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1- Introdução

 

Se você ainda acredita que o futuro é a mobilidade, é melhor repensar o seu discurso. Essa mudança já aconteceu e hoje pode ser mostrada em números. Veja! De acordo com a companhia de análise independente StatCounter, o consumo de internet a partir de dispositivos móveis superou o uso por meio de computador em 2016. O tráfego a partir de smartphones e tablets em outubro do ano passado foi de 51,2% enquanto o computador ficou em 48,7%.

E se ainda não estiver convencido, outros dados podem comprovar o que estamos afirmando: de acordo com um relatório da GSMA – entidade que representa os interesses das operadoras móveis de todo o mundo -, o Brasil é o país com mais smartphones conectados à internet da América Latina. São 234,5 milhões de conexões sem fio (wi-fi) no país no terceiro trimestre do ano, sendo 73% a partir destes aparelhos e 35% utilizando tecnologia 3G/4G.


 


Sim, o tal futuro mobile já é algo consolidado. E, com essas mudanças, os dispositivos móveis alinhado às novas tendências tecnológicas têm projetado cada vez mais o mercado de dispositivos móveis. E, acredite, o segmento de mobile learning tem sido um dos percursos para estes novos formatos de tecnologia. E o conceito de mobile first, por exemplo, que consiste em projetar um site primeiro para dispositivo móvel e depois ajustá-lo para desktop, já é uma estratégia bastante utilizada para quem trabalha em projetos de ensino a distância.

Se você deseja acompanhar a revolução digital em seus projetos educacionais, seja bem-vindo, você está no lugar certo. Neste artigo, iremos mostrar como o mobile first  poderá otimizar o tempo gasto em seus trabalhos e reduzir custos.

 

2- Porque Considerar o Mobile First em projetos EAD

 



O processo de desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade está cada vez mais acelerado. Novos recursos são inseridos quase que diariamente no mercado, e não demoram para tomar conta do nosso cotidiano. Smartphones, tablets, notebooks, entre outros dispositivos móveis, estão presentes em nossas atividades diárias, principalmente para se comunicar, compartilhar informações e aprender por si mesmo; ou seja, para adquirir conhecimentos, valores e habilidades por conta própria, sem a necessidade de estar em sala de aula e sendo acompanhado por um professor. 

Desta forma, hoje, é impossível tratar a tecnologia de forma superficial; é preciso utilizá-la em prol da educação, como recurso facilitador de absorção de conhecimento, capaz de influenciar diretamente o sucesso dos alunos. Sendo assim, graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet no Brasil, o mobile learning (educação/aprendizagem móvel) vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.




Contudo, a educação a distância levanta inúmeros desafios para a produção de conteúdos multidispositivos. Já que não basta digitalizar textos e inseri-los em uma plataforma online qualquer. É imprescindível elaborar conteúdos objetivos, acessíveis, flexíveis e interativos, planejados para serem acessados em dispositivos móveis, para melhorar a experiência do aluno com o aprendizado, gerar engajamento e reduzir custos com o projeto. 

Isso porque quando um projeto educacional é desenvolvido primeiro para desktop, a versão mobile precisa passar por várias adequações nos elementos para que tudo funcione corretamente no celular. Com isso, em alguns casos, muitos itens são removidos para que o site funcione bem em smartphones e tablets, por exemplo, e a experiência de usabilidade do aluno pode ser comprometida.

Quando este processo é realizado ao contrário, ou seja, o projeto educacional é pensado e elaborado primeiro para dispositivos móveis, é mais fácil ajustá-lo para o computador, pois o excesso de informações foi eliminado antecipadamente. Você terá apenas o trabalho de enriquecer a experiência do aluno.

No entanto, vale destacar que um projeto educacional a distância mobile first traz alguns desafios para o designer instrucional, desenvolvedores e designer, como: telas touchscreen, conexão móvel muitas vezes limitada, análise do comportamento dos usuários e tamanho da tela reduzido, que podem variar de 4 a 6,3 polegadas.




