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O celular na sala de aula já é uma grande alternativa de aprendizagem, e esse artigo aborda seus principais benefícios para estudantes e professores!


Introdução


O brasileiro nunca esteve tão ligado em tecnologia, e a prova disso são as inúmeras pesquisas que mostram um crescimento exorbitante da utilização de smartphones.


De acordo com um estudo feito pelo ‘Google Consumer Barometer’ (barômetro do consumidor) junto com a empresa de pesquisas Kantar TNS, enquanto em 2012 apenas 14% dos brasileiros utilizavam smartphones, em 2016 esse número passou para 62%. Já os dados da 28ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) apontam que o Brasil terá um smartphone em uso por habitante até o final deste ano.


E, em tempos tecnológicos, a utilização do celular em sala de aula tornou-se uma forte tendência, já que pode ser uma estratégia poderosa para reforçar e dinamizar o aprendizado.


Embora a cultura digital já seja uma realidade entre alunos e professores, a nova proposta de ensino tem desafiado a tradição. De acordo com especialistas e docentes, quando bem utilizado e também supervisionado, o aparelho em sala de aula pode se tornar um excelente instrumento de aprendizagem, inclusive para engajar alunos no processo de ensino, pois a grande maioria dos smartphones possui inúmeros recursos como: câmeras, gravador de voz, mapas, além de, é claro, o acesso à internet.


Ainda de acordo com especialistas, estar conectado durante a aula não necessariamente significa distração e perda de foco. A alternativa é também uma maneira de aprender como pesquisar, coletar dados e referências, além de auxiliar alunos a inteirar-se de assuntos atuais em tempo real. Ou seja, o aluno acaba se tornando o protagonista do próprio aprendizado.




O potencial de engajamento das novas tecnologias na educação


Livros virtuais, aplicativos e plataformas que interagem com estudantes por meio de imagens e sons, integrando o mundo real com o mundo digital. Já está mais do que provado que a realidade virtual pode aumentar o desempenho dos alunos e gerar maior engajamento com os conteúdos dados em sala aula. A inclusão de novas tecnologias têm facilitado e dinamizado o ensino e o aprendizado, tornando-o mais rico, motivador e atrativo para os estudantes.


Através dos smartphones, é possível engajar alunos de diversas formas. O conceito de
sala de aula invertida, por exemplo, é uma tendência que vem sendo adotada no mundo todo. Segundo a metodologia, o professor disponibiliza o material necessário para o aluno estudar em casa através de aulas online, e então trazer as dúvidas para a sala de aula.


Assim, produtivos debates assumem o lugar do modelo clássico em que o professor fala e o aluno ouve. O que o professor precisa entender é que a tecnologia é essencial para os jovens, que já nasceram conectados. Por isso, não há como competir com esta realidade. O jeito é aliar-se à tecnologia e utilizar a criatividade para pensar em diferentes formas de ensino que a tecnologia pode proporcionar aos alunos.




Motivos para apostar no celular como ferramenta pedagógica


São diversos os benefícios que as ferramentas pedagógicas digitais oferecem, tanto para o professor, como para melhorar o desempenho dos seus alunos. São eles:


  • estimular novas experiências através da cultura digital;
  • construir novas competências e contribuir para o seu desenvolvimento;
  • tornar as aulas mais atraentes e inovadoras;
  • ampliar possibilidades para alunos e para professores;
  • transformar a aprendizagem, tornando-a mais motivadora e significativa;
  • proporcionar novos caminhos para o ensino através de novas metodologias, formando educadores e os ajudando a descobrir estratégias inovadoras para o aperfeiçoamento do processo educacional.


E as vantagens vão além: o ensino digital permite que os estudantes aprendam a qualquer hora e em qualquer lugar, auxiliando na construção de novas oportunidades de aprendizado. Ele também otimiza o tempo na sala de aula e permite o contato imediato e informal entre professores e estudantes, de modo que a relação se torna mais próxima.


A familiaridade dos estudantes com os smartphones tem feito com que cada vez mais escolas passem a investir em tecnologias de educação. Diante desse cenário, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) publicou um guia com recomendações políticas e bons motivos para professores e alunos aproveitarem as tecnologias móveis (como celulares, smartphones e tablets) em sala de aula.


Entre as recomendações presentes no documento, destacam-se a criação de conteúdo adequado e a promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel.




Como utilizar o celular como aliado do ensino em sala de aula


Existem diversas formas de se utilizar o smartphone como aliado da aprendizagem. São elas: aplicativos educacionais, grupos de discussão em redes sociais ou através de consultas online de conteúdos multimídia que podem ajudar a complementar e a enriquecer o tema de estudo.


Os aplicativos educacionais, por exemplo, possuem conteúdos complementares multimidiáticos e outros recursos interativos que unem professores e alunos para facilitar a comunicação da turma e criar uma forma simples de compartilhar e corrigir tarefas e materiais úteis para o ensino.


Já os grupos de discussão são muito utilizados para troca de experiências. Lá, é possível que o aluno aprenda e também auxilie amigos que estejam com determinadas dúvidas. É um espaço para debater ideias e absorver conhecimentos.


As consultas online são essenciais para que os alunos possam obter conhecimento sobre o assunto debatido em aula de forma imediata. Essa metodologia auxilia os estudantes a fixarem ainda mais as matérias dadas em sala de aula.




É possível adaptar o celular como ferramenta de ensino infanto-juvenil e adulto?


Dentre os recursos que ajudam a transformar o celular em uma ferramenta de ensino tanto para crianças, quanto para jovens e adultos, estão os jogos educativos.


Os jogos, quando bem utilizados em sala de aula, são um ótimo recurso de aprendizagem. Com eles, o professor pode deixar as aulas mais dinâmicas, proporcionando ao aluno uma forma diferente e divertida de aprender.


Personalizados de acordo com a necessidade de cada aluno, os jogos permitem uma abordagem diferente para o desenvolvimento das competências cognitivas. Além disso, trabalhar com jogos educacionais ajuda os alunos a manterem a concentração e a renderem mais.


Para as crianças, essa estratégia é considerada uma das melhores formas de prender sua atenção, pois através do celular elas irão estimular a imaginação, obter conhecimento e promover a criatividade, além de desenvolver a autonomia.




Conclusão


Existem diversas maneiras de tornar o uso do celular uma alternativa eficaz.


O professor tem a possibilidade de ministrar a aula de maneira mais expositiva sobre determinado assunto. Em uma aula sobre planetas, por exemplo, o aluno poderá acessar o smartphone e verificar em tempo real tudo sobre o planeta em questão.


Monitorar a performance nas aulas de educação física. Através de aplicativos, é possível aumentar a produtividade e a participação dos alunos nas aulas. Aplicativos podem monitorar frequências cardíacas e avaliar o rendimento de cada aluno, permitindo que o professor saiba como melhor administrar as aulas, entenda as limitações de cada aluno para os exercícios realizados e, assim, possa planejar uma aula mais adequada, saudável e com mais qualidade a partir de todos os dados coletados nesses monitores virtuais.


Criar e ser criativo. Existe uma série de aplicativos para smartphone que podem dar um toque bem mais dinâmico, criativo e divertido. O iMovie, por exemplo, pode criar vídeos extremamente profissionais e com uma série de recursos excelentes, de uma forma bem descomplicada e fácil de se utilizar. Caso o professor queira envolver uma música no trabalho, o Songify consegue transformar imediatamente qualquer discurso gravado em uma música e ainda permite uma grande variedade de ritmos.


Outro aplicativo muito utilizado é o Pinterest. Ele possui imagens diversas que podem complementar qualquer trabalho.  


Dessa forma, o celular pode ser uma poderosa ferramenta para enriquecer e complementar o aprendizado. Porém, é necessário que o docente saiba estabelecer limites para que o uso seja equilibrado e benéfico. Este, sem dúvidas, é um grande desafio para os professores, que precisam determinar, dentro de sala de aula, o principal objetivo do celular: ser um aparelho aliado às novas informações e fontes de estudo.


O uso da tecnologia favorece a interação entre alunos e professores, e até mesmo aqueles considerados tímidos conseguem interagir por meio de ferramentas tecnológicas.


Quando aliada à educação, a tecnologia permite que todos expressem seus conhecimentos e deem opiniões, o que traz à tona a experiência prévia dos alunos e os motiva ainda mais, pois eles passam a sentir-se parte ativa e importante do processo de aprendizagem.

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Criação: Cláudio Almeida

São inúmeras as discussões sobre plágio e violação dos direitos autorais em cursos online, trabalhos acadêmicos, na música, na literatura e em obras de artes. Entretanto, com a utilização cada vez mais frequente da internet como fonte de pesquisa, essa prática tem se multiplicado de forma assustadora, por conta da diversidade de informações e do desconhecimento do que é ou não permitido referenciar ou copiar.

Já falamos neste mesmo espaço sobre a importância do conteúdo para dispositivos móveis e também ensinamos como produzir conteúdos mobile learning. Na ocasião, destacamos que você também pode desenvolver os seus próprios conteúdos educacionais online, poupando gastos com a contratação de especialistas/conteudista.


Chamamos a sua atenção sobre a importância de se
fazer uma seleção criteriosa do material bruto do seu curso ou treinamento online, respeitando sempre as questões relacionadas aos direitos autorais: direitos que todo criador de uma obra intelectual tem sobre a sua criação.


