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A educação corporativa começou como uma inovação, tornou-se tendência e hoje é necessidade. Para sobreviver em um mercado competitivo e inovador é preciso manter uma equipe de colaboradores capacitados para superar obstáculos e atingir novos objetivos.

Uma tendência em crescimento constante, a capacitação empresarial oferece resultados de longo prazo por um baixo investimento. Facilmente aplicada à rotina da empresa, capacita colaboradores e gestores a atingir resultados melhores e tomar decisões mais assertivas.

Quer conhecer essa estratégia? Entenda o que é educação corporativa e descubra como o investimento no treinamento para funcionários traz resultados à sua empresa. Confira!

O que é educação corporativa?

A educação corporativa é uma estratégia de gestão baseada na capacitação dos funcionários. A empresa promove o desenvolvimento de competências e habilidades técnicas, comportamentais e pessoais de seus colaboradores com foco em resultados.

Diferente de um treinamento convencional, a educação corporativa enfatiza habilidades de trabalho em equipe, gestão de conflitos, resolução de problemas, análise crítica, entre outros. Assim, além de produzir com qualidade, o colaborador torna-se também um elemento estratégico dentro da organização.

Não é incentivar o treinamento para funcionários, mas promovê-lo por meio de capacitação empresarial específica, voltada para os objetivos da empresa. Um exemplo de como isso é feito são as Universidades Corporativas, nas quais a empresa elabora programas de treinamento adequados às suas necessidades de mercado.

Desse modo, o colaborador torna-se um profissional mais qualificado enquanto atende às necessidades exclusivas da empresa. Trata-se de um investimento, pois reflete no fortalecimento da cultura empresarial entre os funcionários aumentando seu engajamento e produtividade.

Quais são as vantagens de investir na capacitação empresarial?

A educação corporativa pode – e deve – ser aplicada em empresas de qualquer porte ou segmento mercadológico e traz inúmeros benefícios. Ela pode ser utilizada para suprir necessidades focais ou para incrementar a competitividade da empresa por meio de ações generalizadas.

O treinamento para funcionários pode ser utilizado como estratégia em momentos de crise para garantir a sobrevivência da empresa. Por exemplo, capacitando os colaboradores para identificar oportunidades, resolver problemas e adaptar-se às mudanças amenizando seu impacto.

Em momentos favoráveis, a capacitação empresarial oferece vantagens competitivas para ganho de market share ou então inovação. Atuar com tecnologias emergentes e inovar nos processos produtivos e gerenciais para gerar melhores resultados são exemplos de como a educação corporativa pode impactar os negócios.

Como o treinamento para funcionários traz resultados para a empresa?

A importância do treinamento para funcionários reside na necessidade das empresas se adequarem a um mercado altamente competitivo e em constante transformação. Por meio da capacitação empresarial, os colaboradores se tornam mais assertivos nesse contexto.

Afinal, a educação corporativa está associada ao engajamento dos funcionários em atingir os objetivos da empresa. As equipes passam a atuar de forma mais colaborativa e a qualidade do trabalho aumenta, gerando melhores resultados.

Investir no treinamento para funcionários cria um ciclo virtuoso, no qual o colaborador sente-se valorizado, motivado e confiante. Apesar de vislumbrar novos rumos para a carreira, o colaborador tende a permanecer na empresa e motivar colegas a atingir as metas.

O resultado é uma equipe capacitada, que produz com qualidade e rapidez, interessada em atingir os objetivos da empresa e defender sua marca.

Pronto para começar a investir no treinamento para funcionários? Então conheça as principais tendências da capacitação empresarial!

 
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Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, mLearn, Treinamento Corporativo, Treinamento e Desenvolvimento

O aumento da competitividade no mundo corporativo tem feito com que fatores como capacitação e especialização se tornem essenciais, não só para profissionais, mas para as empresas que visam cada vez mais o sucesso de seus negócios.

O que muitas companhias têm percebido ao longo dos anos é que o treinamento e o desenvolvimento de seus colaboradores devem fazer parte do planejamento estratégico da organização, e que uma boa gestão de pessoas nunca foi tão crucial para se alcançar resultados positivos.  

A qualificação profissional possui um grande diferencial competitivo por duas razões principais: a primeira está relacionada a importância de formar profissionais com o perfil da empresa, para atuarem em cargos e atividades específicas e determinantes. Já a segunda, é decorrente da escassez de mão de obra devidamente qualificada no país.





Diante desse cenário, surgiu o conceito de educação corporativa que é a forma como as empresas encontraram para implementar uma cultura de aprendizagem contínua entre as equipes, seja por meio de ferramentas teóricas e práticas, que visam explorar o conhecimento de todos. O objetivo é criar um compartilhamento de trocas de informações para que uns possam aprender com os outros, e consequentemente solucionarem problemas.


