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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo



Contar com uma equipe capacitada, competente e comprometida são requisitos para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, os colaboradores são os responsáveis diretos pelos resultados da organização.

Levando o fato em conta, fica evidente a importância de oferecer treinamentos qualificados para que os funcionários possam aprimorar suas habilidades e competências de forma eficiente e de modo a contribuir para suas atividades no dia a dia da empresa.

Mas, se você ainda não vê muito valor em ações desse porte, é melhor começar a repensar a sua estratégia de mercado! Os treinamentos corporativos são importantes aliados da empresa para aumentar a produtividade dos colaboradores, para engajá-los e também para garantir eficiência nas atividades propostas pela corporação.

Diante deste cenário, de nada adianta você se esforçar ao máximo para proporcionar bons treinamentos corporativos, se não conhece o comportamento dos colaboradores naquilo que está sendo estudado. E uma das maneiras mais eficientes para coletar esses dados é através da mensuração e avaliação do engajamento de cada funcionário.

Mas a questão é: como medir o engajamento dos colaboradores com o treinamento? É o que veremos neste artigo!

O que é Engajamento – e por que ele é importante?



O termo engajamento refere-se ao ato de participar, envolver, interagir e relacionar com algo ou alguém. No contexto empresarial, o engajamento  pode ser definido de várias formas, mas talvez a mais significativa seja aquele que mostra a relação do colaborador com os valores e objetivos da organização; ou seja, é estabelecer uma relação onde o trabalhador sinta-se disposto a dedicar-se e envolver-se em suas tarefas do dia a dia, pelo fato de se identificar com os objetivos da organização.

O engajamento não é estabelecido por contrato. Estamos falando de um vínculo afetivo e emocional com o trabalho por parte do colaborador para gerar uma postura mais cooperativa, otimista, resiliente e disposta. Além disso, o colaborador que está engajado com a empresa consegue produzir mais e ser mais eficiente, ao realizar suas atividades com mais qualidade e dedicação.


Engajamento e Treinamento: por que avaliar?



O resultado de uma empresa depende, basicamente, do esforço empreendido pelos colaboradores e da capacitação que cada um deles possui. Sabemos que a verdadeira formação de um trabalhador acontece após o processo de recrutamento e seleção. Desta forma, oferecer treinamentos é importante para melhorar as competências, capacidades e conhecimentos dos funcionários.

De modo geral, o treinamento corporativo é estruturado sobre três pilares básicos:

  1. Novos colaboradores recebem treinamentos para se familiarizarem com a missão, visão, regras, valores e as condições de trabalho da empresa. Trata-se da inserção do trabalhador à cultura organizacional.
  2. Os colaboradores existentes são treinados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, mantendo-se em dia com as necessidades da empresa e do mercado.
  3. A empresa implantou alguma melhora ou fez alguma alteração tecnológica em seu processo, e o treinamento é oferecido para que os colaboradores possam lidar com as mudanças.

Em suma: treinamentos corporativos têm o objetivo de promover aprendizado ao colaborador para, posteriormente, proporcionar resultados satisfatórios a curto prazo. Ele também auxilia no aumento da produtividade, no aperfeiçoamento das relações interpessoais, na qualificação dos colaboradores e ainda promove a segurança no trabalho!


Contudo, um dos maiores desafios de um treinamento é despertar e manter, nos colaboradores, a motivação em aprender ou se aperfeiçoar. Por isso, todo gestor – seja ele de vendas ou de RH – deve avaliar o engajamento do treinamento para, se necessário, melhorar a experiência dos funcionários e traçar planos de melhorias de acordo com os feedbacks recebidos.

A avaliação do engajamento em um treinamento é realizada através de dados coletados enquanto os colaboradores estão envolvidos no aprendizado. E, como não poderia deixar de ser,  também consiste na análise dos dados.

Confira, abaixo, algumas informações possíveis de extrair ao longo de um treinamento corporativo mobile:

  • pontuação do colaborador num determinado bloco de exercícios, teste ou prova;
  • tempo para os colaboradores avançarem uma aula ou um módulo;
  • quantas vezes o colaborador acessou a plataforma de treinamento;
  • se o colaborador participou de um fórum de discussão (espaço de interação entre colaborador-colaborador e colaborador-tutor, se houver).


Gamificação gera Engajamento

No contexto de avaliação do engajamento do colaborador com o treinamento, a gamificação é uma tendência que vem ganhando destaque. O termo nada mais é do que utilizar mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas, melhorar o aprendizado e motivar ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

O principal objetivo da gamificação em treinamentos corporativos é justamente aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos colaboradores, com os desafios propostos (exercícios, provas, pontuação, níveis, ranking geral – que são utilizados para uma avaliação somativa) e recompensas (medalhas, troféus ou bonificações – folgas, dinheiro…).

Agora que você já sabe que a gamificação e o engajamento são dois termos que devem fazer parte do treinamento corporativo, vamos falar de Net Promoter Score, uma metodologia para medir o engajamento do colaborador após o treinamento. Acompanhe!


Avaliação do Engajamento por NPS: como fazer?


Outra maneira de avaliar o engajamento do colaborador em um treinamento corporativo é a aplicação do NPS (Net Promoter Score). Trata-se de uma metodologia utilizada para avaliar a satisfação do colaborador com  o treinamento. O modelo ideal de NPS é composto por apenas duas perguntas (uma pergunta quantitativa e outra qualitativa).

  • Exemplo de pergunta quantitativa: “De 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso treinamento para os seus colegas?”.
  • Exemplo de pergunta qualitativa: “Justifique a sua nota”.

A interpretação das notas do NPS podem acontecem da seguinte forma:

Nota 0 a 06: Colaboradores insatisfeitos com o treinamento.

O colaborador provavelmente fez duras críticas ao treinamento – seja por causa do conteúdo ou da plataforma utilizada.

Nota 07 e 08: Colaboradores neutros.

Geralmente são aqueles colaboradores que ficam em cima do muro. Fazem o treinamento por obrigação e não  porque estão engajados.

Nota 09 e 10: Colaboradores engajados.

Geralmente são os colaboradores que gostaram do conteúdo do treinamento e que incentivam seus colegas a se envolverem. 

Lembre-se: colaboradores engajados são, muitas vezes, o indicador de sucesso de qualquer treinamento!

 

mLearn: Ações para Engajar em Treinamentos

 


A plataforma de treinamento da mLearn Educação Móvel consegue medir o engajamento inicial de cada colaborador.

Esse tipo de dado relata, por exemplo:

  1. quais colaboradores se inscrevam no treinamento;
  2. em quais áreas do seu treinamento os colaboradores se envolveram mais e consumiram com maior facilidade;
  3. qual conteúdo do treinamento o colaborador está tendo maior dificuldade em aprender;
  4. quantos colaboradores acessam os materiais complementares do treinamento;
  5. quantos colaboradores conseguiram o certificado de conclusão do treinamento.