E, para ajudá-lo no processo de criação de conteúdos, neste artigo vamos mostrar quais são os passos básicos para você não infringir as leis que versam sobre os direitos autorais, evitando o risco de plágio.


O PLÁGIO


Plágio significa copiar ou assumir a autoria do trabalho de outra pessoa, em partes ou totalmente, sem dar os devidos créditos ao autor original da obra.

 

O plágio pode ser ser de qualquer natureza, como em obras intelectuais, imagens, músicas e trabalhos acadêmicos. Ele está previsto no Código Penal Brasileiro e na Lei 10.695, sancionada em 1º de julho de 2003. Vejamos:

 

Direitos Autorais – Artigo 184: Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:



1º Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.


2º Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.


3º Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.


4º O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.” (NR).


Traduzindo: se você quer mesmo planejar e elaborar o seu próprio conteúdo educacional para dispositivos móveis, dispensando a contratação de um conteudista, não deverá, em hipótese alguma, utilizar materiais que não são da sua autoria sem deixar claro quem é o autor da obra. Mesmo que você não explicite que você é o autor do texto, trecho ou frase, se ficar subentendido que você é o autor, constitui plágio. Ou seja, você estará cometendo um crime.

 

Vale destacar que o plágio não é apenas a cópia fiel e não autorizada da obra de outro autor. Ele também é caracterizado quando se copia a essência do conteúdo de outra pessoa e modifica-se apenas a maneira de escrever.

 

CÓPIA NÃO AUTORIZADA



Como o próprio nome sugere, a cópia não autorizada acontece quando se
reproduz um conteúdo sem ter a permissão do detentor do direito autoral, cometendo o crime de contrafação.

 

Contrafação é a cópia não autorizada de uma obra. E toda reprodução de materiais fora das estipulações legais é uma cópia não autorizada.

 

FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

 

O registro de uma obra permite que a autoria seja reconhecida e também garante que ela não seja utilizada, sem autorização prévia, por terceiros. Os direitos patrimoniais e morais, o estabelecimento de prazos de proteção tanto para o titular quanto para seus sucessores estão regulamentados na Lei nº lei nº 9.610, sancionada em 19 de fevereiro de 1998.

 

O registro de obras intelectuais no Brasil é um serviço prestado pelo Escritório de Direitos Autorais (EDA) da Biblioteca Nacional. A Fundação também é responsável por receber o “depósito legal” (obrigatoriedade de enviar no mínimo um exemplar de todas as publicações produzidas em território nacional) das obras registradas.

 

A Biblioteca Nacional tem por objetivo principal conferir ao autor a segurança quanto ao direito sobre sua obra.

 

De acordo com a Biblioteca Nacional, as obras intelectuais que podem e devem ser registradas são: textos de obras literárias, artísticas ou científicas, obras audiovisuais sonorizadas ou não, composições musicais que tenham ou não letra (poesia), ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza, projetos, esboços e obras plásticas, adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova, coletâneas ou compilações, enciclopédias, dicionário, etc.

 

Dentre o que não deve ser registrado, segundo a Biblioteca Nacional, incluem-se ideias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou conceitos matemáticos como tais, esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios, formulários em branco, textos de tratados ou convenções, leis, decretos, decisões judiciais, informações de uso comum, nomes e títulos isolados e o aproveitamento industrial ou comercial das ideias contidas nas obras.

 

Para registrar uma obra intelectual, é necessário pagar uma taxa que pode variar de R$ 20,00 a R$ 80.00.

 

O QUE É PERMITIDO?



A Lei que versa sobre os Direitos Autorais estabelece algumas situações que não constituem ofensa aos direitos de propriedade intelectual de outrem.

 

As citações, por exemplo, são permitidas, desde que atendidos os critérios legais. As citações para fins de estudo ou crítica podem ser utilizadas com moderação, desde que haja a indicação do nome do autor e da obra.

 

A Lei também permite a reprodução de pequenos trechos de obras preexistentes, devidamentes referenciados, em textos de qualquer natureza ou de obra integral quando ela é de artes plásticas, sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da nova obra. Apesar de não deixar claro o que pode ser considerado como “pequeno trecho”, recomenda-se  usar o bom senso e nunca utilizar integralmente uma obra que não é sua.  

 

No entanto, não há necessidade de fazer citações de conteúdos de conhecimento comum; ou seja, de fatos históricos ou amplamente conhecidos.

 

Também estão livres de infração as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito. Nomes e títulos isolados não são protegidos pela Lei de Direitos Autorais.

 

O QUE FAZER? COMO FAZER?



De modo geral, conteúdos EAD – sejam eles para cursos ou treinamentos – são elaborados por conteudistas. Após a criação do plano de cursodocumento composto pelo nome do curso, objetivo geral, objetivos específicos, carga-horária, metodologia de ensino, recursos metodológicos, definição de aulas… – , o material passa por uma equipe que inclui designers instrucionais, técnicos de informática e web designers. Depois desse processo, o material bruto (inicial) já sofreu alterações suficientes para não pertencer mais apenas ao conteudista.  

 

O conteúdo elaborado (de autoria coletiva), ao ser disponibilizado em uma plataforma online, passa a ser considerada uma obra multimídia, composta por textos, videoaulas, imagens, podcasts, dentre outros.

 

A construção em conjunto de conteúdos educacionais também se dá por meio de Recursos Educacionais Abertos. De acordo com um documento Unesco, elaborado junto com Comunidade REA-Brasil (2011), recursos educacionais abertos são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros”.

 

No entanto, é importante destacar que, para os Recursos Educacionais Abertos, valem exatamente as mesmas regras de direitos autorais relacionadas ao plágio. Portanto, é indispensável referenciar e/ou citar as fontes.

 

Existem várias plataformas de recursos educacionais abertos que podem auxiliá-lo na busca por conteúdos. Entre eles estão: o Mapa de Iniciativas de Recursos Abertos (MIRA), Edukatu, Escola Digital e Criative Commons BR.

 

Também é possível utilizar obras que estão em domínio público para produzir o seu conteúdo online. O domínio público representa o fim dos direitos patrimoniais de um autor sobre a sua obra, que passa a pertencer à coletividade.

 

Uma obra cai em domínio público nas seguintes situações:

– após 70 anos da morte do autor ou do último dos coautores;
– após o falecimento do autor que não possui herdeiros;
– quando é uma obra de autoria desconhecida.



Para consultar obras em domínio público, basta acessar o link: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

 

E NA INTERNET?



As mudanças tecnológicas impõem um grande desafio para a preservação dos direitos morais e patrimoniais. De acordo com Gandelman (1997, p. 152), “só a experiência e o tempo indicarão os caminhos a seguir e fornecerão as molduras jurídicas atualizadas pela nova cultura, no que se refere à proteção justa dos direitos autorais”.

 

Logo, não existe uma legislação específica no que se refere à propriedade do conteúdo disponível na internet. Com isso, muitos pensam que qualquer conteúdo que esteja disponível online pode ser apropriado. No entanto, é importante ressaltar que todas as obras intelectuais, mesmo estando digitalizadas e disponíveis na web, não perdem sua proteção e, portanto, não podem ser utilizadas sem autorização prévia do autor original.

 

E OS SITES E BLOGS?

 

Alguns sites e blogs permitem a cópia e a reprodução de seus conteúdos culturais com menos restrições que o tradicional “todos os direitos reservados”.

 

Geralmente, utiliza-se uma licença Creative Commons para indicar que o conteúdo disponível pode ser reproduzido, mas desde que sejam respeitadas algumas condições, como: creditar o material corretamente, inserindo nome do autor e link original do material. Também é importante verificar se o autor do site/blog permite a reprodução do conteúdo para fins comerciais!

 

E AS IMAGENS?

 

Imagens são criações autorais de terceiros, sendo indispensável a indicação da fonte.

 

Encontrar imagens liberadas para fins comerciais não é uma tarefa difícil. O número de plataformas com imagens gratuitas é bem extenso. Elas permitem a reprodução de fotografias, infográficos, ilustrações, imagens vetoriais e até mesmo vídeos para você escolher a melhor opção gráfica para o seu conteúdo online. A maior parte dessas plataformas possui imagens em alta resolução para download.   

 

Um dos bancos de imagens mais utilizados para fins comerciais é o Pixabay. Ele possui possui mais de 900 mil imagens gratuitas.

 

COMO FAÇO PARA LICENCIAR CONTEÚDOS DE OUTRO AUTOR?



Adquirir conteúdos de terceiros é uma prática um tanto quanto complexa, porque nem sempre o autor da obra detém os direitos autorais (talvez ela já pertença a alguma empresa) e, muitas vezes, esta informação não está clara nos materiais disponíveis.

 

Mas, se for possível, faça contato, de preferência por vias escritas, com o titular dos direitos autorais e tente comprar o conteúdo para fins comerciais. Desde já, saiba que para obter a cessão total da obra, transferência de direitos patrimoniais ou licenciamento parcial será necessário a assinatura de um contrato registrado em Cartório.

 

PROGRAMA PARA DETECTAR PLÁGIO

 

Um dos softwares mais utilizados no Brasil para detectar plágio é o CopySpider. A ferramenta é gratuita e utiliza a técnica de determinação da semelhança entre documentos disponíveis na internet para indicar possíveis existências de cópias indevidas.

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Criação: Cláudio Almeida

Quem é o Designer Instrucional e por que essa profissão é imprescindível para a educação a distância?