Sendo assim, a equipe responsável pelo projeto educacional precisa redobrar a atenção com relação a arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade do usuário. Ou seja, a prática do mobile first leva os desenvolvedores, designers e designer instrucional a pensarem em quais elementos são prioridades na exibição para o usuário e quais podem ser descartados, dando maior foco ao conteúdo que o usuário irá consumir quando estiver utilizando um pequeno dispositivo. Com isso, a tendência é que os projetos de EAD sejam mais limpos, bonitos e funcionais.

Uma das formas de testar a usabilidade dos projetos (seja na versão web ou em plataformas de EAD) é solicitar que algumas pessoas, com perfil semelhante do seu público-alvo, tente executar tarefas no site ou plataforma, tais como: acessar uma aula ou videoaula, voltar para a home, fazer um exercício, etc. Depois, basta coletar as opiniões das pessoas e analisar onde é possível melhorar e o que deve ser mantido.

 

3- Conclusão






Conforme vimos, para quem atua no segmento de ensino a distância, usar o mobile first para desenvolver projetos educacionais não é mais uma questão de pensar no futuro, mas sim de estar atento ao presente. Afinal, se o mundo inteiro está acessando a internet por dispositivos móveis, não é nada sensato pensarmos em desenvolver projetos educacionais online para serem acessados em computadores. O fato é que pensar primeiro em versões mobile, desfrutamos de várias vantagens, entre elas, podemos destacar:

  • melhor experiência de usabilidade;
  • eliminação do excesso de informações antecipadamente;
  • eliminação de recursos visuais pesados;
  • elaboração de interfaces mais agradáveis;
  • diminuição da taxa de rejeição por parte do usuário.

Além disso, o mobile first visa atrair e reter o públicos-alvo do seu projeto educacional, já que parte-se do pressuposto de que quem realiza um curso a distância ficará ainda mais satisfeito se puder estudar pelo smartphone.

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento
Criação: Cláudio Almeida

Conteúdo textual escrito, podcasts e videoaulas editados e finalizados. E agora?


Em primeiro lugar, é recomendável contratar um especialista para fazer a revisão do material. O processo de revisão textual de um curso (que tem como objetivo atingir um público amplo) consiste em um trabalho apurado!


Por mais que você escreva bem, de forma coesa e coerente, podem passar despercebidos deslizes ortográficos, de sintaxe ou estilo. Fique tranquilo, isso é bem normal! Afinal, estamos acostumados a nos expressar de determinada forma – e, por ficarmos tão focados na elaboração das aulas -, acabamos cometendo erros de acentuação, espaçamento e deixamos de lado o rigor da língua-padrão.


Geralmente, o autor já está acostumado com o texto e, mesmo que ele faça uma segunda leitura com caráter de revisão, muitos deslizes podem passar batidos. Mas atenção: os erros não devem chegar até o aluno, em hipótese alguma!


Por isso, é recomendável que a revisão seja feita por outra pessoa. Trata-se de um olhar clínico, neutro, cujo foco está totalmente voltado para a revisão ortográfica, gramatical e de estilo do texto.


Confira, então, os três prismas da revisão:


Ortográfico: procura-se por erros de escrita na redação das palavras: acentos, dígrafos, espaços ausentes ou duplicados, etc.

Gramatical: procura-se por erros de sintaxe – concordância verbal, vício de linguagem, palavras redundantes, etc.

Estilístico: procura-se melhorar a mensagem, tornando a leitura agradável. Em termos de conteúdos educacionais, por exemplo, deve-se evitar qualquer regionalismo linguístico.


Caso você tenha comprado o conteúdo do seu curso, é necessário considerar a
fase de validação do material.

Essa etapa se refere ao conteúdo em si. Portanto, se você optar por encomendar o conteúdo para um conteudista, acontece a validação do material por um especialista, no sentido de avaliar se, de fato, o que foi produzido é coerente com o que foi solicitado. Se tudo estiver de acordo com os padrões esperados, finaliza-se o projeto!