Quando os gerentes conseguem acompanhar os dados de aprendizagem dos colaboradores em tempo real e medir o engajamento de cada um deles, é possível identificar, por exemplo:
  1. quais colaboradores estão mais motivados e, posteriormente, no caminho certo para adquirir conhecimento;
  2. quem pode precisar de lembretes para acessar o aplicativo do treinamento;
  3. quais conteúdos os colaboradores estão com dificuldades para aprender. Por exemplo: se a maioria dos colaboradores não está indo bem durante todo o curso, pode ser um sinal que o nível de dificuldade da lição ou do módulo está elevada.

Diante das situações relatadas acima, a mLearn trabalha com push notification – ferramenta de comunicação utilizada para engajar os colaboradores, mantendo-os sempre atualizados sobre novos conteúdos inseridos ou para lembrá-los de acessar o treinamento na plataforma mobile.

Conclusão



Uma das maiores vantagens de medir e avaliar o engajamento em um treinamento é obter informações importantes sobre o desempenho do colaborador no trabalho.

Isso inclui, por exemplo, prever quantos funcionários concluíram o treinamento, quem precisa de apoio adicional (como tutoria ou conteúdos extras); oferecer uma experiência individual e personalizada para cada funcionário; aumentar a taxa de retenção e compreender como os treinamentos e seus respectivos recursos estão sendo utilizados; como está sendo a absorção dos conteúdos e quais aspectos são bem-sucedidos ou que estão abaixo do esperado.

Com todas as informações coletadas, a empresa poderá oferecer aos colaboradores uma aprendizagem personalizada com ganhos rápidos de conhecimento!

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Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Recursos Humanos, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Por que os seus treinamentos corporativos não estão dando resultados? Para descobrir o motivo, é essencial rever o planejamento e as ações executadas!

A empresa em que você trabalha e cuida do processo de T&D (Treinamento e Desenvolvimento) conta com bons funcionários, tem objetivos claros, oferece premiações atraentes e investiu no treinamento da equipe. Fez tudo certo, mas mesmo assim os resultados dos treinamentos técnicos e de desenvolvimento dos funcionários não melhoram. Se identificou com a situação? Então fique atento, pois algo está errado!

 

Para descobrir onde está o problema e como resolvê-lo, não tem jeito: é necessário rever o planejamento e reavaliar as ações executadas. Ao refazer todo o seu “percurso”, fica mais fácil identificar os pontos que estão prejudicando os rendimentos.




Para sair dessa “cilada”, confira agora os principais motivos para o treinamento corporativo  não estar funcionando, e como reverter cada um dos casos!

 

Treinamento com poucos resultados: Quais são as necessidades de treinamento e desenvolvimento?

 

O treinamento e desenvolvimento (T&D) tem por objetivo promover e maximizar as competências profissionais e pessoais dos colaboradores para as atividades desenvolvidas no trabalho.

 

Para desenvolver o T&D, é imprescindível entender o modelo estratégico da organização, quando e onde executá-los e mensurar e avaliar os resultados. Um treinamento corporativo, por mais simples que possa ser, não deve ser planejado do dia para a noite. Para que seja realmente eficaz, ele deve ser estudado, analisado e criado com tempo e cuidado. Afinal, é essa estratégia que vai orientar todas as ações das equipes.

 

Uma das principais etapas para o desenvolvimento de um planejamento de T&D é o levantamento das necessidades de treinamento. Você enquanto profissional de recursos humanos não têm o conhecimento específico de todos os departamentos da empresa, nem a vivência diária com todos, e, por isso, deve atuar em conjunto com o gestor de cada área. Para isso, tentem responder algumas perguntas:

 

1. Quais são as metas da empresa?
2. Quais são as competências a serem desenvolvidas?
3. Quais problemas precisam ser resolvidos por meio de treinamento?
4. Quais são os resultados esperados após o treinamento?

 

Quando for montar ou reavaliar o seu planejamento, lembre-se de considerar esse fator!

 

Treinamento com poucos resultados: Gaps

 

Você costuma analisar os gaps antes de desenvolver um treinamento? Não! Acredite, eles são importantes e podem comprometer os resultados do T&D.

 

Após realizar o levantamento das necessidades do treinamento, você, juntamente com os gestores de cada departamento, deverá detectar o Gap das competências que serão desenvolvidas.  

 

Mas o que é gap? No contexto de T&D, gap (lacuna) é a diferença entre o grau mínimo de competências e habilidades desejados pela organização e o grau de competências e habilidades que os colaboradores apresentam.

 

Vamos entender melhor: quando há diferenças, por exemplo, entre a expectativa da empresa e o que o colaborador apresenta em seu dia a dia na execução de suas atividades, temos um gap!




Para eliminar essas lacunas no processo, é essencial:

 

  • apurar a fundo as necessidades da empresa;
  • se o colaborador tem comprometimento com a qualidade;
  • se o colaborador tem uma comunicação interna e externa eficientes;
  • se o colaborador conhece bem os processos e as operações.

 

Treinamento com poucos resultados: Planejamento

 

Realizar um planejamento adequado para T&D é essencial para o sucesso do treinamento. É preciso pensar em quais são os reais motivos para treinar a equipe, assim será possível formar ações objetivas e conseguir alcançar bons resultados.

 

A etapa de planejamento visa atender às necessidades diagnosticadas na primeira fase,  estabelecendo:

 

1. O que será ensinado? (Qual será o conteúdo do treinamento?).
2. Por que esse conteúdo deve ser ensinado? (Qual é o problema que será solucionado?).
3. Quem deve aprender? (Quais pessoas precisam eliminar gaps de competência?).
4. Qual método de treinamento será utilizado? (Ead, presencial, etc.?).
5. Se o treinamento for presencial: onde deve ser ensinado? Quem irá ensinar?
6. Quando o treinamento será realizado? (Data e período do treinamento).
7. Quanto vai custar o treinamento? (Orçamento para a capacitação dos colaboradores).

 

Treinamento com poucos resultados: Métricas e indicadores

 

Se você não acompanha nem avalia os resultados da sua equipe, como identificará problemas e tomará decisões acertadas? Nós respondemos: isso não é possível!

 

Vamos aos conceitos! A métrica é uma informação bruta, e a maneira como lemos e interpretamos essa informação corresponde ao indicador.




Métricas e indicadores, então, são instrumentos estratégicos para mapear gaps e deficiências da equipe e, consequentemente, encontrar as razões e as saídas para esses obstáculos.

 

Treinamento com poucos resultados: Ferramentas

 

Pense em uma guerra: sem as armas e os instrumentos básicos, um exército não conseguirá vencer o confronto, certo? Da mesma forma é a equipe de colaboradores! Se ela não tem acesso a ferramentas para melhorar o trabalho, dificilmente conseguirá aprimorar os resultados.