Talvez você desconheça o assunto e a profissão. E isso é bastante compreensível, principalmente se você não trabalha no ramo da educação. Afinal, o Design Instrucional é considerado como uma área nova no Brasil e, por isso, é desconhecido por muitas pessoas.


Entretanto, quando começarmos a falar de forma mais detalhada sobre o assunto, você certamente descobrirá que estamos falando de algo que já existe faz tempo, mas com outros focos de atuação.


O grande
boom do Design Instrucional nas últimas décadas decorre do crescimento das novas tecnologias e da evolução no processo de ensino-aprendizagem.


Para começar, vamos compreender o conceito de
design e, na sequência, instrucional.


A palavra inglesa
design refere-se ao processo de dar origem e elaborar um projeto. Portanto, compreenda design como projeto, como um processo de idealização, criação, desenvolvimento, concepção e configuração de algo para o consumo, em todas as fases e especificidades.


Já o termo
instrucional (oriundo do termo americano instructional) significa ensino, em português.


Portanto, podemos dizer que
Design Instrucional é o processo de desenvolver projetos de ensino. Nesse contexto, o Designer Instrucional é o responsável e principal executor desses projetos, participando ativamente da mediação entre educação, tecnologia, comunicação, produção e gestão. Para simplificar, podemos dizer que o Design Instrucional pretende facilitar a experiência de aprendizagem do aluno em um curso ou treinamento.


Apesar de ser uma área de atuação bastante ampla, os Designers Instrucionais, sem exceção, têm um ponto em comum:
trabalham em prol da educação.


De resto, o mercado engloba vários tipos de profissionais, que são geralmente reconhecidos por suas diferentes formas de atuação, que podem variar de acordo com o tipo de mídia que irá prevalecer no conteúdo em que atuam. Por exemplo: um Designer Instrucional que trabalha com materiais impressos ou com treinamento presencial atua diferente de um
DI que trabalha com mobile learning. Neste artigo, focaremos nos profissionais de DI que atuam e gerenciam projetos de cursos on-line.



POR QUE DESIGN INSTRUCIONAL É IMPORTANTE?


A educação a distância (EAD) está presente em nossas vidas há muito tempo. No entanto, somente a partir da evolução dos computadores e da internet é que a modalidade de ensino evoluiu de forma significativa. Só para ter uma ideia: de acordo com uma pesquisa da SAGAH em parceria com a Educa Insights, divulgada em 2016,
a educação a distância tende a superar o ensino presencial no Brasil a partir de 2023.


São várias as razões para apostar na educação a distância como a modalidade de ensino do futuro. Afinal, ela apresenta inúmeras vantagens. Muitas destas estão relacionadas à flexibilidade de estudo, economia de recursos financeiros e pedagogia inovadora. Entretanto, fazendo uma análise de alguns conteúdos on-line disponíveis no mercado, podemos observar que ainda falta planejamento e conhecimento quanto ao processo que surgiu para facilitar a aprendizagem de múltiplas pessoas. Com isso, erros que poderiam ser evitados são cometidos.


Além dos fatos mencionados, muitas instituições de ensino e empresas priorizam o baixo custo e fazem a pura e simples transposição do modelo tradicional para o mundo digital, ignorando, por exemplo, que cada pessoa aprende melhor de forma diferente. Vejamos: enquanto algumas pessoas absorvem todo o conteúdo realizando uma leitura, outras aprendem melhor por meio de videoaulas ou áudios.  


Para a nossa sorte, existem instituições de ensino e empresas que de fato se preocupam com a educação a distância. Elas trabalham para garantir o que há de melhor no EAD no que diz respeito à capacitação e desenvolvimento de habilidades e competências de pessoas em geral, principalmente daquelas que veem na modalidade de ensino a oportunidade de estudarem de forma dinâmica, por meio de diversas mídias, aproveitando o tempo livre para aprender onde e quando quiserem.


Além das instituições de ensino e empresas que se preocupam com a educação a distância, também existem profissionais
qualificados para facilitar o processo de ensino-aprendizagem na modalidade, tornando a experiência mais interessante e proveitosa. Um desses profissionais, conforme você pode imaginar, é o Designer Instrucional, que garante a transferência da informação com clareza, a retenção do conteúdo, o desenvolvimento de habilidades e a eficácia no uso dos recursos tecnológicos.


Como afirma a autora Andréa Filatro, em seu livro “Design Instrucional Contextualizado: Educação e Tecnologia”, o Design Instrucional corresponde à “ação intencional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a utilização de métodos, técnicas, atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas específicas, a fim de facilitar a aprendizagem humana a partir dos princípios de aprendizagem e instrução conhecidos”.


Ou seja, o Design Instrucional é uma peça importantíssima para a educação moderna e virtual. Afinal, ele prima pela incorporação de ferramentas e atividades que permitam o exercício da autonomia do aluno, objetivando enriquecer o processo de ensino-aprendizagem.


Neste contexto, o Designer Instrucional deve compreender a proposta do conteúdo educacional, entender o objetivo da instituição de ensino ou da empresa (em casos de treinamentos) e dialogar com os demais integrantes da equipe multidisciplinar envolvida na construção do projeto, chamando a atenção quanto às possibilidades de empregar os recursos tecnológicos, os materiais propostos (textos, áudios, videoaulas, infográficos) e os recursos de avaliação do curso ou da disciplina.



BREVE HISTÓRIA DO DI


O primeiro curso a distância do mundo é de autoria de Isaac Pitman. O educador lançou em 1860, na Inglaterra, o primeiro curso via correspondência, com o intuito de oferecer formação para pessoas que, por motivos geográficos e econômicos, não podiam ir aos centros de ensino tradicionais.


No entanto, a modalidade de ensino só passou a ganhar destaque durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse período, o governo dos Estados Unidos criou, a partir de uma equipe multidisciplinar, um processo para organizar técnicas de treinamento para os seus soldados se preparem bem para os confrontos e para manusear os equipamentos de guerra.


Depois dos excelentes resultados obtidos pelos soldados norte-americanos, os pesquisadores começaram a estudar a técnica utilizada e, posteriormente, a fazer novos experimentos para deixar o processo de ensino-aprendizagem mais eficiente. Assim, a metodologia de ensino-aprendizado passou a ser adotada em vários segmentos, como indústria, comércio e forças armadas. Já as instituições de ensino relutaram para aceitar e adotar a nova metodologia, retardando o processo de ensino em termos pedagógicos.


Mas, com o avanço tecnológico, a educação a distância evoluiu a ponto de ser apontada como a metodologia de ensino do futuro – e o Design Instrucional passou a ser peça-chave para o segmento.


CONCEITOS IMPORTANTES


Para conseguirmos entender todas as premissas do Design Instrucional, precisamos conhecer alguns conceitos importantes que estão atrelados à área como um todo.
Confira!


A pedagogia, a andragogia e a heutagogia visam à construção do conhecimento, na qual o próprio estudante consegue buscá-lo e construí-lo de maneira científica e estimulante. As premissas de cada uma delas estão associadas a alguns pressupostos básicos.


– Pedagogia:
está associada ao professor, pois ele é o responsável por propor e conduzir todo o processo de aprendizado, selecionando os conteúdos que serão aprendidos e a metodologia que será aplicada ao longo de um curso ou disciplina.

Na origem da palavra, pedagogia significa ensino de crianças e, atualmente, todos os seus conteúdos são destinados ao público infantil.


– Andragogia:
é o contraposto da pedagogia. Ou seja: a andragogia é a ciência de orientar adultos a aprender, utilizando os métodos adequados para ensiná-los. Na andragogia, o adulto, através da mediação do professor, precisa entender o porquê do aprendizado e qual o ganho que terá com o processo.


– Heutagogia:
bastante utilizada no ensino a distância, ela pode ser definida como um processo de autoeducação. Ou seja, o próprio aluno é responsável por organizar o seu processo de aprendizagem.

O Designer Instrucional precisa criar uma base de conhecimento a respeito de todos esses conceitos para conseguir trabalhar cada conteúdo de forma eficiente, de acordo com o público-alvo em questão.



BASES E FUNDAMENTOS DO DI


Os princípios, conceitos, processos e teorias de Design Instrucional fundamentam-se em diversas áreas do conhecimento. Entretanto, todos eles têm como principal objetivo desenhar projetos que propiciem o processo de ensino-aprendizagem.


De acordo com Filatro (2008), o DI envolve os seguintes campos do conhecimento:


Ciências Humanas:
influenciam na medida em que apresentam conhecimentos a respeito do processo de aprendizado, do comportamento das pessoas em todos os seus aspectos (social e cognitivo). Nessa área do conhecimento também estão as teorias de aprendizagem.


Ciências da Informação:
apresentam as bases para o trabalho com diversas mídias audiovisuais, fazendo com que o Design Instrucional de um conteúdo seja desenvolvido de formas diferenciadas para cada tipo de mídia – já que cada uma delas exige tratamento diferenciado da informação.


Ciências da Administração:
proporcionam o apoio necessário ao DI para gerenciar projetos educacionais, organizar atividades, coordenar equipes multidisciplinares, entre outras atividades.

Com todos esses campos do conhecimento, é possível encontrar bases e fundamentos para as ações do DI (sejam elas simples ou complexas, em níveis de atuação micro ou macro). Com eles, o Designer Instrucional consegue integrar todas essas ciências em prol do planejamento, organização e desenvolvimento de eventos educacionais eficazes.