Após a etapa de revisão e validação, o seu conteúdo já estará pronto para ser comercializado.
Mas como? Busque no mercado uma plataforma de ensino mobile completa e personalizada, onde você possa publicar, formatar e gerenciar os conteúdos do seu curso!


A mLearn Educação Móvel oferece uma das melhores e mais completas plataformas de ensino mobile do mercado, onde é possível publicar conteúdos e criar aplicativos personalizados para dispositivos móveis.


Plataforma mobile


Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e à medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento

Criação: Júlia Boaventura

Não há como discordar que as imagens desempenham um papel fundamental em nossa vida. Todos os dias, nos deparamos com centenas de fotos, gráficos, ilustrações, infográficos e muito mais. E acredite: elas causam um enorme impacto em nossos costumes, hábitos de consumo, forma de pensar e até de agir.

Quando utilizadas no aprendizado, as imagens ensinam, reforçam, auxiliam. Além de serem atrativas e facilitarem a memorização, elas ainda conseguem transmitir informações de uma forma muito rápida. Para entender mais sobre o assunto, confira o infográfico!


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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento

Criação: Cláudio Almeida

Se você pretende desenvolver o seu próprio conteúdo, poupando gastos com a contratação de especialista/conteudista, é necessário fazer uma seleção criteriosa do material bruto a ser trabalhado no curso.

 

Utilize o seu senso-crítico e investigativo para fazer pesquisas sistemáticas. Não fique preso apenas aos arquivos textuais (PDF, livros, jornais e apostilas), assista vídeos, apresentações, palestras…

 

Para ajudá-lo a encontrar e selecionar os melhores conteúdos brutos, responda às seguintes perguntas:

  • Qual é a relação do conteúdo encontrado com os objetivos que estou propondo para o meu curso?
  • Como posso trabalhar o conteúdo macro dos módulos?
  • Quais habilidades esses conteúdos brutos podem desenvolver ou aprimorar nos alunos?

 

Atenção! Todo conteúdo reaproveitado deve ser adaptado ao ambiente mobile e ao contexto do seu curso. Utilize o tipo de linguagem ideal para o seu público-alvo.  Quanto mais próximo da realidade do aluno estiver o seu texto, maior será a possibilidade de assimilação do conteúdo.

 

Depois de selecionar os conteúdos e organizá-los, você poderá dividi-los em relevantes, irrelevantes e complementares. Separe-os e seja criterioso em suas escolhas.

 

Observações:

  1. A internet é uma grande fonte de informação, mas tome cuidado com conteúdos falsos ou incompletos que estão espalhados por aí. Analise tudo o que você encontrar – e não utilize apenas um site como referência.
  2. Não se prenda apenas às pesquisas na internet. Leia livros, assista documentários, telejornais, ouça podcasts educacionais. Para elaborar o seu curso, é importante conhecer o tema de forma completa.

 

  • Cuidado com a lei de Direitos Autorais. Você só pode reproduzir e comercializar livremente um conteúdo se tiver o direito patrimonial sobre ele. Vale lembrá-lo que esta regra é válida para qualquer tipo de conteúdo: textos, músicas, vídeos, podcasts, imagens. Que tal um post sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

 

  • É extremamente importante adaptar (reescrever com suas próprias palavras) todo o material bruto, apresentando as fontes sempre que necessário. No entanto, não há necessidade de fazer citação de conteúdos de conhecimento comum (fatos históricos ou amplamente conhecidos).