Ainda dentro deste cenário, muitas empresas têm identificado que não basta apenas treinar colaboradores para que adquiram mais qualificação, mas que é preciso desenvolvê-los através de treinamentos dinâmicos, e capacitá-los para novos desafios. Assim, o conceito de mobile learning, por exemplo, tem ganhado destaque e a atenção das equipes de RH das empresas. Profissionais capacitados através de treinamentos práticos e inteligentes costumam ser mais motivados, não se abalam facilmente com os conflitos e as pressões do dia a dia, são mais flexíveis e colaborativos, compartilham ideias, experiências, incentivam e, principalmente, trabalham em prol de um propósito maior.

Tipos de treinamentos e inovações do setor



Com novas tecnologias cada vez mais presentes no dia a dia dos colaboradores, as empresas estão se adaptando a diferentes formatos de treinamentos, que sejam práticos e eficientes. Porém, especialistas ressaltam a importância das empresas verificarem antes de escolher uma abordagem de treinamento, o que já está sendo utilizado e o que traz retornos mensuráveis. Entre as principais novas metodologias práticas, inovadoras e que vêm revolucionando a forma como as empresas têm capacitado seus profissionais destacam-se:

Mobile Learning

Este conceito, que tem sido muito utilizado nos últimos anos, consiste na adaptação da aprendizagem através de smartphones, tablets, dispositivos móveis e aplicativos. Entre sua principal vantagem está a disponibilidade de treinamentos a qualquer hora do dia e o ensino através de multiplataformas que ajudam as empresas a diminuir os treinamentos presenciais. Além disso, o mobile learning permite que os colaboradores utilizem seu tempo livre para se capacitar, motivando-os e garantindo uma atualização completa da empresa.

Gamificação

A gamificação tem tido um forte impacto no aprendizado corporativo e já tem mostrado resultados práticos e bem assertivos. Muitas empresas têm avaliado este método como uma abordagem extremamente eficaz quando bem aplicada. Neste formato de treinamento os jogos incorporam elementos de competição, recompensas e feedback, tornando-se mais propensos a manter os colaboradores entretidos e interessados por mais aprendizagem. Entre seus benefícios está o alto poder de engajamento e receptividade.


Vídeos online e interativos

Os vídeos são tidos como um dos principais novos meios de treinamentos dentro das organizações. Prático e com objetivo de tornar o aprendizado mais empático, esta técnica já tem sido explorada inclusive através de formatos em 360°. De acordo com especialistas, a experiência de treinamentos com vídeos, torna os mesmos mais envolventes e o expectador mais confiante já que passa a ter o controle sobre o que será consumido. No meio corporativo, essa ferramenta pode ser aplicada das mais diversas formas, tanto para aumentar a sensação de realidade no treinamento quanto para tornar o aprendizado mais assertivo.


Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada para o aprendizado

Este conceito vem sendo fomentado, principalmente entre as empresas que já possuem experiência em seus treinamentos com a gamificação. O objetivo dessas organizações é utilizar a realidade aumentada para engajar e tornar a jogabilidade ainda mais real. Apesar de sua viabilidade ainda ser restrita, a realidade virtual poderá ser adotada e bem aplicada em áreas de treinamento onde existam perigos ou insegurança para os colaboradores, como áreas da saúde e segurança, onde o VR poderá simular situações semelhantes aos encontrados em campo.

Conclusão



Atualmente, muitos estudantes e profissionais contam com mecanismos de buscas, seja para estudar ou se capacitar, além de estarem cada vez mais adeptos a cursos online para se atualizar. Este cenário tem feito com que a utilização de plataformas online para aprendizado, principalmente dentro das organizações continue em alta. A tendência é que esses treinamentos inovadores estejam presentes em mais da metade da força de trabalho nas empresas.

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Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, Gestão de Vendas, mLearn

Como você costuma acompanhar a produtividade da sua equipe de vendas? Você realmente acha que avalia esse processo da forma correta? Hoje, você diria que a sua equipe de vendas está se saindo bem ou mal? Fazendo uma comparação com as vendas do ano passado, o desempenho da equipe melhorou ou piorou? Reflita!


Independente das suas respostas para as perguntas acima, elas só terão valor se estiverem baseadas em indicadores de vendas. Só acompanhar a lucratividade da sua empresa não basta! É preciso medir a eficiência da equipe, acompanhar a produtividade de cada vendedor, cada tipo de venda, quais produtos foram vendidos, e assim por diante.


Em vendas, ser orientado por uma meta significa que os gestores precisam monitorar o desempenho da equipe através de métricas individuais (que são mais recomendadas) ou coletivas.


As métricas fornecem insights sobre como o processo de vendas vem sendo realizado na sua empresa -, ou, na pior das hipóteses, se ele está realmente acontecendo.


Inicialmente, pode parecer complicado e você pode ter alguma dificuldade, mas acompanhar a produtividade da sua equipe de vendas é essencial para o sucesso do seu negócio!


Afinal, ao medir (e mensurar) a produtividade dos vendedores, você será capaz de analisar e compreender onde está acertando e/ou errando, permitindo, assim, investir no que tem dado certo ou ajustar aquilo está errado no processo de vendas.


Além disso, quando você acompanha de perto a produtividade dos vendedores, é possível ter a real noção de tudo que eles estão fazendo para alcançar as metas estabelecidas. Vamos, então, entender mais sobre as métricas!