CONCLUSÃO


Educação a distância, Design Instrucional e tecnologias são temas amplos e que envolvem vários conceitos importantes para o melhor entendimento da atividade. Para trabalhar como Designer Instrucional, é essencial conhecer as bases, os conceitos e os fundamentos da profissão, bem como sua evolução histórica.


Atualmente, no Brasil, ainda não existe um curso de graduação específico para essa função. No entanto, existem especializações e cursos livres. Independentemente se você quer se especializar na área ou contratar um Designer Instrucional para criação de algum material didático, saiba que as atividades são bastante complexas e não podem ser executadas por qualquer um!

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Você já contratou alguma empresa especializada em produção de conteúdos para treinamento e ficou decepcionado com os resultados muito abaixo das suas expectativas? Você já contratou uma plataforma online para treinar a sua equipe de forças de vendas e recebeu diversas queixas dos vendedores porque o serviço só ficava fora do ar e era pouco interativo e engajador? Acredite, talvez você esteja oferecendo treinamentos de forma errada.


Já falamos em outros artigos que o Mobile Learning vem recebendo cada vez mais atenção por parte de muitas empresas de sucesso – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação – e desejam capacitar os seus vendedores. Também falamos que as empresas precisam respeitar os limites de aprendizagem de cada colaborador. Afinal, as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Partindo desse pressuposto, reflita: enquanto gestor, qual é melhor caminho a seguir para respeitar o ritmo de aprendizado de cada vendedor?


Então: qual é a melhor solução?



Não existe uma receita pronta quando falamos de ensino-aprendizagem. Entretanto, existem caminhos que podemos seguir para facilitar o processo, considerando o ritmo de aprendizagem de cada um.

 

Sugere-se como ponto de partida a criação de um projeto que tenha como objetivo de aprendizagem atender a todos os vendedores. Na sequência, recomenda-se apostar em múltiplas possibilidades de conteúdos (vídeos, podcasts, textos, eBooks, imagens), por meio de diferentes plataformas.

 

Lembre-se: a transição do modelo de treinamento está acontecendo cada vez mais rápido. Com isso, as pessoas aprendem de forma mais dinâmica. E, hoje, é impossível falar de aprendizado dinâmico sem falar de Mobile Learning: a solução ideal para a os seus treinamentos.

 

Engana-se quem pensa que é preciso investir muito dinheiro para fazer uso do Mobile Learning. O custo para produzir um treinamento móvel é consideravelmente baixo, já que não são necessários gastos com infraestrutura e materiais.

 

Além disso, o formato permite a publicação constante de novos conteúdos, gerando atualizações de forma rápida e prática. Entenda: no momento em que é feita uma edição na plataforma, as alterações são disponibilizadas imediatamente no aplicativo dos vendedores, garantindo que o treinamento esteja sempre atualizado!

 

Considerando os inúmeros métodos de aprendizagem existentes, destacamos abaixo as razões que fazem da educação móvel a solução mais completa para a capacitação da sua equipe de vendas. Confira!

 

  • Aborda vários estilos de aprendizagem: um sólido método de aprendizagem móvel apresenta o conteúdo em vários formatos, como vídeos, podcasts, textos, imagens…

 

  • Aproveitamento do tempo livre da equipe: um dos maiores benefícios do Mobile Learning é a sua conveniência, permitindo que cada vendedor acesse o treinamento a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

  • Permite que a equipe conheça as tendências tecnológicas: ao apostar em treinamentos mobile, você está aprimorando a habilidade tecnológica da equipe e garantindo que os vendedores não fiquem para trás em relação às novas tendências.

 

  • A flexibilidade é motivadora: ao invés de ter um treinamento presencial em dias e horário específicos, o Mobile Learning possibilita que cada colaborador estude no seu ritmo, interagindo e consumindo o conteúdo no tempo que desejar.



mLearn: Solução ideal para a sua empresa  



Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel, que possibilita a empresas e instituições de ensino a entrega de programas educacionais via smartphones, tablets e computadores. Ela utiliza gamificação e ferramentas de aprendizagem social para deixar o treinamento mais dinâmico e atrativo.

 

Além disso, a plataforma permite que o colaborador decida quando e onde ele quer estudar – seja nas horas vagas, no local de trabalho, em deslocamento (indo e voltando do trabalho) ou até mesmo em casa.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias… Os dois principais diferenciais são a integração com as redes sociais e o fato do aprendiz participar de um “jogo”, onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado.

 

Como estímulo, o colaborador vai ganhando pontos, medalhas, sobe de nível e disputa as primeiras colocações no ranking geral.  A dinâmica proposta na gamificação, além de auxiliar nos objetivos pedagógicos,  contribui para a motivação do usuário, tornando a aprendizagem ainda mais dinâmica!


A mLearn tem a absoluta certeza de que a gamificação irá melhorar o engajamento da sua equipe de vendas no treinamento. E a explicação é muito simples: sua empresa tem a possibilidade de treinar os colaboradores por meio de uma divertida trilha de aprendizado – conseguindo, desse modo, engajar e proporcionar interação em todos os níveis.

 

Com isso, assuntos considerados complexos e de difícil absorção se transformam em conteúdos descontraídos e descomplicados – permitindo, inclusive, que existam simulações de situações do cotidiano da equipe.

 

Junto com a gamificação, o aplicativo também ganha cor, sons, animações e interações personalizadas. Estes são pequenos detalhes que liberam nos usuários a dopamina – pequena molécula transmissora da sensação de prazer.

 

Desenvolvido por especialistas em educação e em treinamentos rápidos e dinâmicos, o aplicativo também permite que o usuário navegue pelo conteúdo sem precisar acessar à internet – ou seja, sem consumir seu pacote de dados móveis. Isso porque o usuário pode aproveitar a conexão Wi-fi da empresa e fazer download de todos os conteúdos, podendo acessá-los offline.

 

Confira outras vantagens da plataforma da mLearn para o seu treinamento de força de vendas!

 

  1. Ferramentas de comunicação integrada para envio de push notifications, e-mails e SMS, permitindo que a sua empresa envie comunicados e atualizações de treinamentos.
  2. Ferramenta de relatórios detalhados para analisar o desempenho dos vendedores. Com isso, é possível medir e otimizar os resultados dos treinamentos, de acordo com os critérios de aprendizado estipulados pela sua empresa.

 

Você ainda terá novas possibilidades para dar feedbacks e conseguir identificar pontos de atenção a serem trabalhados ou reforçados com os recursos extras da plataforma.

 

  1. Conteúdos preparados para mobile com linguagem simplificada e descontraída.
  2. Plataforma mobile first com possibilidade de uso em outras telas.




A mLearn também conta com uma equipe de especialistas em Mobile Learning para auxiliar e criar conteúdos relevantes, além de possuir em seu portfólio mais de 50 cursos que podem ser oferecidos para treinar a sua equipe de vendas. As temáticas envolvem Técnicas de Negociação, Relacionamento Interpessoal, Atendimento ao Cliente, Gestão do Tempo, Gestão de Equipes, Reuniões Produtivas – e cursos dos idiomas Inglês e Espanhol.

 

Lembre-se: investir na plataforma da mLearn é apostar em uma nova tendência de aprendizagem, o que fortalece sua equipe de vendas, otimiza o uso do tempo e dá mais autonomia para o colaborador.

 

Quer saber mais sobre a nossa plataforma? Assista o vídeo!

 

Você também pode fazer download do e-Book sobre a nossa plataforma de educação!

 

Reconhecimentos

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

 

Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Você conta com um equipe de vendas comprometida e esforçada, mas ela não consegue evoluir em alguns pontos ou vencer certos obstáculos? Acredite, isso é perfeitamente normal!


A causa mais provável dessa “estagnação” é que os vendedores precisam desenvolver novos conhecimentos e habilidades – ou mesmo aprimorar e atualizar as competências que eles já possuem. E, para isso, não tem outra solução a não ser investir no treinamento da equipe.


Descubra, abaixo, quais são os 10 maiores indícios de que a equipe de vendas precisa se capacitar!


1 – Queda no número de vendas

Esse é um sinal de alerta geral, pois traz riscos financeiros para a empresa, afetando a equipe de vendedores, os gestores e o negócio como um todo.


Muitas pessoas podem acreditar que a queda no número de vendas é movida apenas por fatores externos – como a crise econômica. Contudo, a situação também pode indicar sérios problemas internos. Nesses casos, o treinamento de força de vendas pode ser decisivo para – por exemplo – aumentar o conhecimento dos vendedores sobre os produtos/serviços ou para capacitá-los sobre técnicas de vendas mais adequadas.



2 – A equipe não consegue atingir as metas

A equipe de vendas tem se esforçado bastante, mas, mesmo assim, não consegue alcançar os objetivos?


Essa pode ser mais uma evidência de que a equipe de vendas precisa de treinamento. Os vendedores podem não conseguir cumprir as metas porque possuem lacunas no conhecimento, porque as metas são incompatíveis com suas competências e realidade ou porque simplesmente não as conhecem.




3 – O time está desmotivado

A falta de motivação de uma equipe pode ser causada por diversas razões, completamente alheias ao assunto de treinamento. Acúmulo de funções, falta de reconhecimento, salários incompatíveis com o mercado e conflitos no ambiente de trabalho são os principais motivos para esse sentimento.


Contudo, investir na capacitação da equipe é uma excelente maneira do gestor e da empresa demonstrarem que valorizam, se interessam e se preocupam com a satisfação e a evolução dos seus colaboradores. E esse é um fator que contribui para o engajamento de todos.