 

  • Quer utilizar materiais livres para uso comercial? No Brasil, uma obra é colocada em domínio público depois de 70 anos do falecimento do autor. Essas produções estão reunidas no Portal Domínio Público. Para acessá-lo, clique no link, a seguir:

 

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp



Por enquanto é isso, pessoal.  Caso você ainda não tenha lido as outras partes do artigo, clique aqui e saiba por que desenvolver conteúdos mobile, e aqui para montar o planejamento desses conteúdos. No próximo episódio, vamos ensinar como elaborar – de fato – um conteúdo mobile.  Não perca!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento
Criação: Cláudio Almeida

Acredito que a melhor forma de apresentar as diretrizes para a criação de conteúdo mobile seja por tópicos. Portanto, neste artigo, tentarei mostrar da maneira mais didática possível como desenvolver um curso – desde o planejamento, passando pela elaboração do conteúdo até a sua publicação ( e partindo da ideia de que você já definiu o assunto que irá abordar).

PORÉM

Vale destacar que, em empresas de educação mobile, o responsável pelo planejamento e desenvolvimento de conteúdos, pela seleção de materiais e organização das informações é o conteudista – de modo geral.

Todo esse conteúdo serve como base para a elaboração do material pedagógico e, consequentemente, para a construção do curso mobile (aulas textuais, exercícios, videoaulas, podcasts, e-books, etc.). Essa segunda etapa é realizada por um designer instrucional, também conhecido como design educacional (profissional responsável por facilitar o processo de educação e aprendizagem, utilizando, para isso, um conjunto de técnicas, métodos e recursos). Em breve, faremos um post sobre  o assunto.

Contudo, mesmo que você não tenha um profissional da área da educação em sua equipe, isso não te impede de elaborar conteúdos eficazes, na base do faça você mesmo. Sem mais delongas, acompanhe a seguir como desenvolver o seu curso mobile!


#PLANO DE CURSO

O Plano de Curso é a primeira etapa do projeto, e é uma das partes mais importantes de um conteúdo educacional. O documento deve apresentar o objetivo geral, os objetivos específicos, os conteúdos, as metodologias, os procedimentos e as técnicas que serão utilizadas no processo de ensino-aprendizagem do curso.

O Plano de Curso deve conter, no mínimo, as seguintes orientações: nome do curso, objetivo geral, objetivos específicos, títulos dos módulos, títulos das aulas e o plano de mídia. Confira o passo a passo para você elaborar um plano de curso!

  • Nome do curso: todo curso precisa de um tema principal. Escolha um nome que desperte o interesse do aluno. Em se tratando de conteúdo mobile learning, o título deve ser o mais curto e objetivo possível. Mas, lembre-se, ele deve refletir todo o conteúdo do curso.  

Exemplo: Técnicas de Negociação

  • Objetivo geral: aqui, você deverá inserir o que se pretende atingir com o curso. O texto deve ser redigido de forma clara e no tempo infinitivo (capacitar, descrever, ampliar, analisar, descobrir). Importante: o objetivo geral deve ser alcançável!

Exemplo: Este curso tem por objetivo desenvolver estratégias de negociação como forma de lidar com situações de conflitos e influenciar o ambiente organizacional.  

  • Objetivos específicos: são os passos adicionais que irão colaborar para que o curso alcance o objetivo geral. Para elaborá-los, você também pode utilizar verbos no infinitivo.

Exemplo: 1- Identificar os conceitos de negociação. 2- Identificar os fatores envolvidos no processo de negociação. 3- Identificar as etapas do processo de negociação. 4- Capacitar o aluno para gerenciar os conflitos nos casos de impasse na negociação.

  • Carga horária: defina quanto tempo o aluno precisará se dedicar aos estudos. Para isso, é necessário considerar o tema do curso (simples ou complexo), o tempo de execução de cada atividade (aulas textuais, videoaulas, podcasts, exercícios, prova final), além do tempo necessário para releitura do material, se necessário.

Lembre-se: por se tratar de um curso para dispositivos móveis, o aluno  certamente não deseja passar muitas horas à frente de uma tela pequena lendo textos, assistindo videoaulas ou ouvindo podcasts extensos após um dia cansativo de trabalho.

Exemplo: o curso terá duração de 10 horas, distribuídas em 04 módulos, de 05 aulas cada.