 

Portanto, bons computadores, internet de alta qualidade, aplicativos e programas para organização das atividades, dos projetos e para a comunicação interna são importantes para aumentar a produtividade do time.

 

Treinamento com poucos resultados: Formato

 

Se você investiu no treinamento da equipe, mas, ainda assim, não conseguiu aumentar melhorar os resultados da empresa, calma lá! Antes de considerar qualquer capacitação como perda de tempo e dinheiro, reflita se o formato e o conteúdo do treinamento eram realmente adequados às necessidades da equipe.

 

Por exemplo: se o time precisa aprender a usar uma nova ferramenta de projetos, um treinamento que não oferece oportunidades de prática – com exercícios e aplicações reais – será pouco eficaz. Afinal, a situação exige que o aprendizado não fique apenas na teoria!

 

Por outro lado, se o tempo disponível para a capacitação é pequeno e variável, não é uma boa investir num curso presencial, já que ele exige horários fixos de estudo. Nesse caso, vale a pena oferecer treinamentos online, que oferecem flexibilidade de horário e local para os funcionários.

 

Também é essencial para ficar atento ao conteúdo de treinamento: se for longo e prolixo, ele tem poucas chances pequena de gerar engajamento e despertar o interesse dos colaboradores. Aposte na linguagem simples e objetiva – ninguém gosta de perder tempo!

 

Por fim, seja criativo: ao invés de utilizar textos infinitos, disponibilize vídeos, podcasts, infográficos e outros recursos que deixarão a capacitação mais dinâmica e motivadora. Você verá que, dessa forma, empresa e funcionários saem ganhando!




Aposte em mobile learning

 

O mobile learning (educação móvel) é uma modalidade de ensino e aprendizagem que tem sido bastante utilizado para oferecer treinamentos. O método de ensino-aprendizagem, que também só pode ser entendido como integração das tecnologias móveis (laptop, celular, tablets, etc.) no contexto educativo, apresenta infinitas possibilidades de segmentos e focos de atuação, permitindo que os colaboradores possam acessar os aplicativos a qualquer hora e em qualquer lugar, de forma bastante intuitiva.

 

O diferencial deste formato é o conceito de treinamento mais rápido, com conteúdos digitais dinâmicos, sem utilizar muitos recursos humanos, físicos e financeiros da empresa.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Você já contratou alguma empresa especializada em produção de conteúdos para treinamento e ficou decepcionado com os resultados muito abaixo das suas expectativas? Você já contratou uma plataforma online para treinar a sua equipe de forças de vendas e recebeu diversas queixas dos vendedores porque o serviço só ficava fora do ar e era pouco interativo e engajador? Acredite, talvez você esteja oferecendo treinamentos de forma errada.


Já falamos em outros artigos que o Mobile Learning vem recebendo cada vez mais atenção por parte de muitas empresas de sucesso – principalmente aquelas que querem seguir na linha de frente da inovação – e desejam capacitar os seus vendedores. Também falamos que as empresas precisam respeitar os limites de aprendizagem de cada colaborador. Afinal, as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Partindo desse pressuposto, reflita: enquanto gestor, qual é melhor caminho a seguir para respeitar o ritmo de aprendizado de cada vendedor?


Então: qual é a melhor solução?



Não existe uma receita pronta quando falamos de ensino-aprendizagem. Entretanto, existem caminhos que podemos seguir para facilitar o processo, considerando o ritmo de aprendizagem de cada um.

 

Sugere-se como ponto de partida a criação de um projeto que tenha como objetivo de aprendizagem atender a todos os vendedores. Na sequência, recomenda-se apostar em múltiplas possibilidades de conteúdos (vídeos, podcasts, textos, eBooks, imagens), por meio de diferentes plataformas.

 

Lembre-se: a transição do modelo de treinamento está acontecendo cada vez mais rápido. Com isso, as pessoas aprendem de forma mais dinâmica. E, hoje, é impossível falar de aprendizado dinâmico sem falar de Mobile Learning: a solução ideal para a os seus treinamentos.

 

Engana-se quem pensa que é preciso investir muito dinheiro para fazer uso do Mobile Learning. O custo para produzir um treinamento móvel é consideravelmente baixo, já que não são necessários gastos com infraestrutura e materiais.

 

Além disso, o formato permite a publicação constante de novos conteúdos, gerando atualizações de forma rápida e prática. Entenda: no momento em que é feita uma edição na plataforma, as alterações são disponibilizadas imediatamente no aplicativo dos vendedores, garantindo que o treinamento esteja sempre atualizado!

 

Considerando os inúmeros métodos de aprendizagem existentes, destacamos abaixo as razões que fazem da educação móvel a solução mais completa para a capacitação da sua equipe de vendas. Confira!

 

  • Aborda vários estilos de aprendizagem: um sólido método de aprendizagem móvel apresenta o conteúdo em vários formatos, como vídeos, podcasts, textos, imagens…

 

  • Aproveitamento do tempo livre da equipe: um dos maiores benefícios do Mobile Learning é a sua conveniência, permitindo que cada vendedor acesse o treinamento a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

  • Permite que a equipe conheça as tendências tecnológicas: ao apostar em treinamentos mobile, você está aprimorando a habilidade tecnológica da equipe e garantindo que os vendedores não fiquem para trás em relação às novas tendências.

 

  • A flexibilidade é motivadora: ao invés de ter um treinamento presencial em dias e horário específicos, o Mobile Learning possibilita que cada colaborador estude no seu ritmo, interagindo e consumindo o conteúdo no tempo que desejar.



mLearn: Solução ideal para a sua empresa  



Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel, que possibilita a empresas e instituições de ensino a entrega de programas educacionais via smartphones, tablets e computadores. Ela utiliza gamificação e ferramentas de aprendizagem social para deixar o treinamento mais dinâmico e atrativo.

 

Além disso, a plataforma permite que o colaborador decida quando e onde ele quer estudar – seja nas horas vagas, no local de trabalho, em deslocamento (indo e voltando do trabalho) ou até mesmo em casa.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias… Os dois principais diferenciais são a integração com as redes sociais e o fato do aprendiz participar de um “jogo”, onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado.

 

Como estímulo, o colaborador vai ganhando pontos, medalhas, sobe de nível e disputa as primeiras colocações no ranking geral.  A dinâmica proposta na gamificação, além de auxiliar nos objetivos pedagógicos,  contribui para a motivação do usuário, tornando a aprendizagem ainda mais dinâmica!


A mLearn tem a absoluta certeza de que a gamificação irá melhorar o engajamento da sua equipe de vendas no treinamento. E a explicação é muito simples: sua empresa tem a possibilidade de treinar os colaboradores por meio de uma divertida trilha de aprendizado – conseguindo, desse modo, engajar e proporcionar interação em todos os níveis.