4 – Postura inadequada dos vendedores

Quando os vendedores apresentam comportamentos inadequados – seja diante dos clientes ou com os próprios colegas de trabalho dentro da empresa -, isso pode indicar que eles desconhecem as regras e políticas da instituição.


Nesse caso, é essencial promover treinamentos que informam e alinham os colaboradores sobre a visão, missão, valores  e normas básicas de trabalho.


5 – Aumento das reclamações dos clientes

Uma reclamação do cliente sobre o atendimento de um vendedor sinaliza dois pontos:


1 – a expectativa do consumidor está em determinado nível, e

2 – o serviço prestado está abaixo disso.


Nessa situação, não vale diminuir o que o cliente espera, certo? Portanto, não há outra saída senão analisar a causa da insatisfação e resolver o problema. Ofereça um treinamento voltado para o aprimoramento e a consolidação do relacionamento com o público.




6 – Baixo entrosamento da equipe

Um time de vendas desunido prejudica o clima organizacional e diminui as chances das metas serem alcançadas. Pense bem: uma equipe entrosada caminha junto – e mais rápido – em direção ao sucesso!


Se os vendedores não estão se entendendo bem, considere investir em treinamentos comportamentais que explorem a socialização, a resolução de conflitos e a comunicação aberta entre os membros da equipe.


7 – Os processos e técnicas não são seguidos

Na execução de suas tarefas, é essencial que a equipe de vendas siga as técnicas e os processos adotados na empresa. O objetivo dessa padronização é oferecer um atendimento com mais qualidade, coerência e precisão.


Se a equipe de vendas não segue os procedimentos, provavelmente é porque ela não foi preparada para isso. Portanto, a capacitação se faz bastante necessária.


8 – Alta rotatividade dos vendedores

Em uma empresa, a alta rotatividade de funcionários gera muitos gastos, preocupações e transtornos. Essa ocorrência pode sinalizar graves problemas internos – e que merecem atenção.


São motivos para que os vendedores abandonem a empresa: conflitos com os colegas ou líderes, pouca oportunidade de crescimento, incompatibilidade com os valores e a política da organização, desmotivação com o trabalho.


A capacitação da equipe, então, pode ser utilizada para diminuir o turnover – que é a rotatividade de funcionários. Quando a empresa demonstra que se preocupa e auxilia no desenvolvimento de seus colaboradores, eles certamente se sentirão mais satisfeitos e engajados!




9 – Baixa taxa de conversão

A equipe de vendas está com dificuldades em converter potenciais consumidores em reais clientes? Fique atento, porque esse é um indício de que o vendedor não está conseguindo superar a resistência do público.


É possível que a baixa taxa de conversão seja consequência do preço do produto/serviço, por exemplo. Entretanto, ela também pode ser um alerta para um desempenho insatisfatório dos vendedores, que deve ser aprimorado por meio da capacitação.


10 – Falta de diferenciação no mercado

Quando uma empresa possui pouca diferenciação, é muito provável que os clientes vejam seus produtos ou serviços como “apenas mais uma opção” no mercado. E esse pode ser um grande empecilho para a lucratividade e o sucesso da organização.


Para reverter esse quadro, o treinamento corporativo pode ser utilizado como estratégia para incentivar a criatividade e a inovação no desempenho dos funcionários. Esses dois fatores são determinantes para que uma empresa se destaque no mercado.


Atenção! O treinamento não precisa – e nem deve – ser promovido apenas quando a equipe dá sinais de necessidade. Para que os vendedores continuam evoluindo sempre, faça da capacitação um processo contínuo na empresa.

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Introdução


Materiais dinâmicos, atualizados e disponíveis em modo on-line ou até mesmo off-line, que podem ser consumidos a qualquer hora e em qualquer lugar. Sim! Conteúdos digitais – como áudio, vídeo, infográficos, e-books, artigos e imagens – têm sido amplamente utilizados por  empresas para desenvolver treinamentos. O objetivo é melhorar as vendas, a comunicação e a interatividade das equipes internas.


Afinal, além de otimizarem o aprendizado, as tecnologias se tornaram grandes aliadas para transmitir conhecimento de modo dinâmico, facilitando a adesão e despertando maior interesse da equipe.


Mas, como montar treinamentos com conteúdos digitais? É o que veremos neste artigo. Antes, porém, é necessário que você entenda bem o conceito de conteúdo digital, saiba quais são os principais modalidades e como esses tipos de conteúdo podem ser utilizados para engajar e capacitar uma equipe de vendas!


O que é conteúdo digital?


Podemos definir conteúdo digital como tudo aquilo que existe em formato digital, em código binário – sistema de numeração formado por apenas dois algarismos: 0 (zero) e 1 (um).


Ficou confuso com essa explicação técnica? Não se preocupe, pois vamos explicar melhor!


Em outras palavras, podemos classificar conteúdos digitais como materiais informativos que podem ser enviadas por ondas de rádios, stream via internet ou arquivo de computador, a serem consumidos de forma gratuita ou paga.



Quais são os tipos?


Existem diversas modalidades de conteúdos digitais. Confira, agora, uma breve descrição dos principais tipos no âmbito empresarial. Na sequência, veremos como utilizar alguns deles em treinamentos corporativos!


E-books

E-book é todo conteúdo informativo, semelhante a um livro, mas em formato digital. Ele pode ser manuseado em equipamentos eletrônicos – computadores, tablets, smartphones, leitores de livros digitais ou em qualquer outro dispositivo que suporta o recurso.

O formato mais comum para e-book é o PDF, mas ele também pode ser encontrado em HTML e ePUB. São exemplos de empresas que disponibilizam e-books: Amazon Kindle e Play Books.


Imagens

Apesar de ser um tipo de conteúdo facilmente encontrado na internet, existe um vasto mercado para vendas de imagens. Publicitários e designers, por exemplo, têm demandas bastante específicas para criação e comercialização de suas peças e, para isso, precisam respeitar as leis de direitos autorais das imagens. Um bom exemplo de banco de imagens pago é o Shutterstock.


Vídeos

Foi-se o tempo dos CDs e DVDs com vídeos, filmes ou cursos. Você já reparou que os notebooks mais modernos não vêm mais com entrada para leitor de DVD? Pois é! Hoje, os vídeos passaram a ser comercializados ou distribuídos gratuitamente por streaming, sem ocupar espaço no disco rígido (HD) do usuário. Para reproduzir os arquivos, basta ter uma conexão de internet. Com isso, vimos o crescimento de empresas como Youtube e Netflix.


Áudios

O processo de distribuição e/ou comercialização dos arquivos de áudio são bem similares aos de vídeos. Contudo, hoje, na indústria musical, para um (a) cantor (a) fazer sucesso, não existe a necessidade de passar pelos estágios de trabalhar a imagem, gravar em estúdio um CD, lançar o álbum em programas de rádio e TV… Atualmente, uma música pode simplesmente viralizar na internet – no Youtube, Whatsapp ou nas redes sociais. A cantora Ana Vilela, por exemplo, enviou um áudio despretensioso com uma das suas composições para pouquíssimos amigos e viu a música “Trem Bala” estourar no Brasil, ocupando o 42º lugar entre as mais tocadas em rádios do país, e tendo mais de 12 milhões de visualizações no Youtube. O Spotify é um bom exemplo de empresa exclusiva com esse intuito.


Software

De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, o software é o conjunto dos programas e dos meios não materiais que permitem o funcionamento do computador ou do celular, na execução das diversas tarefas. O software é criado através de linguagens de programação, que permitem controlar o comportamento de uma máquina. Microsoft e Google são bons exemplos de empresas de software.


Conteúdos
Online

Além dos itens citados acima, a indústria de conteúdos digitais é bastante ampla. Podemos incluir como exemplos: notícias, blogs, canais do Youtube, sites e aplicativos de cursos online.

Como você pôde notar, existem diversos tipos de conteúdos digitais. A questão é: como montar um treinamento com esses conteúdos, de modo a capacitar a sua equipe de vendas? Antes de entrar nesse assunto, vamos explicar os motivos para você apostar em treinamentos com conteúdos digitais.




Por que apostar em treinamento com conteúdo digital?


Treinamentos com conteúdos digitais tornaram-se importantes métodos para instigar novas habilidades, ampliar o desenvolvimento do conhecimento e capacitar profissionais.


Nesse contexto, as empresas têm enxergado no treinamento mobile (móvel) um vasto potencial. Isso porque esse modelo de ensino e aprendizagem permite que a equipe consiga aprender como a mobilidade lhe permite, tendo acesso imediato à informação, quando e onde quiser.


Uma equipe de vendas, por exemplo, pode aproveitar o tempo livre para estudar pequenos blocos de informação, utilizando conteúdos multimídia para facilitar o aprendizado. Ao invés de ter uma sessão de treinamento mensal em um dia e horário específicos, a capacitação móvel permite que colaborador estude e absorva conhecimento no seu próprio ritmo.


Para aqueles que ainda não sabem, mobile learning é o mais sofisticado suporte para treinamentos com conteúdos digitais. Ele apresenta inúmeros benefícios para as empresas e para os colaboradores que o utilizam. O diferencial deste método é o conceito de treinamento mais rápido, com conteúdos digitais dinâmicos, sem utilizar muitos recursos humanos, físicos e financeiros da empresa.


