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Corporativo, Gestão de Recursos Humanos, mLearn

Há muito tempo que o salário é apenas um dos atrativos em vagas de emprego. Mesmo os cargos mais simples oferecem benefícios para o empregado, a maioria deles obrigatórios por lei. Empresas que buscam aumentar sua competitividade, no entanto, estão inovando nas vantagens ao funcionário.

Isso porque a nova geração de profissionais traz novas exigências às empresas. Uma pesquisa da Page Talent indicou, por exemplo, que o plano de carreira e a qualidade de vida são mais valorizados do que o salário.

Incorporar um plano de benefícios atraente configura-se, portanto, como uma estratégia para retenção de talentos, aumento da competitividade e produtividade. Entenda melhor o que é uma política de benefícios e quais são as vantagens de incorporá-la em sua empresa. Confira!

Política de benefícios: o que é e como surgiu

A garantia de benefícios para o empregado tem sua origem na luta pelos direitos trabalhistas e um embasamento legal. Ao longo do tempo, no entanto, apenas os direitos básicos deixaram de ser o suficiente para atrair e manter talentos dentro da empresa.

O atual conceito de benefícios surgiu como uma demanda das Gerações Y e Z, profissionais nascidos entre as décadas de 1980 e 1990. Atuando principalmente no ramo de tecnologia, eles mudaram os paradigmas do mercado por desejarem carreiras mais dinâmicas e autônomas.

O plano de benefícios da empresa é entendido, então, como o conjunto de serviços, bonificações, prêmios e vantagens oferecidos ao colaborador. Sendo dos mais diversos tipos, desde extras financeiros e incentivo à capacitação até férias prolongadas e experiências no exterior.

Os objetivos por trás do plano de benefícios

A maior justificativa para que uma empresa forneça benefícios aos funcionários é a manutenção da qualidade de vida no ambiente corporativo. Além de ser uma forma do empregador recompensar o esforço dispensado pelos colaboradores na conquista de metas e resultados.

Dependendo do tipo de incentivo oferecido, o plano de benefícios também atua como alavanca para a carreira do funcionário. É o caso dos benefícios educativos, como os programas de educação corporativa ou intercâmbios promovidos pela corporação.

Outros tipos, ainda, tornam a rotina de trabalho mais ágil e agradável. Alguns exemplos comuns são os ambientes colaborativos, a possibilidade de horários mais flexíveis e o home office. Algumas empresas investem até em equipamentos para auxiliar o profissional, como celulares e carros corporativos.

As vantagens dos benefícios aos funcionários

A oferta de benefícios para o empregado disseminou-se pelo mundo corporativo por tratar-se de investimento. O colaborador recebe as vantagens, mas estas também refletem em ganhos para a empresa. A atenção à qualidade de vida do profissional gera um aumento de produtividade e, portanto, de lucros.

O maior benefício, no entanto, é o aumento do engajamento dos funcionários, ou seja, a retenção de talentos e o fortalecimento da cultura empresarial. Colaboradores satisfeitos, motivados e valorizados têm interesse em continuar na empresa, crescer nela e com ela, gerando aumentos significativos na produtividade e rentabilidade do negócio.

Um plano de benefícios pautado na capacitação é um grande diferencial competitivo. Afinal, a educação corporativa blinda a empresa contra crises e  impulsiona um crescimento acelerado em momentos favoráveis. Cria profissionais mais autônomos, que resolvem problemas e identificam oportunidades de forma independente e ágil.

É assim que uma política de benefícios pode mudar as perspectivas da sua empresa e garantir a conquista de resultados mais ambiciosos. Pronto para abraçar uma fatia mais ampla do mercado? Deixe seu comentário!

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Aprendizagem Móvel, Corporativo, Desenvolvimento de Equipes, mLearn, Treinamento Corporativo
O valor de uma companhia reside em suas propostas para os clientes, e estas propostas dependem de funcionários bem qualificados. Equipes capacitadas respondem mais rápido e melhor. De fato, outro dia falamos sobre a relação entre treinamento e aumento da lucratividade aqui no blog da mLearn.
Para dar uma ideia da importância do training, no ano passado, as empresas brasileiras ampliaram os investimentos na capacitação de funcionários. Falando em números, o orçamento destinado ao treinamento de colaboradores aumentou 21%, com uma média de R$ 788,00 por trabalhador.
Até aqui, tudo bem, mas, como fazer isso? É exatamente sobre o que vamos falar hoje.


#01 Definindo os objetivos da capacitação empresarial

Com a avaliação feita, podemos começar a traçar os objetivos. Alinhados com o ponto anterior, devemos pensar no que motiva a companhia a promover a capacitação. Neste sentido, é importante que os responsáveis pelo desenvolvimento do plano de educação corporativa façam algumas perguntas:

  • A capacitação tem como objetivo um problema pontual? Ou seja, quando um colaborador ou equipes completas têm dificuldades específicas?
  • O treinamento tem como finalidade o treinamento em uma nova aptidão ou destina-se a reciclar e atualizar os conhecimentos existentes?
  • Quero capacitar todos ao mesmo tempo ou trabalhar aspectos/departamentos críticos de cada vez? Isso é importante para organizar o cronograma.
  • Após esta aproximação inicial, podemos começar a orientar os procedimentos seguintes. Na sequência, é hora de fazer uma análise da sua equipe para entender como o plano de educação corporativa deve ser pensado para atender aos objetivos.


#02 Identifique os pontos frágeis de sua equipe

Gestores de RH e diretivos podem identificar onde a equipe está falhando. Por exemplo, o interesse pode ser vender mais e melhor, melhorar a gestão do tempo, capacitar em técnicas de negociação, ampliar os conhecimentos de ferramentas digitais, entre outros.

Por isso, é fundamental acompanhar os times de perto, e diariamente. Inclua a revisão dos informes sobre as metas, das avaliações de desempenho e até mesmo o histórico de queixas dos clientes na sua análise. Dessa forma, fica mais fácil e assertivo direcionar os treinamentos, criando um plano de educação corporativa mais eficiente.


#03 Escolha do formato e metodologia

Aproveitar as vantagens da tecnologia online é uma boa dica na hora de criar os programas de capacitação empresarial. Neste sentido, aposte no uso de plataformas digitais, que permitam que os conteúdos sejam acessados em qualquer lugar, à qualquer hora. Seja quando sua companhia funcione com trabalhadores remotos ou in loco.

O ideal é escolher um ambiente de treinamento que permita que as métricas das capacitações sejam acompanhadas pela equipe de RH. Por meio de provas e certificados, garante-se que o aprendizado seja avaliado e os ajustes sejam feitos. Por exemplo, pode ser uma boa ideia incluir novos módulos ou aumentar a quantidade de participantes em treinamentos com melhores resultados.

Dica extra: Não encontrou o curso desejado em nenhuma plataforma ou acredita que os conteúdos dos programas disponíveis na web não atendem às suas expectativas? Você também pode criar seu próprio curso e disponibilizá-lo em plataformas funcionais e que tenham um ambiente completo de aprendizagem, como na mLearn.

Esperamos que este artigo tenha esclarecido os pontos mais importantes no desenvolvimento de um plano de capacitação empresarial. Estamos à disposição para contribuir para sua jornada de sucesso e, caso tenha qualquer dúvida, consulta ou necessidade pontual, é só entrar em contato conosco. Obrigado pela leitura e até o próximo artigo!

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