 

Com isso, assuntos considerados complexos e de difícil absorção se transformam em conteúdos descontraídos e descomplicados – permitindo, inclusive, que existam simulações de situações do cotidiano da equipe.

 

Junto com a gamificação, o aplicativo também ganha cor, sons, animações e interações personalizadas. Estes são pequenos detalhes que liberam nos usuários a dopamina – pequena molécula transmissora da sensação de prazer.

 

Desenvolvido por especialistas em educação e em treinamentos rápidos e dinâmicos, o aplicativo também permite que o usuário navegue pelo conteúdo sem precisar acessar à internet – ou seja, sem consumir seu pacote de dados móveis. Isso porque o usuário pode aproveitar a conexão Wi-fi da empresa e fazer download de todos os conteúdos, podendo acessá-los offline.

 

Confira outras vantagens da plataforma da mLearn para o seu treinamento de força de vendas!

 

  1. Ferramentas de comunicação integrada para envio de push notifications, e-mails e SMS, permitindo que a sua empresa envie comunicados e atualizações de treinamentos.
  2. Ferramenta de relatórios detalhados para analisar o desempenho dos vendedores. Com isso, é possível medir e otimizar os resultados dos treinamentos, de acordo com os critérios de aprendizado estipulados pela sua empresa.

 

Você ainda terá novas possibilidades para dar feedbacks e conseguir identificar pontos de atenção a serem trabalhados ou reforçados com os recursos extras da plataforma.

 

  1. Conteúdos preparados para mobile com linguagem simplificada e descontraída.
  2. Plataforma mobile first com possibilidade de uso em outras telas.




A mLearn também conta com uma equipe de especialistas em Mobile Learning para auxiliar e criar conteúdos relevantes, além de possuir em seu portfólio mais de 50 cursos que podem ser oferecidos para treinar a sua equipe de vendas. As temáticas envolvem Técnicas de Negociação, Relacionamento Interpessoal, Atendimento ao Cliente, Gestão do Tempo, Gestão de Equipes, Reuniões Produtivas – e cursos dos idiomas Inglês e Espanhol.

 

Lembre-se: investir na plataforma da mLearn é apostar em uma nova tendência de aprendizagem, o que fortalece sua equipe de vendas, otimiza o uso do tempo e dá mais autonomia para o colaborador.

 

Quer saber mais sobre a nossa plataforma? Assista o vídeo!

 

Você também pode fazer download do e-Book sobre a nossa plataforma de educação!

 

Reconhecimentos

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

 

Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado?

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Conteúdo de Treinamento, Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

Introdução


Materiais dinâmicos, atualizados e disponíveis em modo on-line ou até mesmo off-line, que podem ser consumidos a qualquer hora e em qualquer lugar. Sim! Conteúdos digitais – como áudio, vídeo, infográficos, e-books, artigos e imagens – têm sido amplamente utilizados por  empresas para desenvolver treinamentos. O objetivo é melhorar as vendas, a comunicação e a interatividade das equipes internas.


Afinal, além de otimizarem o aprendizado, as tecnologias se tornaram grandes aliadas para transmitir conhecimento de modo dinâmico, facilitando a adesão e despertando maior interesse da equipe.


Mas, como montar treinamentos com conteúdos digitais? É o que veremos neste artigo. Antes, porém, é necessário que você entenda bem o conceito de conteúdo digital, saiba quais são os principais modalidades e como esses tipos de conteúdo podem ser utilizados para engajar e capacitar uma equipe de vendas!


O que é conteúdo digital?


Podemos definir conteúdo digital como tudo aquilo que existe em formato digital, em código binário – sistema de numeração formado por apenas dois algarismos: 0 (zero) e 1 (um).


Ficou confuso com essa explicação técnica? Não se preocupe, pois vamos explicar melhor!


Em outras palavras, podemos classificar conteúdos digitais como materiais informativos que podem ser enviadas por ondas de rádios, stream via internet ou arquivo de computador, a serem consumidos de forma gratuita ou paga.



Quais são os tipos?


Existem diversas modalidades de conteúdos digitais. Confira, agora, uma breve descrição dos principais tipos no âmbito empresarial. Na sequência, veremos como utilizar alguns deles em treinamentos corporativos!


E-books

E-book é todo conteúdo informativo, semelhante a um livro, mas em formato digital. Ele pode ser manuseado em equipamentos eletrônicos – computadores, tablets, smartphones, leitores de livros digitais ou em qualquer outro dispositivo que suporta o recurso.

O formato mais comum para e-book é o PDF, mas ele também pode ser encontrado em HTML e ePUB. São exemplos de empresas que disponibilizam e-books: Amazon Kindle e Play Books.


Imagens

Apesar de ser um tipo de conteúdo facilmente encontrado na internet, existe um vasto mercado para vendas de imagens. Publicitários e designers, por exemplo, têm demandas bastante específicas para criação e comercialização de suas peças e, para isso, precisam respeitar as leis de direitos autorais das imagens. Um bom exemplo de banco de imagens pago é o Shutterstock.


Vídeos

Foi-se o tempo dos CDs e DVDs com vídeos, filmes ou cursos. Você já reparou que os notebooks mais modernos não vêm mais com entrada para leitor de DVD? Pois é! Hoje, os vídeos passaram a ser comercializados ou distribuídos gratuitamente por streaming, sem ocupar espaço no disco rígido (HD) do usuário. Para reproduzir os arquivos, basta ter uma conexão de internet. Com isso, vimos o crescimento de empresas como Youtube e Netflix.


Áudios

O processo de distribuição e/ou comercialização dos arquivos de áudio são bem similares aos de vídeos. Contudo, hoje, na indústria musical, para um (a) cantor (a) fazer sucesso, não existe a necessidade de passar pelos estágios de trabalhar a imagem, gravar em estúdio um CD, lançar o álbum em programas de rádio e TV… Atualmente, uma música pode simplesmente viralizar na internet – no Youtube, Whatsapp ou nas redes sociais. A cantora Ana Vilela, por exemplo, enviou um áudio despretensioso com uma das suas composições para pouquíssimos amigos e viu a música “Trem Bala” estourar no Brasil, ocupando o 42º lugar entre as mais tocadas em rádios do país, e tendo mais de 12 milhões de visualizações no Youtube. O Spotify é um bom exemplo de empresa exclusiva com esse intuito.


Software

De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, o software é o conjunto dos programas e dos meios não materiais que permitem o funcionamento do computador ou do celular, na execução das diversas tarefas. O software é criado através de linguagens de programação, que permitem controlar o comportamento de uma máquina. Microsoft e Google são bons exemplos de empresas de software.


