe.


7 – Os processos e técnicas não são seguidos

Na execução de suas tarefas, é essencial que a equipe de vendas siga as técnicas e os processos adotados na empresa. O objetivo dessa padronização é oferecer um atendimento com mais qualidade, coerência e precisão.


Se a equipe de vendas não segue os procedimentos, provavelmente é porque ela não foi preparada para isso. Portanto, a capacitação se faz bastante necessária.


8 – Alta rotatividade dos vendedores

Em uma empresa, a alta rotatividade de funcionários gera muitos gastos, preocupações e transtornos. Essa ocorrência pode sinalizar graves problemas internos – e que merecem atenção.


São motivos para que os vendedores abandonem a empresa: conflitos com os colegas ou líderes, pouca oportunidade de crescimento, incompatibilidade com os valores e a política da organização, desmotivação com o trabalho.


A capacitação da equipe, então, pode ser utilizada para diminuir o turnover – que é a rotatividade de funcionários. Quando a empresa demonstra que se preocupa e auxilia no desenvolvimento de seus colaboradores, eles certamente se sentirão mais satisfeitos e engajados!




9 – Baixa taxa de conversão

A equipe de vendas está com dificuldades em converter potenciais consumidores em reais clientes? Fique atento, porque esse é um indício de que o vendedor não está conseguindo superar a resistência do público.


É possível que a baixa taxa de conversão seja consequência do preço do produto/serviço, por exemplo. Entretanto, ela também pode ser um alerta para um desempenho insatisfatório dos vendedores, que deve ser aprimorado por meio da capacitação.


10 – Falta de diferenciação no mercado

Quando uma empresa possui pouca diferenciação, é muito provável que os clientes vejam seus produtos ou serviços como “apenas mais uma opção” no mercado. E esse pode ser um grande empecilho para a lucratividade e o sucesso da organização.


Para reverter esse quadro, o treinamento corporativo pode ser utilizado como estratégia para incentivar a criatividade e a inovação no desempenho dos funcionários. Esses dois fatores são determinantes para que uma empresa se destaque no mercado.


Atenção! O treinamento não precisa – e nem deve – ser promovido apenas quando a equipe dá sinais de necessidade. Para que os vendedores continuam evoluindo sempre, faça da capacitação um processo contínuo na empresa.

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