  • Metodologia de ensino: geralmente, a metodologia de ensino para um curso mobile é autoinstrucional. Ou seja: é um curso autoexplicativo. Nesse modelo, o aluno tem liberdade nos estudos e não depende diretamente de outros profissionais (professor ou tutor) para aprender – a não ser pela seleção e elaboração de um bom material de ensino. Assim, o aluno não tem obrigação de cumprir horários pré-estabelecidos de estudo, o que possibilita maior flexibilidade de estudo.

A metodologia autoinstrucional exige que o aluno reflita e entenda sobre o conteúdo antes de passar para outro módulo. O aprendizado é acontece por meio de vários recursos: vídeos, podcasts, hiperlinks, artigos, sempre mediados pelo ambiente mobile.

Nesta metodologia de ensino, é importante que o aluno faça uma prova ao final do curso. Atividades não avaliativas, como exercícios ao final de uma aula ou de um módulo, também são disponibilizados para que o usuário coloque em prática o que aprendeu.

Atenção! Como você pode imaginar, um curso autoinstrucional exige muito cuidado em sua elaboração para que tudo aconteça dentro do previsto.

  • Recursos metodológicos: defina os recursos que serão utilizados no seu curso – aplicativo, textos, e-books, videoaulas, podcasts, infográficos, gamificação, storytelling.  Destaco 05 destes recursos abaixo:

– Aplicativo: desenvolvido sob medida para dispositivos móveis, pode combinar aulas textuais, conteúdos multimídia (videoaulas e podcasts), gamificação e mecanismos para interação entre os alunos (chats, fóruns, comentários.).

Caso você não tenha conhecimentos técnicos e habilidades em design e em criação de software para desenvolver o seu próprio aplicativo, saiba que existem plataformas para ajudá-lo nesta árdua, porém indispensável tarefa. A mLearn Educação Móvel possui uma plataforma para criação de aplicativos educacionais móveis bastante flexível, onde você poderá utilizar todos os recursos metodológicos que irá desenvolver para o seu curso.

Um aplicativo é composto por duas etapas:

– painel administrativo: local onde serão inseridos, editados, formatados e publicados os conteúdos do seu curso. O acesso ao painel administrativo é feito por meio do navegador de internet. Nele, também é possível publicar os Termos e Condições de Uso, FAQ (Perguntas Frequentes) e demais informações que serão exibidas no aplicativo para o usuário final.

– aplicativo para smartphone: o usuário faz download do aplicativo no Google Play (sistema operacional Android) e Apple Store (sistema operacional IOS). O app é instalado no smartphone ou tablet do usuário. Quando o aluno entra no app e faz algumas ações, o aplicativo se conecta ao painel administrativo para buscar os conteúdos publicados.

– Videoaulas: recurso didático que utiliza o vídeo como forma de transmissão do conteúdo. Com imagens e som, é possível se aproximar do público-alvo – acredite! As videoaulas são capazes de prender a atenção do aluno, fazendo com que ele se engaje mais com o assunto, além de tornar  a absorção do conteúdo mais fácil, estimulando o raciocínio.  

Para criar as suas videoaulas é imprescindível elaborar roteiros. Para isso, você pode utilizar uma estrutura semelhante a essa:


Para conseguir engajar o seu público-alvo, aposte no visual limpo (atenção para não poluir as videoaulas com muitas artes e letreiros), na interação e em cenas fora do estúdio.  Se possível, exemplifique o que está sendo dito.

Utilize diálogos reais. Se possível, crie um personagem, pois isso causa maior empatia nos alunos.: “João tentou negociar com Maria a compra de um imóvel. No entanto, os dois não chegaram a um acordo por…”.

Atenção! A abertura da videoaula não pode ser longa. Quanto maior o tempo da introdução, maior será a chance do aluno ficar disperso.

 

Podcast: arquivo de áudio digital com o conteúdo abordado na aula, em uma linguagem clara, objetiva, típica dos programas de rádio.