Conteúdos
Online

Além dos itens citados acima, a indústria de conteúdos digitais é bastante ampla. Podemos incluir como exemplos: notícias, blogs, canais do Youtube, sites e aplicativos de cursos online.

Como você pôde notar, existem diversos tipos de conteúdos digitais. A questão é: como montar um treinamento com esses conteúdos, de modo a capacitar a sua equipe de vendas? Antes de entrar nesse assunto, vamos explicar os motivos para você apostar em treinamentos com conteúdos digitais.




Por que apostar em treinamento com conteúdo digital?


Treinamentos com conteúdos digitais tornaram-se importantes métodos para instigar novas habilidades, ampliar o desenvolvimento do conhecimento e capacitar profissionais.


Nesse contexto, as empresas têm enxergado no treinamento mobile (móvel) um vasto potencial. Isso porque esse modelo de ensino e aprendizagem permite que a equipe consiga aprender como a mobilidade lhe permite, tendo acesso imediato à informação, quando e onde quiser.


Uma equipe de vendas, por exemplo, pode aproveitar o tempo livre para estudar pequenos blocos de informação, utilizando conteúdos multimídia para facilitar o aprendizado. Ao invés de ter uma sessão de treinamento mensal em um dia e horário específicos, a capacitação móvel permite que colaborador estude e absorva conhecimento no seu próprio ritmo.


Para aqueles que ainda não sabem, mobile learning é o mais sofisticado suporte para treinamentos com conteúdos digitais. Ele apresenta inúmeros benefícios para as empresas e para os colaboradores que o utilizam. O diferencial deste método é o conceito de treinamento mais rápido, com conteúdos digitais dinâmicos, sem utilizar muitos recursos humanos, físicos e financeiros da empresa.


Além de capacitar, aumentar o conhecimento e melhorar a produtividade da equipe de vendas, um treinamento com conteúdos digitais é capaz de motivar os vendedores, fazendo-os perceber que a empresa está investimento em seus potenciais.


Por fim, vale ressaltar a necessidade de atualização constante de uma equipe de vendas. O tempo passa, as coisas mudam e as novidades surgem a todo o momento. Se a sua empresa não mantém o time atualizado sobre as novas tendências, sobre os novos produtos e/ou serviços, ele ficará para trás no mercado. Portanto, sempre que necessário, invista no treinamento da sua equipe!


Como montar um treinamento com conteúdo digital?


No tópico anterior, destacamos a importância dos treinamentos para que a sua equipe de vendas consiga atingir melhores resultados. E, para otimizar o tempo e respeitar o ritmo de aprendizado de cada colaborador, os conteúdos digitais são imprescindíveis. Portanto, agora você aprenderá a elaborar treinamentos com conteúdos digitais!


Os conteúdos digitais vêm sendo adotados por diversas empresas, independe do seu segmento, mas principalmente as que pertencem ao mercado de vendas direta. O objetivo é treinar as equipes sobre técnicas de abordagem, de negociação, produtos, serviços, chegada de novos equipamentos, redesenho de processos, normas de segurança e também para melhorar a interação entre vendedores e clientes.


Além de otimizar o aprendizado, os conteúdos digitais se tornaram grandes aliados para transmitir conhecimento de forma dinâmica e descomplicada, aumentando, inclusive, o interesse da equipe pelo conteúdo abordado.  




Talvez você já até tenha em mente o que a sua equipe precisa aprender. Mas, para facilitar a escolha do assunto do treinamento, faça uma análise de relatórios, reclamações de clientes, sistemas de CRM, enfim, todos os dados que possam indicar os pontos que o grupo precisa melhorar.


Em seguida, selecione alguns colaboradores e pergunte o que eles querem aprender. Esse tipo de pesquisa pode ser presencial ou por meio de enquetes online. O importante não é como ela será feita, mas sim o que a equipe tem interesse em melhorar.


O terceiro passo é ver quais são as necessidades estratégicas da empresa. Reflita, por exemplo, se é interessante utilizar um aplicativo de celular nas visitas comerciais, com materiais e apresentações já preparados, com vídeos e recursos interativos. Será que os vendedores precisarão passar por treinamento para operar esse aplicativo? Leve esse tipo de situação em conta para definir o tema do treinamento de vendas.


Um treinamento moderno e de qualidade deve conter vídeos, e-books para consulta, imagens para complementar o conteúdo escrito e conferir uma multiplicidade de possibilidades para o aprendizado. Devemos sempre lembrar que as pessoas são únicas e aprendem de forma diferente. Umas preferem aprender lendo, outras assistindo um vídeo ou ouvindo um áudio.


As imagens – entenda aqui também infográficos – são utilizadas para ilustrar o texto escrito, auxiliando no processo de associação do conteúdo. Em certos casos, algo bastante complexo de se explicar em palavras pode ser detalhadamente exemplificado em fotografias, quadrinhos e infográficos.


Os vídeos são um dos principais recursos que podem – e devem – ser trabalhados em um treinamento,  principalmente se ele for em formato mobile ou EaD tradicional. Eles auxiliam na inovação do aprendizado, possibilitando uma maior interação com o usuário, além de exigirem menor esforço para assimilar informações importantes.


Estudos indicam que os alunos se lembram de 50% do que ouvem e veem contra apenas 10% dos que leem. Ou seja: utilizar vídeos em treinamentos torna a absorção do assunto mais fácil, e ainda permite uma maior aproximação da equipe, fazendo com que todos se engajem mais com a capacitação.


Na hora de gravar vídeos para o seu treinamento, aposte no visual (atenção para não poluir as videoaulas com muitas artes, letreiros, etc.), no tipo de linguagem (que deve ser a mais próxima da equipe) e na interação. Se possível, mostre e exemplifique o que está sendo dito no vídeo.


O tempo de duração do vídeo pode variar bastante, e isso vai depender do formato do seu treinamento (mobile, web, semi-presencial, etc.). Se optar por um treinamento mobile, é recomendável que cada vídeo tenha, no máximo, cinco minutos. Para tanto, é necessário que os vídeos sejam objetivos e que o apresentador/especialista vá direto ao assunto.


Caso escolha trabalhar com vídeos para web, disponibilizados no site da empresa ou no Youtube, eles podem ter tempo de duração superior a cinco minutos – você não precisa se preocupar com o tempo máximo. O importante é que você saiba que, com uma edição dinâmica, os vídeos podem ser utilizados tanto para explicar conteúdos extensos quanto mais curtos.


Se a sua empresa está com o orçamento apertado para alugar um estúdio de gravação, saiba que é possível produzir ótimos vídeos dentro da própria empresa – ou até mesmo na sua casa. Para isso, basta optar por um local agradável e silencioso (para que não haja ruídos ao fundo). Também é imprescindível ter atenção com o plano de fundo do vídeo: lugares com muitos objetos ou com cores fortes podem distrair o expectador. Use o bom-senso!