Além de capacitar, aumentar o conhecimento e melhorar a produtividade da equipe de vendas, um treinamento com conteúdos digitais é capaz de motivar os vendedores, fazendo-os perceber que a empresa está investimento em seus potenciais.


Por fim, vale ressaltar a necessidade de atualização constante de uma equipe de vendas. O tempo passa, as coisas mudam e as novidades surgem a todo o momento. Se a sua empresa não mantém o time atualizado sobre as novas tendências, sobre os novos produtos e/ou serviços, ele ficará para trás no mercado. Portanto, sempre que necessário, invista no treinamento da sua equipe!


Como montar um treinamento com conteúdo digital?


No tópico anterior, destacamos a importância dos treinamentos para que a sua equipe de vendas consiga atingir melhores resultados. E, para otimizar o tempo e respeitar o ritmo de aprendizado de cada colaborador, os conteúdos digitais são imprescindíveis. Portanto, agora você aprenderá a elaborar treinamentos com conteúdos digitais!


Os conteúdos digitais vêm sendo adotados por diversas empresas, independe do seu segmento, mas principalmente as que pertencem ao mercado de vendas direta. O objetivo é treinar as equipes sobre técnicas de abordagem, de negociação, produtos, serviços, chegada de novos equipamentos, redesenho de processos, normas de segurança e também para melhorar a interação entre vendedores e clientes.


Além de otimizar o aprendizado, os conteúdos digitais se tornaram grandes aliados para transmitir conhecimento de forma dinâmica e descomplicada, aumentando, inclusive, o interesse da equipe pelo conteúdo abordado.  




Talvez você já até tenha em mente o que a sua equipe precisa aprender. Mas, para facilitar a escolha do assunto do treinamento, faça uma análise de relatórios, reclamações de clientes, sistemas de CRM, enfim, todos os dados que possam indicar os pontos que o grupo precisa melhorar.


Em seguida, selecione alguns colaboradores e pergunte o que eles querem aprender. Esse tipo de pesquisa pode ser presencial ou por meio de enquetes online. O importante não é como ela será feita, mas sim o que a equipe tem interesse em melhorar.


O terceiro passo é ver quais são as necessidades estratégicas da empresa. Reflita, por exemplo, se é interessante utilizar um aplicativo de celular nas visitas comerciais, com materiais e apresentações já preparados, com vídeos e recursos interativos. Será que os vendedores precisarão passar por treinamento para operar esse aplicativo? Leve esse tipo de situação em conta para definir o tema do treinamento de vendas.


Um treinamento moderno e de qualidade deve conter vídeos, e-books para consulta, imagens para complementar o conteúdo escrito e conferir uma multiplicidade de possibilidades para o aprendizado. Devemos sempre lembrar que as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Umas preferem aprender lendo, outras assistindo um vídeo ou ouvindo um áudio.


As imagens – entenda aqui também infográficos – são utilizadas para ilustrar o texto escrito, auxiliando no processo de associação do conteúdo. Em certos casos, algo bastante complexo de se explicar em palavras pode ser detalhadamente exemplificado em fotografias, quadrinhos e infográficos.


Os vídeos são um dos principais recursos que podem – e devem – ser trabalhados em um treinamento,  principalmente se ele for em formato mobile ou EaD tradicional. Eles auxiliam na inovação do aprendizado, possibilitando uma maior interação com o usuário, além de exigirem menor esforço para assimilar informações importantes.


Estudos indicam que os alunos se lembram de 50% do que ouvem e veem contra apenas 10% dos que leem. Ou seja: utilizar vídeos em treinamentos torna a absorção do assunto mais fácil, e ainda permite uma maior aproximação da equipe, fazendo com que todos se engajem mais com a capacitação.


Na hora de gravar vídeos para o seu treinamento, aposte no visual (atenção para não poluir as videoaulas com muitas artes, letreiros, etc.), no tipo de linguagem (que deve ser a mais próxima da equipe) e na interação. Se possível, mostre e exemplifique o que está sendo dito no vídeo.


O tempo de duração do vídeo pode variar bastante, e isso vai depender do formato do seu treinamento (mobile, web, semi-presencial, etc.). Se optar por um treinamento mobile, é recomendável que cada vídeo tenha, no máximo, cinco minutos. Para tanto, é necessário que os vídeos sejam objetivos e que o apresentador/especialista vá direto ao assunto.


Caso escolha trabalhar com vídeos para web, disponibilizados no site da empresa ou no Youtube, eles podem ter tempo de duração superior a cinco minutos – você não precisa se preocupar com o tempo máximo. O importante é que você saiba que, com uma edição dinâmica, os vídeos podem ser utilizados tanto para explicar conteúdos extensos quanto mais curtos.


Se a sua empresa está com o orçamento apertado para alugar um estúdio de gravação, saiba que é possível produzir ótimos vídeos dentro da própria empresa – ou até mesmo na sua casa. Para isso, basta optar por um local agradável e silencioso (para que não haja ruídos ao fundo). Também é imprescindível ter atenção com o plano de fundo do vídeo: lugares com muitos objetos ou com cores fortes podem distrair o expectador. Use o bom-senso!




Para gravar os vídeos do seu treinamento, você irá precisar, no mínimo, de microfone, câmera e computador (para editar o material). Se o seu orçamento não permite a contratação de um editor de vídeos, fique calmo! Na internet, você encontra várias opções gratuitas de tutoriais sobre os passos básicos da edição. O próprio Sistema Operacional Windows oferece o programa Windows Movie Maker para edição de vídeos.


Para treinar a sua equipe de vendas, você também pode apostar em podcasts – independente do formato do treinamento.  Trata-se de um recurso fácil para produzir e para ser reproduzido em smartphones e computadores.


Podcasts
simples podem ser gravados no seu próprio computador (caso ele tenha placa de som e você instale um software para gravação de áudio). A gravação pode ser feita em diversos formatos, como Mp3 e Mp4.  


Se você domina o assunto, por que não transmitir parte do seu conhecimento para a equipe de vendas?
Fale sobre os produtos comercializados pela empresa, sobre a importância do pós-venda, ensine as melhores técnicas de abordagem, as técnicas de negociação e vendas, apresente a cultura da empresa…


Você pode utilizar uma linguagem informal para gravar os seus
podcasts. Busque inspiração em programas de rádio e, no momento da edição, insira uma boa e agradável trilha sonora de fundo. É importante que a trilha não fique muito alta, para não desviar o objetivo principal do podcast: transmitir conhecimento!


Se possível, convide outras pessoas para falar sobre o assunto da aula/curso ou para mediar o “programa” e interagir com você.


Depois que os seus
podcasts estiverem gravados, edite-os. É importante cortar os erros, inserir as vinhetas de abertura e encerramento, e, por fim, a trilha de fundo.


Outros recursos que também podem ser incluídos são os exercícios de fixação. Você pode elaborar questões de múltipla escolha, de lacuna, etc. O mais importante é conseguir mensurar a eficiência do treinamento; saber se as pessoas estão realmente conseguindo absorver o que estão lendo, vendo ou ouvindo.


Antes de começar a montar o seu treinamento – com vídeos,
podcasts, e-books, exercícios e demais conteúdos digitais -, é importante que você defina bem o objetivo da capacitação e onde irá disponibilizar o material (mobile, blog, site, intranet…).


Se optar por um treinamento mobile, existem hoje, no mercado, plataformas exclusivas para a criação de aplicativos educacionais e de treinamento móveis.


Só para se ter uma ideia, um aplicativo móvel é composto por duas etapas:


– painel administrativo:
local onde serão inseridos, editados, formatados e publicados os conteúdos do seu treinamento. O acesso ao painel administrativo é por meio do navegador de internet. Através dele, também é possível publicar os Termos e Condições de Uso, FAQ (Perguntas Frequentes) e demais informações que serão exibidas no aplicativo para o usuário final.


– aplicativo para smartphone:
a equipe de vendas faz download do aplicativo no Google Play (sistema operacional Android) e Apple Store (sistema operacional IOS). O app é instalado no smartphone ou tablet de cada colaborador. Quando ele acessa o app e faz algumas ações, o aplicativo se conecta ao painel administrativo para buscar os conteúdos publicados.




Conclusão


Vender é uma atividade relacionada – de forma direta ou indireta – à resolução de problemas. Nesse contexto, o treinamento é a forma ideal de auxiliar a equipe de vendas a entender, antecipar e exceder as necessidades dos consumidores.


Para conseguirem exercer suas atividades com excelência, os vendedores precisam de preparo. E a preparação da equipe é um investimento que deve ser feito pela empresa, através de constantes treinamentos.


Independente do formato escolhido, o sucesso de um treinamento de vendas irá depender da correta execução das etapas de análise da necessidade, desenho e implementação do plano de treinamento, escolha dos conteúdos digitais e avaliação dos resultados. Esta última pode ser feita através de simulados, provas e, por fim, emissão de certificados.


Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível montar treinamentos digitais extremamente criativos e versáteis. Além dos textos para leitura, a sua capacitação pode (e deve) conter videoaulas, podcasts, ilustrações e gráficos, que certamente influenciarão os resultados do processo de vendas.


A elaboração do material didático pode até ser uma tarefa árdua e complexa à primeira vista, mas com um bom planejamento, você certamente conseguirá qualificar e engajar a equipe para, posteriormente, obter sucesso nas vendas!


Plataforma mobile


Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e, à medida que ele estuda, ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado? Até a próxima!