Métricas

Como você pode perceber, as métricas contribuem para uma avaliação mais justa da produtividade da equipe de vendas. Isso porque elas fornecem “lampejos” importantes sobre como o processo de vendas da empresa está sendo realizado.


Aqui, vale destacar: se a sua empresa já trabalha com métricas, é fundamental que elas sejam realistas, claras, mensuráveis (quantitativas) e atingíveis.


As métricas podem (e devem) contribuir para o foco da equipe e para fazer com que cada vendedor tenha conhecimento das atividades que realmente são importantes para a empresa no processo de vendas.


E, para auxiliá-lo na definição das metas e acompanhamento dos resultados, separamos para você – diretor, gestor, líder – os principais tipos de métricas para serem colocadas em prática diariamente!



#1 – Número de Ofertas ao Pipeline de Vendas (Funil de Vendas)

Pipeline de vendas nada mais é do que o funil de vendas, uma ferramenta de gestão utilizada para acompanhar as etapas do processo de vendas com ciclos médios ou longos. Geralmente, o pipeline de vendas é composto pelas etapas de lead, prospecção, proposta, negociação e fechamento.


Jamais deixe o seu pipeline de vendas desatualizado – mesmo naqueles períodos em que você tem milhares de leads para prospectar, propostas para fazer, reuniões de negócio para participar, para, enfim, fechar uma venda.


Se você deixar o topo do funil vazio, muito em breve não terá nada para trabalhar e, consequentemente, nenhuma futura venda.


Para que isso não aconteça, incentive os vendedores a reservar parte do dia para trabalhar nas outras etapas do ciclo de vendas, dedicando tempo aos potenciais clientes. Não encare esse “intervalo” como desperdício de produtividade, mas sim como um investimento.


Para tanto, delegue tarefas semanais à sua equipe de vendas, e incentive o time a cumpri-las. Se for necessário,  faça um brainstorm com os vendedores no início da semana para informá-los sobre novas demandas.



#2 Valor Médio das Vendas por Usuários

Ticket médio é o valor médio das vendas por usuário. Ele é extremamente importante para o processo de vendas, porque mostra claramente o quanto a sua equipe de vendas está produzindo.


Consegue-se obter o valor do ticket médio somando o montante das vendas e dividindo-o pelo número de clientes responsáveis por essas compras.


Os gestores das empresas de varejo, em especial, precisam avaliar constantemente o valor do ticket médio. Através das informações obtidas nele, é possível planejar como aumentar as vendas e obter lucratividade.


A dica é: faça com que a sua equipe conheça a importância do valor médio das vendas de cada cliente. Afinal, você sabe que o essencial não é o número de vendas que cada colaborador realiza, mas sim o seu ticket médio!


Para medir a produtividade da sua equipe de vendas, divida o valor total das vendas do dia/semana pelo número total de vendas do dia/semana. Primeiro faça essa conta para a loja inteira, e depois calcule o ticket médio por cada vendedor. Assim, você conseguirá identificar quais são os profissionais que estão contribuindo mais para esse indicador!



#3 Rapidez das Vendas

Provavelmente, a única métrica que todo gestor comercial deseja diminuir é a velocidade com que cada venda é realizada. Afinal, quanto mais curto for o ciclo de vendas, maior será a receita do empreendimento.


Para este quesito, você pode avaliar quanto tempo cada vendedor costuma levar para concluir o processo de vendas:  prospecção, abordagem, sondagem, elaboração de propostas, argumentação, fechamento de vendas e – por que não?– pós-venda.


#4 Vendas de Mix de Produtos

Um dos maiores desejos dos gestores é que todos os produtos tenham alto giro, certo? Afinal, de nada adianta vender apenas um produto se os outros estão acumulados no estoque. Por isso, meça a produtividade da equipe de vendas, avaliando se todos os colaboradores estão vendendo apenas um ou dois itens diferentes ou se eles estão trabalhando no mix de produtos.



#5 Número de Ideias Sugeridas

Não avalie a produtividade da sua equipe apenas pela quantidade de vendas realizadas. O bom vendedor é aquele que está sempre em busca de formas de aperfeiçoar os processos de vendas da empresa. Sendo assim, inclua dentro da avaliação de desempenho de cada profissional a quantidade de ideias que ele sugere ao longo da semana. Isso mostra que, mesmo quando não está vendendo, ele continua trabalhando, pesquisando, pensando, sugerindo e tentando tornar as vendas mais eficazes.


Conclusão

Apontamos alguns indicadores que você pode utilizar para medir com eficiência a produtividade da sua equipe de vendas. Essa mensuração também é importante para saber se o negócio vai bem e para identificar ações que sejam capazes de gerar melhorias e crescimentos.


Produtividade é o mesmo que sucesso; sucesso esse que não está apenas relacionado à capacidade de produzir, mas também a eficiência, eficácia e efetividade!


O que você achou das nossas dicas? Esperamos que elas possam ajudar o seu empreendimento a evoluir cada vez mais! Por fim, compartilhe conosco suas estratégias para acompanhar e medir os resultados dos seus vendedores. Até a próxima!
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