Para gravar os vídeos do seu treinamento, você irá precisar, no mínimo, de microfone, câmera e computador (para editar o material). Se o seu orçamento não permite a contratação de um editor de vídeos, fique calmo! Na internet, você encontra várias opções gratuitas de tutoriais sobre os passos básicos da edição. O próprio Sistema Operacional Windows oferece o programa Windows Movie Maker para edição de vídeos.


Para treinar a sua equipe de vendas, você também pode apostar em podcasts – independente do formato do treinamento.  Trata-se de um recurso fácil para produzir e para ser reproduzido em smartphones e computadores.


Podcasts
simples podem ser gravados no seu próprio computador (caso ele tenha placa de som e você instale um software para gravação de áudio). A gravação pode ser feita em diversos formatos, como Mp3 e Mp4.  


Se você domina o assunto, por que não transmitir parte do seu conhecimento para a equipe de vendas?
Fale sobre os produtos comercializados pela empresa, sobre a importância do pós-venda, ensine as melhores técnicas de abordagem, as técnicas de negociação e vendas, apresente a cultura da empresa…


Você pode utilizar uma linguagem informal para gravar os seus
podcasts. Busque inspiração em programas de rádio e, no momento da edição, insira uma boa e agradável trilha sonora de fundo. É importante que a trilha não fique muito alta, para não desviar o objetivo principal do podcast: transmitir conhecimento!


Se possível, convide outras pessoas para falar sobre o assunto da aula/curso ou para mediar o “programa” e interagir com você.


Depois que os seus
podcasts estiverem gravados, edite-os. É importante cortar os erros, inserir as vinhetas de abertura e encerramento, e, por fim, a trilha de fundo.


Outros recursos que também podem ser incluídos são os exercícios de fixação. Você pode elaborar questões de múltipla escolha, de lacuna, etc. O mais importante é conseguir mensurar a eficiência do treinamento; saber se as pessoas estão realmente conseguindo absorver o que estão lendo, vendo ou ouvindo.


Antes de começar a montar o seu treinamento – com vídeos,
podcasts, e-books, exercícios e demais conteúdos digitais -, é importante que você defina bem o objetivo da capacitação e onde irá disponibilizar o material (mobile, blog, site, intranet…).


Se optar por um treinamento mobile, existem hoje, no mercado, plataformas exclusivas para a criação de aplicativos educacionais e de treinamento móveis.


Só para se ter uma ideia, um aplicativo móvel é composto por duas etapas:


– painel administrativo:
local onde serão inseridos, editados, formatados e publicados os conteúdos do seu treinamento. O acesso ao painel administrativo é por meio do navegador de internet. Através dele, também é possível publicar os Termos e Condições de Uso, FAQ (Perguntas Frequentes) e demais informações que serão exibidas no aplicativo para o usuário final.


– aplicativo para smartphone:
a equipe de vendas faz download do aplicativo no Google Play (sistema operacional Android) e Apple Store (sistema operacional IOS). O app é instalado no smartphone ou tablet de cada colaborador. Quando ele acessa o app e faz algumas ações, o aplicativo se conecta ao painel administrativo para buscar os conteúdos publicados.




Conclusão


Vender é uma atividade relacionada – de forma direta ou indireta – à resolução de problemas. Nesse contexto, o treinamento é a forma ideal de auxiliar a equipe de vendas a entender, antecipar e exceder as necessidades dos consumidores.


Para conseguirem exercer suas atividades com excelência, os vendedores precisam de preparo. E a preparação da equipe é um investimento que deve ser feito pela empresa, através de constantes treinamentos.


Independente do formato escolhido, o sucesso de um treinamento de vendas irá depender da correta execução das etapas de análise da necessidade, desenho e implementação do plano de treinamento, escolha dos conteúdos digitais e avaliação dos resultados. Esta última pode ser feita através de simulados, provas e, por fim, emissão de certificados.


Graças à diversidade dos materiais didáticos e aos avanços consideráveis na qualidade das conexões de internet, hoje, é possível montar treinamentos digitais extremamente criativos e versáteis. Além dos textos para leitura, a sua capacitação pode (e deve) conter videoaulas, podcasts, ilustrações e gráficos, que certamente influenciarão os resultados do processo de vendas.


A elaboração do material didático pode até ser uma tarefa árdua e complexa à primeira vista, mas com um bom planejamento, você certamente conseguirá qualificar e engajar a equipe para, posteriormente, obter sucesso nas vendas!


Plataforma mobile


Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.


A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho) ou mesmo em casa, ou no trabalho, e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica, como treinamento de força de vendas.


A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado, e, à medida que ele estuda, ganha pontos, medalhas e vai mudando de nível.


Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de cinco milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.


Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão sobre este assunto, não deixe de entrar em contato conosco, combinado? Até a próxima!

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Conteúdo de Treinamento, Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Recursos Humanos, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

 

A Universidade Corporativa é um campo de desenvolvimento de competências essenciais para o sucesso dos colaboradores e, consequentemente, da empresa.

 

Mas, apesar de atrair cada vez mais instituições e demonstrar resultados eficientes, o conceito ainda é pouco conhecido. Como acontece nas universidades tradicionais, a UC desenvolve habilidades e competências em seus alunos, mas com um diferencial: o aprendizado está focado em atender às necessidades da empresa, ampliando suas vantagens competitivas.

 

O que é Universidade Corporativa?

 

A Universidade Corporativa – ou Universidade Empresarial – é uma rede de conhecimento e ensino ligada a uma empresa. Ela oferece aos colaboradores conteúdos de treinamento, cursos técnicos e até cursos de graduação.

 

Mas você deve estar se perguntando: qual é, então, a diferença da Universidade Corporativa para a Universidade Tradicional?

 

Ao contrário das faculdades clássicas, a UC tem como objetivo atender às necessidades específicas da empresa. É como se ela fosse um espaço de apoio às limitações técnicas e habilitacionais. Assim, as metas dos treinamentos são muito bem definidas e alinhadas às estratégias da organização.

 

Essa condição permite um alto grau de personalização, já que é possível definir um plano de estudo exclusivo para os funcionários, levando em conta as lacunas e as dificuldades individuais e particulares.

 

Perceba: ao invés de iniciar uma longa pesquisa de cursos, palestras ou workshops que atendem só em certo ponto às aspirações da empresa, não seria melhor ter um processo educacional desenhado especialmente para ela?




Universidade Corporativa como condição para o sucesso empresarial

 

Hoje, as empresas começam a perceber que o sucesso é muito mais significativo quando está alinhado ao desenvolvimento de seus profissionais. Isso porque quando os colaboradores sentem que podem evoluir junto com a organização, eles se tornam mais comprometidos e motivados com o trabalho e com as metas.