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A Universidade Corporativa é um campo de desenvolvimento de competências essenciais para o sucesso dos colaboradores e, consequentemente, da empresa.

 

Mas, apesar de atrair cada vez mais instituições e demonstrar resultados eficientes, o conceito ainda é pouco conhecido. Como acontece nas universidades tradicionais, a UC desenvolve habilidades e competências em seus alunos, mas com um diferencial: o aprendizado está focado em atender às necessidades da empresa, ampliando suas vantagens competitivas.

 

O que é Universidade Corporativa?

 

A Universidade Corporativa – ou Universidade Empresarial – é uma rede de conhecimento e ensino ligada a uma empresa. Ela oferece aos colaboradores conteúdos de treinamento, cursos técnicos e até cursos de graduação.

 

Mas você deve estar se perguntando: qual é, então, a diferença da Universidade Corporativa para a Universidade Tradicional?

 

Ao contrário das faculdades clássicas, a UC tem como objetivo atender às necessidades específicas da empresa. É como se ela fosse um espaço de apoio às limitações técnicas e habilitacionais. Assim, as metas dos treinamentos são muito bem definidas e alinhadas às estratégias da organização.

 

Essa condição permite um alto grau de personalização, já que é possível definir um plano de estudo exclusivo para os funcionários, levando em conta as lacunas e as dificuldades individuais e particulares.

 

Perceba: ao invés de iniciar uma longa pesquisa de cursos, palestras ou workshops que atendem só em certo ponto às aspirações da empresa, não seria melhor ter um processo educacional desenhado especialmente para ela?




Universidade Corporativa como condição para o sucesso empresarial

 

Hoje, as empresas começam a perceber que o sucesso é muito mais significativo quando está alinhado ao desenvolvimento de seus profissionais. Isso porque quando os colaboradores sentem que podem evoluir junto com a organização, eles se tornam mais comprometidos e motivados com o trabalho e com as metas.

 

E uma das principais formas das empresas contribuírem para o crescimento dos funcionários é investindo na educação corporativa. Por meio da Universidade Corporativa, é possível criar, ampliar,  distribuir e gerenciar o conhecimento dentro da instituição.

 

Com foco direcionado na gestão de resultados, a UC auxilia na atração e na retenção de talentos para uma equipe e no desenvolvimento de competências. Além disso, ela é um excelente meio para divulgar e reforçar a missão, a cultura, a visão e os valores organizacionais.

 

As vantagens da Universidade Corporativa Móvel

 

Existem diferentes formas de acesso à UC: online, ead (educação a distância), mobile... Dentre elas, o mobile learning (modalidade móvel) se destaca, já que apresenta diversas vantagens tanto para a empresa quanto para os funcionários.

 

A Universidade Corporativa Móvel é aquela desenvolvida para dispositivos móveis – como tablets e smartphones. Ela representa, primeiramente, uma grande economia, pois poupa gastos com infraestrutura e material físico.

 

Outro benefício é que o processo de aprendizagem se torna mais padronizado, já que todos os colaboradores terão acesso aos mesmos materiais. Além disso, existe a praticidade de ter os conteúdos no celular, sendo possível consultá-los a qualquer hora e em qualquer lugar.




Universidade Corporativa: como implementar?

 

Para desenvolver e implementar a Universidade Corporativa, é importante apoiar-se em algumas estratégias. Em primeiro lugar, é preciso conhecer as maiores necessidades da empresa e dos funcionários no que se refere à capacitação.

 

Nesse ponto, é fundamental o envolvimento e o acompanhamento do RH e dos gestores, de modo a tornar o processo mais eficiente e mais alinhado com os objetivos corporativos. Não custa ressaltar, assim, que os conteúdos que integrarão a UC devem se relacionar com a visão, missão e cultura organizacional.

 

Além disso, é necessário escolher a solução tecnológica que servirá como suporte para Universidade Corporativa. Plataformas de ensino a distância têm se mostrado bastante eficientes nesse sentido, pois permitem a inclusão de recursos que enriquecem e estimulam o treinamento. Conteúdos multimidiáticos, gamificação e socialização são apenas alguns desses mecanismos!

 

Plataforma mobile

 

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.

 

A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho), em casa, ou no trabalho – e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado. Assim, à medida em que estuda, ele ganha pontos, medalhas e vai subindo de nível.

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

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São inúmeras as facilidades que a tecnologia traz, todos os dias, para as nossas vidas. Tarefas que antes exigiam esforço físico ou de locomoção são feitas, hoje, com um único clique, sem que tenhamos que sair do lugar.


E você já parou para pensar que essa comodidade também pode ser utilizada no treinamento de funcionários e equipes de vendas?
Entenda mais!

Por que treinar o time de vendas?

O setor de vendas é um dos principais alicerces de qualquer empresa – já que seu desempenho é responsável direto pelo faturamento da organização. Portanto, é essencial que o time seja qualificado, coeso e eficiente.


Além disso, vivemos um novo contexto de consumo. Nele, a experiência e a impressão que o cliente tem durante o atendimento são fatores determinantes para a concretização
(ou não) da compra.


Nesse cenário, o treinamento corporativo surge como vantagem estratégica. Mais do que desejável, a capacitação da equipe de vendas se tornou essencial para que uma empresa continue competindo e faturando no mercado.


Se bem planejado e executado, o treinamento melhora o desempenho e o atendimento dos funcionários, promove a atualização de  conhecimentos e habilidades e ainda aumenta a motivação da equipe.



Vantagens de aliar tecnologia ao treinamento

Quando o assunto é treinamento, um grande dilema enfrentado pelas empresas são os altos custos envolvidos. A tecnologia, contudo, vem ajudar nessa questão.

Imagine a seguinte situação:
você deseja capacitar sua equipe sobre “inovação nas vendas”. Nesse caso, ao invés de organizar uma palestra ao vivo, não seria mais interessante gravar um vídeo com o especialista e disponibilizá-lo para os funcionários? Além de não prejudicar o conteúdo a ser transmitido, você elimina os gastos com infraestrutura e material.

Além disso, os treinamentos se tornam mais efetivos quando promovem espaços para discussão e socialização entre os funcionários. E é simples implementar isso por meio de fóruns e comentários virtuais, que aumentam a interação e, consequentemente, o engajamento dos funcionários.


Como utilizar a tecnologia para treinar uma equipe de vendas?

O uso da tecnologia enriquece bastante o treinamento de equipes de vendas. É possível, por exemplo, desenvolver um aplicativo com os conteúdos de capacitação e compartilhá-lo com o time. Assim, os funcionários terão flexibilidade para treinar onde e quando for mais conveniente, utilizando o próprio celular.  


Nesse contexto, alguns recursos e ferramentas podem potencializar e estimular o aprendizado dos funcionários. Vamos descobrir quais são eles!


Conteúdos multimídia

Materiais multimidiáticos – vídeos, podcasts, imagens, textos, infográficos… – são estratégias importantes para tornar o treino da equipe mais dinâmico.


Gamificação

Incluir elementos de games – pontuação, ranking e medalhas – no processo de treinamento engaja e motiva a equipe a alcançar os resultados esperados.


Exercícios

Treinamentos são mais eficazes quando associam a teoria à prática. Por isso, é interessante oferecer atividades e exercícios para que a equipe teste aquilo que aprendeu.


Certificação

Oferecer certificados de conteúdos e cursos realizados com sucesso te ajuda a medir a aderência e a eficiência da capacitação.




Plataforma mobile

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e a medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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mLearn
Criação: Cláudio Almeida

Conteúdo textual escrito, podcasts e videoaulas editados e finalizados. E agora?


Em primeiro lugar, é recomendável contratar um especialista para fazer a revisão do material. O processo de revisão textual de um curso (que tem como objetivo atingir um público amplo) consiste em um trabalho apurado!


Por mais que você escreva bem, de forma coesa e coerente, podem passar despercebidos deslizes ortográficos, de sintaxe ou estilo. Fique tranquilo, isso é bem normal! Afinal, estamos acostumados a nos expressar de determinada forma – e, por ficarmos tão focados na elaboração das aulas -, acabamos cometendo erros de acentuação, espaçamento e deixamos de lado o rigor da língua-padrão.


Geralmente, o autor já está acostumado com o texto e, mesmo que ele faça uma segunda leitura com caráter de revisão, muitos deslizes podem passar batidos. Mas atenção: os erros não devem chegar até o aluno, em hipótese alguma!


Por isso, é recomendável que a revisão seja feita por outra pessoa. Trata-se de um olhar clínico, neutro, cujo foco está totalmente voltado para a revisão ortográfica, gramatical e de estilo do texto.


Confira, então, os três prismas da revisão:


Ortográfico: procura-se por erros de escrita na redação das palavras: acentos, dígrafos, espaços ausentes ou duplicados, etc.

Gramatical: procura-se por erros de sintaxe – concordância verbal, vício de linguagem, palavras redundantes, etc.

Estilístico: procura-se melhorar a mensagem, tornando a leitura agradável. Em termos de conteúdos educacionais, por exemplo, deve-se evitar qualquer regionalismo linguístico.


Caso você tenha comprado o conteúdo do seu curso, é necessário considerar a
fase de validação do material.

Essa etapa se refere ao conteúdo em si. Portanto, se você optar por encomendar o conteúdo para um conteudista, acontece a validação do material por um especialista, no sentido de avaliar se, de fato, o que foi produzido é coerente com o que foi solicitado. Se tudo estiver de acordo com os padrões esperados, finaliza-se o projeto!