 

E-book: arquivo textual, em formato digital. Ele pode ser a versão para download da sua aula textual ou pode conter conteúdos complementares ao que está sendo abordado na lição. O formato mais comum para este tipo de arquivo é o PDF.

 

– Gamificação: é a utilização de elementos de jogos na educação – como missões ou desafios -, que funcionam como “combustíveis” para a aprendizagem. Outras alternativas são utilizar pontuação e prêmios ou definir personagens e cenários específicos.

 

  • Definição dos módulos: são as divisões onde se encaixam as aulas. Os módulos são apenas cabeçalhos que indicam o que virá nas aulas a seguir. Eles têm por objetivo dividir melhor o curso por etapas, facilitando, assim, o progresso do aluno.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação

Módulo 02: O que é Preciso para Saber Negociar?

Módulo 03: Gestão de Conflitos

Módulo 04: Negociação de Prazos


  • Definição das aulas: é nesse momento que você irá definir o conteúdo programático ligado ao tema de cada módulo do curso. É importante conectar as aulas da forma mais natural possível, de modo que os alunos sintam que estão evoluindo.

Exemplo: Módulo 01: Conceito e Processo de Negociação.

Aula 01: O que é Negociação?

Aula 02: A Importância da Negociação

Aula 03: Características dos Negociadores de Sucesso

Aula 04: O Processo da Negociação

Aula 05: Tudo Pode ser Negociado


  • Dinâmica do curso: como o aluno irá interagir com o curso? Nesta etapa, você deverá explicar a dinâmica do curso por meio de texto ou esquema.
  • Plano de Mídia: aqui, você deverá indicar as aulas que receberão os recursos multimídia, seus formatos (vídeos, podcasts…) e estimativas de duração.


Observação:

1- O Plano de Curso é flexível. Isso significa que ele poderá ser alterado ao longo da elaboração do curso.  

2- Você também pode inserir o cronograma e o levantamento dos custos que terá para elaborar o curso.  



Quer conhecer o segundo passo para a produção de conteúdos mobile? Aguarde a terceira parte do nosso artigo.  Se ainda não leu a primeira parte, clique aqui e conheça os motivos para criar conteúdos mobile!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento
Criação: Cláudio Almeida

O mobile learning (educação móvel) vem recebendo cada vez mais atenção das instituições de ensino e das empresas – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação. Então, por que não aproveitar o fato dos smartphones e tablets estarem sempre à mão para investir neste promissor formato de ensino-aprendizagem?

Se você não dá a devida importância para este assunto, acredite: será necessário repensar a sua estratégia não apenas de ensino, mas também  de mercado. Grande parte da população brasileira está usando o mobile learning, e essas pessoas querem uma experiência de aprendizado superior a do modelo tradicional (presencial).


Só para você ter uma  ideia da popularização dos smartphones: de acordo com o levantamento da empresa Cheetah Mobile, cada brasileiro interage mensalmente com 53,62 apps. Ao todo, nove países (Alemanha, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, México, Reino Unido e Rússia) foram monitorados pela pesquisa. Os números do levantamento mostraram que o brasileiro usa e interage com mais aplicativos do que a média global, que possui engajamento com 39 apps por mês.

As pessoas que fazem parte deste mercado buscam aplicativos educacionais que possam contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, para acessá-los de forma simples, a qualquer hora e em qualquer lugar. E com esse forte aumento da demanda, novas oportunidades surgem a partir do mobile learning e das infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação. O problema, no entanto, é: como desenvolver conteúdos eficientes de aprendizagem móvel? Vamos aprender?


Se você anda pensando em desenvolver cursos ou treinamentos mobile para modernizar o seu método de ensino-aprendizagem ou até mesmo para aumentar a sua renda mensal, saiba que a elaboração do material didático é uma tarefa árdua e complexa. Mas, com um bom planejamento, você certamente conseguirá engajar as pessoas e obter sucesso.

Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível elaborar cursos ou montar treinamentos bastante criativos e versáteis, que utilizam todas as vantagens das mídias atuais. Além dos textos para leitura, o conteúdo pode (e deve) incluir videoaulas, podcasts, ilustrações, gráficos e outros recursos que influenciam os resultados do processo educacional.

Acompanhe a segunda parte do nosso artigo na próxima semana!


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Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Desenvolvimento de Equipes, Planejamento de Treinamento
Criação:Fábio Britto


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Educação Móvel – ou Mobile Learning – tem apostado nos mais diversos estímulos visuais e auditivos para facilitar o aprendizado e aumentar o engajamento dos alunos. Além dos já tradicionais textos, entram em cena os podcasts, ebooks e videoaulas como recursos valiosos para o ensino digital.


Neste artigo, discutiremos a produção de vídeos para o ambiente virtual – e como utilizá-los a favor do aprendizado via celular, tablet ou notebook! Então vamos lá!



O vídeo e suas características

Podemos definir os vídeos como ferramentas dinâmicas, já que, em um único arquivo, eles conseguem unir imagem e som.


Como muito bem define Moran (1995), “o vídeo entrelaça o imaginário, a intuição com a razão […], […] nos seduz, informa, entretém, projeta outras realidades. O vídeo combina a comunicação sensorial-sinestésica com a audiovisual, a intuição com a lógica, a emoção com a razão, começando pelo sensorial, pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional”.


Os vídeos podem ainda atingir quase todos os sentidos do corpo humano. Isso porque os recursos audiovisuais acionam a imaginação do usuário o tempo todo. Martirani (1998) relata que “a linguagem videográfica, ao utilizar som e imagem, articula uma rede de signos que orienta o processo comunicativo ora para a percepção ora para a cognição”.


Dessa forma, o vídeo se apresenta como uma ferramenta poderosa de transmissão de informações, enriquecendo e ampliando a experiência do espectador.



Fugindo do amadorismo

Embora o vídeo apresente inúmeras características positivas – dinamicidade e maior envolvimento do espectador, por exemplo – é preciso tomar alguns cuidados na hora de produzi-los.  


Hack (2007) destaca que devemos ficar atentos à maneira como as informações serão transformados em cenas. Em casos de simulação de situações, por exemplo, o ideal é utilizar atores profissionais, para que a encenação tenha maior dinâmica e cause empatia naqueles que assistirão os vídeos.


Portanto, a profissionalização é de extrema importância na produção audiovisual. O amadorismo compromete profundamente a qualidade e, por consequência, o alcance e a eficiência do material produzido.



Multimídia a favor do aprendizado

Os dicionários definem a palavra multimídia como “técnica para apresentação de informações que recorre simultaneamente a diversos meios de comunicação, mesclando texto, som, imagens fixas e animadas”. E é exatamente isso que o vídeo representa!

Para Carneiro (2001), quando várias mídias são utilizadas, é possível alcançar abordagens diferentes – e isso potencializa o processo de aprendizagem! Além disso, Baggett (1984) confirmou que os conteúdos repassados visualmente são retidos com maior eficácia.

Por fim, uma pesquisa norte-americana veio endossar as vantagens da utilização dos vídeos no ensino. Hee Jun Choi e Scott D. Johnson confirmaram, em seus estudos, que o vídeo online potencializa a retenção e o engajamento de alunos.


Como utilizar vídeos na educação móvel

A Educação Móvel tem atraído, cada vez mais, os consumidores de ensino a distância. Afinal, é muito mais prático aprender pelo celular ou tablet – e o aprendizado se torna ainda mais dinâmico quando ocorre por meio de vídeos!

Contudo, sendo um mercado relativamente novo, muitas incertezas “assombram” a produção audiovisual voltada para Mobile Learning. Com o objetivo de diminuir ao máximo essas indefinições, reunimos importantes recomendações para quem vai (ou quer) embarcar nessa aventura!