 

E uma das principais formas das empresas contribuírem para o crescimento dos funcionários é investindo na educação corporativa. Por meio da Universidade Corporativa, é possível criar, ampliar,  distribuir e gerenciar o conhecimento dentro da instituição.

 

Com foco direcionado na gestão de resultados, a UC auxilia na atração e na retenção de talentos para uma equipe e no desenvolvimento de competências. Além disso, ela é um excelente meio para divulgar e reforçar a missão, a cultura, a visão e os valores organizacionais.

 

As vantagens da Universidade Corporativa Móvel

 

Existem diferentes formas de acesso à UC: online, ead (educação a distância), mobile... Dentre elas, o mobile learning (modalidade móvel) se destaca, já que apresenta diversas vantagens tanto para a empresa quanto para os funcionários.

 

A Universidade Corporativa Móvel é aquela desenvolvida para dispositivos móveis – como tablets e smartphones. Ela representa, primeiramente, uma grande economia, pois poupa gastos com infraestrutura e material físico.

 

Outro benefício é que o processo de aprendizagem se torna mais padronizado, já que todos os colaboradores terão acesso aos mesmos materiais. Além disso, existe a praticidade de ter os conteúdos no celular, sendo possível consultá-los a qualquer hora e em qualquer lugar.




Universidade Corporativa: como implementar?

 

Para desenvolver e implementar a Universidade Corporativa, é importante apoiar-se em algumas estratégias. Em primeiro lugar, é preciso conhecer as maiores necessidades da empresa e dos funcionários no que se refere à capacitação.

 

Nesse ponto, é fundamental o envolvimento e o acompanhamento do RH e dos gestores, de modo a tornar o processo mais eficiente e mais alinhado com os objetivos corporativos. Não custa ressaltar, assim, que os conteúdos que integrarão a UC devem se relacionar com a visão, missão e cultura organizacional.

 

Além disso, é necessário escolher a solução tecnológica que servirá como suporte para Universidade Corporativa. Plataformas de ensino a distância têm se mostrado bastante eficientes nesse sentido, pois permitem a inclusão de recursos que enriquecem e estimulam o treinamento. Conteúdos multimidiáticos, gamificação e socialização são apenas alguns desses mecanismos!

 

Plataforma mobile

 

Criada em 2013, a mLearn é uma startup focada em aprendizagem móvel que possibilita para instituições educacionais e empresas a entrega de programas educacionais via smartphones, usando gamificação e ferramentas de aprendizagem social.

 

A plataforma mLearn é voltada para usuários de smartphones que pretendem complementar e/ou reforçar seus estudos nas horas vagas, em deslocamento (indo e voltando para a escola ou trabalho), em casa, ou no trabalho – e também para funcionários de empresas que precisam de qualificação específica.

 

A ferramenta possui diversas funcionalidades: cursos, provas, certificados, exercícios, socialização, notícias, entre outras. Um dos diferenciais é que a plataforma é integrada com as redes sociais e o aprendiz participa de um jogo onde tudo o que ele faz é avaliado e pontuado. Assim, à medida em que estuda, ele ganha pontos, medalhas e vai subindo de nível.

 

Em 2014, a empresa teve o seu plano de negócios destacado pelo programa de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Standford, na Califórnia. A startup já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com cursos rápidos nas quatro principais operadoras do país, e conta com um sistema de distribuição de cursos e treinamentos prontos direcionados para áreas diversas.

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Aprendizagem Móvel, Conteúdo de Treinamento, Conteúdo Educacional, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas

Criação: Cláudio Almeida

Depois de desenvolver o seu plano de curso e ter em mãos todo o material bruto que será usado na criação do seu curso, está na hora de elaborar as aulas, exercícios, roteiros de vídeo e de podcasts!

Nessa etapa, é importante pensar sempre no seu público-alvo e ter muita atenção. A fase de elaboração do conteúdo será, sem dúvida, o seu maior desafio até aqui. Portanto, vamos direto ao assunto!


AULA TEXTUAL:
para elaborar o conteúdo textual, é preciso considerar alguns pontos fundamentais à construção do texto:


– Objetividade:
o texto deve ser argumentativo e explicativo. Evite o pensamento impreciso e o desvio de assunto em considerações prolixas.


– Clareza:
apresente as ideias com clareza. Argumente e explique – sem querer impressionar o aluno com um vocabulário complexo. A aula textual deve conter parágrafos curtos.


Mas, atenção
: o parágrafo curto não pode dificultar a compreensão do aluno.  Portanto, é indicado que cada parágrafo tenha uma ideia central.


– Coerência:
para que o texto seja compreensível e faça sentido para o aluno, você precisa apresentar uma continuação lógica das ideias. Ou seja: não desvie do assunto com considerações que pouco (ou nada) acrescentam ao tema da aula.


– Exatidão:
evite termos imprecisos como: grande, muito, pouco, pequeno, menor, todos, vários, nenhum… Em um curso, é aconselhável incluir porcentagens, a fim de comprovar o que está sendo dito – e não se esqueça de citar as fontes. Ao invés de escrever, “Grande parte da população brasileira utiliza telefone celular”, escreva “De acordo com a pesquisa XX, 90% da população brasileira utiliza telefone celular”.


– Homogeneidade:
é importante padronizar seu texto, evitando sucessivas mudanças nas formas de tratamento, pessoa gramatical e outros itens. A uniformidade não serve apenas para o seu conteúdo textual, mas sim para todos os conteúdos do seu curso (quantidade de exercícios por aula, quantidade de videoaulas por módulo, quantidade de podcasts por módulo, etc.).


Por se tratar de um curso para dispositivos móveis (onde as telas são menores), é importante que a aula textual não seja muito extensa. Não existe limite de caracteres, mas é importante pensar sempre na usabilidade do aluno. Afinal, ninguém gosta de ficar descendo a barra de rolagem “infinitamente” e se perder na leitura.


Além disso, utilize imagens para ilustrar o assunto abordado na aula
. Com relação ao formato, opte por imagens na horizontal (landscape). Esteticamente, elas ficam melhores no aplicativo.


Importante!
Se você não tem verba disponível para comprar imagens, você pode baixá-las em bancos de imagens gratuitos, disponíveis na internet. Pesquise!


Por fim, se você tiver habilidade com as ferramentas de tratamento,
não hesite em editar as imagens do seu curso. Insira legendas, artes e itens que podem facilitar a compreensão do aluno.


EXERCÍCIOS:
defina a dinâmica de exercícios do seu curso mobile: por aula ou por módulo. Independente da opção escolhida, você pode elaborar exercícios de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, preencha a lacuna, etc. Vamos conhecê-los:


– Múltipla escolha:
exercícios de múltipla escolha estão entre as formas mais precisas de testar os conhecimentos do aluno. Exercícios como esses apresentam várias opções de pergunta – das quais somente uma alternativa é correta, e as demais são “falsas”. Lembre-se de fazer perguntas diretas!