Após a etapa de revisão e validação, o seu conteúdo já estará pronto para ser comercializado.
Mas como? Busque no mercado uma plataforma de ensino mobile completa e personalizada, onde você possa publicar, formatar e gerenciar os conteúdos do seu curso!


A mLearn Educação Móvel oferece uma das melhores e mais completas plataformas de ensino mobile do mercado, onde é possível publicar conteúdos e criar aplicativos personalizados para dispositivos móveis.


Plataforma mobile


Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e à medida que ele estuda ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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mLearn

Criação: Cláudio Almeida

Depois de desenvolver o seu plano de curso e ter em mãos todo o material bruto que será usado na criação do seu curso, está na hora de elaborar as aulas, exercícios, roteiros de vídeo e de podcasts!

Nessa etapa, é importante pensar sempre no seu público-alvo e ter muita atenção. A fase de elaboração do conteúdo será, sem dúvida, o seu maior desafio até aqui. Portanto, vamos direto ao assunto!


AULA TEXTUAL:
para elaborar o conteúdo textual, é preciso considerar alguns pontos fundamentais à construção do texto:


– Objetividade:
o texto deve ser argumentativo e explicativo. Evite o pensamento impreciso e o desvio de assunto em considerações prolixas.


– Clareza:
apresente as ideias com clareza. Argumente e explique – sem querer impressionar o aluno com um vocabulário complexo. A aula textual deve conter parágrafos curtos.


Mas, atenção
: o parágrafo curto não pode dificultar a compreensão do aluno.  Portanto, é indicado que cada parágrafo tenha uma ideia central.


– Coerência:
para que o texto seja compreensível e faça sentido para o aluno, você precisa apresentar uma continuação lógica das ideias. Ou seja: não desvie do assunto com considerações que pouco (ou nada) acrescentam ao tema da aula.


– Exatidão:
evite termos imprecisos como: grande, muito, pouco, pequeno, menor, todos, vários, nenhum… Em um curso, é aconselhável incluir porcentagens, a fim de comprovar o que está sendo dito – e não se esqueça de citar as fontes. Ao invés de escrever, “Grande parte da população brasileira utiliza telefone celular”, escreva “De acordo com a pesquisa XX, 90% da população brasileira utiliza telefone celular”.


– Homogeneidade:
é importante padronizar seu texto, evitando sucessivas mudanças nas formas de tratamento, pessoa gramatical e outros itens. A uniformidade não serve apenas para o seu conteúdo textual, mas sim para todos os conteúdos do seu curso (quantidade de exercícios por aula, quantidade de videoaulas por módulo, quantidade de podcasts por módulo, etc.).


Por se tratar de um curso para dispositivos móveis (onde as telas são menores), é importante que a aula textual não seja muito extensa. Não existe limite de caracteres, mas é importante pensar sempre na usabilidade do aluno. Afinal, ninguém gosta de ficar descendo a barra de rolagem “infinitamente” e se perder na leitura.


Além disso, utilize imagens para ilustrar o assunto abordado na aula
. Com relação ao formato, opte por imagens na horizontal (landscape). Esteticamente, elas ficam melhores no aplicativo.


Importante!
Se você não tem verba disponível para comprar imagens, você pode baixá-las em bancos de imagens gratuitos, disponíveis na internet. Pesquise!


Por fim, se você tiver habilidade com as ferramentas de tratamento,
não hesite em editar as imagens do seu curso. Insira legendas, artes e itens que podem facilitar a compreensão do aluno.


EXERCÍCIOS:
defina a dinâmica de exercícios do seu curso mobile: por aula ou por módulo. Independente da opção escolhida, você pode elaborar exercícios de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, preencha a lacuna, etc. Vamos conhecê-los:


– Múltipla escolha:
exercícios de múltipla escolha estão entre as formas mais precisas de testar os conhecimentos do aluno. Exercícios como esses apresentam várias opções de pergunta – das quais somente uma alternativa é correta, e as demais são “falsas”. Lembre-se de fazer perguntas diretas!


– Sim ou Não (Verdadeiro ou Falso):
envolve fazer uma pergunta para que o aluno selecione apenas entre sim e não.

Exemplo: “É correto afirmar que as habilidades para negociar são natas?”.

  1. (   ) Sim
  2. (   ) Não

– Preencha as lacunas: este tipo de questão não oferece dicas. Isso permite uma série de possibilidades de resposta e exige dos alunos real conhecimento sobre o tema. Utilizar muitas lacunas, no entanto, não é a forma mais convencional para testar o conhecimento.

Exemplo: O bom negociador sabe que tudo pode ser ________.

  1. omitido.
  2. negociado.
  3. trapaceado.

Caso você esteja desenvolvendo um curso de idiomas – e a plataforma utilizada seja compatível – você também pode elaborar exercícios do tipo “escute e repita” e “escute e escreva”.


Independente do formato de exercício escolhido, é importante ressaltar 4 pontos-chave que aumentam o engajamento do aluno:

– feedbacks rápidos nos exercícios;
– enunciados claros, consistentes e objetivos; 
– frases simples de serem lidas e conteúdos explícitos – tanto nas questões quanto nas alternativas;
– exercícios para “encontrar/selecionar” alternativas corretas. Portanto, evite desenvolver exercícios do tipo: Selecione a afirmativa FALSA.


PODCASTS:
são arquivos de áudio digital. Eles vêm sendo bastante utilizados em cursos mobile, devido à simplicidade de produção e à facilidade de reprodução em smartphones.


Podcasts
mais simples podem ser gravados no seu próprio computador, desde que ele tenha placa de som e você instale um software para gravação de áudio. A gravação pode ser feita em diversos formatos, como Mp3 e Mp4.


Você pode utilizar uma linguagem informal para gravar os seus podcasts. Busque inspiração em programas de rádio e, no momento da edição, insira uma boa e agradável trilha sonora. É importante que a trilha não fique muito alta a ponto de desviar o objetivo principal do podcast: transmitir conhecimento.


Antes de começar a gravar os podcasts, elabore roteiros (pautas). Lembre-se: os roteiros devem ajudá-lo, e não atrapalhá-lo. O que isso quer dizer? Que você não precisa ficar preso ao que está escrito!


Se possível, convide outras pessoas para falar sobre o assunto da aula/curso ou para mediar o “programa”, interagindo com você.


Depois que os seus
podcasts estiverem gravados, edite-os. É importante cortar os erros, inserir as vinhetas de abertura e encerramento, e, por fim, a trilha de fundo.


Ouça um exemplo de um podcast 
produzido pela mLearn! 


VIDEOAULAS: existem várias maneiras de ensinar através de videoaulas, especialmente quando nos referimos ao modelo mais tradicional e intuitivo: uma pessoa em um estúdio, centralizada na tela, explicando verbalmente o conteúdo – que é ilustrado ou complementando com letreiros e artes.


As videoaulas são importantes porque aumentam a interação com o aluno, diminuindo a sensação de distância
. Selecione assuntos interessantes para tratar – pode ser o mesmo assunto da aula textual ou um tema complementar.


Utilize uma linguagem apropriada ao seu público-alvo. Seja objetivo e vá direto ao assunto, sem ficar enrolando ou “divagando”. Para videoaulas mobile, o ideal é que elas tenham entre 03 e 05 minutos, no máximo!


Além disso,
não tenha medo de inserir gráficos, animações, slides e sons que aumentam o engajamento nas videoaulas!


Dica: se você não tem verba para alugar um estúdio, saiba que é possível fazer videoaulas dentro da sua própria casa, com ótima qualidade. Basta optar por um ambiente agradável e silencioso – para que não haja ruídos ao fundo. Um áudio ruim desestimula o aluno.


Também é importante ter atenção com o fundo do vídeo! Lugares com muitos objetos ou com cores fortes podem distrair o espectador. E ninguém quer que o aluno preste mais atenção em objetos decorativos do que na informação que está sendo transmitida, não é? O ideal é que o aluno esteja 100% imerso no conteúdo.


O excesso ou a falta de luz também pode desviar a atenção de quem está assistindo. Por isso, vale a pena adquirir um equipamento básico de iluminação. Mas, se não houver recurso para isso, utilize a luz ambiente de áreas externas, posicionando a câmera sempre de costas para o sol.


Lembre-se: luz ambiente (sol, lua, estrelas) é diferente de luz artificial (lâmpadas caseiras, postes de luz)!
 


Para gravar suas videoaulas, você irá precisar de microfone, câmera e computador (para a edição dos arquivos). Se o orçamento não permite a contração de um editor de vídeos, fique calmo! Na internet, você encontra várias opções gratuitas de tutoriais sobre os passos básicos da edição. O próprio Sistema Operacional Windows oferece o programa
Windows Movie Maker para edição de vídeos.


Veja
um exemplo de uma videoaula produzida pela mLearn:


E MAIS:

Além de videoaulas, podcasts e e-books, aposte também em INFOGRÁFICOS para enriquecer os seus conteúdos, explorando a parte visual e gráfica.


Para elaborar um infográfico, utilize ilustrações, gráficos e adicione pequenos textos!


EXEMPLO:


Pronto! O seu curso mobile está pronto. E agora, o que você deve fazer? Este será o assunto do nosso próximo artigo!

Para aqueles que estão “pegando pela metade” a nossa série de artigos sobre Produção de Conteúdos Mobile, vale a pena acessar a parte I, parte II e a parte III.

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