Em primeiro lugar, é necessário encontrar um formato de vídeo que seja atrativo, dinâmico e acessível.  

Devemos também considerar que o usuário pode estar consumindo dados móveis na visualização dos vídeos. Portanto, os arquivos precisam ser leves! E atenção: vale reduzir a qualidade da imagem em benefício da usabilidade.

Outra estratégia é dividir o conteúdo em vídeos mais curtos. Além de carregarem mais rápido, eles facilitam o acesso do usuário, já que podem ser consumidos nos pequenos intervalos do dia a dia dos alunos.

Pesquisas apontam que uma média de 2 a 5 minutos é a duração adequada para que um vídeo seja mais atrativo e funcional. Nesse intervalo, a taxa de desistência costuma ser de 5%. Em vídeos de 5 a 10 minutos, o abandono sobe para 17%.

Vídeos curtos e leves, contudo, não devem servir de desculpa para a produção amadora. Cenas bem produzidas, pertinentes e complementares ao conteúdo narrado são importantes para prender a atenção do usuário.

Não tenha medo de utilizar fotografias, gráficos, infográficos e outras artes para ilustrar o assunto. Lembre-se de que a parte visual do vídeo pode acelerar o processo de aprendizagem, na medida em que fixa e reforça o conteúdo exposto.

Peter Drucker, um dos maiores nomes da administração moderna, ensina que “o que se mede, se administra”. E isso não é diferente na produção audiovisual. Gravar, editar e disponibilizar não pode ser a regra. É também necessário medir a utilização e o consumo dos vídeos.


Nesse contexto, a taxa de retenção e a taxa de abandono são pontos cruciais de análise!


Pesquisas voltadas para o mercado e-learning revelam que o usuário abandona um vídeo que não abre em 2 segundos. Por isso, fique atento ao tempo de carregamento: se for longo, é preciso rever a tecnologia de hospedagem e de disponibilização dos vídeos.


Além disso, é essencial mensurar em que ponto os usuários deixam de assistir os vídeos.


A estrutura básica de um vídeo geralmente é:

  • Nariz/abertura ou vinheta de abertura – os primeiros 2% do tempo de vídeo;
  • Corpo do vídeo ou estrutura de conteúdo – 96% do tempo de vídeo;
  • Cauda ou encerramento – os últimos 2% do tempo de vídeo.

Perder público nos primeiros 2% do vídeo significa que o usuário, logo de cara, não se interessou. Portanto, é necessário rever a estrutura de abertura.


O corpo do vídeo merece atenção especial: edições ágeis, boa trilha sonora, linguagem informal e artes adequadas aumentam o engajamento e o interesse do público.


Os 2% finais do vídeo podem ser o momento de “despedida”, com uma vinheta de encerramento. Essa decisão é estratégica porque muitos usuários fecham o vídeo antes mesmo que ele termine. Ao adicionar uma vinheta, você evita que o aluno perca conteúdo durante esse abandono.


Por fim, é preciso alinhar o produto audiovisual com a necessidade do usuário. Por exemplo: de nada adianta você querer ter um conteúdo inclusivo para portadores de deficiência auditiva, se seu vídeo não possui Libras. Os menores cuidados são importantes: desde o tipo de fonte utilizada até a escolha do thumbnail (a miniatura da imagem do vídeo).


A produção audiovisual para a Educação Móvel está crescendo! Quem quer investir nesse ramo precisam se reinventar, ser criativo e proporcionar maior usabilidade e acessibilidade aos alunos. Lembre-se de que criar conteúdo audiovisual de alta qualidade é imprescindível, sempre!

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Planejamento de Treinamento

Criação: Júlia Boaventura


Cada vez mais presentes nas mãos das pessoas, os smartphones têm se tornado a solução para inúmeras necessidades humanas: comunicação, pesquisa, socialização, entretenimento… Mas você já parou para pensar que o seu aparelho também pode ser uma ótima plataforma de aprendizado?

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