– Sim ou Não (Verdadeiro ou Falso):
envolve fazer uma pergunta para que o aluno selecione apenas entre sim e não.

Exemplo: “É correto afirmar que as habilidades para negociar são natas?”.

  1. (   ) Sim
  2. (   ) Não

– Preencha as lacunas: este tipo de questão não oferece dicas. Isso permite uma série de possibilidades de resposta e exige dos alunos real conhecimento sobre o tema. Utilizar muitas lacunas, no entanto, não é a forma mais convencional para testar o conhecimento.

Exemplo: O bom negociador sabe que tudo pode ser ________.

  1. omitido.
  2. negociado.
  3. trapaceado.

Caso você esteja desenvolvendo um curso de idiomas – e a plataforma utilizada seja compatível – você também pode elaborar exercícios do tipo “escute e repita” e “escute e escreva”.


Independente do formato de exercício escolhido, é importante ressaltar 4 pontos-chave que aumentam o engajamento do aluno:

– feedbacks rápidos nos exercícios;
– enunciados claros, consistentes e objetivos; 
– frases simples de serem lidas e conteúdos explícitos – tanto nas questões quanto nas alternativas;
– exercícios para “encontrar/selecionar” alternativas corretas. Portanto, evite desenvolver exercícios do tipo: Selecione a afirmativa FALSA.


PODCASTS:
são arquivos de áudio digital. Eles vêm sendo bastante utilizados em cursos mobile, devido à simplicidade de produção e à facilidade de reprodução em smartphones.


Podcasts
mais simples podem ser gravados no seu próprio computador, desde que ele tenha placa de som e você instale um software para gravação de áudio. A gravação pode ser feita em diversos formatos, como Mp3 e Mp4.


Você pode utilizar uma linguagem informal para gravar os seus podcasts. Busque inspiração em programas de rádio e, no momento da edição, insira uma boa e agradável trilha sonora. É importante que a trilha não fique muito alta a ponto de desviar o objetivo principal do podcast: transmitir conhecimento.


Antes de começar a gravar os podcasts, elabore roteiros (pautas). Lembre-se: os roteiros devem ajudá-lo, e não atrapalhá-lo. O que isso quer dizer? Que você não precisa ficar preso ao que está escrito!


Se possível, convide outras pessoas para falar sobre o assunto da aula/curso ou para mediar o “programa”, interagindo com você.


Depois que os seus
podcasts estiverem gravados, edite-os. É importante cortar os erros, inserir as vinhetas de abertura e encerramento, e, por fim, a trilha de fundo.


Ouça um exemplo de um podcast 
produzido pela mLearn! 


VIDEOAULAS: existem várias maneiras de ensinar através de videoaulas, especialmente quando nos referimos ao modelo mais tradicional e intuitivo: uma pessoa em um estúdio, centralizada na tela, explicando verbalmente o conteúdo – que é ilustrado ou complementando com letreiros e artes.


As videoaulas são importantes porque aumentam a interação com o aluno, diminuindo a sensação de distância
. Selecione assuntos interessantes para tratar – pode ser o mesmo assunto da aula textual ou um tema complementar.


Utilize uma linguagem apropriada ao seu público-alvo. Seja objetivo e vá direto ao assunto, sem ficar enrolando ou “divagando”. Para videoaulas mobile, o ideal é que elas tenham entre 03 e 05 minutos, no máximo!


Além disso,
não tenha medo de inserir gráficos, animações, slides e sons que aumentam o engajamento nas videoaulas!


Dica: se você não tem verba para alugar um estúdio, saiba que é possível fazer videoaulas dentro da sua própria casa, com ótima qualidade. Basta optar por um ambiente agradável e silencioso – para que não haja ruídos ao fundo. Um áudio ruim desestimula o aluno.


Também é importante ter atenção com o fundo do vídeo! Lugares com muitos objetos ou com cores fortes podem distrair o espectador. E ninguém quer que o aluno preste mais atenção em objetos decorativos do que na informação que está sendo transmitida, não é? O ideal é que o aluno esteja 100% imerso no conteúdo.


O excesso ou a falta de luz também pode desviar a atenção de quem está assistindo. Por isso, vale a pena adquirir um equipamento básico de iluminação. Mas, se não houver recurso para isso, utilize a luz ambiente de áreas externas, posicionando a câmera sempre de costas para o sol.


Lembre-se: luz ambiente (sol, lua, estrelas) é diferente de luz artificial (lâmpadas caseiras, postes de luz)!
 


Para gravar suas videoaulas, você irá precisar de microfone, câmera e computador (para a edição dos arquivos). Se o orçamento não permite a contração de um editor de vídeos, fique calmo! Na internet, você encontra várias opções gratuitas de tutoriais sobre os passos básicos da edição. O próprio Sistema Operacional Windows oferece o programa
Windows Movie Maker para edição de vídeos.


Veja
um exemplo de uma videoaula produzida pela mLearn:


E MAIS:

Além de videoaulas, podcasts e e-books, aposte também em INFOGRÁFICOS para enriquecer os seus conteúdos, explorando a parte visual e gráfica.


Para elaborar um infográfico, utilize ilustrações, gráficos e adicione pequenos textos!


EXEMPLO:


Pronto! O seu curso mobile está pronto. E agora, o que você deve fazer? Este será o assunto do nosso próximo artigo!

Para aqueles que estão “pegando pela metade” a nossa série de artigos sobre Produção de Conteúdos Mobile, vale a pena acessar a parte I, parte II e a parte III.

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Aprendizagem Móvel, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento
Criação: Fernando Lima

Quais as vantagens de utilizar uma ferramenta de treinamento mobile?

Já não é novidade que os brasileiros utilizam muito mais o celular do que o próprio computador pessoal. E para confirmar essa tese, é só acompanhar as estatísticas de uso de smartphones no Brasil. Afinal, o número de acessos em banda larga móvel já supera em muito o de banda fixa. De acordo com pesquisas feitas pela Meio & Mensagem, no final de 2014, o Brasil já era o 6º mercado mundial de smartphones, superado apenas por China, EUA, Índia, Japão e Rússia. Atualmente, o número de brasileiros que possuem smartphones já são mais de 150 milhões.

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Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Vendas, Tecnologia, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento
A ideia foi posta em prática, o aplicativo está feito e funcionando. E agora? Para que seu público possa ter acesso e usufruir do seu app, você vai precisar publicá-lo na Google Play e/ou na App Store. Mas não é só isso! Existem algumas técnicas que podem te ajudar a chegar ao topo da lista de apps e gerar mais downloads. Confira:
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